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O Brasil, um dos campeões em cárie
dentária, gasta US$ 2,4 bilhões por ano, o mesmo que o
Reino Unido, que tem menos de ¼ da população brasileira.
O resultado é que 90% da população possuem cárie
e patologias bucais; 80% não têm acesso ao tratamento dentário;
aos 12 anos o jovem já tem 50% dos dentes comprometidos e de cada
quatro pessoas acima de 60 anos, três não possuem mais a
dentição original.
Para reverter essa situação, minimizando custos assistenciais
na área odontológica, surgiram as empresas de odontologia
de grupo oferecendo planos a custos mínimos, especialmente se
comparados a outros benefícios, como o vale transporte e o ticket
refeição, hoje presentes nas relações de
trabalho da maioria das empresas. São planos isentos de carência
para procedimentos básicos, nos contratos empresariais e já atendem
a dois milhões de pessoas, com um faturamento anual da ordem de
US$ 240 milhões, em dados de 1997.
Motivando trabalhadores e empresários, a odontologia empresarial
desenvolveu-se de tal forma que, em 1996, constituiu um organismo para
sua maior integração e representatividade, o Sindicato
Nacional das Empresas de Odontologia de Grupo - Sinog, que congrega 135
empresas de odontologia de grupo como associadas, com planos específicos
e características diferenciadas, distribuídas pelo país.
O Sinog é fruto de longo amadurecimento da categoria, formado para
ser guia e defensor dos interesses dos grupos odontológicos associados,
agente de crescimento, de padrões de qualidade, além de órgão
político do setor. É a única entidade oficial a representar
a categoria econômica, sobretudo nas negociações coletivas
de trabalho, tendo em vista atuar como agente de crescimento e modernização
do segmento, divulgar a relação custo/benefício dos
planos de assistência odontológica, colaborar no contínuo
desenvolvimento técnico-científico da atividade e de seus
profissionais e manter relacionamento permanente com o mundo acadêmico
de odontologia. |
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