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ANS lança programa de fiscalização
de contratualizações
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Legislação
& Regulação
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Levantamento epidemiológico traçará
o perfil da saúde bucal do país
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Odontologia e Saúde
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ABRAMGE/SINOG: CONGRESSOS NO RIO EM AGOSTO
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| 01> Infecção
bucal pode atingir outros orgãos do corpo |
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| 02> São
Bernardo cria rede integrada de atenção ao câncer
bucal |
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| 03> Marília
discute política de Saúde Bucal |
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| 04>
Gripe H1N1 |
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| 05> Levantamento
epidemiológico traçará o perfil da saúde
bucal do país |
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| 01>
Primavida
cresce no mercado de planos odontológicos
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| 02> Caixa
vai vender seguro saúde e dental |
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| 03>
Ipasgo: Prevenção Oral vai atender adultos e idosos
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| 01>
Inadimplência das empresas diminui 9% |
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| 01>
Mudança polêmica nos planos de saúde |
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| 02> ANS
vai analisar proposta de plano com franquia |
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| 03> Cartão
pré-pago atrai a atenção das operadoras |
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| 04> Projeto
veda restrição à atividade de médico
cooperado |
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| 05>
Usuários de planos acionam Justiça |
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| 06>
O consumidor desprotegido |
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| 07>
ANS lança programa de fiscalização de contratualizações
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| :::
JULHO | 2010 |
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30
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>Abramge:
Atualização sobre a Situação
Atual dos Programas |
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| :::
AGOSTO | 2010 |
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04
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>Simpósio
sobre Pagamento por Performance |
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06
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>Universidade
Corporativa Abramge: 5ª Jornada Jurídica de Saúde
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13
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>Abramge:
Atualização sobre como baixar sinistralidade |
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19
e 20
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>Abramge/Sinog:
Congresso no Rio em Agosto |
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27
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>Abramge:
Atualização sobre dimensionamento e gestão
de rede |
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25
a 28
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>Medical
Travel Meeting - Brazil |
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INFECÇÃO
BUCAL PODE ATINGIR OUTROS ORGÃOS DO CORPO
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A
saúde da boca não pode ser separada da saúde
geral do organismo! As infecções ao redor dos
dentes podem sim proliferar e gerar problemas ao restante do
corpo. Endocardite inflamatória, reumatismo articular
agudo, gastrite e até partos prematuros são algumas
das sérias consequências que uma infecção
bucodentária pode provocar.
As bactérias, devido ao estado inflamatório, se
espalham pelo corpo, tanto pela via digestiva (engolidas), quanto
pela circulação sanguínea, causando um
desequilíbrio no organismo. E, quando essa bactéria
(streptococcus), que é comum e faz parte da flora natural
da boca, atinge o coração, especificamente o tecido
endocárdico, o resultado é uma Endocardite Infecciosa,
doença que acomete o coração e pode matar.
As pessoas
com históricos de alterações cardíacas,
que já tiveram lesões nas válvulas cardíacas
ou já foram vitimas da doença cardiopatia congênita
(anormalidade da estrutura do coração), são
mais vulneráveis à ação de bactérias
e fungos e têm maior probabilidade de ter uma endocardite.
Essa doença pode ser fruto da manipulação
de áreas bucais infectadas para tratamentos odontológicos.
Por isso, dependendo da alteração cardíaca,
o cirurgião dentista tem que fazer um trabalho em conjunto
com um cardiologista e verificar se o momento é oportuno
para a realização do tratamento.
Os vírus e bactérias de uma inflamação
bucal, quando disseminados na corrente sanguínea, podem
também atingir as articulações, causando
um reumatismo articular agudo e resultar em muita dor. As incontáveis
bactérias conseguem proliferar por todo o organismo.
As consequências são graves. Outro órgão
que também pode sofrer bastante com a invasão
dos microorganismos bucais é o estomago. As substâncias
infecciosas passam a irritar a mucosa do estômago, originando
em uma forte gastrite.
Uma pesquisa da Universidade do Alabama, na cidade de Birmingham,
Estados Unidos, com duas mil grávidas, constatou que
as mulheres com doença bucal, periodontite, têm
até sete vezes mais chances de dar à luz a bebês
prematuros. A infecção bucal aumenta os níveis
dos fluidos biológicos que estimulam o trabalho de parto.
Temos que cuidar da boca como qualquer outro órgão
do nosso corpo. Ela faz parte do conjunto. Qualquer alteração
na saúde bucal, todo o organismo irá sofrer. A
prevenção, uma boa escovação, uso
de fio dental e visitas periódicas ao dentista, é
a maneira menos dolorida, menos preocupante e a melhor forma
de evitar problemas que se tornariam graves. A saúde
da boca é também a saúde do corpo.
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SÃO
BERNARDO CRIA REDE INTEGRADA DE ATENÇÃO
AO CÂNCER BUCAL
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| JORNAL
DO CROSP - EDIÇÃO 130 - MAIO/JULHO 2010 |
30/07/2010
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A
rede integrada de atenção ao câncer bucal,
criada recentemente pela Secretaria da Saúde de São
Bernardo do Campo, nasceu com o propósito de oferecer
um trabalho inter e multidisciplinar. Em 2009, por meio de uma
ação integrada entre a Divisão Municipal
de Saúde Bucal, do Serviço de Cirurgia de Cabeça
e Pescoço do Hospital de Ensino (HE) Anchieta e da Fundação
Oncocentro do Estado de São Paulo (FOSP), foi possível
implantar essa rede que procura contemplar a organização
de ações sistematizadas, a realização
de campanhas periódicas de prevenção e
diagnóstico precoce, a instrumentalização
de profissionais de saúde e educação para
estimular mudanças de comportamento em relação
aos fatores de risco, a capacitação contínua
dos profissionais da
rede para o diagnóstico, a oferta do serviço de
diagnóstico nos CEOs em parceria com a FOSP, o preparo
odontológico pré-tratamento do câncer nos
CEOs, a oferta do tratamento cirúrgico ou radioterápico
no HE Anchieta, a oferta de reabilitação na FOSP
e o seguimento dos casos tratados e dos grupos de risco. A iniciativa
justifica-se, porque o câncer de boca ocupa o quinto lugar
entre as neoplasias malignas incidentes no homem e o sétimo
entre as que acometem as mulheres no Brasil. Drª. Jaqueline
Vilela Bulgareli, que é coordenadora de Saúde
Bucal. No evento, o presidente Dr. Emil Razuk defendeu a isonomia
salarial entre cirurgiões-dentistas e médicos
em Marília. Assim como vem ocorrendo em outros municípios,
esclarecer os agentes públicos sobre o programa "Brasil
sorridente", a fim de que o atendimento à população
através do SUS seja mais amplo, principalmente na prevenção.
Para viabilizar essa ampliação, o governo federal
oferece subsídios e incentivos, como a implantação
de Centros de Especialidades Odontológicas. Conforme
boletim da Pro-Onco (Ministério da Saúde), cerca
de 80% dos pacientes que procuram os serviços de diagnóstico
e tratamento de câncer bucal já se encontram em
estágios avançados da doença. Nesses casos,
as probabilidades de cura são muito remotas, o tratamento
gera maior gasto e 60% destes pacientes chegam a óbito.
Nos pacientes sobreviventes, as mutilações resultantes
do tatamento são drásticas, acarretando sérias
alterações psicológicas e sociais. O enfrentamento
do câncer bucal requer que sejam articulados mecanismos
por meio dos quais se possa promover o encontro de indivíduos
motivados a cuidar de sua saúde com uma rede de serviços
quantitativamente e qualitativamente capaz de suprir essa necessidade.
A rede integrada criada em São Bernardo pretende enfrentar
e vencer tal desafio.
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MARÍLIA
DISCUTE POLÍTICA DE SAÚDE BUCAL
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| JORNAL
DO CROSP - EDIÇÃO 130 - MAIO/JULHO 2010 |
30/07/2010
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Por
iniciativa do CROSP e do Ministério da Saúde,
Marília - reconhecida por seu trabalho na área
de saúde bucal -, foi escolhida para sediar o seminário
"Política Nacional de Saúde Bucal",
no dia 8 de março. Pelo CROSP, estavam o presidente Dr.
Emil Razuk e o conselheiro Dr. Marco Antonio Manfredini. Pela
coordenação de Saúde Bucal do Ministério
da Saúde, o Dr. Gilberto Pucca. O encontro, que aconteceu
na Universidade de Marília, teve a presença de
quase 300 autoridades políticas e lideranças da
Odontologia da região, em particular, do Prefeito de
Marília, professor Mário Bulgareli, e de sua filha,
a cirugiã-dentista Drª. Jaqueline Vilela Bulgareli,
que é coordenadora de Saúde Bucal.
No evento, o presidente Dr. Emil Razuk defendeu a isonomia salarial
entre cirurgiões-dentistas e médicos em Marília.
Assim como vem ocorrendo em outros municípios, esclarecer
os agentes públicos sobre o programa "Brasil Sorridente",
a fim de que o atendimento à população
através do SUS seja mais amplo, principalmente na prevenção.
Para viabilizar essa ampliação, o governo federal
oferece subsídios e incentivos, como a implantação
de Centros de Especialidades Odontológicas.
| JORNAL
DO CROSP - EDIÇÃO 130 - MAIO/JULHO 2010 |
30/07/2010
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Secretaria
Estadual da Saúde, diante da argumentação
do CROSP, imuniza os cirurgiões-dentistas da faixa etária
de 40 a 59 anos de idade
A Secretaria Estadual da Saúde, mediante vasta argumentação
apresentada pelo CROSP, imunizou os cirurgiões-dentistas
com idade entre 40 e 59 anos, contra a gripe H1N1 entre os dias
12 e 16 de julho nas unidades básicas da rede pública
de saúde. Como a medida foi tomada no dia 8 de julho,
não permitindo a ampla divulgação, a Secretaria
da Saúde estendeu o prazo por alguns dias, a fim de imunizar
os profissionais que, eventualmente, não tiveram acesso
à informação em tempo. A imunização
atendeu à reivindicação do Conselho Regional
de Odontologia de São Paulo que vinha alertando para
o risco de esses profissionais tornarem-se vetores de propagação
do vírus. No Brasil, são 89.450 profissionais
nessa faixa etária, dos quais 32.414 estão no
Estado de São Paulo, quase 50% da categoria, além
de técnicos de prótese
dentária, técnicos de saúde bucal e assistente
de saúde bucal.
O Conselho Regional de Odontologia de São Paulo vinha
tomando as devidas providências junto às autoridades
da Saúde para estender a imunização contra
a Gripe H1N1 a todos os profissionais da classe. Em ofícios
encaminhados ao Ministro da Saúde, Dr. José Gomes
Temporão, e ao Secretário de Saúde do Estado
de São Paulo, Dr. Luiz Roberto Barradas Barata, o CROSP
fez essa solicitação.
No esforço de estender a vacinação a todos
os profissionais que trabalham nos consultórios dentários,
o presidente do CROSP, Dr. Emil Adib Razuk, argumentou junto
à Secretaria da Saúde, assim como ao Ministério
da Saúde, que excluir os cirurgiões-dentistas
dessa faixa etária era um erro estratégico. "O
cirurgião-dentista está exposto a diversos riscos
na sua prática profissional. A produção
de aerossóis, por exemplo, nos procedimentos odontológicos,
aumenta o risco de contaminação. Nossa preocupação
é a de que os profissionais de 40 a 59 anos de idade,
ao serem excluídos da imunização pela Nota
Técnica n° 5/2010, tornem-se, além de vítimas
da Gripe H1N1, vetores de transmissão da Influenza a
seus pacientes", afirmou Dr. Emil. A decisão
do Ministério da Saúde de privar esta faixa etária
de profissionais de saúde da campanha de imunização
tornou-se ainda mais incompreensível, quando se constatou
a existência de vacinas disponíveis para a realização
desta imunização, diz o ofício de 14 de
junho. Na tentativa de imunizar o conjunto da classe, o CROSP
tentou adquirir a vacina junto ao laboratório Fleury
e ao Instituto Butantã. Mas a importação
dos 113 milhões de doses foi exclusiva do Ministério
da Saúde.
O Conselho disse estar disposto a indenizar o Governo Federal,
caso o programa de vacinação incluísse
os cirurgiões-dentistas em sua integralidade. O CROSP
sempre se mobilizou em favor da classe quando o assunto é
assegurar a saúde de seus inscritos. Tanto é verdade
que o Conselho já realizou em duas ocasiões campanhas
de vacinação. Em 1994, imunizou contra a hepatite
B os cirurgiões-dentistas, técnicos de saúde
bucal, técnicos em prótese dentária e equipe
de limpeza. Em 2002, esses profissionais foram vacinados contra
a hepatite B, rubéola, sarampo, tétano, difteria
e caxumba. Ao mesmo tempo, o CROSP reforça aos demais
profissionais da classe que estão fora da faixa etária
de 40 a 59 anos de idade que procurem um posto de saúde
para serem imunizados contra a Gripe H1N1.
CROSP ressaltou abaixo os seguintes aspectos para a imunização
dos profissionais da Odontologia
1. O cirurgião-dentista encontra-se exposto a diversos
riscos na sua prática diária, sendo recomendada
a adoção de medidas de precauções-padrão.
2. As precauções-padrão são medidas
de prevenção que devem ser utilizadas, independente
de diagnóstico confirmado ou presumido de doença
infecciosa transmissível, no indivíduo-fonte.
3. Por estarem mais expostos, os cirurgiões-dentistas
possuem um risco elevado de aquisição de doenças
infecciosas, devendo estar devidamente imunizados, como preconiza
o "Manual de prevenção e controle de riscos
em serviços odontológicos", da Agência
Nacional de Vigilância Sanitária do Ministério
da Saúde (Editora ANVISA, 2006).
4. O Ministério da Saúde iniciou a imunização
contra a influenza A (H1N1) no dia 8 de março,
vacinando os profissionais de saúde, públicos
e privados, envolvidos na resposta à pandemia, assim
como os inseridos nas ações de vigilância
relativas a pandemia, conforme disciplina a Nota Técnica
nº 5/2010, da Secretaria Nacional de Vigilância em
Saúde.
5. A Nota Técnica também dispõe sobre a
imunização de cidadãos entre 20 e 39 anos,
idosos e pacientes com comorbidades.
6. Após a leitura da referida Nota Técnica, identificamos
que os cirurgiões-dentistas entre 40 e 59 anos, que não
sejam portadores de comorbidades, estarão excluídos
desta imunização.
7. Segundo informações dos bancos de dados oficiais,
há 89.450 cirurgiões-dentistas entre 40 e 59 anos
no país, sendo que destes 32.414 estão regularmente
inscritos no Conselho Regional de Odontologia de São
Paulo.
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LEVANTAMENTO
EPIDEMIOLÓGICO TRAÇARÁ O PERFIL
DA SAÚDE BUCAL DO PAÍS
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| JORNAL
DO CROSP - EDIÇÃO 130 - MAIO/JULHO 2010 |
30/07/2010
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Para
a coleta de dados estarão diretamente envolvidas 850
equipes de saúde bucal formadas por 1.700 profissionais
de saúde bucal: cirurgiões-dentistas e auxiliares
de saúde bucal. Serão, no total, 5 mil pessoas.
É importante destacar que o estudo das "Condições
de Saúde Bucal da População Brasileira",
em 2010, é uma pesquisa do Sistema Único de Saúde
- SUS, sob coordenação do Ministério da
Saúde, e envolve as três instâncias de governo:
federal, estadual e municipal. O levantamento, o terceiro a
ser feito no país, foi aprovado pelo Conselho Nacional
de Saúde - CNS e contou com o apoio dos Conselhos de
Secretários de Saúde - CONASS/CONASEMS -, além
da importante colaboração e apoio do Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE. Também
apoiaram sua realização o Conselho Federal de
Odontologia - CFO e os Conselhos Regionais - CROs, Associação
Brasileira de
Odontologia Nacional - ABO, Associação Brasileira
de Cirurgiões-Dentistas - ABCD, as federações
nacional e interestadual de Odontologistas - FNO e FIO -, e
a Associação Brasileira de Saúde Coletiva
- ABRASCO.
A realização da pesquisa ficou a cargo de oito
Centros Colaboradores de Vigilância
em Saúde Bucal - CECOL, sendo a coordenação
geral delegada ao Prof.Dr. Angelo Giuseppe Roncalli da Costa
Oliveira da Universidade Federal do Rio Grande do Norte - CECOL
da Universidade Federal do Rio Grande do Norte - CECOL UFRN.
Em entrevista ao jornal "Novo Crosp", a Profª.
Drª. Regina Marques, da Faculdade de Saúde Pública
da USP e que faz parte do Grupo Gestor da Coordenação
Nacional da pesquisa, ressaltou que se recomenda que os Estados
e os municípios realizem a pesquisa no seu âmbito
de gestão de forma a conhecer as especificidades das
necessidades em saúde bucal da população
assistida
por eles, além de reafirmar políticas que venham
obtendo bons resultados, vindo a demonstrar a necessidade de
serem mantidas, ampliadas e aperfeiçoadas. Os resultados
de pesquisas dessa natureza permitem a melhor utilização
dos recursos públicos voltados à saúde
bucal, sempre tão escassos, diante das necessidades que
se apresentam em saúde de forma geral.
Para ela, administradores de vários níveis de
gestão, instituições formadoras de recursos
humanos (universidades com cursos de Odontologia e cursos de
formação de pessoal auxiliar para saúde
bucal), profissionais de saúde bucal em exercício
de atividades clínicas em serviços públicos
e particulares devem estar atentos aos resultados a serem obtidos.
Esses resultados permitirão adequar a implementação
de serviços e de ações dirigidas às
reais necessidades da população brasileira no
que tange à sua saúde bucal.
Para qual finalidade são feitos esses levantamentos?
Há uma recomendação da Organização
Mundial da Saúde - OMS para que estudos epidemiológicos
transversais para conhecimento das condições de
saúde bucal de populações sejam realizados
a cada dez anos. Estudos epidemiológicos nos fornecem
informações importantes para o planejamento de
ações e políticas públicas de saúde
e para a avaliação das
já implantadas, dimensionando
o impacto nas condições de saúde e doenças
de populações. Os dados obtidos poderão
demonstrar concretamente o impacto da política nacional
de saúde bucal, nas condições de saúde
da população brasileira, além de qualificar
e desenvolver habilidades nos profissionais de saúde
bucal na área de saúde coletiva nas áreas
de gestão,
administração e planejamento.
O que se pretende descobrir?
Pretende-se conhecer as condições de saúde
bucal da população brasileira, em todos os ciclos
de vida, a partir de "idades- índice", segundo
recomendações da OMS, permitindo omparações
com outros estudos realizados no Brasil e em outros países.
Conhecer a prevalência de cárie dentária
em todos os ciclos de vida. No que se refere ao estudo de periodontopatias,
serão estudados sangramento gengival e cálculo
dentário, da presença de bolsas periodontais e
da perda de inserção periodontal. Serão
avaliadas a prevalência de fluorose em crianças
de 12 anos de idade e nos adolescentes, a oclusopatias e edentulismo
no que tange ao uso e necessidades de próteses em adolescentes,
adultos e idosos. Perfil socioeconômico da população,
acesso e uso de serviços de saúde bucal também
são objeto do estudo, além das condições
de saúde bucal identificadas a partir dos exames bucais.
E os efeitos práticos?
Desenvolvimentos de políticas de promoção
de saúde e de assistência direta à saúde
bucal adequadas a cada região do país, como a
expansão da fluoretação das águas
de bastecimento público e as ações de educação
em saúde bucal. |
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PRIMAVIDA CRESCE NO MERCADO DE PLANOS ODONTOLÓGICOS
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| REVISTA
SEGURO TOTAL / PORTAL SEGS |
30/07/2010
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Focada
no atendimento, operadora coleciona bons resultados e aposta
na parceria com corretor
A PrimaVida, especialista na operação de planos
odontológicos empresariais, vem se destacando neste segmento,
que experimenta forte crescimento. Há um ano e meio no
segmento, a empresa coleciona dados positivos dando especial
atenção ao atendimento, e com este foco é
reconhecida pelos clientes e pelo mercado.
Estamos perto de 100% de aprovação em relação
ao atendimento, segundo dados da pesquisa de satisfação
que realizamos no primeiro trimestre de 2010. A estrutura da
rede está funcionando muito bem e os usuários
estão sendo plenamente atendidos, afirma Kléber
Bernardes, presidente da empresa. Um dos destaques da atuação
da PrimaVida se revela justamente no atendimento. O paciente
liga e tem facilidade de marcação e de horário,
fundamental para quem trabalha com atendimento na ponta final
do processo, o consumidor. E todo o atendimento é feito
num único local, numa das 120 clínicas credenciadas
espalhadas por todo Rio de Janeiro.
Todas essas vantagens competitivas estão atraindo cada
vez mais o canal de distribuição mais importante
do setor: os corretores. O grau de satisfação
deles é tão grande que a PrimaVida passou a atender
também funcionários das corretoras, numa clara
demonstração de apoio e confiança.
Kleber Bernardes explica que, desde o lançamento da campanha
de inclusão dos corretores de seguros na comercialização
dos planos, protagonizada pelo técnico Bernardinho, os
profissionais têm se revelado grandes parceiros. Nós
os deixamos bem à vontade para cuidar pessoalmente de
cada um de seus clientes e hoje eles interferem até na
escolha dos dentistas credenciados. Esta flexibilidade é
outra característica do atendimento da PrimaVida. Este
é um diferencial importante por sermos uma empresa voltada
exclusivamente para este tipo de negócio. O nosso foco
é o atendimento odontológico, afirma.
Atualmente, a PrimaVida possui redes credenciadas em todo o
país, com mais de 2 mil dentistas cadastrados, e aceita
novos cadastros. A expectativa é que, até o fim
de 2010, o atendimento inclua 50 mil vidas. Este ano também
a empresa fincou raízes em Minas Gerais e acaba de abrir
um escritório moderno no centro de Belo Horizonte.
Uma das apostas para incrementar ainda mais a negociação
dos planos é a implantação de programas
de fidelidade. Nesta modalidade o usuário paga o plano.
Para este ano, a previsão do Sistema de Odontologia de
Grupo (Sinog) para o crescimento do mercado deve chegar a 20%.
O reconhecimento e aceitação deste trabalho pelos
usuários e corretores do Rio de Janeiro foram determinantes
na decisão da empresa de operar em todo o território
nacional. Hoje, somos conhecidos e respeitados no mercado,
os corretores são nossos parceiros e quem está
na linha de frente com eles é o próprio presidente,
enfatiza Kleber Bernardes.
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CAIXA
VAI VENDER SEGURO SAÚDE E DENTAL
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| ASSPREVISITE
/ VALOR ONLINE - Por Beth Koike |
30/07/2010
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A
Caixa Econômica Federal (CEF) faz sua estreia na área
de seguros saúde e odontológico - únicos
segmentos que ainda não atuava. A seguradora do banco
e a Tempo Assist, holding que tem como principal acionista o
fundo GP, anunciaram a criação da Caixa Seguradora
Saúde, conforme antecipou o Valor.
Com previsão para ser vendido a partir de janeiro, o
novo seguro será oferecido inicialmente aos clientes
da CEF. O plano de saúde será voltado apenas para
empresas, sendo que os clientes corporativos do banco terão
preferência nessa primeira fase de comercialização.
Já os produtos odontológicos serão ofertados
também para as pessoas físicas com conta corrente
na Caixa.
"No seguro saúde, a venda será feita por
meio de um corretor a partir da indicação de um
gerente do banco. Os planos odontológicos poderão
ter uma venda massificada, feita diretamente nas agências
ou por meio de call center de cartões de crédito,
por exemplo", explicou Carlos Formigari, presidente da
Tempo Assist.
O novo seguro da Caixa chega ao mercado com uma vantagem de
peso, uma vez que já há uma grande base de clientes
em outros tipos de seguro e as mais de 2 mil agências
da CEF serão canais de venda do produto. Esse modelo
de negócio mostrou-se vitorioso com o Bradesco, que utiliza
sua rede bancária para vender seu seguro saúde.
A Tempo também tem experiência nesse tipo de negócio,
pois desde setembro é dona da seguradora de saúde
do Unibanco.
A Tempo, que também é proprietária da Gama
Saúde, será a responsável por todo o gerenciamento
do seguro da Caixa. "É uma operação
que começa do zero. Vamos criar toda a rede médica,
entre outros serviços. Temos experiência nesse
tipo de operação porque porque já fizemos
trabalhos semelhantes para vários planos de autogestão
de grandes companhias", explicou o executivo, que concorreu
com outros players do setor de saúde nos últimos
seis meses.
A Caixa Seguradora Saúde será controlada pela
Caixa Seguros, com 75% do capital, e pela Tempo que terá
25% das ações. A Tempo está fazendo um
aporte de R$ 75 milhões no novo negócio, sendo
que R$ 10 milhões foram colocados neste momento, R$ 20
milhões serão aplicados daqui a um ano e os outros
R$ 45 milhões serão pagos por meio de prestação
de serviços.
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IPASGO:
PREVENÇÃO ORAL VAI ATENDER ADULTOS E IDOSOS
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| ASSPREVISITE
/ GOIÁS AGORA |
30/07/2010
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A
partir de agosto o Programa de Prevenção Oral
do Ipasgo, realizado com crianças e adolescentes, será
estendido a adultos e terceira idade. O objetivo é garantir
que os pacientes continuem a participar do programa depois que
atingirem a maioridade. O Programa é realizado há
mais de 10 anos e recebe por mês até 180 pacientes,
somente na sede administrativa. |
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INADIMPLÊNCIA DAS EMPRESAS DIMUNUI 9%
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O
reaquecimento da economia neste ano refletiu em expressiva melhora
na situação financeira das empresas. Dados de
levantamento da Serasa Experian mostram que a inadimplência
no setor empresarial caiu 9% no primeiro semestre. Foi a maior
retração para esse período em seis anos.
A evolução favorável desse indicador tem,
em parte, relação com a fraca base de comparação.
Isso porque de janeiro a junho de 2009 frente ao seis meses
iniciais de 2008, os calotes das companhias tinham crescido
30,3%.
No entanto, o assessor econômico da Serasa, Carlos Henrique
de Almeida, ressalta que, mesmo com a política do Banco
Central - com elevações sucessivas das taxas de
juros básicos - de desacelerar a atividade para conter
a inflação, a partir do segundo trimestre, as
companhias têm mantido, de forma geral, a estrutura de
capital equilibrada.
Os números dessa pesquisa mostram isso. No mês
passado, a inadimplência dos negócios se reduziu
5,8% frente a maio e está 7,2% menor em relação
a junho de 2009.
Na avaliação de Almeida, essa melhora no índice
mensal, apesar da atuação do governo, deve-se
às condições mais acessíveis do
crédito para pessoa jurídica, principalmente em
termos de prazo. E espelha também a busca de financiamento
via mercado de capitais, com lançamento de ações
e debêntures.
Composição - Na composição do indicador
de inadimplência, os protestos colaboraram com redução
de 4% e os cheques sem fundo contribuíram com diminuição
de 2% na variação mensal (junho frente a maio),
enquanto as dívidas com bancos pressionaram ligeiramente
para cima (0,2%) o índice geral.
Por sua vez, de janeiro a junho, os débitos não
honrados com bancos tiveram um valor médio de R$ 4.744,44,
elevação de 3,3% em relação ao primeiro
semestre de 2009.
Os títulos protestados ficaram, em média, em R$
1.620 nos seis primeiros meses, queda de 10,4% sobre igual período
de 2009.
Já os cheques sem fundo tiveram valor médio de
R$ 2.011, alta de 38,8% na comparação com o primeiro
semestre do ano passado. |
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MUDANÇA
POLÊMICA NOS PLANOS DE SAÚDE
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| ASSPREVISITE
/ EXTRA ONLINE - Por Liana Leite |
30/07/2010
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Entidade
quer criar franquia para cliente
Uma nova proposta que promete baratear em 40% os planos de saúde,
mas que institui o pagamento de uma franquia por parte do segurado,
começa a ser discutida por empresas do setor.
A ideia, defendida pelo Instituto de Estudos de Saúde
Suplementar (IESS) e as operadoras, é conceder um desconto
na mensalidade, exigindo, em contrapartida, que o usuário
desembolse uma determinada quantia adicional (mensal ou anual)
para custear despesas médicas. Somente o que ultrapassar
esse valor seria bancado pelas empresas.
A proposta, porém, não foi bem aceita por entidades
de defesa do consumidor, que alegam que os usuários farão
menos exames para não gastar sua franquia.
Segundo a coordenadora do IESS, Carina Martins, o cliente teria
um abatimento no valor mensal do plano, mas teria que depositar
a franquia numa poupança. A soma dos descontos nas mensalidades,
porém, não
seria necessariamente igual ao total desse adicional.
A conta poupança funcionaria como uma previdência.
O consumidor poderia retirar o dinheiro quando quisesse, mas
só teria incentivos fiscais (isenção ou
redução de impostos), se usasse os recursos para
saúde. Além disso, seria sempre necessário
depositar a franquia, mesmo que o valor não fosse utilizado
disse.
Divisão de despesas
Ainda segundo a coordenadora, hoje o plano de saúde arca
com uma cirurgia integralmente. Com o novo plano proposto, a
operadora pagaria o valor do procedimento menos a franquia.
A coordenadora institucional da Associação Brasileira
de Defesa do Consumidor (Pro Teste), Maria Inês Dolci,
diz que o plano seria vantajoso apenas se o cliente não
o utilizasse.
Esse modelo pode ser perverso para a saúde do
consumidor disse.
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) declarou
que não foi informada sobre a proposta.
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ANS
VAI ANALISAR PROPOSTA DE PLANO COM FRANQUIA
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| ASSPREVISITE
/ DIÁRIO DE PERNAMBUCO |
30/07/2010
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O
Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) lançou
uma proposta polêmica para os padrões brasileiros:
um plano de saúde individual com franquia para baratear
o valor das mensalidades. Pela modelagem, o usuário contribui
com valores mensais para formar uma conta saúde poupança,
que será usada à medida que ele precisa dos serviços
de saúde. Quando ultrapassar o valor da franquia acordada
com o plano, a operadora passa a custear as demais despesas.
O produto vai racionalizar o uso da assistência médica
porque o usuário inicialmente terá que desembolsar
para pagar os serviços. Ao mesmo tempo reduzirá
as despesas das operadoras que poderão ofertar planos
mais baratos.
Novo produto pretende racionalizar o uso da assistência
médica . Foto: Hospital Esperanca/Divulgação
- 28/4/08A proposta foi lançada pelo IESS para debate
com o mercado de saúde privada e os
órgãos de defesa do consumidor. Em seguida será
encaminhada para análise da Agência Nacional de
Saúde Suplementar (ANS). Se considerar a proposta viável,
a ANS poderá regulamentar o produto, cujo público
destinado será as classes de renda mais alta. O modelo
funciona nos Estados Unidos há sete anos, como o nome
de HAS (Health Savings Accounts). As pessoas contribuem para
o plano de saúde desde a juventude para formar uma poupança
que vai bancar a assistência médica no futuro.
Cerca de 10 milhões de americanos estão hoje no
sistema.
De acordo com o superintendente executivo do IESS, José
Cechin, os planos de saúde no Brasil são muito
caros, o que inviabiliza a assistência privada à
saúde em especial para as pessoas mais idosas. Segundo
levantamento feito pelo IESS, o ticket médio (preço
da mensalidade do plano) é de R$ 150 e chega a R$ 1.800
ao ano. Esses valores poderão ser depositados pelo usuário
numa conta saúde e parte será capitalizada, semelhante
à previdência privada. "Ele vai sacando o
dinheiro para pagar os serviços médicos até
o valor da franquia. Após acabar a franquia a operadora
passa a custear a assistência médica integral",
explica.
Cechin acrescenta que a operadora não será a gestora
desses recursos da franquia,que deverão ser depositados
numa instituição financeira para ser aplicado
e investido. Além disso, o usuário poderá
contribuir mensalmente ou fazer um depósito anual. O
consumidor terá a flexibilidade de usar os recursos para
as despesas com saúde sem carência. Pela modelagem
apresentada pelo IESS, o produto deverá contar com incentivo
fiscal, como acontece com os planos PGBL de previdência
privada que têm um desconto no Imposto de Renda (IR).
De que forma esse produto vai reduzir os preços dos planos?
Estudos do IESS apontam que o custo maior das operadoras é
com os procedimentos de baixo valor. Segundo Cechin, com a adoção
da franquia esses tipos de serviços sairão do
bolso do usuário, reduzindo as despesas operacionais
e assistenciais das empresas, puxando para baixo o valor das
mensalidades. "Não sabemos se pode reduzir em 20%
ou até 40% porque vai depender de estudos atuariais que
deverão ser feitos pelas operadoras para estabelecer
o valor das franquias", salienta.
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CARTÃO
PRÉ-PAGO ATRAI A ATENÇÃO DAS OPERADORAS
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| ASSPREVISITE
/ SAÚDE BUSINESS WEB - Por Ana Paula Martins |
30/07/2010
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Negociações
permitirão que bandeira Sempre se torne internacional
A busca por alternativas para ampliar o acesso a serviços
de saúde tornou-se uma oportunidade de negócios
para a APPI, empresa de tecnologia especializada em conectividade.
Em um projeto desenvolvido em parceria com a Unimed Norte Fluminense,
a empresa lançou o cartão pré-pago de saúde.
"Havia um desejo da operadora de ampliar o portfólio
de serviços para atender a classe C e D, e a partir daí
fomos estudar o mercado", aponta o diretor da Divisão
de Saúde da APPI, Alberto Techera.
Para atender a demanda do público-alvo de ter um produto
que dispensasse o pagamento mensal, que tivesse um preço
acessível e que permitisse a inclusão de familiares
para o acesso a serviços de saúde de qualidade,
a solução encontrada foi a oferta de cartões
pré-pago no mercado, com a bandeira Sempre.
Funcionando como um meio de pagamento, o projeto começou
a ser desenhado há dois anos e tem nas parcerias firmadas
o seu principal alicerce. "Como criar uma força
de vendas específica para a comercialização
dos cartões seria uma alternativa cara e de pouco impacto,
buscamos empresas que enxergassem na oferta dos cartões
um valor agregado", explica Techera. A partir daí,
foram costuradas parcerias com empresas que ofertam benefícios
como vale-transporte e redes de farmácia que têm
os
seus cartões de fidelidade, além de clínicas
e de operadoras de planos de saúde. Hoje a empresa tem
emitidos mais de 1,8 milhão de cartões nos estados
do Rio de Janeiro, Pará, Amapá, Ceará e
Maranhão, e já há negociações
para parcerias em Minas Gerais, Espírito Santo, Paraná,
São Paulo e Bahia, com um média de valor de recarga
de R$ 200 por ano cada um.
Negócios
Ter escala é o que torna a operação interessante.
Hoje, cada cartão gera um lucro de R$1 a R$ 1,20 por
mês. A projeção é de que em 10 anos
sejam emitidos até 20 milhões de cartões.
"Pela velocidade com que tem crescido, acredito que essa
meta será antecipada", salienta o executivo.
Para tornar a oferta possível, além das parcerias
com as empresas para a emissão do cartão, a APPI
também mantém um equilíbrio na rede credenciada.
A ideia é buscar médicos e laboratórios
que tenham condições de atender a demanda de clientes
prontamente. Para atrair essa rede, a empresa oferece o valor
da tabela CBHPM de 2003 para a consulta, que é de R$
42, mais a agilidade no pagamento. Para o usuário, a
utilização do cartão rende o acumulo de
pontos que podem resultar em prêmios ou em desconto em
medicamentos. "Mais do que uma oportunidade de negócio,
esse projeto promove a inclusão social e permite a ampliação
do acesso aos serviços de saúde. O seu futuro
é ser o Bolsa Família da Saúde", aponta
o executivo.
Quanto a regulação da Agência Nacional de
Saúde Suplementar, Techera explica que a operação
não está sujeita as regras da agência, por
se tratar de um meio de pagamento. "Não importa
se o usuário vai usar dinheiro, cartão de crédito,
cheque ou o cartão pré-pago, isso não está
sob as diretrizes da ANS. É um bandeira como as de cartão
de crédito. Bom o crescimento do modelo, será
sim necessária uma regulamentação no Brasil,
mas para todos os tipos de produtos pré-pagos",
analisa Techera.
Quanto ao futuro do negócio, o executivo explica que
já há projetos para que o produto atinja também
o mercado internacional, com negociações sendo
feitas com as operadoras de cartões de crédito.
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PROJETO
VEDA RESTRIÇÃO À ATIVIDADE DE MÉDICO
COOPERADO
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| ASSPREVISITE
/ SAÚDE BUSINESS WEB |
30/07/2010
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Medida
proíbe cooperativas de trabalho da categoria de instituírem
estatutos que exijam do profissional exclusividade de atuação
A Câmara analisa o projeto de lei (7334/10) que proíbe
as cooperativas de trabalho médico de instituírem
cláusulas em seus estatutos que exijam do profissional
cooperado exclusividade de atuação. O texto, de
autoria do deputado Carlos Bezerra (PMDB-MT), altera a Política
Nacional de Cooperativismo (lei 5.764/71) e estabelece prazo
de 180 dias - a partir da publicação da nova norma
- para que as cooperativas de trabalho médico já
constituídas possam fazer as alterações
estatutárias.
O projeto determina ainda que o descumprimento dessa medida
sujeita os infratores às penas sobre a prevenção
e a repressão de infrações contra a ordem
econômica previstas na lei 8.884/94.
Condenação às UNIMEDs
De acordo com o autor, a prática da unimilitância,
comum entre as cooperativas médicas, cuja forma mais
representativa são as UNIMEDs, vem sendo sistematicamente
condenada pelo Conselho Administrativo de Defesa da Concorrência
(CADE), como conduta anticoncorrencial.
"Os estatutos das cooperativas médicas não
podem estar imunes a princípios como os da livre concorrência
e do livre exercício profissional. Nossa intenção
é assegurar os interesses da população
e a qualidade dos serviços prestados", explicou
Carlos Bezerra.
Tramitação
O projeto tramita de forma conclusiva - pelo qual o projeto
não precisa ser votado pelo Plenário, apenas pelas
comissões designadas para analisá-lo. São
elas: Seguridade Social e Família; e de Constituição
e Justiça e de Cidadania.
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USUÁRIOS
DE PLANOS ACIONAM JUSTIÇA
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| ASSPREVISITE
/ TRIBUNA DO NORTE |
30/07/2010
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Natal
- Usuários de planos de saúde privados estão
recorrendo à Justiça para poderem ter, em alguns
casos, atendimento de cirurgias ortopédicas. As ações
parecem confirmar a pesquisa da Sociedade Brasileira de Ortopedia
e Traumatologia (Sbot). Segundo a pesquisa, sete em cada dez
ortopedistas tiverem pedidos negados pelos grupos de saúde
privada. 55% dos procedimentos negados são cirurgias.
O presidente Associação Brasileira de Medicina
de Grupo (Abramge), Flávio Wanderley, contesta os resultados
e afirma ter pesquisas próprias, que não
batem com os dados da Sbot. Ele diz que também
existe uma guerra da indústria, de vender o que é
mais caro, mas ele acha que em todos os casos deve prevalecer
o bom senso dentro de uma realidade diagnóstica.
Em alguns casos levados à Justiça, os clientes
dos planos de saúde privados têm os direitos garantidos.
A psicóloga Juliana dos Santos Barbalho há quatro
anos conseguiu liminar e fez cirurgia de osteometia maxilar,
na mandíbula. Na época, a Unimed Vitória
se negou a custear o uso de material importado, no valor de
R$ 14 mil, devido à inexistência de similar nacional,
havendo a empresa autorizado à cirurgia, contudo limitando
o valor do material a R$ 3,46 mil.
Juliana Barbalho disse que, inicialmente, a negativa do plano
de saúde era de que o procedimento se tratava
de uma cirurgia estética. Segundo ela, a
indicação médica era de que na cirurgia
fosse colocada uma prótese com grau de pureza de 99%
de titânio, porque se fosse colocada uma prótese
de material nacional, a possibilidade de infecção
e rejeição era grande.
Pai de segurada busca direitos na Terceira Vara Cível
de Natal
Caso semelhante ao de Juliana levaram os pais de Yasmin Makhamind
Makhamed a interporem uma ação cautelar (número
001.10.017740-0, na 3ª Vara Cível da Comarca de
Natal, para obrigar a empresa Hapvida Assistência Médica
Ltda., a autorizar a realização de uma cirurgia
buco-maxilo-facial que necessita do mesmo tipo de prótese,
mas é negada pela empresa desde dezembro de 2009, sob
a alegação de não haver médicos
conveniados na rede e que a cirurgia tem caráter estético.
O advogado da família de Yasmin, Cláudio Ribeiro
Dantas, disse que não faz sentido a relutância
da Hapvida em atender sua cliente, porque ao não autorizar
um procedimento eficaz, terminará saindo mais caro
para a empresa ter de refazer tudo daqui a cinco anos.
Segundo Dantas, a ação aguarda apenas a defesa
da Hapvida para que o juiz Carlos Adel Teixeira de Souza se
posicione a respeito.
Ana Maria Pimenta e Muhamad Tawfik, pais de Yasmin, reclamam
do atendimento realizado pela empresa e a demora na autorização,
embora o contrato com a Hapvida tenha mais de dez anos e garantisse
esse tipo de cirurgia. Os procedimentos pré-operatórios,
como a extração de dois dentes incisos também
foram realizados pela família que já decidiu pagar
um cirurgião para fazer o procedimento. Seis meses se
passaram, desde o primeiro contato com a Hapvida, e a família
não tem idéia de quando será autorizada
a cirurgia.
Somos clientes há mais de 10 anos, pagamos o plano
em débito em conta, mas na primeira vez que precisamos
de um procedimento mais caro, não conseguimos sequer
falar com um responsável, pois a sede da empresa fica
em Fortaleza, reclama a mãe de Yasmim.
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O
CONSUMIDOR DESPROTEGIDO
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ASSPREVISITE / O DIA ONLINE - Por Eduardo Oberg |
30/07/2010
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A
Lei nº8078/90, o nosso Código de Proteção
e Defesa do Consumidor (CDC), completa 20 anos. Norma avançada
e importante, que conquistou vitórias sociais relevantes
e avanços na melhoria dos serviços de fornecedores
de produtos e serviços. O consumidor aprendeu a procurar
o Poder Judiciário, em especial, nos Juizados Especiais
Cíveis, a partir de 1995, com a Lei nº9099/95, que
os criou.
O CDC é fundamental e bastante conhecido. Sua eficácia
objetiva está longe do que seria ideal ou razoável.
Ainda há a demora das decisões administrativas
e judiciais em face dos fornecedores, frutos de uma legislação
inadequada e da utilização de recursos permitidos
por regras processuais.
Alguns exemplos: O setor mais lucrativo da economia brasileira,
os bancos e empresas de cartões de crédito, lideram
as reclamações com 35%. São cobradas tarifas
abusivas, taxas de juros fixadas unilateralmente, entre outras,
tudo afrontando diretamente o CDC, utilizando práticas
comerciais e contratuais ilegais. O Banco Central promete regras
cogentes.
Os planos de saúde são outro desafio para a Agência
Reguladora dos Planos. As negativas de atendimento e cirurgias
e a mudança constante da rede de atendimento lideram
as queixas. Para realizar um procedimento negado de urgência
é necessária uma ordem judicial. Esse não
é o melhor caminho para ser tratar do bem mais protegido
pela Constituição Federal, a vida.
Serviços públicos, como telefonia, energia elétrica,
gás, estradas, água e esgoto, hoje privatizados,
também estão na lista. Agências reguladoras
são incapazes de enfrentá-las. É de fácil
constatação o número de reclamações
em face dessas empresas e como elas abarrotam o Judiciário
de ações de consumidores insatisfeitos.
Não faço nem tenho qualquer conclusão.
Tenho apenas perplexidades e dúvidas. O importante é
o debate democrático.
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ANS
LANÇA PROGRAMA DE FISCALIZAÇÃO
DE CONTRATUALIZAÇÕES
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| POLÍTICA
& PODER - Por Lenir Camimura |
30/07/2010
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No
intuito de prover uma fiscalização proativa, a
Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) está,
desde junho, promovendo um programa de fiscalização
sobre os contratos firmados entre as operadoras e os prestadores
de serviços de saúde hospitalares, clínicos,
laboratoriais e de consultórios. A medida pretende verificar
a adequação dos contratos às Resoluções
Normativas 42/03, 54/03 e 71/04, que tratam do relacionamento
com tais prestadores.
Segundo informações da ANS, estão sendo
analisados os critérios de reajuste, contendo forma e
periodicidade; valores dos serviços e insumos contratados;
rotina de auditoria; prazos e procedimentos para faturamento
e pagamento; e os direitos e obrigações referentes
à Lei dos Planos de Saúde (9656/98) e às
estabelecidas à ANS.
Prestadores e operadoras aguardam para ver o desfecho desta
iniciativa. No mercado, há o temor de que a Agência
tenha o interesse em definir indexadores para os reajustes anuais
de honorários, com previsão em contrato e os departamentos
jurídicos das empresas já começam a se
preparar para ir à Justiça, caso tais rumores
se confirmem. A ANS, por meio de sua assessoria, voltou a dizer
que este não é seu papel e que não vai
indicar percentuais ou índices para reajuste, mas vai
cobrar, sim, que hajam critérios claramente definidos
para tanto.
Da parte dos prestadores, especialmente médicos, há
uma desconfiança em relação às ações
da Agência. Ainda que o Programa de Monitoramento da Contratualização
esteja sendo realizado pela Gerência de Relacionamento
com Prestadores, e não pela Diretoria de Fiscalização
como se esperava, o presidente do Conselho Federal de Medicina
(CFM), Dr. Roberto DÁvila, disse ao P&P
Saúde Suplementar que as entidades médicas têm
uma relação muito cautelosa com a
ANS. Isso porque a composição da diretoria da
Agência é advinda em grande parte do mercado. Ele
ressaltou, no entanto, que a categoria médica entende
que a contratualização é um item importante
na pauta de reivindicações das entidades, apresentando,
de forma clara, critérios para descredenciamento e o
credenciamento seja universal.
O presidente do CFM também afirmou que a fiscalização
das operadoras também faz parte das discussões
entre as entidades. Eles entendem que este é um papel
da ANS, sim, mas que deve ser feito de forma conjunta com os
Conselhos e sindicatos médicos. Ele enfatizou que os
médicos não acreditam em uma atuação
isolada da ANS e afirmou que os médicos devem estar juntos
ou farão a fiscalização sozinhos, uma vez
que, segundo Dr. DÁvila, os médicos têm
competência para isto.
O Programa de Monitoramento da Contratualização
irá cobrir todos os estados da federação.
De acordo com a ANS, as operadoras que não adequarem
seus instrumentos jurídicos ao que dispõem as
normas de contratualização poderão ser
multadas, conforme previsto pelo art. 43 da Resolução
Normativa nº 124/06. |
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JULHO| 2010 |
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30
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ABRAMGE:
ATUALIZAÇÃO SOBRE A SITUAÇÃO ATUAL
DOS PROGRAMAS DE PROMOÇÃO À SAÚDE
E PREVENÇÃO DE DOENÇAS |
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Data
e Horário: 30/07/2010 das 9h às 17h
Local: Av. Paulista, 171 - 11º andar São
Paulo / SP
Hoje em dia o tema Promoção à
Saúde e Prevenção de Doenças
é o principal entre todos os players do mercado de
saúde, tanto privado quanto público.
A instituição de saúde que não
tem esses programas está fora da realidade e, com certeza,
estará fora do mercado em curto prazo, assim, visando
ampliar a visão e conscientizar sobre a importância
da Promoção à Saúde e Prevenção
de Doença, este seminário traz conceitos, experiências,
novas e melhores práticas.
Participe!.
Público-Alvo:
Gestores de operadoras de planos de saúde, médicos,
enfermeiros, fisioterapeutas, psicólogos e corpo administrativo
envolvido no atendimento de segurados/beneficiários.
Objetivos:
Transmitir novos conceitos na Promoção à
Saúde;
Compartilhar informações sobre como fazer Prevenção
de Doenças e Promoção à Saúde
e como investir em programas que dêem resultados;
Apresentar caminhos de como definir estratégias de
atuação;
Discutir a Agência Nacional de Saúde Suplementar
e a Promoção à Saúde.
Programação:
09h00 Abertura
09h05 Cenário Mundial da Saúde
O que se faz no Mundo
Porque fazer
Como se deve fazer
10h30 Coffee break
10h45 Os exemplos bem sucedidos na Promoção
à Saúde e Prevenção de Doenças
Programas de controles
Análise de carteira de segurados/beneficiários
Casos práticos
11h30 Qualidade no atendimento
O que deve ser avaliado na hora da escolha
Como avaliar o retorno de investimento
O que merece ser avaliado
12h00 Almoço
13h30 Atendimento e Internação Domiciliar
Como escolher o prestador
Como avaliar os resultados
Hora da verdade
14h30 Controle de custos
Gestão de crônicos
Objetivos
Programas
15h30 Coffee break
15h45 As patologias que devem ser acompanhadas
Como escolher
Como fazer
Resultados
16h40 Perguntas e Debates
17h00 Encerramento
Palestrante:
Dr. Dacio Damiani
Médico pediatra, com experiência em operadoras
de planos de saúde, hospitais e empresas de internação
domiciliar, atuando em grandes empresas desses mercados;
Possui especialização na gestão de custos
e de relacionamento com redes credenciadas e próprias
e tem constantemente se especializado em promoção
à saúde e prevenção de doenças;
Gerente Técnico da Golden Cross.
Como Participar
Taxa de Inscrição (individual) - Vagas Limitadas
. R$ 350,00 (Trezentos e cinqüenta reais) para associados
da ABRAMGE.
. R$ 440,00 (Quatrocentos e quarenta reais) para não
associados.
Incluso Material de Apoio, Certificado, Coffee-breaks e Almoço
Depósito no Banco Itaú - Agência 0646
- C/C 15126-6 em nome da Abramge-SP - CNPJ: 48.785.703/0001-07.
Enviar comprovante de depósito juntamente com a ficha
de inscrição para o fax: 11-3289.7175.
Somente serão aceitas substituições se
utilizadas no mesmo evento.
O não comparecimento do participante, inscrito no evento,
não dará direito à devolução
do valor pago.
Mais informações:
Fone: (11) 3289 - 7511 com Fabiana.
Obs.: Vagas Limitadas.
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AGOSTO| 2010 |
|
04
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SIMPÓSIO
SOBRE PAGAMENTO POR PERFORMANCE |
A
saúde é um dos itens de grande importância
para o desenvolvimento de uma cidade, Estado ou País.
No Brasil, o Sistema de Saúde é constantemente
alvo de críticas. Para tentar reverter este quadro, profissionais
da área se reúnem no próximo dia 4 de agosto,
para discutir uma possibilidade de mudança. O Simpósio
Internacional sobre Pagamento por Performance - Alinhando Incentivos
à Qualidade na Saúde acontece em São Paulo
e tem como meta expor os pontos positivos e desafios para implantação
do P4P no Brasil.
O Pagamento por Performance (P4P) é uma nova forma de
remuneração dos profissionais de saúde.
Este método já é aplicado em diversos países
do mundo, tanto nos desenvolvidos como nos em desenvolvimento
e agora é discutido também por aqui. Uma das principais
diferenças entre o P4P e o sistema atual mais frequentemente
utilizado no Brasil, o Pagamento por Procedimento, é
o foco na qualidade do atendimento. O P4P tem como objetivo
colocar o cliente (que não se recomenda mais chamar de
paciente) no foco das ações. Isso vem priorizar
os resultados efetivos do trabalho das equipes médicas.
Esta modalidade é benéfica tanto para os médicos,
hospitais, planos de saúde e, principalmente, para os
clientes.
O Pagamento por Performance (P4P) já é realidade
em países como os Estados Unidos, por exemplo, onde 50%
da classe médica recebe pelos resultados dos trabalhos
realizados. O médico César Abicalaffe, especialista
na modalidade e pioneiro na introdução das discussões
sobre P4P no Brasil, afirma que tanto hospitais e planos privados
quanto a saúde pública podem ser beneficiados
com a mudança.
Esta segunda edição do evento vai contar com a
participação de palestrantes vindos de diversos
países. Na ocasião serão relatadas experiências
quanto à implantação do P4P em outros locais,
além de se discutir a implantação do P4P
no Sistema Único de Saúde (SUS), nos planos de
saúde e hospitais.
Entre os palestrantes figuram profissionais reconhecidos como
Robert Janett da Harvard Medical School, Molly Porter (Kaiser
Permanente), Enne Osinga da Holanda, Catherine Connor da USAID.
E ainda confirmaram presença representantes da Associação
Médica Brasileira (AMB), Agência Nacional de Saúde
(ANS) e o Secretário de Saúde de Florianópolis,
Dr. João José Cândido da Silva. A troca
de experiências entre os profissionais brasileiros e os
estrangeiros é positiva para que o P4P seja implantado
no Brasil.
Uma das empresas responsáveis pelo evento Impacto Tecnologias
gerenciais em Saúde atua há mais de 15 anos prestando
os mais diversos serviços na área. A Impacto acredita
na reforma do sistema de saúde no país, como necessária
e imperativa para a sustentabilidade do setor.
O principal objetivo da implantação do P4P é
promover a saúde e a prática da boa medicina.
Apostando na relação médico-paciente e
valorizando os bons profissionais.
Para saber mais sobre o evento, fazer a inscrição
e conhecer os palestrantes acesse o site: www.impactomedica.com.br
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06
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UNIVERSIDADE
CORPORATIVA ABRAMGE: 5ª JORNADA JURÍDICA DE SAÚDE
SUPLEMENTAR |
O
Impacto das Novas Decisões da ANS e as suas Implicações
Jurídicas
nas Operadoras de Planos de Saúde
Data e Horário: 06/08/2010 das 9h às 17h
Local: Hotel Sonesta Av. Ibirapuera, 2534 São
Paulo / SP
As recentes decisões da ANS certamente acarretarão
conseqüências econômico financeiras,
atuariais, contábeis e jurídicas para as operadoras
de Planos e Seguros de Saúde. Este evento tem a finalidade
de, após a exposição feita pelo Gerente
da Agência Reguladora, verem analisados esses impactos
por especialistas na área de Saúde Suplementar..
Público-Alvo:
Administradores, advogados, contadores, atuários, gestores
em saúde, acionistas, sócios e cooperados de Operadoras
de Planos de Saúde .
Objetivos:
Aprimorar os conhecimentos profissionais do público-alvo
relativamente aos impactos jurídicos, para as Operadoras
de Planos de Saúde, das recentes decisões da Agência
Reguladora.
Programação:
09h00 Abertura
09h05 Normas da ANS para o Mercado Operador de
Planos de Saúde Reservas e Provisões, Contabilização
e Planos de Recuperação.
Palestrante: Dr. Fábio dos Santos Fonseca (Gerente Geral
de Acompanhamento das Operadoras e Mercado DIOPE da ANS)
10h30 Coffee break
10h45 Visão atuarial das Novas Normas da
ANS e seus impactos nos custos das operadoras.
Palestrante: Antônio Westenberger (Diretor da Data Risk
Núcleo Atuarial Ltda e Sócio-gerente da
Ícone Consultoria)
11h30 Orientações econômicas
e contábeis para as Operadoras de Planos de Saúde
cumprirem as novas decisões da ANS.
Palestrante: Wagner Barbosa de Castro (Diretor do Sinamge e
Sinog)
12h15 - Almoço
13h40 Principais Projetos de Lei que Impactam a
Área da Saúde Suplementar.
Palestrante: Deputado Dr. Darcísio Perondi (Médico,
Deputado Federal e Vice-Presidente da Confederação
das Misericórdias do Brasil e Presidente da Frente Parlamentar
da Saúde).
15h00 Coffee break
15h30 Painel com a participação dos Coordenadores
Jurídicos das Entidades Nacionais de Operação
de Planos e Seguros de Saúde: Drs. Dagoberto José
Steinmeyer Lima (Sistema Abramge); José Cláudio
de Oliveira (Sistema Unimed); José Luis Toro da Silva
(Sistema Unidas); José Reinaldo Nogueira de Oliveira
Júnior (Sistema Filantrópico); Solange Beatriz
Palheiro Mendes (Sistema Segurador FENASAÚDE).
17h00 Encerramento
Coordenador Científico e Palestrante:
Dr. Dagoberto José Steinmeyer Lima (Sistema Abramge)
Palestrantes:
Antônio Westenberger (Diretor da Data Risk Núcleo
Atuarial Ltda e Sócio-gerente da Ícone Consultoria)
Deputado Dr.
Darcísio Perondi (Médico, Deputado Federal e Vice-Presidente
da Confederação das Misericórdias do Brasil
e Presidente da Frente Parlamentar da Saúde).
Dr. Fábio dos Santos Fonseca (Gerente Geral de Acompanhamento
das Operadoras e Mercado DIOPE da ANS)
Dr. José Cláudio de Oliveira (Sistema Unimed)
Dr. José Luis Toro da Silva (Sistema Unidas)
Dr. José Reinaldo Nogueira de Oliveira Júnior
(Sistema Filantrópico)
Dra. Solange Beatriz Palheiro Mendes (Sistema Segurador
FENASAÚDE)
Wagner Barbosa de Castro (Diretor do Sinamge e Sinog)
Como Participar
Taxa de Inscrição (individual) - Vagas Limitadas
. R$ 350,00 (Trezentos e cinqüenta reais) para associados
da ABRAMGE/SINOG.
. R$ 440,00 (Quatrocentos e quarenta reais) para não
associados.
Incluso Material de Apoio, Certificado, Coffee-breaks e Almoço
Depósito no Banco Itaú - Agência 0646 -
C/C 15126-6 em nome da Abramge-SP - CNPJ: 48.785.703/0001-07.
Enviar comprovante de depósito juntamente com a ficha
de inscrição para o fax: 11-3289.7175.
Somente serão aceitas substituições se
utilizadas no mesmo evento.
O não comparecimento do participante, inscrito no evento,
não dará direito à devolução
do valor pago.
Mais informações:
Fone: (11) 3289 - 7511 com Fabiana.
Obs.: Vagas
Limitadas.
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ABRAMGE:
ATUALIZAÇÃO SOBRE COMO BAIXAR SINISTRALIDADE PRIVILEGIANDO
A SAÚDE E NÃO A DOENÇA |
Seminário:
Atualização sobre como baixar a sinistralidade
privilegiando a saúde e não a doença
13 de agosto de 2010 das 09h00 às 17h00
Av. Paulista, 171 11° andar São Paulo/SP
OBJETIVOS
Resgatar a Medicina Preventiva como processo de controle
de sinistralidade privilegiando a saúde e não
a doença.
PÚBLICO ALVO
Médicos e Administradores de Medicina de Grupo
e Operadoras de Planos de Saúde.
PROGRAMAÇÃO
09h00 Abertura 13h30 Análise de resultados
obtidos
09h05 Conceitos de promoção e prevenção
de saúde Relatórios gerenciais
Integração de Resultados
Histórico
Visão da realidade atual 14h30 Prospecção
da população
10h30 Coffee break Medicina Preventiva primária
e secundária
Terciária e quaternária
10h45 Resultados de programas de prevenção
e promoção da saúde 15h30 Coffee
break
Utilização
Financeiros 15h45 Ações a serem
desenvolvidas
11h30 Estratégias de implantação
Casos especiais
Acompanhamento dos resultados
Áreas envolvidas
Desenvolvimento 16h40 Perguntas e Debates
12h00 Almoço 17h00 Encerramento
PALESTRANTE
Dr. Erminio José Moura
Médico Ginecologista Obstetra;
Pós-graduado em Administração Hospitalar
pelo IPH Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Pesquisas
Hospitalares Faculdade de Administração;
Consultor de Medicina Preventiva e Ocupacional;
Consultor de Gestão de Saúde em Operadoras
de Saúde.
Como Participar
Taxa de Inscrição (individual) - Vagas Limitadas
. R$ 350,00 (Trezentos e cinqüenta reais) para associados
da ABRAMGE.
. R$ 440,00 (Quatrocentos e quarenta reais) para não
associados.
Incluso Material de Apoio, Certificado, Coffee-breaks e Almoço
Depósito no Banco Itaú - Agência 0646 -
C/C 15126-6 em nome da Abramge-SP - CNPJ: 48.785.703/0001-07.
Enviar comprovante de depósito juntamente com a ficha
de inscrição para o fax: 11-3289.7175.
Somente serão aceitas substituições se
utilizadas no mesmo evento.
O não comparecimento do participante, inscrito no evento,
não dará direito à devolução
do valor pago.
Mais informações:
Fone: (11) 3289 - 7511 com Fabiana.
Obs.: Vagas Limitadas
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Ficha de Inscrição
Atualização sobre como baixar a sinistralidade
privilegiando a saúde e não a doença
13 de agosto de 2010 das 09h00 às 17h00
Nome do Participante:
CPF:
Nome da Instituição:
CNPJ:
Função:
Endereço:
Bairro:
CEP: Cidade: UF:
Fone: Fax:
Home Page:
E-mail:
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19
e 20
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ABRAMGE
E SINOG: CONGRESSOS NO RIO EM AGOSTO |
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Hotel
Intercontinental - Rio de Janeiro
Sistema ABRAMGE promove congresso
sobre gestão da saúde suplementar e os novos
desafios do setor
O diretor-presidente da ANS será sabatinado durante
os Congressos que reunirão os principais parceiros
do Sistema
Cada
vez mais o setor da Saúde Suplementar busca a gestão
profissionalizada. O aumento da expectativa de vida, o crescimento
da classe C, novos pólos industriais, são desafios
que serão debatidos no 15º Congresso Abramge e
6º Congresso Sinog nos dias 19 e 20 de agosto no Rio
de Janeiro, capital. Este ano o tema central do evento é
A Saúde Suplementar no Brasil Desenvolvido.
A Conferência Magna será feita pelo ex-presidente
do Banco Central e consultor Gustavo Franco. Ele apresentará
um panorama econômico do País, com projeções
para os próximos anos.
No primeiro dia de eventos, o tema Como Conquistar o
Novo Consumidor contará com a presença
de Eduardo Pereira Nunes, presidente do Instituto Brasileiro
de Geografia e Estatística (IBGE); e Renato Meirelles,
sócio-diretor da Data Popular. Eles falarão
sobre Panorama Demográfico do País
Fatores que influenciam o movimento interclasses socioeconômicas
Tendências e Perfil, Necessidades
e Abordagens, respectivamente.
Na parte da tarde a discussão é sobre Importância
da Gestão da Qualidade da Atenção à
Saúde. Diretrizes (novas tecnologias) será
o assunto a ser abordado por Bento Rodovalho, sócio-diretor
da Gesto. Já Marcos Felipe Magalhães, sócio-diretor
do Instituto de Excelência, Sustentabilidade e Competitividade
(IESC) exporá sobre a Qualificação/Acreditação.
E para encerrar o tema, Alberto J. N. Ogata, presidente da
Associação Brasileira de Qualidade de Vida (ABQV),
falará sobre Gestão Assistencial.
O mercado competitivo e as pequenas e médias operadoras
é o tema que encerra o primeiro dia dos Congressos.
José Luiz Bichuetti, coordenador da Comissão
de Boas Práticas do Instituto Brasileiro de Governança
Corporativa (IBGC), abordará a Sustentabilidade/Governança
Corporativa; e Alexandre Guerra de Araújo, gerente
da Unidade de Acesso à Serviços Financeiros
do Sebrae, falará sobre Financiamento para as PMEs
do setor.
No segundo dia, José Cechin, presidente do Instituto
de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), coordena o
talk show sobre Experiência Internacional na área
da saúde. Serão abordados os tipos de
atendimentos oferecidos nos Estados Unidos (com a nova reforma
na área), Europa e Ásia. E quem apresentará
as palestras do tema são: André Médici,
economista do Banco Mundial; Antonio Jorge Gualter Kropf,
diretor da Amil; e Paul Liu, presidente do Conselho da Câmara
Brasil-China de Desenvolvimento Econômico, respectivamente.
Os Novos Players do Mercado: Cartão de Desconto,
Administradora de Benefícios, Cartão de Crédito.
Parar discutir esse assunto polêmico, os convidados
são: Lais Perazo, consultora, que dará a Visão
do Mercado sobre o assunto; Sérgio Custódio
Vieira, presidente da Abramge-RJ, que passará a Visão
das Operadoras; e Alfredo Cardoso, diretor de Normas e Habilitação
das Operadoras da Agência Nacional de Saúde Suplementar
(ANS), com a Visão da referida agência reguladora.
Para finalizar os Congressos, Maurício Ceschin, recém-indicado
diretor-presidente da ANS, será sabatinado em uma Roda
Viva que terá a participação de
líderes dos vários segmentos do setor.
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27
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ABRAMGE:
ATUALIZAÇÃO SOBRE DIMENSIONAMENTO E GESTÃO
DE REDE CREDENCIADA |
Seminário:
Atualização sobre dimensionamento e gestão
de rede credenciada
Como estabelecer e gerir uma rede de serviços credenciados
com base em fatores objetivos e pragmáticos, coibindo
desperdícios e imprimindo padrão diferenciado
de qualidade como diferencial de remuneração
27 de agosto de 2010 das 09h00 às 17h00
Av. Paulista, 171 11° andar São Paulo/SP
OBJETIVOS
Apresentar caminhos para se ter uma rede credenciada
adequada ao porte da carteira de beneficiários da operadora;
Discutir e orientar sobre como estabelecer padrões
para a administração da rede credenciada, com
foco na relação qualidade e preço;
Demonstrar padrões
objetivos de avaliação baseados no custo final
do procedimento.
PÚBLICO ALVO
Profissionais que atuam na área administrativa
de credenciamento de serviços médico-hospitalares,
como administradores, médicos, enfermeiros, assistentes
sociais e psicólogos;
Diretores e gerentes administrativos;
Chefes de departamento;
Líderes de equipes.
PROGRAMAÇÃO
09h00 Abertura
09h05 Equalização de conceitos:
Definição de conceitos à luz das
recomendações da ANS e do mercado - RDC 39
Consulta Pública 26, RN 42, RN 54 e RN 71
Exigências da ANVISA e Sistema de Acreditação
da ONA e Joint Commission
Amplitude da Rede Credenciada local, regional,
nacional
Critérios para estruturação de rede
credenciada:
Quanto à contratação dos serviços
- contratação direta de serviços
Repasse de beneficiários
Contratação de congênere e complementação
de rede com credenciamentos diretos
Aluguel de rede credenciada
10h30 Coffee break
10h45 Sistema objetivo de avaliação de
serviços
Sistema de pontuação:
detalhamento do sistema desenvolvido, apresentando conceitos
e bases utilizadas para a confecção de modelos
de relatórios:
Consultórios e clínicas
Serviço de apoio diagnóstico e terapêutico
(SADT)
Hospital, maternidade e pronto socorro
Formas de remuneração dos serviços:
Serviços prestados
Pacotes
Repasses
11h30 Remuneração complementar baseada
em indicadores de resultado
Custo final dos procedimentos realizados
Nível de qualidade dos serviços: pontuação
obtida; índice de queixas
Importância da entrada detalhada de dados para
a gestão dos serviços credenciados
12h00 Almoço
13h30 Dimensionamento do tamanho da rede credenciada:
Decisão de estruturação de rede:
- Número de beneficiários na localidade
- Potencial mercadológico local
- Necessidades estratégicas
Tamanho da rede:
- proporcional ao número de vidas
- credenciamento em outras localidades onde haja concentração
de beneficiários
Dimensionamento da rede por especialidade com
o fornecimento de planilha operacional
14h30 Cálculo do custo estimado da rede credenciada,
considerando a média de utilização e os
preços médios negociados.
Definição de parâmetros da ANS e
da Operadora
Definição de critérios da Operadora
para a estruturação da rede
15h30 Coffee break
15h45 Trabalho em grupo para experimentar o sistema apresentado.
Cada grupo dimensionará
a rede credenciada de uma operadora hipotética, estabelecendo
o custo médio da rede credenciada proposta
16h40 Perguntas e Debates
17h00 Encerramento
PALESTRANTE
Dra Giuseppina Pellegrini
Médica e Administradora Hospitalar com MBA em
Gestão de Planos de Saúde;
Consultora em Serviços de Saúde em Operadoras
de Planos de Saúde, Hospitais e Clínicas;
Professora Universitária de Estatística
Médica, Planejamento em Saúde e Saúde Pública;
Professora de Cursos de Pós-Graduação
na Área de Saúde e Auditora Médica de Convênios
e Hospitais.
Maria Diva Campos da Veiga
Assistente Social pela Escola de Serviço Social
da PUCSP, Especialista em Administração de Empresas
pela Faculdade Armando Alves Penteado, MBA em Gestão
de Planos de Saúde pela Abramge São Camilo,
MBA em Promoção de Saúde e Qualidade de
Vida nas Corporações;
Consultora na área de gestão de serviços
médicos.
COMO PARTICIPAR
Taxa de Inscrição (individual) - Vagas Limitadas
. R$ 350,00 (Trezentos e cinqüenta reais) para associados
da ABRAMGE.
. R$ 440,00 (Quatrocentos e quarenta reais) para não
associados.
Incluso Material de Apoio, Certificado, Coffee-breaks e Almoço
Depósito no Banco Itaú - Agência 0646 -
C/C 15126-6 em nome da Abramge-SP - CNPJ: 48.785.703/0001-07.
Enviar comprovante
de depósito juntamente com a ficha de inscrição
para o fax: 11-3289.7175.
Somente serão aceitas substituições se
utilizadas no mesmo evento.
O não comparecimento do participante, inscrito no evento,
não dará direito à devolução
do valor pago.
Mais informações:
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