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Plano de saúde é o setor mais reclamado
no Idec
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Legislação
e Regulação
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Erosão dentária aumenta entre crianças
de 3 a 4 anos
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Odontologia e Saúde
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Unidas:
MBA em Gestão de Plano de Saúde
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| 01> Reino
Unido: Custos de assistência médica para idosos |
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| 02> Desafio
para a saúde |
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| 03> Proteínas
da gengiva podem ser úteis para tratar periodontite |
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| 04>
Mais de 90% das pessoas com doença na gengiva têm... |
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| 05> Erosão
dentária aumenta entre crianças de 3 a 4 anos |
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| 06>
Inscrições para o FDI 2010 já podem ser
feitas pela internet |
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| 01>
PrimaVida
estende prazo para credenciamento de dentistas
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| 02> Amil:
Dono acelera integração com Medial |
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| 03>
Unimed-BH: Nova diretoria |
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| 01>
Ipea prevê criação de 2 milhões de
vagas de emprego em 2010 |
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| 02> Ipea
prevê falta de mão de obra em quatro setores |
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| 03> PIB
do Brasil sobe 2% entre 3º e 4º trimestre de 2009 |
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| 01>
Planos impiedosos |
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| 02> Idec:
Regulação da assistência suplementar á
saúde |
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| 03> Asfeb
habilitada a atender exigências da ANS |
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| 04> Gestão
cooperativa do SUS é aprovada |
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| 05>
Plano de saúde é o setor mais reclamado no Idec
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| 06>
Modelo de acreditação de operadoras será
definido este semestre |
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| 01>
Diretores poderão responder por débitos tributários
da empresa |
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MARÇO | 2010 |
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12
|
>Unidas:
Curso Intensivo de Direito da Saúde Suplementar |
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| :::
ABRIL | 2010 |
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23
|
>Unidas:
MBA em Gestão de Plano de Saúde |
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REINO
UNIDO: CUSTOS DE ASSISTÊNCIA MÉDICA PARA
IDOSOS
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ASSPREVISITE / TERRA / THE NEW YORK TIMES - Tradução
por Amy Traduções |
11/03/2010
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Toda
terça-feira, Janet Isobel Bishop caminha algumas quadras
de seu apartamento alugado de um quarto em Notting Hill até
seu curso de pintura, seguido por lições de tai
chi chuan. As aulas são pagas pelo governo britânico,
assim como as visitas semanais de uma hora que recebe de um
profissional de saúde, que a ajuda a limpar a casa.
Agarrada à sua bengala, Bishop, 85 anos, afirma que nunca
se mudaria para uma casa de repouso, pois não gosta que
"as pessoas saibam exatamente onde estou o tempo todo".
Mas desde seis meses atrás, quando ela ficou presa no
banheiro, incapaz de andar, por cerca de uma hora até
um vizinho escutar seus gritos e chamar ajuda, ela busca apoio
adicional em casa. Mas ela não pode arcar com a despesa.
Suas três filhas trabalham em tempo integral e só
conseguem visitá-la aos finais de semana.
Os governos europeus estão tendo dificuldade para conseguir
atender as necessidades de populações
envelhecendo rapidamente numa época de receitas declinantes.
O primeiro-ministro Gordon Brown, que provavelmente nesta primavera
britânica vai enfrentar eleições difíceis,
prometeu assistência gratuita em casa para a população
idosa com "necessidades extremas de cuidados" na Inglaterra
e em Gales, a despeito da situação financeira
do indivíduo. A medida provocaria uma transformação
fundamental num sistema assistencial tradicionalmente focado
nas condições financeiras das pessoas.
Mas o plano já se mostra controverso por exigir um gasto
adicional quando o Reino Unido está sob pressão
para diminuir substancialmente seu déficit orçamentário
recorde.
O governo estima que 400 mil pessoas teriam direito a receber
assistência doméstica, a um custo anual de 670
milhões de libras, ou US$ 1 bilhão. Isso se somaria
aos 15 bilhões de libras que o governo já gasta
todos os anos em assistência aos idosos na Inglaterra,
inclusive gente como Bishop.
A maior parte dos cuidados com idosos ainda é paga por
parentes e amigos, com a assistência médica financiada
pelo Estado disponível apenas para aqueles de baixa renda.
Como resultado, muitos pensionistas acabam na pobreza ou são
forçados a vender suas residências para morar em
uma casa de repouso.
Na Europa, existe um consenso crescente entre legisladores de
que um sistema assim cria "incentivos perversos" por
desencorajar poupanças, disse Jon Glasby, professor de
assistência social e de saúde da Universidade de
Birmingham.
Nos Países Baixos, as pessoas podem se segurar contra
os custos de saúde futuros; na Alemanha, os contribuintes
devem reservar uma porcentagem de sua renda para um fundo que
mais
tarde cobriria seus gastos.
O plano de Brown, que está sendo debatido no Parlamento,
será votado até outubro. Se ele for aprovado,
a assistência gratuita em breve estaria disponível
no Reino Unido, dando um primeiro passo em direção
a um sistema nacional de assistência a idosos de longo
prazo que funcionaria em paralelo ao sistema de saúde,
que há 60 anos fornece aos britânicos assistência
médica gratuita.
O governo Brown disse que as mudanças tornariam o sistema
mais justo e reduziriam alguns custos e pressões em hospitais
e casas de repouso. Algumas "pessoas idosas hospitalizadas
prolongam seu internamento após o fim do tratamento porque
os serviços de que precisam ao voltar para casa ¿
cuidados de enfermagem, reabilitação e simples
suportes domésticos ¿ são difíceis
de organizar ou simplesmente inexistentes", disse Brown
em discurso no mês passado.
Mas alguns legisladores consideraram as propostas um truque
para ganhar votos antes da eleição geral. Céticos
também levantam preocupações sobre os custos
da assistência gratuita, apontando para a Escócia,
onde parte da assistência doméstica é gratuita
desde 2002.
A Escócia oferece o serviço para cerca de 55 mil
pessoas, mas é pressionada a contê-lo ou cortá-lo
com a escalada dos custos.
Esses custos chegaram a 358 milhões de libras em 2009,
um aumento de 11% em relação ao ano anterior e
quase o triplo em relação aos 125 milhões
de libras originalmente destinados para a manutenção
do serviço, de acordo com números do Parlamento
escocês. O relatório de um auditor sugere que os
custos podem chegar a 500 milhões de libras em dois anos.
Jenny Owen, presidente da Associação de Diretores
de Serviços Sociais para Adultos, um grupo setorial,
acusou o governo britânico de "subestimar significativamente
os verdadeiros custos envolvidos" e estimou que eles seriam
o dobro da previsão original de 670 milhões de
libras.
As autoridades locais na Inglaterra, que ¿ diferente
da Escócia ¿ podem ter que pagar cerca de um terço
dos custos do plano cortando gastos em outros setores, também
reclamaram.
David M. Finch, membro do Gabinete no Conselho do condado de
Essex, a nordeste de Londres, concorda que o atual sistema assistencial
precisa de uma reforma urgente.
Mas Finch disse temer "que os custos das propostas no projeto
sejam muito maiores do que o governo prevê e que os governos
locais acabem arcando com os excessos".
Críticas também surgiram de organizações
de caridade, que dizem que, ao invés de tornar o sistema
mais fácil e barato pela redução da burocracia,
a nova lei aprofundaria a confusão sobre quem teria direito
a receber o serviço.
"As pessoas pensam que ao se aposentar receberão
assistência gratuita, e sempre é um choque quando
descobrem a que realmente têm direito", disse Simon
Bottery, diretor de políticas e comunicação
da Independent Age, uma instituição de caridade
com 142 anos.
O Partido Conservador também levantou preocupações
com o custo do plano e propôs um programa de seguridade
voluntário semelhante ao dos Países Baixos.
Glasby disse que a questão do financiamento da assistência
é difícil porque as pessoas devem viver mais,
mas não serão necessariamente mais saudáveis.
"Como indivíduo, você não pode prever
do que vai precisar quando envelhecer", disse ele. "O
que torna perfeito distribuir os custos" por meio de impostos
e tributos.
Ao mesmo tempo, "a atual geração de pensionistas
é a mais rica do Reino Unido", disse ele. "Eles
se beneficiaram com o aumento dos preços imobiliários
enquanto as gerações mais novas ainda estão
pagando dívidas estudantis e o grosso dos impostos",
disse ele. "É correto que nós paguemos pela
assistência deles?"
Mas ele também disse que o atual debate sobre a assistência
de longo prazo está mal conduzido. "Saltamos direto
para o debate sobre diferentes modelos de financiamento sem
falar sobre a qualidade da assistência ou quanto valorizamos
os mais velhos", disse Glasby. "É igualmente
um debate filosófico."
Para Bishop, ex-proprietária de um pub, a resposta é
simples. "Trabalhei por 56 anos e não me aposentei
antes do 73 anos", disse ela. "Acho que tenho alguns
direitos".
| ASSPREVISITE
/ BRASIL ECONÔMICO - Por Rubens Ermírio de
Moraes |
11/03/2010
|
O
sistema de saúde no Brasil, seja privado ou público,
tem como grande desafio para o século 21 evoluir de forma
condizente à realidade do País. O atendimento
a todas as pessoas deve estar em sintonia com o crescimento
populacional, o aumento da expectativa de vida, os avanços
científicos e tecnológicos da medicina e as novas
demandas de saúde coletiva.
Muita coisa mudou nas últimas décadas. O mundo
presenciou no século 20 o maior avanço científico
da história do homem, o que resultou em práticas
eficientes na área da saúde.
Prova disso são o aumento da longevidade e o crescimento
da população mundial. Em 1859, quando a Beneficência
Portuguesa de São Paulo foi fundada, a cidade de São
Paulo tinha cerca de 30 mil habitantes.
Hoje, somos mais de 20 milhões na região metropolitana.
Além disso, nos últimos 10 anos a expectativa
de vida dos brasileiros passou de 69 para 73 anos. E como atender
de forma eficiente uma população em crescimento
e que cada vez vive mais, se existem carências históricas
no sistema de saúde do Brasil?
A solução para esse desafio é não
parar de investir e buscar formas de atender as demandas que
surgem. Investir significa impulsionar os cursos de medicina
em qualidade, incentivar os hospitais escola
e realizar ações públicas de conscientização
sobre prevenção de doenças.
Buscar soluções para a assistência à
saúde significa estar atento às nuances de uma
sociedade em constante mutação. No passado, o
sistema público atendia à população,
com o reforço das instituições beneméritas.
Quando esse modelo mostrava enfraquecimento, surgiu o auxílio
do atendimento particular e por planos de saúde. Mas
esse sistema já mostra suas carências.
Em um futuro próximo, vislumbra-se um cenário
mais rigoroso com o aumento da demanda por serviços de
saúde. A população a ser atendida será
maior e mais longeva e as opções de técnicas
e tratamentos oferecidos crescentes.
Um modelo que surge para as próximas décadas é
a retomada da responsabilidade social, como uma forma de garantir
o atendimento a todos.
A Beneficência Portuguesa de São Paulo, por exemplo,
à medida que atende pacientes particulares e oriundos
de planos de saúde, tem condições de fazê-lo
com a mesma qualidade aos pacientes usuários do Sistema
Único de Saúde - SUS.
Os números da Beneficência Portuguesa de São
Paulo mostram que esse é um dos caminhos. Como referência
em cardiologia e cardiopatia congênita e outras áreas,
a instituição realiza grande parte dos procedimentos
de alta complexidade do SUS.
Na instituição, são realizadas 34% das
cirurgias cardíacas em adultos, 75% das cirurgias cardíacas
pediátricas, 56% das revascularizações
do miocárdio, 34% dos cateterismos e 38% dos procedimentos
hemodinâmicos do SUS no estado de São Paulo.
Para garantir a manutenção desses números
seguindo as novas tecnologias e demandas de saúde, é
necessário o incentivo governamental e a busca desse
modelo por maior número de instituições
hospitalares no país.
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PROTEÍNAS
DA GENGIVA PODEM SER ÚTEIS PARA TRATAR PERIODONTITE
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Drogas
usadas para controlar a pressão arterial podem atenuar
a periodontite, que foi induzida experimentalmente em ratos
Estudos realizados em modelos animais na Faculdade de Odontologia
de Bauru (FOB) da USP mostram que um sistema de proteínas
existente no sangue, chamado sistema renina-angiotensina (SRA),
que, entre outras ações, auxilia no controle da
pressão arterial, pode ser a chave para novos tratamentos
da doença periodontal. Em testes realizados com
ratos, constatamos que o SRA também está presente
no tecido gengival dos animais, conta o professor Carlos
Ferreira dos Santos, da disciplina de Farmacologia da FOB. Estudos
do grupo liderado por ele, ainda não publicados, evidenciaram
que drogas usadas para controlar a pressão arterial podem
atenuar a periodontite, que foi induzida experimentalmente em
ratos. Mas os experimentos em humanos ainda estão
distantes, avisa o pesquisador.
Segundo Santos, para que os testes sejam feitos em humanos,
ainda há um longo caminho e muitas pesquisas devem ser
realizadas. Ele acredita que num prazo mínimo de cinco
ou seis anos
poderá se pensar em sistemas de liberação,
no tecido gengival, de medicamentos específicos que afetam
o SRA com o intuito de atenuar a progressão da doença
periodontal, mas sem os efeitos colaterais de quando esses medicamentos
são administrados por via oral (portanto sistemicamente)
para baixar a pressão arterial. É possível
se imaginar o desenvolvimento de sistemas de liberação
lenta dos medicamentos que afetam o SRA apenas nos tecidos bucais,
como já existe para o flúor, descreve.
O SRA tem como principal resultado final a produção
de um peptídeo vasoativo a partir da ação
conjunta de proteínas produzidas e/ou localizadas em
diferentes órgãos como rins, fígado e pulmões.
Este conjunto de proteínas, produzidas ou localizadas
nesses órgãos, no sangue levam à formação
da angiotensina II, um peptídio que contrai vasos sangüíneos,
auxiliando no controle da pressão arterial, entre outras
funções, explica Santos.
Cooperação
Os estudos do pesquisador sobre o SRA tiveram início
em 1995 nos programas de mestrado e doutorado na Faculdade de
Medicina de Ribeirão Preto da USP, sob orientação
e co-orientação dos professores Maria Cristina
de Oliveira Salgado e Eduardo Brandt
Oliveira, respectivamente. Porém, somente a partir de
2004 o cientista estabeleceu os primeiros indícios, na
FOB, de que o conjunto de proteínas do SRA poderia se
localizar no tecido gengival de animais.
Atualmente, Santos coordena um grupo de pesquisadores que estudam
o tema. Nos EUA mantém uma parceria com cientistas de
Milwaukee, do Medical College of Wisconsin, onde no ano passado
realizou estágio de pós-doutorado sob a supervisão
do Dr. Andrew Seth Greene.
Um artigo científico, derivado de uma tese orientada
por Santos, da doutoranda Ana Eliza Akashi, que trata justamente
das descobertas do SRA no tecido gengival dos animais, acaba
de receber a distinção de descoberta científica,
pela revista norte-americana Journal of Periodontology. Também
fazem parte do grupo de estudos os alunos de doutorado Marta
da Cunha Lima, Bella Luna Colombini Ishikiriama e Caio Márcio
Figueiredo, e o especialista em laboratório Thiago José
Dionísio. Além deles, outro cientista norte-americano,
o Dr. Daniel Thomas Brozoski, permanecerá no laboratório
de Farmacologia por dois anos, sob a supervisão de Santos.
Esta equipe irá atuar nos próximos passos
na confirmação de evidências para possíveis
testes em humanos. Haverá mais pesquisas com animais,
seguidos de estudos epidemiológicos e clínicos.
Há um longo caminho, ressalta o pesquisador.
Periodontite
A doença periodontal resulta de um processo inflamatório
que acomete os tecidos em torno dos dentes (gengiva, ossos e
ligamentos de suporte). Se não tratada, pode levar à
perda dos dentes.
O tratamento, segundo Santos consiste na eliminação
das bactérias pela retirada do tártaro (cálculo)
e da placa bacteriana (biofilme). É uma terapia
principalmente mecânica, mas que pode ter o auxílio
de antiinflamatórios e antibióticos adequados,
explica.
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MAIS DE 90% DAS PESSOAS COM DOENÇA
NA GENGIVA TÊM ALTO RISCO DE DIABETES
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Os
resultados indicaram que, entre os pesquisados sem os problemas
bucais, 63% tinham risco aumentado de diabetes, contra 93% daqueles
com a doença na gengiva
Condição marcada por inflamação
ou infecção nas gengivas e tecidos de suporte
dos dentes podem ser considerados de alto risco para o desenvolvimento
de diabetes. Baseados em análises de dados de quase três
mil pessoas que não tinham diabetes, os resultados indicaram
que, entre aqueles sem os problemas bucais, 63% tinham risco
aumentado de diabetes, contra 93% daqueles com a doença
na gengiva.
As orientações da Associação Americana
do Diabetes recomendam a triagem do diabetes para pessoas com
mais de 45 anos que apresentam sobrepeso (índice de massa
corporal de 25 ou mais) e para aquelas com menos de 40 anos
que têm sobrepeso e pelo menos um fator de risco adicional
para a doença. Na nova pesquisa, dois desses fatores
de risco adicionais - pressão alta e ter um parente de
primeiro grau (pais ou irmãos) com diabetes - foram relatados
em um significativo número de pessoas com doença
periodontal, em comparação com pessoas sem a doença
bucal.
Publicados no Journal of Public Health Dentistry, os resultados
aumentam as evidências que associam infecções
periodontais a um aumento no risco de diabetes, além
de indicar que metade desses pacientes com doença periodontal
e alto rico de diabetes haviam visitado o dentista no ano anterior
à pesquisa. "À luz dessas descobertas, a
visita ao dentista poderia ser uma oportunidade para conduzir
uma triagem inicial para o diabetes - um importante primeiro
passo para identificar esses pacientes que precisam de acompanhamento
para diagnóstico da doença", destacaram os
autores.
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EROSÃO
DENTÁRIA AUMENTA ENTRE CRIANÇAS DE 3 A
4 ANOS
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A
erosão dentária causada por ácidos gástricos
ou presentes na dieta já atinge metade das crianças
em idade pré-escolar, revela pesquisa da Faculdade de
Odontologia (FO) da USP. O estudo da dentista Christiana Murakami
aponta um maior número de casos de erosão entre
crianças com refluxo gastroesofágico e a ingestão
frequente de sucos ácidos e refrigerantes como indicador
de risco para a doença.
A pesquisa foi realizada com 967 crianças entre 3 e 4
anos, com a dentição decídua (não
definitiva, conhecida como dentes de leite) completa,
na cidade de Diadema (Grande São Paulo). Em 51,6%
dos participantes do estudo já havia desgaste patológico
por erosão, sendo que a maioria das lesões erosivas
encontrava-se em estágio inicial, acometendo o esmalte
dos dentes, conta a dentista. Trata-se de um número
alarmante, devido a pouca idade das crianças.
De acordo com Christiana, a erosão dentária ainda
é pouco conhecida no Brasil. Muitos dentistas não
sabem o diagnóstico preciso e o tratamento correto,
aponta. A ocorrência de erosão tem aumentado
entre crianças e jovens, inclusive em idade pré-escolar,
associada à mudança de hábitos alimentares
e a maior freqüência de distúrbios gastrointestinais.
Por meio de entrevistas com os pais, foram verificadas os principais
fatores associados à ocorrência de erosão.
Entre os fatores intrínsecos, verificou-se maior
número de casos quando há refluxo gastroesofágico
frequente relatado, afirma a dentista. Basta o refluxo
chegar ao
esôfago para alterar o pH salivar e a acidez afetar os
dentes.
Ácidos
Os principais fatores extrínsecos associados à
erosão identificados pela pesquisa estão relacionados
com a dieta. O consumo de refrigerantes mais de duas vezes
ao dia e o consumo de sucos ácidos nos dois dias anteriores
ao levantamento mostram-se indicadores de risco da doença,
aponta Christiana. Até mesmo um suco de frutas
naturais, espremidas na hora, expõe os dentes aos malefícios
dos ácidos. O estudo faz parte da dissertação
de mestrado da dentista, defendida no último mês
de dezembro e orientada pelo professor Marcelo José Strazzeri
Bönecker, da FO.
Os sucos industrializados, muito consumidos pelos pré-escolares,
apresentam maiores riscos, pois também possuem ácidos
que são adicionados durante a elaboração
do produto. Muitos pais sabem que os refrigerantes fazem
mal para os dentes por causa do açúcar que causa
a cárie, mas desconhecem os malefícios ácidos
contidos nos mesmos e nos sucos artificiais como os de caixinha,
em pó ou concentrados, ressalta a dentista. Uma
das medidas de prevenção indicadas é restringir
o consumo de bebidas ácidas e, quando for consumi-las,
preferir bebidas geladas e ingeri-las com o uso correto de um
canudo, posicionado na língua e não a frente dos
dentes.
Para a pesquisadora, os resultados da pesquisa reforçam
a necessidade do diagnóstico precoce na prevenção
da doença. Como a erosão é um processo
cumulativo, se for detectado desgaste patológico, é
possível alertar pais e educadores sobre os riscos dos
ácidos, especialmente aqueles presentes na dieta das
crianças, afirma.
Entre as providências que podem ser tomadas, a dentista
recomenda que as crianças não escovem os dentes
imediatamente após a ingestão de sucos ácidos
e refrigerantes, e em caso de vômito. Como os ácidos
ainda estão em contato com os dentes, amolecendo o seu
esmalte, o uso da escova provocará abrasão e desgastará
ainda mais o esmalte, diz. O ideal é esperar
ao menos dez minutos e fazer um bochecho com água ou
enxaguatório bucal neutro antes da escovação.
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INSCIRÇÕES
PARA O FD1 2010 JÁ PODEM SER FEITAS PELA INTERNET
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No
site www.fdi2010.com.br é
possível fazer as inscrições para o evento
assim como consultar toda a programação científica
Já está no ar o site oficial do Congresso Mundial
da Federação Dentária Internacional (FDI)
de 2010, que acontecerá em Salvador (BA), de 2 a 5 de
setembro (www.fdi2010.com.br).
Agora já é possível fazer as inscrições
para o evento pela internet, assim como consultar toda a programação
científica e social, entre outras informações.
Em breve, o site também estará disponível
em inglês e em espanhol.
Como a ABO representa na FDI todos os profissionais brasileiros,
os preços especiais na inscrição são
válidos para todos os CDs do País, e as inscrições
feitas até o dia 29 de março têm desconto
(R$ 270,00). O pagamento pode ser feito por boleto bancário
ou cartão de crédito (Visa, Master e Dinners),
sendo que, pelo cartão, é possível parcelá-lo
em até três vezes. A taxa de adesão inclui
acesso a todas as atividades da programação científica,
à exposição comercial, à solenidade
de abertura e à documentação e pasta do
congresso.
Para os cursos pré-congresso, no dia 1º de setembro,
é preciso fazer inscrição à parte.
O FDI 2010 deve reunir cerca de 10 mil participantes em Salvador,
não só do Brasil, mas também da América
Latina e de países de todo o mundo. Os congressistas
terão acesso à programação ampla
e diversificada, com cerca 100 atividades científicas,
ministradas por especialistas brasileiros e internacionais.
A feira comercial também é um grande atrativo
do evento, pois vai reunir cerca de 300 expositores de todo
o mundo, sendo uma grande oportunidade para o setor odontológico
nacional apresentar seus produtos, e também para os profissionais
terem contato com as novidades do mercado.
Durante o congresso estarão reunidos ainda, na Assembleia
Geral, os delegados representantes de associações
odontológicas dos mais de 140 países que compõem
a FDI. Também se reúnem no evento a International
Dental Manufactures (IDM), que representa a indústria
mundial, e outras instituições e entidades odontológicas
de todo o mundo.
Sucesso antecipado
No Brasil, o FDI 2010 foi lançado oficialmente no dia
31 de janeiro, em evento que reuniu representantes da indústria
e comércio odontológicos, além do presidente
e do diretor executivo da FDI, o CD brasileiro Roberto Vianna
e David Alexander, respectivamente; da presidente da International
Dental Manufactures (IDM), Pam Clark; de Newton Miranda de Carvalho,
presidente da ABO Nacional, que promove o congresso no Brasil;
integrantes da coordenação local do evento, e
Paulo Roberto Ramos de Souza, representante do setor odontológico
da Associação Brasileira da Indústria de
Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos,
Hospitalares e de Laboratórios (Abimo).
Logo após a apresentação sobre o congresso,
foram abertas as vendas e reservas de estandes, já com
grande procura pelos expositores. Nos dias seguintes, o interesse
por espaços na exposição continuou alto
no estande que FDI e ABO dividiram no Congresso Internacional
de Odontologia de São Paulo (Ciosp), que aconteceu de
30 de janeiro a 3 de fevereiro. Ao final do evento, a organização
já estava com 60% dos estandes reservador por 50 empresas.
O Brasil tem destaque internacional hoje, com a realização
da Copa em 2014, das Olimpíadas em 2016 e também
do FDI 2010. Este evento é uma importante oportunidade
para o Brasil mostrar seu papel ao mundo, disse Pam Clark,
da IDM.
O entusiasmo é compartilhado pelo presidente da ABO Nacional.
Este é o momento de mostrarmos para o mundo o que
temos em ciência e tecnologia. É um momento de
intercâmbio entre os congressistas e de intercâmbio
comercial, disse Carvalho.
Mais informações: www.fdi2010.com.br |
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PRIMAVIDA ESTENDE PRAZO PARA CREDENCIAMENTO DE DENTISTAS
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| VTN
COMUNICAÇÃO |
11/03/2010
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Dando
continuidade ao plano de expansão nacional, empresa especializada
em planos odontológicos está cadastrando profissionais
em todo Brasil. Pretensão é ter 5 mil até
o próximo trimestre
Após a fixação da marca e a ação
junto aos corretores de seguros para comercialização
de planos odontológicos empresariais, a PrimaVida estende
a sua atuação para todo território nacional
e dá continuidade ao processo de cadastramento de dentistas
para levar o mesmo conceito de atendimento completo que tanto
agradou aos cariocas às mais remotas regiões do
país, tanto nas capitais quanto no interior.
O material para o credenciamento está sendo encaminhado
aos profissionais e o objetivo da operadora é cadastrar
até o próximo trimestre cerca de 5 mil dentistas.
O credenciamento pode ser feito também através
do site www.primavida.com.br, o que torna o credenciamento mais
rápido e democrático, ao alcance de todos os profissionais
nas mais longínquas regiões.
Para a superintendente da empresa, Mônica Maltese, esse
é um passo importante que a PrimaVida está dando
para atender contratos fora do Rio de Janeiro. Estamos em franca
expansão comercial, afirma.
Um novo conceito - A PrimaVida é um grupo especializado
em planos odontológicos empresarias. Com uma diretoria
formada por dentistas e especialistas em gestão odontológica,
ela já nasceu com 40 anos de experiência. A empresa
conta com uma ampla rede referenciada que atende a várias
especialidades em um só lugar, inclusive com laboratório
de prótese próprio. É a rede mais bem distribuída
no Grande Rio, com profissionais constantemente atualizados
que seguem rigorosos padrões de qualidade. Ou seja, tratamentos
mais ágeis e eficientes sem grandes burocracias.
Desde 2009, a PrimaVida firmou parceria com os corretores de
seguros para que eles também comercializassem os seus
planos odontológicos empresariais. Segundo a superintendente
da PrimaVida, Monica Maltese, a estrutura flexível
da operadora permite que sejam oferecidos planos adaptáveis
às necessidades de cada cliente.
A expectativa para 2010 é ampliar a base de clientes
em todo o território nacional. Queremos levar este
conceito inovador de atendimento único aprovado pelos
cariocas para todo Brasil, explica a superintendente Mônica
Maltese.
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AMIL:
DONO ACELERA INTEGRAÇÃO COM MEDIAL
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| ASSPREVISITE
/ VALOR ONLINE - Por Beth Koike |
11/03/2010
|
Passados
menos de quatro meses da aquisição da Medial,
Edson de Godoy Bueno, presidente e fundador da Amil, conhecido
pela personalidade agitada, está impondo seu ritmo acelerado
na integração das duas operadoras de planos de
saúde que fecharam o ano passado com receita de R$ 5
bilhões e 5,1 milhões de clientes.
A integração - que deve gerar economia de R$ 150
milhões a R$ 200 milhões em dois anos - tem sido
intensa nos últimos 40 dias, após a Amil ter adquirido
as ações dos minoritários e ter ficado
com 97,6% do capital da Medial e, consequentemente, conquistado
poder para mexer na casa comprada.
Uma das primeiras ações de Bueno foi colocar 30
de seus executivos dentro da Medial para analisar como operava
a ex-concorrente, que nos últimos anos viveu uma troca
constante de presidentes.
"O presidente chega sozinho, não conhece nada e
leva meses para tomar uma decisão. Fizemos diferente.
Colocamos 30 pessoas em áreas-chave na Medial. Elas tiveram
30 dias para olhar todos os contratos. Verificamos, por exemplo,
que eram feitas compras descentralizadas de materiais e o custo
era 15% maior em relação ao nosso", disse
Bueno, durante entrevista ao Valor em seu escritório
no Rio. Desde que comprou a Medial, ele tem passado quatro dias
da semana em São Paulo e cuida pessoalmente do novo negócio.
A radiografia feita pela Amil mostrou que os preços médios
praticados pela Medial em contratos corporativos, no ano passado,
eram de R$ 100,5 - abaixo dos R$ 117,2 da Amil. "Os contratos
deficitários vão ser cancelados. Acreditamos que
a receita da Medial tenha uma queda de 10% por causa desses
cancelamentos", diz Bueno.
As modificações
dentro da operadora paulista não se limitam aos contratos
deficitários. Vários funcionários antigos
da Medial foram dispensados. "Havia muitos gerentes antigos
que mandavam mais do que o presidente e engessavam a empresa",
disse uma fonte do setor de saúde que prefere não
ser identificada. No quarto trimestre, há no balanço
da Medial uma provisão trabalhista de R$ 16,6 milhões.
"Temos uma política 'soft' de integração.
Dependendo do caso, até pagamos um pouco mais na indenização",
disse Bueno.
A redução dos custos deve vir ainda dos hospitais
e centros médicos próprios. Aqueles que estão
localizados nas mesmas praças e trabalham com ociosidade
já estão sendo fechados. Em relação
aos quatro hospitais da Medial previstos para serem construídos
até 2011, Bueno diz que os projetos estão sendo
revistos e que apenas o hospital da avenida Paulista, cujas
obras já estão em andamento, será mantido.
A expectativa da Amil é que dentro de dois anos a integração
com a Medial esteja consolidada e que a economia de gastos fique
entre R$ 150 milhões e R$ 200 milhões até
2012. Trata-se de um período curto levando-se em consideração
que a Amico, comprada pela Amil, levou cinco anos para ser integrada,
e que a Amesp adquirida pela Medial em 2007 até hoje
não foi bem absorvida e é apontada como causa
dos maus resultados da operadora paulista.
Outra iniciativa que deve gerar redução de custos
é o fechamento de capital da Medial, previsto para acontecer
ainda este ano, segundo Erwin Kleuser, diretor de relações
com investidores (RI) da Amil.
O fundador da Amil faz previsões otimistas para sua grande
aquisição. "Neste primeiro trimestre, a margem
Ebitda [fluxo de caixa] da Medial vai ser positiva. Em dois
anos, queremos atingir o patamar da Amil", disse Bueno,
recebendo, em seguida, um olhar de censura do diretor de RI.
"Empresa de capital aberto não é fácil.
Preciso ter uma caneleira porque o Erwin me chuta toda hora.
Então, vou falar assim: no primeiro ano, vamos colocar
o nariz para fora d'água, do afogamento. No segundo ano,
vamos tirar o corpo. Assim pode, Erwin? ", brincou o fundador
da Amil.
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UNIMED-BH:
NOVA DIRETORIA
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| ASSPREVISITE
/ SAÚDE BUSINESS WEB |
11/03/2010
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Helton
Freitas e Luiz Otávio Andrade continuam no cargo
O diretor-presidente da Unimed-BH, em Minas Gerais, Helton Freitas,
foi reeleito no mandato que vigora até março de
2014. A nova diretoria executiva da cooperativa tomou posse
na noite desta terça-feira (9). A votação
também definiu a renovação dos Conselhos
de Administração, Técnico e Fiscal.
Assim como Freitas, o diretor de Provimento de Saúde,
Luiz Otávio Andrade, permanece no cargo. Juntam-se a
eles os cooperados Paulo Pimenta de Figueiredo Filho, na diretoria
Administrativo-Financeira, e Orestes Miraglia Júnior,
à frente da área Comercial.
A eleição dos conselhos da Unimed-BH ocorreu em
chapa única e colocou Paulo Pimenta de Figueiredo Filho,
assessor especial para a área da saúde da reitoria
da Universidade Federal de Minas Gerais; e Orestes Miraglia
Júnior, oftalmologista e presidente do conselho consultivo
da Sociedade Brasileira de Lentes de Contato, Córnea
e Refratometria (Soblec) à diretoria com uma experiência
de quase 10 anos contribuindo para a gestão da Unimed-BH. |
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IPEA PREVÊ CRIAÇÃO DE 20 MILHÕES
DE VAGAS DE EMPREGO EM 2010
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| O
GLOBO - AGÊNCIA BRASIL |
10/03/2010
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O
mercado de trabalho brasileiro deverá gerar 2 milhões
de vagas em 2010, o dobro das 995 mil criadas em 2009, caso
a previsão de crescimento de 5,5% do Produto Interno
Bruto (PIB) para o ano seja realizada. A previsão foi
divulgada nesta quarta-feira pelo Instituto de Pesquisas Econômica
Aplicada (Ipea).
A expansão econômica, contudo, ainda deverá
deixar de fora um grande contingente de desempregados no País:
cerca de 6,5 milhões, segundo o estudo "Emprego
e Oferta Qualificada de Mão de Obra no Brasil: Impactos
do Crescimento Econômico Pós-Crise", realizado
pelo Ipea.
Do contingente total de desempregados, apenas 1,9 milhão
têm qualificação e experiência profissional.
O restante "não possui, lamentavelmente, as mesmas
condições de competir no mercado de trabalho,
escasso em ocupações para todos", diz o estudo,
que defende políticas públicas de combate a esse
tipo de exclusão.
O estudo ainda ressalta um paradoxo conhecido dos trabalhadores
brasileiros. Apesar dos quase
2 milhões de trabalhadores qualificados à disposição
do mercado em 2010, deve faltar mão de obra especializada
em alguns setores, diz o instituto.
O levantamento mostra que os setores com excesso de mão
de obra qualificada devem ser o industrial, agrícola
e o de serviços sociais - coletivos e individuais. No
entanto, outros setores deverão registrar escassez de
mão de obra qualificada, como comércio, alojamento,
saúde, educação e alimentação.
No estado de São Paulo, faltará mão de
obra na construção civil.
Apesar de alguns setores ainda ficarem sem mão de obra,
o ano fechará com 653 mil trabalhadores, qualificados
e com experiência profissional, que não serão
absorvidos pelo mercado. A estimativa é de um universo
de 19,3 milhões de pessoas com qualificação
e experiência profissional para uma demanda potencial
de 18,6 milhões de trabalhadores.
O estudo aponta que haverá, ao longo do ano. 24,8 milhões
de trabalhadores disponíveis no mercado neste ano e,
como 19,3 milhões desses têm a qualificação
exigida para o trabalho, a conclusão é que, na
outra ponta, 22,2% dos trabalhadores não têm a
qualificação para a demanda existente.
"Dessa forma, a massa de trabalhadores sem qualificação
constitui-se um exército que não se encontra nas
mesmas condições de competitividade no mercado
de trabalho. Mesmo com o crescimento econômico, ainda
continuará havendo um estoque de trabalhadores desempregados",
diz o estudo.
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IPEA PREVÊ FALTA DE MÃO DE OBRA EM QUATRO
SETORES
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| O
ESTADO DE S. PAULO - Por Marcelo Rehder |
11/03/2010
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Empresas
terão dificuldade em preencher 320 mil vagas, diz instituto
Quatro setores da atividade econômica, como comércio
e construção civil, deverão ter dificuldades
para encontrar mão de obra qualificada para preencher
mais de 320 mil postos de trabalho este ano em todo o País.
A estimativa é de um estudo divulgado ontem pelo Instituto
de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
A escassez desse tipo de profissional deverá provocar
déficit de 187,5 mil trabalhadores nos setores de comércio
e de serviços de reparação, enquanto no
de educação, saúde e serviços sociais
faltarão 50 mil trabalhadores.
Nos hotéis e restaurantes (alojamento e alimentação)
e na construção civil, o problema
será um pouco menor, com déficit estimado de,
respectivamente, 45 mil e 38 mil profissionais.
Segundo o Ipea, a maior dificuldade deverá se concentrar
em Estados das Regiões Sul e Sudeste, principalmente
São Paulo e Rio de Janeiro. A indústria deve ter
um excedente de 145 mil trabalhadores qualificados no País,
seguida pelo setor agrícola (122 mil).
Apesar da escassez localizada em alguns segmentos e Estados,
deverá sobrar mão de obra especializada e com
experiência no País como um todo. Segundo o Ipea,
deverá haver excedente de 653 mil trabalhadores qualificados
e experientes que não encontrarão emprego.
"A mão de obra não será um constrangimento
para o crescimento do País este ano, embora em alguns
setores e Estados vamos ter problemas", afirmou o presidente
do Ipea, Márcio Pochmann.
A escassez de mão de obra qualificada é considerada
um "problema bom" por Pochmann. "Isso não
acontece desde o milagre econômico dos anos 1970",
lembra. O desafio para o setor público e privado, diz,
é antecipar as mudanças no perfil do mercado de
trabalho a fim de "casar oferta e demanda de mão
de obra no tempo e lugares certos".
"O Brasil precisa rever o seu sistema publico de emprego,
permitindo que aqueles que disputam o mercado de trabalho tenham
melhores condições de ocupar os postos existentes",
disse o economista. De acordo com o Ipea, o Brasil deverá
abrir 2 milhões de postos de trabalho este ano, na esteira
de um crescimento de 5,5% previsto para a economia no período.
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PIB
DO BRASIL SOBE 2% ENTRE 3º E 4º TRIMESTRE
DE 2009
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SÃO
PAULO - A economia brasileira avançou 2% entre outubro
e dezembro de 2009, no comparativo com o terceiro trimestre
do mesmo exercício, a preços de mercado e com
ajuste sazonal.
No intervalo de julho a setembro, o Produto Interno Bruto (PIB)
nacional teve expansão de 1,7%, em relação
aos três meses anteriores.
Segundo o levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia
e Estatística (IBGE), no quarto trimestre do ano passado,
a indústria registrou o maior aumento, de 4%. Serviços
verificaram elevação de 0,6% e a agropecuária
teve variação nula.
Ainda no confronto com o terceiro trimestre de 2009, entre os
componentes da demanda interna, a formação bruta
de capital fixo, um indicativo de investimento, apresentou acréscimo
de 6,6%. A despesa de consumo das famílias subiu 1,9%
e a despesa de consumo da administração pública
registrou incremento de 0,6%.
O IBGE verificou que tanto as exportações como
as importações de bens e serviços avançaram:
essas taxas corresponderam a 3,6% e 11,4%, nesta ordem. |
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| ASSPREVISITE
/ ESTADO DE MINAS - Por Manoel Casasanta |
11/03/2010
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Empresas
aumentam de forma excessiva mensalidades cobradas de clientes
que ingressam na faixa etária de 60 e 70 anos
O aumento da mensalidade de plano de saúde de idoso em
razão de mudança de faixa etária é
ilegal e abusivo, pois configura discriminação
da pessoa em razão da idade, o que é vedado pelo
Estatuto do Idoso. Este é o entendimento do Superior
Tribunal de Justiça (STJ), que, em recente julgamento,
decidiu pela declaração de nulidade da cláusula
contratual que prevê reajuste da mensalidade de plano
de saúde por esse motivo. As empresas que operam os planos
estabelecem aumentos excessivos aos consumidores que ingressam
na faixa etária de 60 e 70 anos, com o argumento de que
esses contratantes correm maior risco do que os demais, em razão
de sua própria condição. Razoável,
pois, que os contratantes de faixa etária mais elevada
suportem uma contribuição um pouco superior. Entretanto,
o ordenamento jurídico, considerando a vulnerabilidade
dos idosos, regula as práticas comerciais dos planos
de saúde, estabelecendo regras de proteção
para coibir a discriminação existente no mercado.
A Constituição Federal elevou a saúde,
entendida esta como bem relevante à dignidade da pessoa,
ao patamar de direito fundamental do homem. O artigo 197 caracteriza
os serviços de saúde como de relevância
pública, outorgando ao poder público a sua regulamentação,
fiscalização e controle, para afastar das relações
comerciais privadas as condições contrárias
ao bem comum. Nesse sentido, a prestação de serviços
na área de saúde não pode ser confundida
com outras atividades econômicas, estando, ao reverso,
submetidas à regulação do Estado. A Lei
9.656/98, que dispõe sobre os planos e seguros de saúde
privados, prevê, em seu artigo 15, a possibilidade de
variação do valor da mensalidade em razão
da idade do consumidor, desde que haja, no contrato inicial,
previsão das faixas etárias e respectivos reajustes.
Entretanto, o parágrafo único desse artigo veda
o aumento da mensalidade para consumidor idoso que participe
do plano de saúde por mais de 10 anos.
Ainda que o idoso não cumpra essa condição,
o aumento da mensalidade não pode ocorrer, pois o Estatuto
do Idoso dispõe, em seu artigo 15, parágrafo 3º,
que é vedada a discriminação do idoso
nos planos de saúde pela cobrança de valores diferenciados
em razão da idade. Esse dispositivo legal tem razão
de ser pela catividade e vulnerabilidade a que os consumidores
estão sujeitos. Como efeito, esse tipo contratual, por
sua própria natureza, dura no tempo, tornando os consumidores
cativos e, portanto, excessivamente vulneráveis. A vulnerabilidade
dos idosos é ainda maior, pois, com o avançar
da idade, eles se tornam cada vez mais dependentes de assistência
à saúde.
Além da vedação ao aumento do valor da
mensalidade, a empresa não pode rescindir o contrato
de plano de saúde unilateralmente, sem que para isso
tenha um dos dois fundamentos previstos em lei: inadimplemento
ou fraude. O artigo 13, inciso II, da Lei 9.656/98 veda a suspensão
ou a rescisão unilateral do contrato, exceto por esses
dois motivos. A cláusula existente em contrato de plano
de saúde que preveja a possibilidade da operadora de
rescindir unilateralmente o negócio, sem que haja ocorrido
uma das duas hipóteses previstas em lei, é nula
de pleno direito, pois põe o consumidor em desvantagem
exagerada, conforme dispõe o artigo 51, inciso IV, do
Código de Defesa do Consumidor. Dessa forma, o idoso
não pode ter o seu contrato de plano de saúde
rescindido unilateralmente pela prestadora de serviços
sem que tenha dado causa justa, como também ser penalizado
com o aumento do valor da mensalidade, sob pena de ofensa ao
Estatuto do Idoso e à Lei 9.656/98.
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IDEC:
REGULAÇÃO DA ASSISTÊNCIA SUPLEMENTAR
À SAÚDE
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| ASSPREVISITE
/ ÚLTIMA INSTÂNCIA - Por Juliana Ferreira |
11/03/2010
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Em
março deste ano, mês em que se comemora o Dia Mundial
do Consumidor, o Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor)
divulgou o balanço dos números de seu atendimento
em 2009, que, embora referentes apenas às demandas dos
associados do Instituto, refletem a realidade dos consumidores
brasileiros.
E pelo décimo ano consecutivo, problemas com planos de
saúde figuraram no topo do ranking de reclamações
do Instituto, sendo responsável, no ano passado, por
22,38% das solicitações. E isso, paradoxalmente,
no ano em que a ANS (Agência Nacional de Saúde
Suplementar) comemora dez anos de existência.
Os problemas enfrentados pelos consumidores que geraram mais
reclamações ao Idec também são os
mesmos constatados nos anos anteriores: os reajustes abusivos
(incluindo-se reajustes anuais, reajustes por aumento de sinistralidade
e reajustes por mudança de faixa etária) e as
negativas de cobertura (exames, cirurgias, próteses e
órteses, etc).
Uma outra questão também levou muitos consumidores
a reclamarem em 2009 foram os prejuízos e problemas causados
em razão dos problemas econômico-financeiros das
operadoras de planos de saúde, que por vezes chegam à
liquidação extrajudicial da empresa. Destaque
para a quebra da Avimed, que resultou na proposição
de Ação Civil Pública pelo Idec ano passado,
em função da qual a Justiça concedeu liminar,
até hoje em vigor, que garante a mudança de usuários
da Avimed para outras operadoras além de Itálica
e Ana Costa - sem a necessidade de serem cumpridas novas carências.
Na publicação Planos de Saúde: nove
anos após a Lei 9.656/98, que traz uma análise
das principais falhas da regulamentação do setor,
constatou-se que planos 'quebram' por má gestão,
a ANS pouco interfere e quem paga a conta é o consumidor,
concluindo que as normas e a atuação da
ANS não têm sido efetivas no que se refere aos
aspectos econômico-financeiros do mercado de planos de
saúde, não tendo alcançado êxito
nem mesmo nos aspectos econômicos, campo que priorizou
até aqui.
Todas estas demandas dos consumidores, referentes a reajustes,
a coberturas e aos direitos diante do desequilíbrio econômico-financeiro
das operadoras já foram regulamentadas pela ANS, porém
os problemas persistem. Isso demonstra um problema na regulação
exercida pela Agência em questão
A edição da Lei dos Planos de Saúde (Lei
9.656/98) representou um avanço na regulação
do setor e garantiu diversos direitos aos consumidores de planos
de saúde, bem como determinou a subordinação
deste mercado às normas e à fiscalização
de uma agência reguladora: a ANS.
Isto porque a regulação, entendida como a ação
do setor público em relação à atividade
desenvolvida pelos agentes privados para garantir o funcionamento
de determinado setor de forma eficiente e justa, é um
mecanismo que surge como forma de gerenciar a complexidade das
relações existentes na sociedade de mercado.
Assim, neste contexto surge a ANS, criada pela Lei 9.961/2000,
como uma autarquia sob o regime especial, vinculada ao Ministério
da Saúde, como órgão de regulação,
normatização, controle e fiscalização
das atividades que garantam a assistência suplementar
à saúde.
Ocorre que, o que se percebeu ao longo dos dez anos da criação
desta agência, foi uma regulação fragmentada,
complexa e incompleta, o que fez com que permanecesse de certa
forma o desequilíbrio e os conflitos existentes no setor
entre operadoras, prestadores de serviços e usuários
de planos de saúde.
Portanto, evidente a necessidade de uma atuação
da ANS mais voltada às necessidades do consumidor e à
garantia do direito à saúde, bem como um incremento
na fiscalização do mercado e efetiva penalização
das operadoras.
E isso nada mais é que exigir o efetivo cumprimento da
função institucional da ANS, prevista no artigo
3º da Lei 9.961/2000, que consiste em promover a
defesa do interesse público na assistência suplementar
à saúde, regulando as operadoras setoriais, inclusive
quanto às suas relações com prestadores
e consumidores, contribuindo para o desenvolvimento das ações
de saúde no País.
O Idec defende uma política de regulação
para este setor que seja pautada na defesa do direito à
saúde, que não apenas se ocupe em ditar regras
para o mercado, e refuta qualquer atuação no sentido
de reduzir o acesso à assistência à saúde
à condição de mera mercadoria.
Espera-se assim que a ANS faça neste ano um balanço
crítico de sua atuação nos dez anos de
sua existência, bem como acerca da credibilidade e legitimidade
de sua atuação regulatória, e que reconheça
a necessidade premente de implementar melhorias na regulação
do setor de assistência suplementar à saúde.
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ASFEB
HABILITADA A ATENDER EXIGÊNCIAS DA ANS
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| ASSPREVISITE
/ ASFEB |
11/03/2010
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Em
assembleias realizadas nessa terça-feira (09/03), os
associados aprovaram as mudanças que garantem à
Asfeb o atendimento exclusivo à assistência à
saúde, decisão acatada em virtude da exigência
do Artigo 34 da Lei 9.656/98 da ANS, (Agência Nacional
de Saúde Suplementar).
A ANS estabeleceu um prazo de 45 dias contados a partir de 8
de fevereiro para adequação ao Artigo 34 da Lei
9.656/98, que define que organizações que realizam
atividades de planos de saúde devem constituir pessoas
jurídicas independentes, especificamente para operar
planos de saúde.
Com as alterações exigidas e aprovadas, o estatuto
da Asfeb, a partir de agora, define seu objetivo social como
sendo exclusivamente destinado às questões pertinentes
ao plano de saúde (Asfeb Saúde). Estamos
muito satisfeitos com o grau de participação dos
associados, mostrando assim a capacidade de resposta da nossa
Associação à pressão do tempo estipulado
pela ANS, destacou o presidente da Asfeb, Cleudes Cerqueira
de Freitas.
Os associados também aprovaram a criação
da Associação do Fisco Estadual da Bahia para
administração das ações que não
digam respeito à gestão do plano de saúde,
e que estão circunscritas a iniciativas em áreas
tais como a social, a esportiva, cultural, turismo e representativa.
O presidente ainda ressaltou que as alterações
são apenas jurídicas e serão imperceptíveis
a nível financeiro, não implicando em qualquer
aumento de custo para os beneficiários, seja na taxa
associativa, seja nas mensalidades do plano de saúde.
Além disso, permanece a união das duas entidades,
na qual o associado mantém o vínculo associativo
com a Associação do Fisco Estadual da Bahia para
ter acesso ao plano de saúde da ASFEB, caracterizado
pela modalidade de autogestão.
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GESTÃO
COOPERATIVA DO SUS É APROVADA
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| ASSPREVISITE
/ SAÚDE BUSINESS WEB / AGÊNCIA SENADO |
11/03/2010
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Gestores
do SUS em todas as esferas deverão executar a gestão
cooperativa por meio de compromissos assumidos em pactos de
gestão
A Comissão de Assuntos Sociais do Senado (CAS) apresentou
ontem parecer favorável ao PLS 373/09. Esse projeto de
lei estabelece que as direções do Sistema Único
de Saúde (SUS) - tanto na União quanto nos estados,
no Distrito Federal e nos municípios - promoverão
a cooperação intergovernamental e interinstitucional
necessária para assegurar a integralidade e a qualidade
da atenção à saúde da população,
além da oferta suficiente de ações e serviços
públicos de saúde em todos os níveis de
atenção e de complexidade tecnológica.
Para que isso ocorra, os gestores do Sistema Único de
Saúde em todas as esferas deverão executar a gestão
cooperativa do SUS por meio de compromissos assumidos em pactos
de gestão firmados no âmbito de comissões
intergestores e de colegiados de gestão regional.
O texto analisado nesta quarta-feira é uma consolidação
do projeto do senador Tião Viana (PT-AC) - que altera
a Lei 8.080/90, sobre as condições para a promoção,
proteção e recuperação da saúde
- com duas emendas do senador Sérgio Zambiasi (PTB-RS).
A matéria foi relatada pelo senador Papaléo Paes
(PSDB-AP) e recebeu decisão terminativa da CAS.
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PLANO
DE SAÚDE É O SETOR MAIS RECLAMADO NO IDEC,
PELO DÉCIMO ANO CONSECUTIVO
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| MAXPRESS
/ IDEC |
11/03/2010
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Entre
os 12.606 totais de atendimentos oferecidos em 2009, os setores
de planos de saúde, telecomunicação, financeiro
e de produtos foram os mais reclamados
Durante o ano de 2009, pelo décimo ano consecutivo, o
tema mais questionado no Idec foi de planos de saúde,
sendo responsável por 22,38% das solicitações.
O total da demanda de atendimentos (12.606), reuniu 6.104 queixas
relacionadas a problemas de consumo e outras 6.502 solicitações
referentes às ações judiciais que o Instituto
sustenta. As porcentagens são referentes a 6.104, que
corresponde, no caso de
planos de
saúde, a 1.366 atendimentos.
Os assuntos mais questionado sobre o setor foram: reajustes
abusivos (incluindo-se reajustes anuais, reajustes por aumento
de sinistralidade e reajustes por mudança de faixa etária)
e as negativas de cobertura (exames, cirurgias, próteses
e órteses etc).
Outra questão que rendeu muitas reclamações
em 2009 foi a "saúde financeira" das operadoras
de planos de saúde. Destaque para a quebra da Avimed,
que resultou na proposição de Ação
Civil Pública pelo Idec, ano passado, em função
da qual a Justiça concedeu liminar, até hoje em
vigor, que garante a mudança de usuários da Avimed
para outras operadoras - além de Itálica e Ana
Costa - sem a necessidade de serem cumpridas novas carências.
Recorrente polêmica sobre o balanço anual do Idec,
é a comparação com os dados do Procon.
No entanto, Daniela Trettel, advogada do Idec, esclarece que
o questionamento decorre do critério do registro das
reclamações. O Idec atende às queixas referentes
aos planos coletivos (intermediados por empresas, associações
e sindicatos), diferente do Procon, que não registra
solicitações de pessoa jurídica. "Vale
lembrar que, atualmente, mais de 70% dos planos de saúde
são coletivos - dados da ANS (Agência Nacional
de Saúde Suplementar). São cerca de 33 milhões
de brasileiros - 14 milhões em São Paulo",
enfatiza Trettel.
O segundo assunto mais reclamado, como em 2008, foi a área
de telecomunicações. A terceira posição
ficou com o setor financeiro. Até 2007, as posições
na segunda e terceira colocações no ranking de
atendimentos estavam invertidas, com
os bancos à frente do setor de telefonia. O setor de
produtos ficou na quarta posição das reclamações
dos associados em 2009.
Tema 2007 2008 2009
Planos de saúde 17,10% 21,80% 22,38%
Telecomunicações 13,80% 20,50% 19,48%
Setor financeiro 14,00% 17,50% 13,09%
Produtos 12,20% 14,80% 12,34%
Outros 42,90% 25,40% 32,71%
Os problemas, que reiteradamente aparecem nos balanços
de reclamações de consumidores, são o retrato
das práticas do mercado. "Por um lado, precisamos
garantir que os consumidores saibam quais são os seus
direitos e como exerce-los, por outro lado, precisamos que as
empresas e os órgãos reguladores assumam as suas
responsabilidades." comenta Lisa Gunn, coordenadora executiva
do Idec.
Mais informações em: www.idec.org.br
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MODELO
DE ACREDITAÇÃO DE OPERADORAS SERÁ
DEFINIDO ESTE SEMESTRE
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POLÍTICA & PODER - Por Lenir Camimura |
11/03/2010
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As
operadoras de planos de saúde devem receber, ainda esta
semana, ofício enviado pela Agência Nacional de
Saúde Suplementar (ANS) contendo um questionário
que irá balizar a proposta de criação do
modelo de acreditação proposto pela ANS. A partir
das respostas das empresas, a agência deve desenvolver
parâmetros para o modelo de acreditação
das operadoras.
De acordo com o diretor de Normas e de Habilitação
de Operadoras da ANS, Alfredo Cardoso, o questionário
deve apontar o nível de expectativa para cada dimensão
que será analisada no modelo de acreditação.
A idéia é que as questões registrem dados
específicos, que traduzam a realidade regional, possibilitando,
assim, a construção de um padrão que possa
ser reproduzido em todo o país.
A ANS
espera poder lançar o modelo de acreditação
para operadoras ainda este semestre. No entanto, conforme ressaltou
o Alfredo Cardoso, o papel da Agência não é
o de certificar as operadoras, mas de construir o modelo e dar
o Standard do programa. Quem irá dizer se as empresas
podem ou não ser certificadas serão os institutos
aprovados pelo Inmetro, que chancela a acreditação.
O processo de acreditação das operadoras tem o
objetivo de analisar a gestão, os processos e as boas
práticas que, estatisticamente, dão bons resultados.
Além disso, a certificação vai garantir
informação sobre a qualidade das empresas aos
consumidores e aos controladores de mercado. A idéia
é que este processo aponte como fazer mais e melhor com
menos gastos. Isto é, as operadoras têm a missão
de fornecer acesso à atenção à saúde,
reduzindo os custos, criando assim, o que Cardoso chamou de
círculo virtuoso.
Os benefícios da acreditação estão
não apenas na melhora dos processos e redução
do desperdício, mas também aposta na satisfação
do consumidor, que tem a certeza de que está tendo um
atendimento baseado nas melhores práticas, mas sem que
isto cause um aumento no custo do plano, que, cedo ou tarde,
vai atingi-lo. |
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DIRETORES
PODERÃO RESPONDER POR DÉBITOS TRIBUTÁRIOS
DA EMPRESA
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O ESTADO DE S. PAULO - Por Renato Andrade |
11/03/2010
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Segundo
projeto, executivos terão de provar que atuaram com ''cuidado
e diligência'' em relação aos impostos
Um dos principais problemas no pacote de mudanças na
fiscalização tributária está no
projeto de lei complementar que propõe alterações
no Código Tributário Nacional. Se aprovadas, essas
mudanças irão responsabilizar gestores e administradores
por possíveis débitos tributários das empresas
em que trabalham. Para que isso aconteça, basta que um
fiscal argumente que o administrador deixou de provar que atuou
com "cuidado e diligência" na gestão
dos impostos.
Para Sidney Stahl, especialista na área de tributos da
PRS&Z Advogados, a possibilidade de penhora sem decisão
judicial representa uma inversão da ordem dos fatos e
formaliza uma postura equivocada da área de fiscalização
tributária, que sempre trata como má-fé
qualquer infração cometida por um contribuinte.
"Precisamos acabar com a supremacia
do Estado sobre o cidadão do modo que foi construída
no Brasil. É o Estado que deve servir às pessoas,
não os cidadãos ao Estado", disse.
No documento da Ordem dos Advogados do Brasil-SP (OAB), que
avaliou o pacote do governo e contou com o apoio de entidades
como a Associação Comercial de São Paulo,
a Confederação Nacional da Indústria (CNI)
e a Fecomércio, os advogados paulistas fizeram duras
críticas às propostas de alteração
do Código Tributário e da Lei de Execuções
Fiscais.
Anteontem, o advogado-geral da União, Luis Adams, defendeu
o pacote de vigilância fiscal no Conselho Federal da OAB.
Adams disse aos advogados que as medidas são de interesse
do Estado, e não do governo, pois ajudam a defender a
sociedade dos sonegadores.
O governo quer que os diretores e gestores de empresas assumam
o compromisso de acompanhar e exigir o cumprimento das obrigações
tributárias das entidades que representam. O Fisco quer
também ter o direito de responsabilizar os administradores
se eles alienarem ou derem em garantia quaisquer bens sem que
antes tenham sido garantidos os créditos da Fazenda Pública.
Vale o mesmo tipo de responsabilização se o gestor
da empresa tiver distribuído lucros, dividendos, bonificações
ou juros sobre capital próprio a partir da data de vencimento
do tributo que não tenha sido quitado.
MATÉRIA ESPINHOSA
Apesar da movimentação no Congresso, as empresas
contam com a paralisia do Congresso em período eleitoral
para que as propostas atrasem a chegada ao plenário.
O governo enfrenta um problema, que joga a favor do contribuinte:
a alteração do Código Tributário
precisa ser aprovada antes das outras medidas, mas o projeto
de lei complementar que trata do assunto terá de passar
pelo crivo de pelo menos três comissões da Câmara,
para depois ser votado em plenário e seguir para o Senado.
"A matéria é espinhosa e não é
algo que você reúne a maioria e passa por cima
da oposição", disse um técnico que
acompanha a tramitação das propostas |
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MARÇO| 2010 |
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12
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UNIDAS:
CURSO INTENSIVO DE DIREITO DA SAÚDE SUPLEMENTAR |
SEDE
UNIDAS NACIONAL
Alameda Santos, 1.000 - 8° andar - Cerqueira César
- CEP 01418-100 - São Paulo - SP
Objetivo
Oferecer aos participantes uma visão ampla da legislação
que rege os planos privados de assistência à saúde,
abordando os princípios constitucionais pertinentes ao
direito a saúde, as Leis nº 9.656/98 e 9.961/99,
as resoluções do CONSU e da ANS - Agência
Nacional de Saúde Suplementar, o papel da agência
reguladora, a aplicação subsidiária do
Código de Defesa do Consumidor, a jurisprudência
sobre o assunto, os requisitos dos contratos firmados pelas
operadoras, a responsabilidade dos dirigentes, administradores,
gerentes e membros de conselhos, as exigências econômicas
e financeiras, o ressarcimento ao SUS, a forma de defesa das
operadoras, a jurisprudência administrativa e judicial
sobre o assunto.
Além do aspecto teórico, será dada muita
ênfase as questôes práticas.
Instrutor
Dr José Luiz Toro da Silva
Público Alvo
Dirigentes, Gerentes e Diretores de Operadores de Planos de
Saúde e de empresas prestadoras de serviços nesta
área, advogados e estudantes de direito, médicos,
auditores, contadores, atuários, peritos e demais interessados
em conhecer este ramo de atividade.
Informações
Tel. (11) 3289-0855
Fax (11) 3289-0322
com Regiane F. Cazzaniga
treinamento@unidas.org.br
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ABRIL| 2010 |
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23
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UNIDAS:
MBA EM GESTÃO DE PLANO DE SAÚDE |
Já
estão abertas as inscrições para a quarta
turma do curso de MBA em Gestão de Plano de Saúde,
na Rede de Ensino Luiz Flávio Gomes (LFG), em parceria
com a Universidade Corporativa UNIDAS pelo Saber, Santos &
Diniz Consultores Associados e Anhanguera Educacional. As aulas
terão início em abril de 2010.
O curso é de alto desempenho reconhecido pelo
Ministério da Educação (MEC) -, tem a duração
de 14 meses e destina-se a profissionais graduados que buscam
aperfeiçoamento e a executivos que atuam ou pretendem
atuar em posições de tomada de decisão,
como na gerência ou direção de planos de
saúde, além de hospitais e ambulatórios,
especialmente nas áreas administrativas e de gestão.
As aulas são telepresenciais, ao vivo, para todas as
capitais brasileiras e outras 450 cidades. A Rede LFG é
especialista em ministrar cursos preparatórios e de pós-graduação
em ambiente virtual, com aulas transmitidas via satélite,
ao vivo, com interatividade entre professor e aluno, a partir
de seus estúdios em São Paulo.
A instituição promotora concederá aos profissionais
das filiadas a UNIDAS, bem como aos seus cônjuges e filhos,
desconto especial de 10% no valor do curso.
As inscrições para a nova turma do curso de MBA
em Gestão de Plano de Saúde devem ser feitas até
o dia 23 de abril de 2010 pelo site www.lfg.com.br/pos.
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CLIPPING
ELETRÔNICO DISPONÍVEL PARA ASSOCIADOS
TAMBÉM
NO SITE DO SINOG
www.sinog.com.br
Elaboração:
SINOG - Sindicato Nacional das Empresas de Odontologia de
Grupo
Comunicação & Marketing
Av. Paulista, 171 - 11º
andar - 01311-904 - São Paulo - SP
Fone: (11) 3289-7299 - Fax: (11) 3289-7175
marketing@sinog.com.br
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