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15 de janeiro
de
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2009 Edição
nº 916
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Sindicato
Nacional das Empresas de Odontologia de Grupo
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| 01> Estão
abertas as inscrições para o Prêmio Sinog |
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| 02>
De Aliado a Vilão |
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| 03>
Sensível Demais |
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| 04>
27º Congresso Internacional de Odontologia de São
Paulo |
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| 05> Sindal
firma parceria visando qualidade de vida dos servidores |
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| 06>
Saúde, Internet e Comunidades de ajuda mútua |
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| 01>
Stand da Johnson & Johnson no Ciosp 2009 terá lançamento
da nova linha Cuidado Total |
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| 02> 27º
Ciosp: Agora escova dental pode ser comprada em vending machine |
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| 01>
Bovespa cai 3,95% com mau humor externo; dólar bate R$
2,34 |
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| 02> Preços
caem no atacado e IGP-10 é o menor da série histórica |
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| 01>
Pequena melhora |
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| 02>
Plano de saúde: portabilidade em abril |
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| 03>
Planos de saúde ganham portabilidade em abril |
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| 04> Planos:
Troca a partir de abril |
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| 05>
Portabilidade também chega aos planos de sáude
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| 06>
Portabilidade de carências em planos de saúde |
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| 07>
Usuário livre do prazo de carência |
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| 08>
ANS confirma prazo para usuário trocar de plano |
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| 09>
Planos de saúde: fim da carência só beneficia
15% |
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| 10>
Site da ANS irá comparar planos de saúde |
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| 11>
O peso dos custos na saúde |
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| 12>
Lei que bloqueia ligações indesejadas |
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| 13>
Call center: regras são desrespeitadas |
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| 14>
Lei sobre letra de médico nascerá morta |
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| 15>
Mudança não vale para os planos coletivos |
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| 16> Planos
de saúde: saiba o que muda com a aprovação
da portabilidade |
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| 01> Capitais
estrangeiros na assistência à saúde |
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JANEIRO | 2009 |
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16
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>Universidade
Corporativa: MBAS de Gestão na Área da Saúde |
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24
a 28
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>27ºCIOSP:
Congresso Internacional de Odontologia de São Paulo |
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MARÇO | 2009 |
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16
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>Cetao:
Curso de Auditoria em Odontologia |
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ESTÃO
ABERTAS AS INSCRIÇÕES PARA O PRÊMIO
SINOG
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JORNAL DO SITE ODONTO |
15/01/2009
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O
Sindicato Nacional das Empresas de Odontologia de Grupo (Sinog)
lançou a 8ª edição do Prêmio
Sinog de Odontologia para Cirurgiões-dentistas e Estudantes
de Odontologia. As inscrições, com a entrega dos
trabalhos, poderão ser feitas até dia 30 de abril
de 2009.
Para a categoria dentistas, o tema proposto é O
desafio do CD em oferecer aos seus pacientes o acesso a tratamentos
cada vez mais especializados e qualificados e que incorporem
as novas tecnologias da Odontologia moderna frente ao poder
aquisitivo da população brasileira e, para
os estudantes, Mercado de trabalho na Odontologia: Perspectivas
e proposições para o desenvolvimento de ações
que objetivem seu crescimento sustentável, sua qualificação
e a valorização do CD brasileiro.
O regulamento completo do Prêmio está disponível
no site www.sinog.com.br/premio. A premiação será
realizada no dia 3 de junho de 2009, durante jantar oficial
de abertura da Feira Hospitalar OdontoBrasil. Mais informações
podem ser obtidas pelo e-mail secretaria@sinog.com.br ou pelo
telefone (+11) 3289.7299.
| PORTAL
ODONTOLOGIA |
14/01/2009
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Nos
últimos trinta anos, o número de brasileiros com
cárie caiu cerca de 70%. O grande responsável
por essa redução tão significativa foi
o flúor. Ao longo desse período, o mineral foi
misturado à água pelas companhias municipais de
saneamento e adicionado aos cremes dentais. O flúor fortifica
o esmalte, uma espécie de capa protetora dos dentes.
Com a difusão de seu uso, outro problema surgiu
a fluorose, o excesso de flúor no organismo. Afinal,
a substância não se encontra apenas na água
e nos cremes dentais: ela também está presente
em diversos alimentos, como chás, leite em pó
e cereais. "Passou a haver uma ingestão exagerada
de flúor", diz a cirurgiã-dentista Marília
Buzalaf, professora da Universidade de São Paulo. As
grandes vítimas desse consumo desmedido são as
crianças. Em algumas cidades do Brasil, como Porto Alegre,
mais da metade da população entre 8 e 14 anos
sofre do mal. Em seu grau mais leve, a fluorose se manifesta
por intermédio de pequenas manchas brancas sobre o dente.
Nos casos mais avançados, ela enfraquece o dente de tal
forma que, além de ficar mais suscetível à
cárie, ele pode se quebrar com facilidade.
A fluorose é um mal que avança silenciosamente.
O excesso do mineral pode começar a estragar os dentes
antes de eles nascerem. A incidência do problema é
maior entre as crianças porque, não bastasse o
consumo natural de flúor, elas tendem a consumir doses
extras ao engolir, sem querer, pasta de dente. Vários
estudos já mostraram que, até os 7 anos de idade,
elas chegam a ingerir 80% da pasta de dente usada numa escovação.
Por isso, vários odontopediatras recomendam que crianças
de até 7 anos usem apenas cremes dentais com baixas concentrações
de flúor. E que a quantidade de pasta, nesses casos,
seja equivalente a um grão de arroz.
A melhor arma na prevenção da fluorose é
ensinar às crianças como fazer uma higiene bucal
adequada e manter em dia as visitas ao dentista. Simples assim.
A fluorose não se combate com o abandono do uso do flúor.
Mesmo porque, para muitos brasileiros, especialmente os das
camadas mais pobres, a água fluorada é ainda a
única arma contra a cárie. Além disso,
quando o dente já está formado, tanto em crianças
quanto em adultos, o mineral não representa nenhuma ameaça.
Ao contrário: é um grande aliado.
| PORTAL
ODONTOLOGIA |
14/01/2009
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Sentir
dor ao comer determinados alimentos pode indicar hipersensibilidade
dentinária; o problema é comum, mas leva pouca
gente ao dentista
Um café feito na hora, um suco de laranja refrescante,
uma sobremesa açucarada. Alimentos como esses, que para
a maioria das pessoas remetem a experiências prazerosas,
podem ser sinônimo de dor para quem tem dentes sensíveis.
O problema, conhecido pelos especialistas como hipersensibilidade
dentinária cervical, afeta cerca de 15 milhões
de brasileiros, de acordo com estimativas mundiais. Apesar de
ser mais comum em adultos jovens, com idade entre 20 e 40 anos,
pode aparecer também em outras fases da vida.
O sintoma -dor aguda que surge devido a certos estímulos,
como alimentos frios, quentes, ácidos e doces e escovação-
costuma ser confundido com uma cárie. Nem todo mundo,
no entanto, procura tratamento. "Muitos pacientes acabam
se acostumando com a dor. Apenas 49% procuram um profissional",
diz o dentista Narciso Garone Netto, professor titular da Faculdade
de Odontologia da USP (Universidade de São Paulo).
As causas são variadas, mas têm um fator em comum:
a exposição
da dentina, camada do dente que normalmente fica protegida pelo
esmalte. Dentro dessa estrutura, há milhares de canais
cheios de líquido, chamados túbulos dentinários.
Estímulos que mudem a pressão ao longo do dente
-alta ou baixa temperatura, por exemplo- provocam uma rápida
movimentação desse líquido, que estimula
as terminações nervosas, provocando a dor.
A erosão do esmalte que protege a dentina é uma
causa comum de hipersensibilidade dentinária. Escovação
muito forte e consumo excessivo de refrigerantes, frutas cítricas
e bebidas isotônicas são o principais vilões.
"Acreditamos que o problema esteja aumentando. Os adolescentes
bebem litros de refrigerante. Isso é perigoso para o
dente", disse à Folha o dentista Martin Addy, da
Universidade de Bristol (Inglaterra), que pesquisa o tema há
quase 40 anos.
Para Addy, prevenir é o mais importante. "Muita
gente acha que terá uma vida saudável ao tomar
suco de laranja. De fato, as frutas cítricas são
boas para o organismo, mas, se consumidas em excesso, fazem
mal para o dente", alerta.
Ele também acredita que os dentistas precisam lidar melhor
com a questão. "Muitos não estão preparados
e só percebem a erosão depois que ela está
muito avançada. Hoje, estuda-se mais o tema do que antes,
mas ainda é algo recente."
Segundo a dentista Maria Ângela Pita Sobral, professora
da Faculdade de Odontologia da USP, o esmalte também
pode ser desgastado por microfraturas. O bruxismo (hábito
de apertar e ranger os dentes), por exemplo, pode ser um desencadeador.
Outra causa freqüente de hipersensibilidade é a
retração gengival (quando a gengiva se desloca,
deixando a dentina exposta). Segundo o dentista Eduardo Tinoco,
professor adjunto
da Uerj (Universidade Estadual do Rio de Janeiro) e da Unigranrio
(Universidade do Grande Rio), doenças periodontais e
escovação inadequada -com escova de cerdas muito
duras ou usando muita força- são dois fatores
que fazem com que a gengiva se retraia. Com a idade, também
é comum haver uma retração fisiológica
leve ou moderada.
A gerente de cursos Cláudia Corrêa de Virgiliis,
35, sofre do problema há cerca de seis anos. "Comecei
com uma dor nos dentes na hora de escovar. Achei que era cárie,
mas o dentista me disse que eu tinha a gengiva retraída",
conta ela, que já fez tratamento à base de flúor
e usa uma pasta de dente especial. O incômodo melhorou,
mas retorna de tempos em tempos. "Quando aparece, já
sei que vou ter dor se comer coisas ácidas, frias ou
doces. Ao escovar os dentes, também é muito ruim."
É comum que as pessoas se queixem de dentes sensíveis
após passarem por tratamentos clareadores. "Os clareadores
contêm ácido e, se forem usados em concentrações
altas por um longo período, podem causar uma sensibilidade
passageira. É preciso saber prescrever corretamente o
clareamento", diz o dentista Luiz Narciso Baratieri, professor
titular da Universidade Federal de Santa Catarina.
Eduardo Tinoco diz que a aplicação de substâncias
dessensibilizantes antes do clareamento pode diminuir esse efeito
colateral, um dos mais freqüentes dessa técnica,
segundo ele.
QUANDO TRATAR
A necessidade de passar por um tratamento e a técnica
adotada dependem do grau de desconforto do paciente. De acordo
com Garone Netto, a dor pode ser classificada como severa em
5% dos casos, discretamente severa em 17%, média em 43%
e suave em 35%. "Quando os fatores causais ocorrem isoladamente
e com pouca intensidade, provocam uma dor suave que pode desaparecer
espontaneamente, mas costuma ser cíclica. Mas o que observo
na clínica é a ocorrência de vários
fatores que podem provocar muita dor", diz o dentista.
Apesar de algumas pessoas aceitarem melhor a dor, Luiz Narciso
Baratieri alerta para o fato de que, se ela existe, é
um sinal de que algo está errado e precisa ser visto
com atenção.
Martin Addy lembra que há pessoas mais propensas
à hipersensibilidade. "Não sabemos por que,
mas alguns indivíduos são até dez vezes
mais susceptíveis à erosão do que outros",
diz.
Em alguns casos, o uso de pastas de dentes específicas
para hipersensibilidade suave pode ser suficiente para melhorar
os sintomas. A auxiliar administrativa Erika Boteon, 40, usa
esse tipo de dentifrício há anos. "Diminuiu
bastante a dor. Quando paro, ela volta. Chega a doer só
de falar, com o ar que entra pela boca", conta.
Outra opção para melhorar a dor é a aplicação
de soluções dessensibilizantes. O laser também
é um recurso utilizado. Baratieri observa que não
há um tratamento definitivo. "Não existe
uma solução fácil. Ninguém pode
assegurar que determinada estratégia vai eliminar a hipersensibilidade.
Muitas vezes, resolve por um tempo, mas depois ela volta."
Para evitar que haja maior desgaste nas áreas onde ocorreu
a perda de esmalte, Maria Ângela Sobral recomenda recorrer
à restauração. De acordo com a dentista,
o tratamento não pode se restringir a atacar os sintomas.
"Todos os tratamentos apenas sintomáticos são
temporários. É necessário remover o fator
causador", defende. Algumas indicações são
evitar alimentos ácidos, tratar o bruxismo e fazer uma
escovação sem muita força e com a menor
quantidade possível de pasta.
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27º CONGRESSO INTERNACIONAL DE ODONTOLOGIA DE SÃO
PAULO
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A 27ª
edição do Congresso Internacional de Odontologia
de São Paulo (Ciosp) será realizada de 24 a 28
de janeiro de 2009, no Pavilhão de Exposições
do Anhembi, na capital paulista.
A expectativa da Associação Paulista dos Cirurgiões
Dentistas (APCD), organizadora do evento, é reunir entre
30 mil e 40 mil profissionais da área para atualização
e intercâmbio de informações.
A programação elaborada por uma comissão
científica, coordenada pelo professor da Faculdade de
Odontologia de Piracicaba e chefe de Gabinete da Reitoria da
Unicamp, José Ranali, envolve simpósios, palestras,
exposição e encontros acadêmicos em mais
de 2 mil horas de atividades científicas.
Serão 200 palestrantes convidados e outros 2 mil trabalhos
com temas livres que serão apresentados no formato de
painéis e sessões orais. Uma exposição
reunirá representantes de 22 países para mostrar
o que há de mais novo em equipamentos e produtos médico-odontológicos.
A grade científica foi sistematizada em dois eixos temáticos:
atividades genéricas para o clínico geral e abordagens
específicas para o especialista. Segundo Ranali, a preocupação
inicial foi buscar a diversidade de temas para abarcar um maior
número de participantes em cada atividade.
Outro destaque do evento é o 3º Encontro Latino-Americano
de Equivalência Curricular. Trata-se de uma discussão
entre os países da América Latina para elaborar
um documento que possibilite a equivalência dos currículos
em odontologia para permitir, dessa forma, a facilidade de movimentação
e intercâmbio de estudantes de graduação
e de pós e docentes entre as Faculdades de Odontologia
das universidades dessa região.
As inscrições para o evento ainda estão
abertas e para associados a adesão é gratuita.
Na página da APCD há outras informações
sobre o Ciosp.
Mais informações: www.ciosp.com.br
ou 0800-128555
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SINDAL
AFIRMA PARCERIA VISANDO QUALIDADE DE VIDA DOS SERVIDORES
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| ACHA
NOTÍCIAS / O DOCUMENTO |
14/01/2009
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De
agora em diante, os servidores da Casa e seus dependentes poderão
ser atendidos em horário especial: de segunda a sexta-feira
das 8 às 20 horas incluindo o horário de
almoço
O ato de sorrir dificilmente deixa de agradar, rotineiramente
surgem pesquisas apontando as sensações positivas
que ele provoca tanto em quem sorri quanto em quem recebe o
sorriso. Em contrapartida, há estudos comprovando que
a ausência dele influencia de forma negativa na vida das
pessoas, alterando o humor e a personalidade do cidadão.
De forma geral, um sorriso bonito e acompanhado por assistência
odontológica tem sido avaliado como sinônimo de
qualidade de vida.
Por isso, o Sindicato dos Servidores da Assembleia Legislativa
(Sindal), presidido por
Leonir Pereira de Freitas, começou o ano de 2009 firmando
uma parceria com a Clínica Odontológica Vila Real.
De agora em diante, os servidores da Casa e seus dependentes
poderão ser atendidos em horário especial: de
segunda a sexta-feira das 8 às 20 horas incluindo
o horário de almoço.
Ao fechar o contrato odontológico o servidor receberá
cobertura em restaurações estéticas em
resina, restaurações em amálgama, extrações
simples, tratamentos de canal, tratamento gengival, técnica
de higiene, técnica de escovação, aplicação
de flúor, prevenção, selantes, limpeza
e radiografias inter-proximais e periapicais.
A odontóloga responsável pela clínica,
Kelly Arfux, também ressalta a importância do estabelecimento
de um vinculo entre o cidadão e o profissional que desempenha
a função de dentista, onde o usuário dos
serviços odontológicos reconheça essa proximidade.
Para isso, no caso dos servidores do Poder Legislativo estadual
foi disponibilizado um telefone para emergência, em casos
de atendimentos fora do horário estabelecido: (65) 9987-0185
(24 horas).
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SAÚDE,
INTERNET E COMUNIDADES DE AJUDA MÚTUA
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| ASSPREVISITE
/ MAXPRESS - Por Ricardo Teixeira |
15/01/2009
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Durante
a última década a internet passou a ser um meio
de comunicação de massa cada vez mais importante,
abraçando todas as áreas do conhecimento com duas
principais vertentes: fonte de informação e meio
de comunicação entre pessoas e grupos. No caso
da saúde, a internet é hoje uma das principais
fontes de informação ("Dr. Google"),
mas também é crescente o número de comunidades
virtuais de ajuda mútua.
Devido ao fato de uma grande quantidade de informação
na internet ter qualidade duvidosa, é natural a preocupação
de que a informação acessada pode trazer mais
prejuízos do que lucro à saúde de um indivíduo.
Isso realmente pode ocorrer, e nem precisa da informação
ser incorreta, pois muitas vezes o indivíduo não
sabe o que fazer com a informação certa, podendo
deixar de buscar ajuda de um profissional da saúde quando
na verdade está precisando. Mesmo com essas ressalvas,
a internet trouxe infinitamente mais benefícios do que
riscos à sociedade quando o assunto é informação
em saúde.
E as comunidades virtuais de ajuda mútua? Elas deveriam
ser vistas com cautela? As pessoas se associam a essas comunidades
porque estão sofrendo com uma doença ou estão
preocupadas com a saúde de forma mais ampla e podem encontrar
suporte emocional ao dividir com outros suas experiências
e seus medos. Isso por si só já tem efeito terapêutico.
Estudos têm demonstrado que as comunidades virtuais oferecem
significativo suporte emocional aos seus participantes, e a
auto-percepção desse suporte é diretamente
proporcional ao tempo investido na leitura das contribuições.
Além disso, o receio de que tais comunidades possam afastar
as pessoas doentes dos profissionais de saúde parece
não proceder. Pesquisas recentes com comunidades virtuais
de transtornos de alimentação e de tendência
ao suicídio revelam que a participação
nessas comunidades aumentou a motivação para a
busca de tratamento especializado em até 27% dos casos.
Não é pouco, pois se apenas uma pequena parcela
dessa porcentagem procurar tratamento especializado, o efeito
já é formidável.
Alguns profissionais de saúde temem em indicar que seus
pacientes participem de comunidades virtuais de ajuda mútua,
e não há justificativa para isso. Ao contrário,
hoje as comunidades devem ser vistas muito mais como uma valiosa
ferramenta para o processo terapêutico do que uma atividade
de risco. Tais comunidades podem passar a fazer parte no futuro
da lista de recomendações que um terapeuta fará
a um paciente, lado a lado com a prescrição médica,
mudanças de hábitos de vida, etc. E é claro
que os próprios profissionais de saúde podem se
beneficiar sobremaneira de comunidades em que possam dividir
as próprias dificuldades que enfrentam no dia-a-dia para
o pleno exercício de suas profissões. |
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STAND DA JOHNSON & JOHNSON NO CIOSP 2009 TERÁ
LANÇAMENTO DA NOVA LINHA "CUIDADO TOTAL"
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As
marcas LISTERINE® e REACH®, da Johnson & Johnson,
participarão do 27° Congresso Internacional de Odontologia
de São Paulo (CIOSP) entre os dias 24 e 28 de janeiro
de 2009, com uma proposta inovadora. A intenção
foi criar um espaço interativo, informativo e impactante
que pudesse auxiliar na atualização dos profissionais
que visitam a feira, explica Luis Ruiz, gerente de Oral
Care da Johnson & Johnson.
Para tanto, as marcas reuniram importantes médicos e
cirurgiões dentistas, de instituições internacionalmente
reconhecidas na área da saúde, para demonstrar
a relação entre a saúde bucal e saúde
sistêmica um assunto que tem mobilizado as principais
autoridades no mundo inteiro. O tema poderá ser entendido
e vivenciado no Espaço Saúde, um centro instalado
no stand da Johnson & Johnson, em parceria com a ANAD (Associação
Nacional de Assistência ao Diabético) e com a Dra.
Jaqueline Issa, (cardiologista e coordenadora de estudos sobre
tabaco do InCor -Instituto do Coração e do PAF
- Programa de Assistência ao Fumante). Por meio de palestras
com médicos e cirurgiões dentistas, vídeos,
testes e atividades interativas o profissional receberá
informações atualizadas, formuladas por uma equipe
de primeira linha, sobre o papel da higiene oral na manutenção
da saúde total de cada um de nós.
LISTERINE® e REACH® também reservaram para o
evento o lançamento da linha CUIDADO TOTAL, com escova
de dente, fio dental e a versão mais avançada
de LISTERINE®, o enxaguatório LISTERINE® Cuidado
Total, que poderá ser degustado pela primeira vez no
CIOSP.
O analgésico e antitérmico TYLENOL® também
participará do 27o CIOSP. Além da distribuição
de amostras grátis, materiais científicos e brindes,
TYLENOL® também oferecerá palestras com especialistas
sobre temas relacionados às suas indicações,
como Odontologia na Gravidez: cuidados especiais
e Analgesia na Odontologia. O stand também
contará com um caricaturista, que vai fazer a caricatura
dos participantes do congresso e assim ajudar o TYLENOL®
a divulgar o conceito de "um sorriso sem dor". Com
a participação no CIOSP, TYLENOL® espera aumentar
a sua presença e relevância junto aos dentistas,
firmando-se como a principal opção de analgesia
em diversos procedimentos odontológicos.
Confira, a seguir, os principais atrativos que o departamento
de Oral Care programou para você durante o Congresso Internacional
de Odontologia de São Paulo
Espaço Saúde: demonstra a relação
entre saúde bucal x saúde sistêmica
LISTERINE® e REACH® reuniram profissionais e instituições
da área da saúde para atualizá-los sobre
este importante tema
1)Teste de glicemia a saúde bucal e o diabetes
estão relacionados. Um paciente diabético precisa
de cuidados orais específicos, e há evidências
de que a saúde bucal precária favorece o aparecimento
do diabetes. Portanto, a equipe da ANAD (Associação
Nacional de Assistência ao Diabético) estará
no Espaço Saúde realizando testes de glicemia
nos visitantes, fornecendo orientações de acordo
com o resultado e entregando para os profissionais um Guia Prático
inédito, o Meu Paciente tem Diabetes, e Agora?,
para auxiliar no diagnóstico e no atendimento de Pacientes
Diabéticos.
2)Teste monóxido de carbono é sabido que
o hábito de fumar prejudica a saúde. Assim, no
Espaço Saúde, o visitante poderá fazer
o teste do monóxido de carbono, coordenado pela Dra.
Jaqueline Scholz Issa, cardiologista e coordenadora dos estudos
do tabaco, do InCor (Instituto do Coração) e do
PAF (Programa de Assistência ao Fumante). O resultado,
conferido prontamente, indica a quantidade de monóxido
de carbono presente no ar expelido pelo paciente.
Além do Espaço Saúde, o stand da Johnson
& Johnson também promoverá:
3) Lançamento de Guia Prático sobre diabetes para
dentistas durante o CIOSP, LISTERINE® e REACH®
lançarão o pocket book Meu Paciente tem
Diabetes E Agora?- que traz orientações
práticas e fundamentais para o dentista atender o paciente
diabético da melhor forma possível.
4) Centro de Experimentação um divertido
espaço para degustar o enxaguatório bucal Cuidado
Total, a nova fórmula de LISTERINE®, lançada
no CIOSP, que oferece seis benefícios, desde proteger
à gengiva até prevenir contra cáries, além
de manter o hálito fresco por 24 horas.
5) Centro de Educação Continuada no stand
da Johnson & Johnson haverá seis palestras gratuitas
e certificadas por dia, de uma hora, com profissionais renomados
da FUNDECTO - Fundação para o Desenvolvimento
Científico e Tecnológico da Odontologia, da Universidade
de São Paulo e da ANAD (Associação Nacional
de Assistência ao Diabético).
6) Loja Johnson & Johnson o visitante poderá
conhecer as linhas completas de REACH, Listerine e Tylenol,
além de adquiri-los por preços promocionais.
O CIOSP
O 27° Congresso Internacional de Odontologia de São
Paulo (o CIOSP) acontece conjuntamente com a 12° Feira Internacional
de Odontologia de São Paulo (FIOSP), ambas promovidas
pela Associação Paulista de Cirurgiões
Dentistas (APCD), no Pavilhão de Exposições
do Anhembi, das 11 às 20 horas.
O evento é a principal referência em atualização
científica e técnica para dentistas, e um importante
sinalizador das novas tendências, tecnologias, descobertas
e lançamentos relacionados à saúde oral.
CIOSP 2009 EM NÚMEROS
Recebeu investimento inicial de aproximadamente US$ 4.000.000,00
e estima receber 68 000 visitantes, dentre eles 5 000 turistas.
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27º
CIOSP: AGORA ESCOVA DENTAL PODE SER COMPRADA EM VENDING
MACHINE
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| HOLDING
- Por Maria Claudia |
14/01/2009
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O
lançamento oficial será feito pela Curaden no
27º CIOSP, que será realizado do dia 24 a 28 de
janeiro, em São Paulo.
O 27º CIOSP, o maior Congresso Internacional de Odontologia
do Mundo, apresenta a cada edição, há mais
de 50 anos, muitas novidades na grade científica, produtos
e equipamentos que aprimoram e otimizam o atendimento odontológico.
Em 2009 não será diferente. O grande lançamento,
contudo, será a venda de escovas de dente em Vending
Machine.
Trazida pela empresa Suíça Curaden, que busca
oferecer produtos diferenciados e mais eficazes no segmento
de higiene bucal para diversos países da América,
Europa, Ásia, África, entre outros, a Vending
Machine vai facilitar a aquisição das escovas
dentais Curaprox de 5460 cerdas, escovas interdentais e mordedores
espe ciais da marca CURAPROX em diversos locais públicos.
Esta será a nossa quarta participação
no congresso. Por isso, queremos comemorar este momento com
a apresentação desta máquina, que já
é sucesso na Europa, aos profissionais brasileiros e
à população em geral. É possível
utilizar o cartão de débito na compra dos produtos,
diz Erik Vidal, diretor da empresa. Esta máquina chega
com a importante missão de facilitar o acesso a produtos
de melhor qualidade que podem oferecer uma condição
bucal mais adequada aos brasileiros.
O Brasil concentra aproximadamente 10% de todos os cirurgiões-dentistas
do planeta. A Odontologia brasileira é considerada e
reconhecida como uma das melhores do mundo, seus profissionais
são hábeis e muito competentes, entretanto, poucas
pessoas sabem que o país tem um número inacreditável
de desdentados. De acordo com uma pesquisa realizada pelo governo
federal em 2003, cerca de 30 milhões de brasileiros são
de sdentados totais ou parciais, ou seja, têm a falta
de pelo menos um dente na boca. Estimativas recentes apontam
para números ainda mais alarmantes, indicando que aproximadamente
das 400 milhões de pessoas desdentadas do mundo, em torno
de 50 milhões estão no Brasil.
Outro ponto importante e que merece especial atenção
refere-se à saúde gengival dos brasileiros. O
Ministério da Saúde estima que apenas dois em
cada dez adultos
têm as gengivas sadias. No caso dos pacientes mais idosos
a situação é ainda mais grave, pois, mais
de 90% deles precisam de tratamento gengival ou periodontal.
O velho ditado: A saúde começa pela boca
é uma verdade incontestável. Mais do que um problema
estético, a saúde oral afeta a saúde geral
das pessoas e pode provocar doenças graves. Por
isso, a Curaden vai espalhar em diversos locais públicos
máquinas com as escovas de 5460 cerdas, em 36 cores,
que são eficazes no combate à formação
de placas bacter ianas e problemas gengivais. Desta maneira,
queremos dar a nossa contribuição para reverter
esta triste estatística brasileira que nos faz receber
o título de país dos desdentados, comenta
o consultor científico da Curaden, Prof. Dr. Hugo Roberto
Lewgoy.
O Congressão, como é chamado pelos
dentistas é, de fato, reconhecido como um marco anual
para o setor e para a economia do país. Ou seja, o evento,
por meio da FIOSP, que em 2009 contará com mais de 400
expositores (nacionais e internacionais), proporciona a chance
de muitos profissionais estarem à frente dos maiores
lançamentos do mercado e das atualizações
cientificas, além de dar a possibilidade de aquisição
de material de trabalho a preços promocionais.
Veja abaixo, outras novidades que serão apresentas pela
Curaden:
CURAPROX COLORIDA: Serão lançadas oficialmente
no Ciosp 36 opções de cores das escovas Curaprox.
Além de oferecer 5460 cerdas, três ve zes mais
do que as melhores escovas comuns, possui combinações
modernas e antenadas no mundo fashion e na decoração
do banheiro. Com a maciez que a quantidade de cerdas permite,
a beleza simples de seu design colorido e o preço acessível,
o produto tende a crescer em vendas primeiro no Brasil. As escovas
da Curaden não machucam as gengivas e permitem a remoção
da placa bacteriana de forma suave, evitando traumatismos e
a retração gengival a longo prazo.
CURABABY: A Curaden traz para o Brasil a mais moderna
tecnologia em mordedores: o CURAbaby. Ele é capaz de
estimular o sentido visual, auditivo e tátil dos bebês,
além de contribuir para um desenvolvimento físico
e mental mais saudável das crianças. O CURAbaby
é uma mistura
de escova massageadora, chocalho e estimulador neuro-sensorial,
que pode ser utilizado por bebês desde os primeiros meses
de vida e crianças pequenas. Não é uma
simples borracha retorcida popularmente denominada morded or
e, sim, um dispositivo cientificamente desenvolvido.
CURAPROX CS Young: Desenvolvida especificamente para
jovens e adolescentes entre 7 e 14 anos de idade, a Curaprox
CS Young tem a mais moderna e sofisticada tecnologia suíça
voltada para higiene oral. Ela pode ser indicada em todas as
especialidades da Odontologia e possui um foco direcionado especialmente
para a prevenção das cáries e doenças
gengivais.
Com uma cabeça pequena e pela presença de uma
grande quantidade de cerdas ultramacias, produzidas com as incomparáveis
fibras de Curen®, a escova, que também pode ser encontrada
em diversas cores, é capaz de realizar a higiene oral
de uma forma gentil e delicada mesmo em regiões de maior
dificuldade de acesso, característicos do arco dental
do público desta faixa etária. Portanto, a escova
Curaprox CS Young é 100% eficiente e combina com o jeito
alegre e descolado dos jovens.
CURAPROX PRIME: O fio dental é importa nte na
higienização da área de contato dos dentes
e também para remoção de detritos alimentares,
porém, as escovas interdentais são as únicas
que conseguem remover ou desorganizar totalmente a chamada placa
bacteriana destes locais de difícil acesso. As escovas
interdentais comuns ou genéricas têm o centro metálico
muito espesso com cerdas muito curtas e duras, tornando a limpeza
mais rígida e traumática. Se a escova for muito
fina não higieniza de forma adequada e, se for muito
grossa, não se encaixa ou não entra no espaço
entre os dentes. Em ambos os casos sempre provoca trauma e retração
gengival.
A última novidade tecnológica desenvolvida nesta
área é a sonda ou prova medidora dos espaços
interdentais IAP Prime patenteada pela Curaden Swiss e que
será apresentada no congresso. Esta sonda possibilita
uma perfeita adaptação das escovas interdentais
nos respectivos espaços interproximais, pois são
calibradas através de diferentes medida s de diâmetro
evidenciadas por diferentes cores, de forma análoga às
escovas interdentais correspondentes.
Ela indica qual é a escova mais adequada para ser utilizada
especificamente em cada dente de forma totalmente individualizada.
Somente uma escova interdental que faça o preenchimento
correto dos espaços entre os dentes permite a correta
higienização e desorganização do
biofilme, placa bacteriana ou placa dental.
Sobre a Curaden
Fundada na Suíça pela família Breitschmid,
a Curaden atua na área odontológica desde 1940.
É uma empresa comercial desde 1954 e lançou a
linha especial de higiene oral em 1974. Na Europa, tem um papel
pioneiro em higiene interdental. É uma empresa de comercialização
na Alemanha desde 1976, nos Estados Unidos da América
desde 1999, com filiais na Europa, América, Ásia,
África e no Oriente e agora também no Brasil.
Os produtos Curaden refletem décadas de pesquisas, um
conhecimento profundo s obre higiene oral e o trabalho em cooperação
com as principais lideranças profissionais da odontologia
mundial. Além disso, os produtos Curaden traduzem-se
em benefícios abrangentes com alta qualidade e sofisticação
para garantir a prevenção das doenças orais
de forma totalmente eficiente e atraumática. |
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BOVESPA CAI 3,95% COM MAU HUMOR EXTERNO; DÓLAR
BATE R$2,34
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A
Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) seguiu a tendência
internacional e encerrou o pregão desta quarta-feira
com forte desaceleração, ao contrário do
dólar comercial. O índice Ibovespa, principal
indicador da Bolsa paulista, registrou queda de 3,95%, aos 37.981
pontos, com giro financeiro de R$ 4,412 bilhões. Por
sua vez, a moeda norte-americana avançou 0,81% e fechou
negociada a R$ 2,346.
No cenário externo, as Bolsas de Valores da Ásia
fecharam em alta nesta quarta, otimistas com a notícia
de que a China ultrapassou a Alemanha e se tornou a terceira
maior economia mundial.
Já na Europa, as principais Bolsas desabaram, preocupadas
com o Deutsche Bank maior banco da Alemanha , que
anunciou uma estimativa de prejuízo de 3,9 bilhões
de euros (ou US$ 5,2 bilhões) em 2008.
Nos Estados Unidos, o Departamento de Comércio informou
que as vendas no varejo diminuíram 2,7% em dezembro,
em relação a novembro. Especialistas previam retração
de 1,2%.
Ainda nos EUA, o Fed (Federal Reserve, o banco central norte-americano)
divulgou hoje o ''livro bege'', que contém dados econômicos
das 12 regionais do órgão. Segundo o documento,
a economia americana continuou em queda no mês de dezembro.
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PREÇOS CAEM NO ATACADO E IGP-10 É O MENOR
DA SÉRIE HISTÓRICA
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| O
ESTADO DE S. PAULO |
15/01/2009
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Índice
registra deflação de 0,85% em janeiro, a menor
desde que começou a ser calculado pela FGV, em 1993
RIO - A forte desaceleração dos preços
de alguns produtos no atacado garantiu uma queda do IGP-10 na
abertura de 2009, mostraram dados divulgados nesta quinta-feira.
O Índice Geral de Preços-10 caiu 0,85% em janeiro,
seguindo a leve alta de 0,03% em dezembro, informou a Fundação
Getúlio Vargas (FGV), responsável pelo cálculo.
A variação é a menor da história
desse indicador, que começou a ser calculado em 1993.
O indicador foi calculado com base na variação
dos preços entre os dias 11 de dezembro e 10 de janeiro.
A queda foi mais acentuada do que o estimado por analistas consultados
pela Reuters, que apostavam em um recuo de 0,42% para o indicador.
Em janeiro de 2008, o IGP-10 teve alta de 1,02%.
Entre os componentes do IGP-10, o Índice de Preços
por Atacado (IPA) caiu 1,50% em janeiro, ante queda de 0,22%
em dezembro. De acordo com comunicado da FGV, a forte queda
de 7,53% dos preços do subgrupo Veículos e acessórios
respondeu, em boa medida, pela forte retração
do IPA.
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), por sua
vez, subiu 0,62%, mesma variação registrada no
último mês de 2008. O Índice Nacional de
Custo da Construção (INCC) registrou um ganho
de 0,17%, uma desaceleração frente ao avanço
de 0,33% de dezembro. |
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| ASSPREVISITE
/ FOLHA DE S. PAULO |
15/01/2009
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Regra
para migração entre planos de saúde atinge
poucos usuários, e sua eficácia precisa ser testada
na prática
A Agência Nacional de Saúde Suplementar acaba de
anunciar a introdução da portabilidade para os
clientes de planos de saúde privados. O dispositivo,
previsto para entrar em vigor em três meses, permitirá
a transferência de uma empresa a outra sem que o usuário
tenha de cumprir novos períodos de carência.
O avanço era esperado havia tempos. Há quatro
anos, a ANS discutia com entidades do setor a introdução
de normas que facilitassem a migração. Seu principal
objetivo é aumentar a concorrência, em benefício
do usuário. A necessidade de cumprir novas carências
inibe fortemente a troca de prestadores de serviço.
A norma anunciada pela agência, no entanto, é restritiva
demais. Contratos assinados antes de 1999 estão excluídos.
Estão fora, também, os contratos coletivos, que
representam mais de 70% dos segurados. Na prática 6,3
milhões de usuários, 15% do universo, poderão
se beneficiar.
Além disso, restam muitas dúvidas sobre a eficácia
da medida, que só serão dirimidas na prática.
A ANS já tentara estimular a migração dos
segurados de planos antigos -anteriores a 1999- para os novos,
que trazem mais coberturas. Mas as empresas criaram restrições
práticas para essa migração, como o estabelecimento
de tarifas proibitivas.
Agora a agência pretende corrigir erros que levaram ao
insucesso, na busca de mais previsibilidade e de mais equilíbrio
entre as partes. As trocas, por exemplo, deverão ser
entre planos com mensalidades parecidas, algo razoável
para inibir que segurados utilizem as vantagens da lei a fim
de melhorar rapidamente seu nível de cobertura.
O consumidor, contudo, se defrontará com muitas restrições.
Haverá uma janela de dois meses no ano para a transferência
e será necessário um prazo mínimo de vigência
de contrato antes que o usuário efetue a transferência.
A Lei dos Planos de Saúde, de 1998, aumentou a segurança
do usuário, mas há pontos importantes pendentes.
Um deles é a necessidade de diminuir o alto custo que
hoje recai sobre os idosos -bem como sobre os detentores de
planos individuais, não-corporativos. É preciso,
de outro lado, tornar efetivo o ressarcimento do SUS pelo atendimento,
na rede pública, de clientes de planos privados.
Em síntese, salvaguardadas regras que ampliem o controle
público sobre o setor, um ambiente de maior competitividade,
previsibilidade e responsabilidade entre as operadoras privadas
de saúde pode permitir o fornecimento de melhores serviços.
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PLANO
DE SAÚDE: PORTABILIDADE EM ABRIL
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| ASSPREVISITE
/ G1 - Por Luciana Casemiro |
15/01/2009
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As
regras para a portabilidade dos planos de saúde
que permitirá ao consumidor mudar de operadora sem carência
, publicadas hoje no Diário Oficial da União,
entram em vigor em 90 dias. Serão beneficiadas 6,3 milhões
de pessoas, 850 mil no Rio, que têm contratos individuais
ou familiares firmados a partir de janeiro de 1999. Cerca de
51 milhões de brasileiros têm planos de saúde.
Poderá se beneficiar da portabilidade quem estiver há,
pelo menos, dois ou três anos (doenças preexistentes)
no plano atual. A troca por outra operadora, que não
poderá recusar o beneficiário, deverá ser
feita no mês do aniversário do contrato ou no seguinte,
por um plano equivalente serão criadas cinco categorias.
A migração é permitida a cada dois anos,
prazo de carência por lei para doenças preexistentes.
O número de beneficiados ficou aquém da expetativa
das entidades de defesa do consumidor, que queriam a inclusão
dos contratos coletivos, que representam 75% dos planos de saúde
no país. Na avaliação de Karina Grou, assessora
jurídica do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor
(Idec), a portabilidade, como está, é vantajosa
apenas para os idosos e os que têm doenças preexistentes:
Para os demais, o mercado já oferecia a compra
de carência com vantagens maiores do que as regras da
Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). É
muito barulho por quase nada. Muitas operadoras não fazem
mais planos individuais, migraram para os coletivos, menos regulados.
E ao longo do tempo o percentual de beneficiados pode ser ainda
menos significativo.
O Idec defende a migração a qualquer tempo.
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PLANOS
DE SÁUDE GANHAM PORTABILIDADE EM ABRIL
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| ASSPREVISITE
/ UOL |
15/01/2009
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ANS
divulga novas regras para troca de plano de saúde sem
carência
A Agência Nacional de Saúde (ANS) divulgou nesta
quarta-feira (14) as linhas gerais da resolução
normativa que permitirá a usuários de planos de
saúde trocar de operadora sem cumprir novos prazos de
carência para consultas, cirurgias e outros procedimentos
médicos.
As novas regras
A resolução normativa da ANS deverá ser
publicada no "Diário Oficial" da União
de hoje. Os detalhes foram adiantados à Folha de S.Paulo
pelo diretor de gestão da agência, Hésio
de Albuquerque Cordeiro. "O objetivo das mudanças
é deixar o beneficiário livre para mudar, mas
sem pegar a operadora de surpresa. O beneficiário também
tem regras a cumprir", explica Cordeiro
O documento completo será publicado hoje (15) no Diário
Oficial da União e as regras passarão a valer
em abril, ao final do prazo estipulado para adaptação
das empresas. Mas somente usuários de planos individuais
e familiares posteriores a 1999 ou que tenham adaptado seus
contratos poderão se beneficiar.
Atualmente, ao trocar de operadora, o usuário pode ser
obrigado a cumprir novamente o período de carência.
Com isso o cliente pode ter que esperar até dois anos
para tratar doenças preexistentes. Exames, consultas
e internações, podem demorar seis meses para serem
liberados.
Segundo as novas regras, as trocas só podem ser feitas
entre planos com mensalidades parecidas. Isso impedirá
que o cliente mude de plano, por exemplo, quando tiver uma doença
grave e perceber que um plano melhor é mais vantajoso.
A ANS decidiu também que os clientes terão dois
meses por ano para solicitar a transferência -do primeiro
dia útil do mês em que o contrato faz aniversário
até o último dia útil do mês seguinte.
A empresa que se recusar a atender às regras terá
de pagar uma multa de R$ 50 mil à ANS.
A Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abramge),
que representa as operadoras de planos de saúde, acredita
que a medida vai gerar uma "concorrência sadia".
Por outro lado, entidades de defesa do consumidor consideram
a resolução restrita e alertam que operadoras
não estão aceitando mais planos individuais.
A ANS também defende que a norma estimulará a
competitividade e poderá beneficiar 6,3 milhões
de usuários, de um total de 51 milhões, que não
estiverem satisfeitos com o serviço prestado. Não
serão contemplados cerca de 12 milhões de clientes
que tem contratos anteriores a janeiro de1999 e os usuários
de planos coletivos ou corporativos.
Para fazer a mudança de operadora, os titulares devem
estar com a mensalidade do plano de saúde em dia e ter,
pelo menos, dois anos de permanência na prestadora de
origem ou três anos, no caso de lesões e doenças
preexistentes.
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PLANOS:
TROCA A PARTIR DE ABRIL
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| ASSPREVISITE
/ CORREIO BRAZILIENSE |
15/01/2009
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A
partir de 15 de abril, 6,3 milhões de usuários
de planos e seguros de saúde individuais e familiares,
contratados a partir de 1º de janeiro de 1999, poderão
mudar de operadora sem ter que cumprir nova carência.
Nesta data, entra em vigor a Resolução Normativa
da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS)
que regulamenta a portabilidade de carências nos planos
de saúde. A regulamentação está
sendo publicada hoje no Diário Oficial da União.
As empresas terão um prazo de 90 dias para se adaptar
às novas regras.
No Distrito Federal (DF), 44.546 usuários poderão
ser beneficiados. Atualmente, quem tem um plano de saúde
e quer contratar o de outra empresa tem que cumprir um prazo
para ter acesso a todas as coberturas do novo plano, sobretudo
cirurgias e exames mais sofisticados. Com a entrada em vigor
da portabilidade de carência, o beneficiário terá
mais facilidade para trocar de plano, caso não esteja
satisfeito com a assistência prestada. Para isso, terá
que cumprir alguns requisitos.
O primeiro deles é estar em dia com a mensalidade. O
consumidor também terá que respeitar o período
de carência de pelo menos dois anos na operadora de origem
ou três anos, caso tenha cumprido a cobertura parcial
temporária ou nos casos de doenças e lesões
pré-existentes. A partir da segunda portabilidade, o
prazo de permanência passa a ser de dois anos para todos
os beneficiários. O usuário, porém, não
poderá requerer a mobilidade da carência a qualquer
tempo. A portabilidade só poderá ser pedida no
período entre o mês de aniversário do contrato
e o mês seguinte.
Uma vitória dos usuários
A portabilidade de carência para planos e seguros de saúde
é uma grande vitória dos usuários. O
consumidor, por mais que não estivesse satisfeito com
a operadora, não mudava de plano para não ter
que cumprir nova carência. Agora, isso vai acabar,
comemora Luciana Almeida, assessora jurídica do Procon-DF.
A advogada acredita que a medida também deve estimular
a concorrência no setor e até provocar queda de
preços. Porém, na sua visão, o prazo de
dois anos ainda é muito extenso. Um ano estaria
razoável, argumenta. Luciana Almeida defende ainda
a extensão do benefício aos usuários de
planos individuais assinados antes de 1999, e não só
aqueles firmados na data em que a Lei 9.656 que regulamenta
os planos de saúde entrou em vigor e criou a Agência
Nacional de Saúde (ANS). Os consumidores que se
sentirem prejudicados podem requerer seus direitos na Justiça,
orienta.
Segundo a advogada, os planos de saúde não constam
na lista dos líderes de reclamação do Procon-DF.
Mas o volume de reclamações é significativo.
A maioria diz respeito a reajustes e negativas de cobertura
de alguns procedimentos, diz. O número de queixas
só não é superior porque, muitas vezes,
devido à urgência do caso, os consumidores recorrem
diretamente à Justiça.
O projeto de mobilidade com portabilidade de carências
faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento
do Governo Federal PAC da Saúde (Mais Saúde)
e é considerado pela ANS como importante instrumento
de estímulo à concorrência no mercado de
saúde suplementar, permitindo que os consumidores tenham
mais liberdade de escolha.
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PORTABILIDADE
TAMBÉM CHEGA AOS PLANOS DE SAÚDE
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| ASSPREVISITE
/ CORREIO ONLINE - Por Mariana Rios |
15/01/2009
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As
algemas que prendem consumidores aos planos de saúde
serão retiradas em abril, quando passar a vigorar a portabilidade
de carências. Ou seja: o usuário do serviço
poderá mudar de operadora sem a necessidade de cumprir
novos prazos. A medida, no entanto, atinge apenas quem tem plano
individual e com contratos assinados depois de 1999 quando
houve a padronização das condições.
Os planos coletivos estão fora da norma.
A expectativa é de que a Agência Nacional de Saúde
Suplementar (ANS) publique o texto final da resolução
no Diário Oficial da União desta sexta-feira.
Só então serão conhecidas por completo
as novas regras que passam a regulamentar o setor. A priori,
já se sabe que a norma prevê a dispensa de novos
períodos de carência e de cobertura parcial temporária
na migração dos planos.
RESTRIÇÃO
A portabilidade da carência estará disponível
apenas para 153.240 baianos - dos mais de dois milhões
de beneficiários de planos de saúde no estado.
Em todo o país, serão seis milhões de usuários
em um universo de mais de 51 milhões de consumidores.
A limitação é criticada por associações
de defesa do direito do consumidor e também pela promotora
de justiça do consumidor Joseane Suzart Lopes da Silva,
autora do livro Planos de saúde e boa-fé: Uma
abordagem crítica sobre os reajustes abusivos. 'A medida
é interessante, mas não resolve o problema e é
restrita a um pequeno grupo. Estamos apurando inclusive casos
de operadoras que não aceitam mais planos individuais',
afirmou, pontuando que menos de 30% dos contratos no mercado
de saúde suplementar são deste tipo.
As operadoras estão preferindo fechar contratos de planos
coletivos por causa das 'vantagens'. Além de não
sofrer monitoramento da ANS, a operadora pode rescindir os contratos
de forma unilateral e desobriga-se até de entregar aos
clientes cópia dos contratos.
PAC
Segundo a ANS, a portabilidade de carências integra o
PAC da Saúde (Mais Saúde) e é considerada
pela agência como instrumento de aumento da concorrência
no mercado de saúde suplementar- ao permitir aos consumidores
maior liberdade de escolha.
Quem estiver entre os contemplados pela resolução,
para efetuar a migração, deve estar com as mensalidades
em diacomaoperadoradeorigem e ter, pelos menos, dois anos de
permanência. Segundoaassessoriadecomunicação
da ANS, a portabilidade valerá apenas para planos similares
- por exemplo, entre planos locais, regionais, nacionais e internacionais.
A categorização será feita para permitir
a migração entre planos com valor e serviços
equivalentes. Como estratégia para atrair novos clientes,
algumas operadoras já estavam praticando a portabilidade
em planos individuais.
Em entrevista à Agência Brasil, o presidente da
Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abramge),
Arlindo Almeida, confirmou ser normal a transferência
de clientes entre operadoras. 'É comum ver propaganda
com os dizeres: compro sua carência. As operadoras
negociam com os usuários algumas carências já
cumpridas em outros planos. Já existe movimentação'.
ENTRAVE
Carência é o período, previsto em contrato,
entre a assinatura da adesão e o efetivo uso dos serviços
pelo segurado. O que significa, pela legislação,
ficar até 180 dias sem ter nenhum acesso a tratamentos
médicos. Para pessoas com doenças e lesões
preexistentes, o tempo chega a até 24 meses sem assistência
especializada.
Este era o entrave para que a fonoaudióloga Cyntia Machado,
30, trocasse de plano. Há cinco anos, na mesma operadora,
temia ter que cumprir novamente o prazo de carência. 'Queria
mudar para um plano que ofereça mais facilidade e agilidade
na marcação de consultas e com uma rede referenciada
mais ampla'. Cyntia paga atualmente R$238 no plano individual,
sem obstetrícia.
Embora o consumidor comemore, algumas empresas do setor demonstram
apreensão e estão na expectativa para a divulgação
da norma. Para Monica Bezerra, diretora de operações
do Santa Saúde, plano local com 29 mil associados, a
preocupação maior é a possibilidade de
migração entre planos desiguais.
O superintendente de negócios da Camed Saúde,
Paulo Siqueira, defende que as regras devem ser bem claras,
para que as operadoras não sintam o reflexo no bolso.
'A gente não questiona uma decisão da ANS, mas
a norma pode vir a causar algum desconforto. As pessoas podem
intensionar entrar em um plano mais barato e depois migrar para
outro com mais opções'.
Nova norma é para poucos
Para o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec),
a nova resolução que permite a portabilidade das
carências de planos de saúde é restrita.
Em entrevista, a advogada do Idec Juliana Ferreira explica que
o pleito de uma década não beneficia a maioria
dos consumidores.
A norma de portabilidade de carências é considerada
pela ANS como instrumento para estimular a concorrência
entre as operadoras de planos de saúde. Mas qual o benefício
real para o consumidor?
A resolução vai permitir ao consumidor mudar de
plano de saúde levando consigo o período de carência,
sem ter que cumprir novos prazos. Mas a portabilidade é
um pleito antigo - de 1998, tanto dos consumidores como das
associações de defesa. A ANS colocou o assunto
em consulta pública em setembro de 2008 e a proposta
já era restritiva.
Por que?
A mudança só valeria para contratos novos, a partir
de 1999, de planos de saúde individual ou familiar. Ficou
de fora os coletivos e os antigos - que respondem por 87% dos
contratos do mercado de plano de saúde. Ou seja, abarca
uma pequena parcela dos consumidores. Poderia ser maior, já
que não há restrição legal para
esta reserva. Outra limitação: o consumidor vai
ter que ter dois anos, no mínimo, na operadora atual
para migrar. Nos casos de doenças preexistentes, é
necessário aguardar três anos no plano antigo antes
da mudança para um novo. Mas não deixa de ser
um avanço, embora as empresas negociem compra de carência
para captar clientes. dos consumidores como das associações
de defesa..
MUDANÇAS
1 Portabilidade Ao mudar de empresa, o consumidor
leva para a operadora de plano de saúde de destino o
período de carência e cobertura parcial que foram
cumpridas na operadora de origem.
2 Abril Após publicação da
resolução, as empresas terão 90 dias para
as adaptações. A Federação Nacional
de Saúde Suplementar (FenaSaúde) aguarda a publicação
da norma para poder se manifestar sobre a questão.
3 Similares a portabilidade valerá apenas
para migração entre planos similares. A ANS definirá
a categorização que vai permitir a migração
entre planos com valor e serviços equivalentes.
4 Mensalidades Os pagamentos dos planos de saúde
deverão estar em dia com a operadora de origem para que
haja transferência para a nova empresa. O consumidor deve
ter, pelo menos, dois anos de permanência antes da migração
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PORTABILIDADE
DE CARÊNCIAS EM PLANOS DE SAÚDE
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ASSPREVISITE / IDEC |
15/01/2009
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Segundo
o jornal Folha de São Paulo, a Agência Nacional
de Saúde Suplementar (ANS) promete para hoje (15) a publicação
no Diário Oficial da resolução que regulamenta
a portabilidade de carências de planos de saúde.
A regra começará a vigorar daqui a três
meses, mas valerá somente para contratos individuais
e familiares assinados ou adaptados a partir de janeiro de 1999.
Isso representa 13% dos contratos.
A portabilidade é a possibilidade de o consumidor mudar
de plano de saúde sem cumprir novas carências -
prazo durante o qual não se pode acessar determinados
procedimentos, como consultas, exames e cirurgias.
Não vai ser fácil portar a carência, mesmo
para quem tem contrato para o qual a regra vale. Será
necessário estar na operadora da qual se quer sair por
pelo menos 2 anos e o direito só pode ser exercido no
mês de aniversário do contrato. Se o consumidor
descobriu que tem doença ou lesão considerada
preexistente depois que entrou no primeiro contrato, o prazo
para mudar aumenta para 3 anos.
"A portabilidade de carências é medida que
pode promover concorrência no setor de planos de saúde
e garantir que o consumidor mude de empresa se o serviço
for caro ou mal prestado. Mas não como a ANS a está
implantando, excluindo contratos coletivos ou assinados antes
de janeiro de 1999 e, mesmo para contratos individuais, colocando
várias restrições para o exercício
desse direito", considera a advogada do Idec, Daniela Trettel.
A existência de portabilidade de carências é
uma solicitação antiga dos consumidores, já
exigida pelo Idec desde o início das atividades da Agência
e da Câmara de Saúde Suplementar (órgão
consultivo da ANS), em 2000, quando fazíamos parte de
sua composição.
"Depois de tantos anos de discussão, é decepcionante
uma portabilidade tão restrita", completa Juliana
Fereira, advogada do Idec.
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USUÁRIO
LIVRE DO PRAZO DE CARÊNCIA
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| ASSPREVISITE
/ ESTADO DE MINAS - Por Marinella Castro |
15/01/2009
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A
partir de abril, cliente poderá migrar de operadora com
direito imediato à cobertura de origem. Normas saem hoje
A partir de abril, quando as novas regras sobre a portabilidade
em planos de saúde entram em vigor, 6 milhões
de consumidores poderão migrar de operadora sem cumprir
prazos de carência. A resolução foi divulgada
pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS)
e foi publicada na edição de hoje do Diário
Oficial da União. No ano passado, a ANS recebeu mais
de 11 mil reclamações. A expectativa é
de que a prestação de serviços melhore
com o aumento da livre concorrência, assim como os valores
cobrados, que consomem boa parte do orçamento doméstico.
Os planos serão divididos em faixas, de acordo com o
valor da mensalidade. Para ser liberado do prazo de carência
sem coberturas, que pode chegar a dois anos, ao migrar de operadora,
o consumidor terá de escolher um produto com igual base
de comparação ou mais barato que o de origem.
O Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) lembra que as batalhas
judiciais entre clientes e operadoras não terão
fim com a resolução, já que mais de 70%
dos 40 milhões de usuários da saúde suplementar
fazem parte de convênios coletivos e, portanto, estão
fora da norma. A representante comercial Sirlene Ana de Andrade,
de 46 anos, espera há pelo menos oito anos por uma oportunidade
para trocar de operadora. Vou trocar de plano imediatamente,
comemorou, antes de saber que o seu contrato não estava
listado no benefício.
O caso da representante comercial será compartilhado
por outros 4 milhões de usuários de planos contratados
antes de 1999. Essa é uma falha da portabilidade,
diz Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da Associação
de Defesa do Consumidor (Pro Teste). Sirlene Ana conta que por
várias vezes tentou migrar de operadora, mas não
obteve sucesso. Como tenho doença pré-existente
nenhum plano me aceita sem uma carência mínima
de dois anos. Sendo assim, a única saída
para ela seria pagar por duas coberturas durante o tempo de
vigência da carência. Mas isso é impossível.
Os planos são muito caros, lamenta.
A nova lei vai tornar obrigatório um movimento que já
existe no mercado, de acordo com Arlindo de Almeida, presidente
da Associação Brasileira de Medicina de Grupo
(Abramge). As operadoras já vêm trabalhando
com a compra e negociação de carências.
Não acreditamos que a lei cause um grande movimento no
mercado, porque de modo geral os vínculos com as operadoras
são fortes.
A advogada Marcelle Machado de Souza, de 32 anos, paga R$ 300/mês
pela cobertura individual e também não foi contemplada
pela nova norma, já que seu contrato foi assinado em
1995. A lei só garante o benefício aos planos
novos e por isso terá um efeito pequeno. Muitas pessoas
ficam presas a um plano de saúde exatamente por medo
de ter algum problema no período de carência,
avalia.
Apesar de migrar do plano coletivo para um individual, da mesma
operadora, a dona-de-casa Maria de Lourdes Carvalho foi obrigada
a cumprir alguns meses de carência. Exatamente no intervalo
entre uma operação e outra, ela foi submetida
a uma cirurgia de urgência, pagando do próprio
bolso o procedimento. A garantia da portabilidade é
muito significativa para quem paga por um plano, comenta.
De acordo com a ANS, em casos de urgência e emergência
a carência é de 24 horas.
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ANS
CONFIRMA PRAZO PARA USUÁRIO TROCAR DE PLANO
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| ASSPREVISITE
/ O TEMPO |
15/01/2009
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São Paulo.
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) confirmou
ontem mais limitações para a nova regra da portabilidade,
que dá direito ao usuários de plano de saúde
a mudar de operadora sem ter de cumprir novas carências.
O consumidor terá de ficar dois anos no plano para poder
ter direito ao benefício, ou três anos, se for
portador de uma doença antes da assinatura dos contratos.
Outra limitação confirmada é a de que os
consumidores só poderão realizar a troca uma vez
por ano. A ANS já havia informado que a portabilidade,
que começa a valer em cerca de 90 dias, só beneficiará
clientes de planos individuais e assinados depois de 1998, o
que corresponde a apenas 15% do total de usuários.
O conjunto de regras foi proposto pela agência em setembro
de 2008, passou por consulta pública e foi aprovado anteontem
pela diretoria colegiada do órgão.
Detalhes
2 anos
é quanto o usuário tem que ficar no plano antes
de trocar
1 vez por ano
é o limite da ANS para o usuário mudar de plano
15% do total de usuários
de planos de saúde no Brasil serão beneficiados
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PLANOS
DE SAÚDE: FIM DA CARÊNCIA SÓ BENEFICIA
15%
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| ASSPREVISITE
/ AGÊNCIA ESTADO - Por Marcos Burghi |
15/01/2009
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A
diretoria da Agência Nacional de Saúde Suplementar
(ANS) aprovou a resolução que permitirá
a 6 milhões de consumidores trocar de plano sem ter de
cumprir novas carências, limitações de atendimento
para quem ingressa em convênios médicos. Porém,
eles representam apenas 15% do total.
Hoje as carências para entrar em um novo plano são
de até 300 dias para parto, de até 180 dias para
outros casos e de 24 horas para emergências. A existência
deste limitador dificulta as trocas de plano quando o consumidor
está insatisfeito com os serviços de uma operadora,
diminuindo a concorrência do mercado.
A mudança, que era cobrada há anos por entidades
de consumidores, não atingirá, no entanto, a maioria
dos usuários, pois só vale para os planos individuais
e assinados a partir de 1º de janeiro de 1999, quando começou
a vigorar a Lei dos Planos de Saúde.
Atualmente existem 40,8 milhões usuários de planos
de assistência médica no País e mais de
70% dos contratos são coletivos. Nos últimos anos,
principalmente as grandes seguradoras de saúde deixaram
de oferecer planos individuais, o que dificulta a escolha dos
clientes.
A assessoria de imprensa da ANS informou ontem que ainda estão
pendentes de aval da assessoria jurídica da agência
os prazos de permanência nos planos que serão necessários
para o usuário ter direito à mobilidade com portabilidade,
ou seja, trocar de plano sem cumprir novas carências.
A proposta inicial da ANS, colocada em consulta pública
em setembro de 2008, era de que o consumidor teria de ficar
dois anos no plano para ter direito à mobilidade ou três
anos, no caso dos que tivessem uma doença antes da assinaturas
dos contratos.
De acordo com a assessoria, as definições do prazo
e das datas em que será possível trocar de plano
deverão sair hoje e a publicação do texto
final da nova regra no Diário Oficial da União.
Haverá um prazo de 90 dias para a medida entrar em vigor.
Arlindo de Almeida, presidente da Associação Brasileira
de Medicina de Grupo (Abramge), disse que a entidade aprova
a nova regulamentação. Da maneira que está,
cautelosa, há chance de dar certo. Se fosse muito ampla,
daria muita confusão, afirmou.
Renê Patrota, coordenadora da Associação
de Defesa dos Usuários dos Seguros, Planos e Sistemas
de Saúde, aponta que a norma é muito restritiva.
Os contratos coletivos e antes da lei não deveriam
ficar fora, disse Renê.
O diretor-presidente da ANS, Fausto Pereira dos Santos, não
se manifestou ontem. Quando confirmou as mudanças, ele
destacou que a nova regra não permite nenhum tipo
de discriminação: seja por idade, por sexo, ou
por portar algum tipo de patologia.
O QUE MUDA
O fim das carências: o governo aprovou regra que permite
trocar de plano sem ter restrições de atendimento,
mas ela vale para poucos
Prazo para a regra começar a valer: 90 dias, contados
a partir da publicação no Diário Oficial
Quem irá se beneficiar: 6 milhões de usuários
de planos de saúde individuais e assinados depois de
1º de janeiro de 1999
Outros requisitos para conseguir a portabilidade: estar em dia
com as mensalidades; o plano de origem e aquele em que o usuário
quer ingressar devem ter a mesma classificação,
a ser definida pela ANS, e mesma
faixa de preço
Pontos indefinidos: ainda não está acertado quanto
tempo a
pessoa precisará ficar no plano para poder ter direito
à mobilidade e em que período do ano isto poderá
ser feito
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SITE
DA ANS IRÁ COMPARAR PLANOS DE SAÚDE
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| ASSPREVISITE
/ FOLHA DE S. PAULO - Por Ricardo Westin |
15/01/2009
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Informações
sobre cobertura e rede credenciada permitirão a cliente
mudar de operadora sem cumprir nova carência
Medida está em norma da ANS que proíbe que troca
de convênio médico deixe cliente sem cobertura
no início do novo contrato
Assim que os brasileiros puderem trocar de plano de saúde
sem a obrigação de cumprir novas carências,
em meados de abril, a ANS (Agência Nacional de Saúde
Suplementar) colocará as informações de
todos os convênios médicos oferecidos no país
em seu site.
Por meio de um programa eletrônico, os clientes terão
como consultar as migrações possíveis,
comparar os serviços e escolher os mais vantajosos.
A compilação dos dados no site está prevista
na resolução aprovada anteontem pela agência,
que fiscaliza os planos de saúde. A resolução
proíbe que se exija do cliente o cumprimento da carência
toda vez que se trocar de plano.
Carência é o período inicial em que os contratantes
pagam as mensalidades, mas ainda não têm acesso
a todas as coberturas previstas no contrato.
Minoria coberta
O fim de novas carências, porém, beneficia só
15,5% dos brasileiros com convênio médico. São
aqueles que têm plano individual ou familiar assinado
a partir de 1999, ano em que o mercado de planos de saúde
foi regulado. A norma não beneficia quem tem plano antigo
(anterior a 1999) ou coletivo.
No Brasil, 40,8 milhões de pessoas têm algum tipo
de convênio médico. Os que têm plano individual
ou familiar pós-1999 somam 6,3 milhões.
Há muito tempo aguardada, a mudança -conhecida
como portabilidade de carência- faz com que os clientes
deixem de ser "reféns" dos planos. Muitos temem
migrar de operadora por saber que, assinado o novo contrato,
ficarão temporariamente sem certas coberturas. Para cirurgias,
por exemplo, a carência é de seis meses.
Na edição da ontem, a Folha adiantou com exclusividade
as novas regras, que foram confirmadas pela ANS ontem à
noite. A resolução estará no "Diário
Oficial" da União de hoje.
A migração só poderá ser feita depois
que o cliente ficar dois anos num plano -ou três anos,
se ele tiver doenças ou lesões preexistentes (informadas
no momento do contrato). Cada cliente terá 60 dias por
ano para solicitar a mudança -no mês em que o contrato
faz aniversário e no mês seguinte.
As mensalidades precisarão estar pagas em dia. O novo
plano deverá ser mais barato que o anterior ou de valor
parecido. Nas próximas semanas, a ANS elaborará
as normas que fixarão cada faixa de mensalidade.
Os dados no site da ANS permitirão às pessoas
saber para quais faixas poderão migrar. Os clientes poderão
consultar abrangência geográfica, procedimentos
cobertos, rede médica e hospitalar credenciada e preços
de cada plano das 1.600 operadoras do país.
Concorrência
As empresas aprovaram as normas. Segundo Arlindo de Almeida,
presidente da Abramge (Associação Brasileira de
Medicina de Grupo), haverá uma "concorrência
sadia" -as operadoras oferecerão melhor serviço
para não perder cliente.
Ele, no entanto, crê que poucos deixarão seus convênios:
"As pessoas já têm uma ligação
grande com os médicos [da rede credenciada], muitas delas
estão em tratamento, há um relacionamento intenso.
Elas não vão querer mudar".
Segundo o Idec, entidade de defesa do consumidor com sede em
São Paulo, as operadoras não se opuseram porque,
na prática, pouca coisa mudará. "Muitas já
aceitam clientes de outras empresas sem impor carência,
principalmente se eles são jovens e saudáveis",
diz Karina Grou, advogada do Idec.
Para ela, as regras não têm sentido porque não
beneficiam as 34,5 milhões de pessoas que têm plano
antigo ou coletivo.
Mudança não vale para os planos coletivos
A ANS espera beneficiar também os clientes de planos
de saúde coletivos, que não foram contemplados
pela norma que extingue a exigência de nova carência
na troca de operadora.
"Estamos discutindo formas de aprimorar os planos coletivos,
como fizemos com os individuais. Mas ainda não temos
prazos", diz Hésio Cordeiro, um dos diretores da
ANS.
Os planos coletivos são firmados entre uma empresa ou
sindicato, por exemplo, e uma operadora de saúde. A agência
não interfere por ser relação entre pessoas
jurídicas, teoricamente com poderes de negociação
semelhantes.
Esses, porém, são os planos em maior número
-30 milhões de brasileiros têm convênio coletivo
(novo ou antigo).
Também não foram beneficiados pela portabilidade
os 11,1 milhões de clientes de planos antigos (anteriores
a 1999)
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O
PESO DOS CUSTOS NA SAÚDE
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| ASSPREVISITE
/ GAZETA DO POVO - Por Marcial Carlos Ribeiro |
15/01/2009
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As
alternativas para a sobrevivência da saúde privada
estão aí, à vista de todos. A primeira
é hospitais e planos de saúde deixarem de se olhar
com tanta desconfiança
É um assunto recorrente. Uma doença crônica.
E os remédios e terapias que vêm sendo administrados,
ano após ano, não resolvem o problema porque não
são soluções técnicas, mas ocasionais.
O problema de saúde do brasileiro, agora, corre o perigo
de não ficar restrito somente àqueles dependentes
do SUS. Os usuários dos planos de saúde estão
na iminência de serem afetados por uma delicada questão:
os custos da medicina e a equação qualidade de
atendimento e menor preço.
A evolução tecnológica da medicina tem
aumentado significativamente os custos dos exames. E a queda-de-braço
entre usuários dos convênios, hospitais e as operadoras
crescem na mesma proporção destes custos. A prova
pode ser medida nos balcões do Procon, onde os titulares
dos planos vão se queixar do atendimento ou da falta
de cobertura que os planos não oferecem quando o usuário
precisa.
É uma equação complexa que precisa, necessariamente,
de compreensão de todos os envolvidos de que se alguma
coisa não for feita as atuais gestões, tanto de
hospitais, quantos dos planos de saúde, correm sério
risco. Se isto acontecer, os que hoje são titulares de
convênios só terão uma saída: recorrer
ao serviço público de saúde, aumentando
ainda mais o caos que hoje há no sistema.
Assim, é preciso compreensão e consciência,
principalmente de hospitais e convênios, de que já
passou da hora de agir. Mas ainda há tempo de esses dois
atores perceberem que se não atuarem juntos vão
perder muito.
As alternativas para a sobrevivência estão aí,
à vista de todos. A primeira é prestadores e compradores
de serviços, hospitais e planos de saúde não
se olharem com desconfiança. Ao assumirmos a administração
do Hospital São Vicente notamos que as contas enviadas
aos convênios são vistas com descrédito
e isso leva a um processo em que, para certificação
delas com auditorias, o custo aumenta para hospitais e planos.
Ao iniciar uma relação de confiança, unificando
os sistemas de auditorias, poderemos chegar em curto tempo à
seguinte equação: os hospitais cobram o preço
justo e o plano paga o preço justo. Acredito que esta
iniciativa possa resultar numa outra: os hospitais procurarem
se distinguir para o público no binômio qualidade
de atendimento e menor preço.
Outra ação que deve ser tomada é os hospitais
e profissionais médicos trabalharem com os protocolos
médicos. Os protocolos são procedimentos reconhecidos
mundialmente que, se seguidos, possibilitam um resultado para
o paciente e um acompanhamento melhor dos custos por hospitais
e convênios. Além disso, o usuário deve
lutar para que as instituições hospitalares e
médicos adotem o prontuário eletrônico,
uma revolução na relação paciente-médico-hospitais.
Num CD ou num pen drive o paciente leva consigo todo o seu histórico
clínico e também os exames de imagem. Isto evita
que ao consultar um médico, especialmente para pedir
uma segunda opinião, sejam requisitados exames já
realizados. A diminuição de custos será
enorme, beneficiando todo o sistema de saúde. Nosso hospital
já adotou o prontuário eletrônico e tivemos
uma redução significativa nos custos porque no
São Vicente os exames dos pacientes estão disponíveis
em rede de computador, eliminando-se, por exemplo, o uso de
filmes. O médico vê e analisa a ressonância
magnética de qualquer computador com total segurança
para ele e para o paciente.
É a relação de confiança entre os
envolvidos na saúde que pode salvar o sistema de saúde
que, embora muitos talvez não tenham percebido, está
ficando cada vez mais doente. A continuar como está,
com os custos subindo, com volume enorme de exames repetitivos
e muitas vezes desnecessários e as glosas dos convênios,
não tenho dúvida: muitos hospitais vão
entrar em processo de falência e os convênios ou
vão sumir ou serão absorvidos, com prejuízo
para quem paga: o usuário.
Estamos convidando os planos de saúde e os gestores de
hospitais a colocar em discussão conclusões de
recente reunião que contou com a participação
de convênios e de hospitais no segundo semestre de 2008,
em Comandatuba, e que pretende ser à base da solução
do problema, de modo a evitar a derrocada do sistema de saúde
no Brasil.
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LEI
QUE BLOQUEIA LIGAÇÕES INDESEJADAS
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| ASSPREVISITE
/ PROCON - SP |
15/01/2009
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O
governador José Serra regulamentou a Lei 13.226, que
cria o Cadastro para Bloqueio do Recebimento de Ligações
de Telemarketing no Estado de São Paulo. O decreto, divulgado
no Diário Oficial do Estado de 31 de dezembro, entrará
em 90 dias.
O objetivo da lei é proteger os cidadãos que não
desejam receber ligações de empresas de telemarketing
ou de estabelecimentos que se utilizem deste serviço.
Ela beneficia usuários de telefonia fixa e celular, com
DDD do Estado de São Paulo, independentemente da localização
da empresa. "Se o número do telefone do consumidor
é do Estado de São Paulo, ele estará protegido.
Não importa se a empresa que fez a ligação
seja de outro estado ou que tenha feito um interurbano",
explica o diretor-executivo da Fundação Procon-SP,
Roberto Pfeiffer.
Para fazer parte do Cadastro Estadual para Bloqueio do Recebimento
de Ligações de Telemarketing, será necessário
que o titular da linha faça a solicitação
formal junto à Fundação Procon-SP. Isso
poderá ser feito, a partir de 31 de março de 2009,
por meio de um formulário que será disponibilizado
no site ( www.procon.sp.gov.br) ou pessoalmente, nos postos
do Poupatempo.
Será necessário fornecer: nome ou Razão
Social (no caso de empresa privada); número do RG ou
Inscrição Estadual; número do CPF ou CNPJ;
endereço; CEP; telefone a ser cadastrado; e e-mail (quando
houver). Após o registro dos dados, o consumidor receberá
uma senha para consulta e eventuais alterações
do cadastro.
A lei determina que o consumidor passará a ter as ligações
de telemarketing "bloqueadas" a partir do 30º
dia de ingresso no cadastro. O usuário poderá
solicitar a qualquer momento sua exclusão ou inclusão.
Os fornecedores e as empresas de telemarketing deverão
se cadastrar para poder consultar a lista de inscritos. Terão
acesso apenas ao número do telefone os outros
dados serão mantidos sob sigilo.
O consumidor poderá manter o bloqueio às ligações
gerais, mas autorizar receber o contato de determinadas empresas,
à sua escolha. Para tanto, deverá preencher autorização
por escrito e com prazo determinado, conforme modelo a ser definido
pelo Procon-SP. Segundo o decreto, cabe à empresa "custodiar
o documento durante sua vigência".
Denúncia
O titular da linha que aderir ao cadastro e, mesmo assim, receber
uma ligação de telemarketing poderá comunicar
o fato ao Procon-SP, no prazo de 30 (trinta) dias. A empresa
que não respeitar o cadastro estará sujeita às
sanções previstas no Código de Defesa do
Consumidor. A lei não se aplica às entidades filantrópicas
que utilizem telemarketing para angariar recursos
próprios.
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CALL
CENTER: REGRAS SÃO DESRESPEITADAS
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| ASSPREVISITE
/ ESTADO DO MARANHÃO |
15/01/2009
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Rio
- Aborrecimentos ainda atormentam consumidores que não
demonstram sentir os efeitos da nova lei dos Serviços
de Atendimento ao Cliente (SACs) em vigor desde 1º
de dezembro de 2008. Segundo pesquisa do Instituto Brasileiro
de Relações com o Cliente (IBRC), os três
piores SACs pertencem às empresas de TV por assinatura
(63%), telefonia fixa e móvel (54%) e transportes
terrestres (41%). O resultado também não absolve
o atendimento de financeiras, bancos e empresas de aviação,
apesar de estas apresentaram resultados um pouco melhores.
O presidente do IBRC, Alexandre Diogo, destacou que as empresas
de transportes terrestres, em sua maioria, sequer têm
SAC. Os bancos, seguradoras e planos de saúde,
pelo menos, estão se esforçando para se adaptar
à nova lei, ponderou.
Diogo ressaltou ainda que o consumidor deve ficar atento ao
número do serviço de atendimento ao cliente, já
que as regras do Decreto nº 6.523 valem para atendimento,
informações e pedidos de cancelamento, mas só
pelo número do SAC, que muitas vezes não é
divulgado. O presidente recomenda que o consumidor denuncie
as irregularidades. Os Programas de Orientação
e Proteção ao Consumidor (Procons) estão
agindo, assinalou.
Só uma das empresas de telecomunicações,
segundo Alexandre Diogo, já recebeu 14 notificações,
que vão gerar processos. A multa varia de R$ 200 a R$
3 milhões. E das nove empresas de telefonia testadas,
apenas Vivo e Intelig foram aprovadas pelo instituto. Em São
Paulo, as empresas de TV por assinatura já receberam
mais de 100 autuações. O processo leva em média
de 15 a 40 dias para ser concluído.
MAU ATENDIMENTO
Uma das vítimas do mau atendimento foi a estudante Daniele
Barbosa. No último fim de semana, além de ser
assaltada e ter a carteira roubada, passou pelo drama de ter
de confirmar pessoalmente o cancelamento dos cartões
de crédito na agência bancária do HSBC,
já que o SAC não resolveu. Foram mais de
40 minutos de espera ao telefone até chegar ao serviço
de bloqueamento do cartão. Depois, o sistema ficou fora
do ar. Não recebi um protocolo de atendimento com a confirmação
do operação. Por isso, tive de ir à agência
na segunda-feira, queixou-se a estudante.
Sempre que houver menu eletrônico, as opções
de reclamações e de cancelamento têm de
estar entre as primeiras alternativas. O analista de Marketing
Fabio Portnoj conta que a Net lhe negou a cópia da gravação
do telefonema em que ficou acertada uma promoção
de seis meses, que só durou três. Foi a Net
que entrou em contato comigo para oferecer um pacote que me
daria, por seis meses, mais canais disponíveis, além
dos contratados, mas isso não aconteceu, reclamou.
Sei que, pela lei, tenho direito a esta gravação.
Porém, já cansei de ligar para a Net e tenho de
ouvir várias vezes a mesma história. Desisti,
relatou desanimado.
A melhor saída para o cliente é procurar as agências
reguladoras dos respectivos setores. Só o Procon
pode aplicar multa, explicou o subsecretário do
Procon-RJ, José Teixeira Fernandes, acrescentando que
a instituição começará a notificar
as empresas na segunda-feira. Recebemos várias
reclamações do mesmo tipo nas mesmas empresas.
Por isso, estamos reunindo todas para, até sexta-feira,
mover as ações judiciais, informou. As maiores
queixas, segundo Fernandes, são das empresas de telefonia
móvel e fixa e de TV a cabo.
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LEI
SOBRE LETRA DE MÉDICO NASCERÁ MORTA
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| ASSPREVISITE
/ CFM - Por José Hiran da Silva Gallo |
15/01/2009
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O
Diário Oficial da Assembléia Legislativa de Rondônia,
em sua edição de 17 de dezembro de 2008, na página
93, publica o projeto de lei do deputado Euclides Maciel que
propõe que se torne obrigatória a expedição
de receitas médicas e odontológicas digitadas
em computador.
O projeto, que pretende garantir direito aos pacientes, nada
tem de original uma vez que o Código de Ética
Médica, em seu artigo 39, já impõe ao médico
o dever de prescrever em letra legível, e já há,
como foi citado pelo deputado proponente em sua justificativa,
legislação pertinente sobre o assunto. Todavia,
todos exigem legibilidade da escrita, jamais obrigatoriedade
de que ela seja redigida em computador.
O passo inovador que o parlamentar está tentando dar,
por sinal copiado parcialmente do que já fizeram outros
colegas seus de outros estados, claudica em um ponto vital para
qualquer norma ou lei que é a sua praticabilidade. Ou
seja, de como será possível obedecê-la na
prática. E mais: se, em certos casos, obedecê-la
(e leis existem para serem obedecidas) não causará
danos maiores para aqueles cujo propósito é beneficiar.
Sabidamente, grande parte das redes pública e privada
de unidades de saúde de Rondônia (e do Brasil)
não alcançaram o nível de informatização
desejável para proporcionar aos médicos e odontólogos
computadores que possibilitem o cumprimento da tal lei que o
deputado quer aprovar. Há unidades de saúde que
faltam medicamentos e materiais básicos como analgésicos,
antiinflamatórios, ataduras e gases, por exemplo. Computadores
em todos os consultórios médicos e odontológicos
do Estado, deputado? Que falta de conhecimento de nossa realidade...
O que vai acontecer, senhores deputados, é que muitos
pacientes, que por vezes esperam em longas filas desde a madrugada
para uma consulta médica ou odontológica podem
ter seu atendimento negado por esses profissionais se não
existirem computadores e impressoras disponíveis para
que possam prescrever suas receitas conforme a lei proposta
determina, ou se esses equipamentos estiverem com defeito, ou
ainda se faltarem papel e/ou tinta na impressora. Como se não
bastasse tantas deficiências do sistema de saúde,
ainda ter que depender de condições como estas
para ser atendido é demais para quem tanto sofre nas
filas a espera de assistência médica e odontológica
na rede pública. Inaceitável!
E mais: o médico ou o dentista que negar o atendimento
alegando falta de condições, no âmbito da
informática, para prescrever seu paciente, estará
sendo negligente? Eis o dilema: se ele desobedecer a lei que
o deputado Euclides propôs, prescreverá a receita
manuscrita, portanto correrá o risco de pagar multa por
isto e ainda ser submetido a constrangimento; se obedecer, ou
seja, não atender o paciente por falta de computador,
estará infringindo o Código Civil e o Código
de Ética Médica, posto que negará atendimento
ao paciente por falta de condições materiais para
fazê-lo conforme determina a tal lei. Negligência
médica é coisa séria demais para estar
sujeita a dilemas impostos por leis um absurdo!
Senhores deputados, senhoras e senhores, é evidente e
incontestável que as prescrições médicas
e odontológicas devam ser legíveis. Aliás,
a função essencial da letra é ser legível.
Não há como discordar que o problema existe; que
entendimento errôneo de uma prescrição pode
causar danos ao paciente. Todavia, a solução,
com certeza, não passa por uma imposição
legal nos moldes da que pretende o deputado Euclides, que sequer
consultou os representantes das entidades médicas para
buscar, com a ajuda deles e das instituições que
eles representam, uma solução factível
para a questão. O remédio prescrito pelo deputado,
através de seu projeto de lei, para tratar o problema
está vencido por falta de meios de administrá-lo
do jeito que ele deseja. E se for administrado, senhores deputados,
poderá ser veneno e causar danos aos pacientes em algumas
situações.
Apelamos aos nossos deputados para que em nome do bom senso
e, principalmente, do povo mais sofrido de nossa Rondônia,
não transformem esse projeto impróprio, redigido
como esta, em lei. Do contrário, a tal lei terá
mau prognóstico: nascerá morta.
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MUDANÇA
NÃO VALE PARA OS PLANOS COLETIVOS
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| FOLHA
DE S. PAULO |
15/01/2009
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A
ANS espera beneficiar também os clientes de planos de
saúde coletivos, que não foram contemplados pela
norma que extingue a exigência de nova carência
na troca de operadora.
"Estamos discutindo formas de aprimorar os planos coletivos,
como fizemos com os individuais. Mas ainda não temos
prazos", diz Hésio Cordeiro, um dos diretores da
ANS.
Os planos coletivos são firmados entre uma empresa ou
sindicato, por exemplo, e uma operadora de saúde. A agência
não interfere por ser relação entre pessoas
jurídicas, teoricamente com poderes de negociação
semelhantes.
Esses, porém, são os planos em maior número
-30 milhões de brasileiros têm convênio coletivo
(novo ou antigo).
Também não foram beneficiados pela portabilidade
os 11,1 milhões de clientes de planos antigos (anteriores
a 1999).
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PLANOS
DE SAÚDE: SAIBA O QUE MUDA COM A AOPROVAÇÃO
DA PORTABILIDADE
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| UOL
/ INFOMONEY |
15/01/2009
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SÃO
PAULO - A partir de abril deste ano, os beneficiários
de planos de saúde (individuais/familiares) - contratos
após 1º de janeiro de 1999 - poderão mudar
de operadora, sem precisar cumprir novamente a carência
cumprida no plano anterior.
A Resolução Normativa da ANS (Agência Nacional
de Saúde Suplementar), publicada no Diário Oficial
da União desta quinta-feira (15), prevê que as
operadoras terão 90 dias (até abril) para se adaptar
à nova regra. De acordo com a Agência, "o
projeto de mobilidade com portabilidade é um importante
estímulo à concorrência no mercado de saúde,
permitindo que os clientes tenham mais liberdade de escolha".
Entenda o que muda
Atualmente, quem possui um plano de saúde individual
pode cancelá-lo em qualquer momento e contratar um plano
em outra operadora. Porém, antes da nova resolução,
mesmo que o período de carência já tivesse
sido cumprido no plano anterior, era preciso esperar novos 180
dias para ter direito a exames mais elaborados, internações
e cirurgias e 300 dias para parto.
A partir de abril, será possível migrar para outra
operadora e ter acesso imediato a todos os procedimentos médicos,
desde que se esteja dentro das regras exigidas pela portabilidade.
São elas:
estar em dia com a mensalidade;
estar há pelo menos 2 anos na operadora de origem ou
3 anos caso tenha cumprido a cobertura parcial temporária
ou nos casos de doenças e lesões pré-existentes.
Além disso, a partir da segunda portabilidade, o prazo
de permanência passa a ser de 2 anos para todos os beneficiários;
solicitar a modalidade apenas no período entre o mês
de aniversário do contrato e o mês seguinte.
Planos equivalentes
Para evitar abusos, a ANS determinou que a portabilidade de
carências só será permitida em planos de
saúde compatíveis, ou seja, o beneficiário
só poderá mudar para um plano que tiver abrangência
geográfica, segmentação assistencial, tipo
de contratação e faixa de preço semelhantes
ao qual ele já é cliente.
Caberá à Agência determinar quais planos
são compatíveis com quais. Para orientar o consumidor,
a ANS disponibilizará um aplicativo onde o beneficiário
poderá consultar os planos semelhantes para fins de portabilidade.
Caso o usuário queira mudar do plano atual para um plano
de faixa superior, a portabilidade não será possível.
Se optar por trocar de operadora, o beneficiário precisará
cumprir todos os prazos de carência novamente. Caso o
beneficiário opte por mudar de faixa na mesma operadora,
esta não poderá dar cobertura parcial temporária
às doenças e lesões preexistentes, mas
poderá exigir o cumprimento dos períodos de carência
previstos.
Ainda de acordo com a ANS, não haverá taxa para
solicitar a portabilidade, e o plano de destino começa
a vigorar 10 dias após a aceitação da nova
operadora. As operadoras que não cumprirem as regras
poderão ser multadas em até R$ 50 mil. |
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CAPITAIS
ESTRANGEIROS NA ASSISTÊNCIA À SAÚDE
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| EX-LIBRIS
- Por Rodrigo Alberto Correia da Silva |
15/01/2009
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Rodrigo
Alberto Correia da Silva*
O desenvolvimento das atividades de assistência à
saúde cada dia mais depende de financiamento para sustentar
a incorporação de novas e importantes tecnologias
que nos mantêm vivos e saudáveis por mais tempo.
No Brasil, precisamos rapidamente de financiamento volumoso
para: ampliar a disponibilidade de serviços de saúde
pela iniciativa privada, pois o sistema público SUS não
consegue atender a população nacional tanto qualitativa
quanto quantitativamente e não há recursos públicos
suficientes para alterar esta realidade e, não perdermos
o bonde do Turismo Médico Internacional que já
abordamos em artigo anterior.
Aprendemos com Thomas Friedman em O Mundo é Plano
que os capitais viajam livremente entre os países em
busca de oportunidades em que a equação risco/retorno
seja mais favorável. Estes capitais são abundantes
e quando aportados na forma de investimentos diretos trazem
grandes benefícios para as populações locais
gerando empregos, desenvolvimento tecnológico, impostos
etc.
O Brasil é atrativo pela demanda reprimida e pelas oportunidades
no turismo médico. Os riscos existem, mas não
são intransponíveis, pois ao final somos uma democracia
estável e uma economia emergente com iniciativa privada
estruturada.
Porém, no Brasil não são permitidos investimentos
estrangeiros em assistência à saúde por
força do artigo 199, parágrafo 3º, da Constituição
Federal: É vedada a participação
direta ou indireta de empresas ou capitais estrangeiros na assistência
à saúde no País, salvo nos casos previstos
em lei.
O que foi reiterado e regulamentado pela Lei 8080/90, que só
permitiu a participação estrangeira para serviços
de saúde mantidos por empresas para o atendimento de
seus funcionários ou dependentes.
Estes dispositivos foram promulgados por preocupações
com a segurança nacional dada a importância da
atenção à saúde. Porém, esta
lógica não faz o menor sentido,
pois os serviços de saúde seriam obrigatoriamente
instalados no Brasil, com ativos no Brasil e operados por profissionais
habilitados e residentes no Brasil, ou seja, estariam a todo
tempo subordinados à soberania brasileira.
Esta proibição é controvertida dos pontos
de vista social, econômico e da segurança nacional
e temos que avaliar a sua validade no nosso sistema constitucional.
O artigo 5º caput da Constituição Federal
define a igualdade de todos perante a lei. Não seria,
portanto, tolerável à desigualdade entre empresas
de capital nacional e empresas de capital estrangeiro.
Entretanto, o artigo 199 da nossa Constituição
possui a mesma hierarquia e a mesma força
que o artigo 5º, e estabelece que não poderia restringir
sua eficácia, conforme o entendimento pacificado de que
não há artigos inconstitucionais na própria
constituição devendo todos serem aplicados em
equilíbrio.
Portanto, é válido um movimento do Congresso Nacional
para realizar esta importante emenda à Constituição
e destravar investimentos em uma atividade em que o Brasil tanto
necessita.
* Rodrigo Alberto Correia da Silva é sócio do
escritório Correia da Silva Advogados, presidente dos
Comitês de Saúde da Câmara Britânica
de Comércio (BRITCHAM) e da Câmara Americana de
Comércio (AMCHAM), advogado de diversas associações
de classe e empresas de produtos e serviços de saúde
e Mestre em Direito pela Pontifícia Universidade Católica
de São Paulo (PUC-SP) e autor do livro Regulamentação
Econômica da Saúde rodrigo@correiadasilva.com.br |
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JANEIRO| 2009 |
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16
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UNIVERSIDADE
CORPORATIVA: MBAS DE GESTÃO NA ÁREA DA SAÚDE |
Os
cursos de especialização começam em março
de 2009 e têm aproximadamente um ano e nove meses de duração
São Paulo, novembro de 2008 Com foco em administração
e gestão de empresas na área da saúde,
a Universidade Corporativa Abramge e seus parceiros abrem inscrições
para dois MBAs em 2009: Gestão de Promoção
de Saúde e Qualidade de Vida nas Organizações
e Gestão de Planos de Saúde. Pioneiros do gênero
no País, ambos os cursos de pós-graduação
lato sensu têm aprovação do Ministério
da Educação e Cultura MEC.
Os MBAs são realizados na sede da Universidade Corporativa
Abramge, em aulas quinzenais às sextas-feiras e sábados,
das 19 horas às 22h30
e das 8h30 às 16h30, respectivamente. Os pré-requisitos
básicos para inscrever-se nos cursos são: currículo
profissional, diploma de curso superior, proficiência
na língua inglesa, além da aprovação
no Processo Seletivo, que inclui inscrição e entrevistas.
Veja abaixo mais detalhes dos MBAs da Abramge.
· Gestão de Promoção
de Saúde e Qualidade de Vida nas Organizações
Em parceria com a Associação Brasileira de Qualidade
de Vida ABQV e o Centro Universitário São
Camilo, essa especialização é voltada para
profissionais que atuam nas áreas de saúde, bem-estar,
recursos humanos, responsabilidade social, benefícios
e qualidade de vida nas organizações. O curso
alia a formação em bases de gestão
como gestão de projetos, marketing e finanças
às técnicas de implantação,
gerenciamento e avaliação de programas de promoção
de saúde e qualidade de vida nas corporações.
A coordenação é de Alexandre F. M. Lourenço,
presidente do Sinamge (Sindicato das Empresas de Medicina de
Grupo), em conjunto com Alberto José Niituma Ogata, presidente
da ABQV e André Roncaglia de Carvalho, coordenador de
MBAs do Centro Universitário São Camilo.
Entre as disciplinas presentes na grade curricular destacam-se:
Fundamentos do Processo Administrativo; Sistema de Saúde
Pública e Suplementar; Bases Conceituais em Promoção
de Saúde; Bases em Programas de Qualidade de Vida; Envelhecimento
Saudável; Gestão Avançada de Programas,
entre outras.
Carga Horária: 500 horas/aula, aproximadamente vinte
e um meses.
Cronograma: início 06/03/2009; término
11/12/2010; prazo para entrega do trabalho de conclusão
de curso 120 dias após o término das aulas.
Processo Seletivo: inscrições 03/11/2008
a 16/01/2009; análise do currículo 19 a
30/01/2009; entrevista 02 a 17/02/2009; matrícula
18/02 a 05/03/2009.
· Gestão de Planos de
Saúde
Em parceria com o Centro Universitário São Camilo,
o curso c apacita e prepara profissionais para atuar em posições-chave
na gestão de planos de saúde.
Além disso, qualifica executivos da área de atendimento
hospitalar e domiciliar para negociações de alto
nível com empresas de planos de saúde. O curso
congrega a formação em bases de gestão
como gestão de projetos, marketing e finanças
às técnicas de administração
em empresas de saúde suplementar, para lidar com soluções
adequadas para melhoria da produtividade, do ambiente empresarial
e das ferramentas de gestão.
Coordenado por Alexandre F. M. Lourenço, presidente do
Sinamge (Sindicato das Empresas de Medicina de Grupo), e André
Roncaglia de Carvalho, responsável pelos cursos de MBAs
do Centro Universitário São Camilo.
Entre as disciplinas presentes na grade curricular estão:
Sistema de Saúde e Regulamentação da Saúde
Suplementar; Gestão Financeira e Orçamentária
na área da Saúde; Aspectos Econômicos Influenciadores
da Saúde Suplementar; Contabilidade Gerencial e Custos
Aplicados à Operadoras de Planos de Saúde; Marketing
e Análise de Mercado da Saúde; Tecnologia da Informação
em Saúde Suplementar; Introdução ao Direito
para Gestores da Saúde Suplementar; Operação
de Empresas de Saúde Suplementar, entre outras.
Carga Horária: 540
horas/aula, aproximadamente vinte e um meses.
Cronograma: início
13/03/2009; término 18/12/2010; prazo para
entrega do trabalho de conclusão do curso 120
dias após o término das aulas.
Processo Seletivo: inscrições
10/11/2008 a 23/01/2009; análise do currículo
27/01/2009 a 06/02/2009; entrevistas: 18/02 a 06/03/2009;
matrícula: 07 a 12/03/2009 .
Para fazer inscrições e obter mais informações
sobre os cursos de MBA da Universidade Corporativa Abramge acesse
- www.mbagestaosaude.org.br
ou envie e-mail para
eventos@abramge.com.br ou telefone para (11) 3289-7511 com
Nalva.
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24
a 28
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27ºCIOSP:
CONGRESSO INTERNACIONAL DE ODONTOLOGIA DE SÃO PAULO |
27º
CIOSP Oportunidade ímpar de ter O mundo
do conhecimento em suas mãos -
De 24 a 28 de janeiro de 2009, a Odontologia tem um encontro
marcado e imperdível: 27º Congresso Internacional
de Odontologia de São Paulo, o CIOSP. Carinhosamente
chamado de Congressão, o evento tem sido
pensado e preparado especialmente para oferecer o que há
de melhor e mais atual para o profissional que tem a consciência
de que, hoje, o mercado está cada vez mais exigente e,
por isso, é preciso competência e, principalmente,
muito conhecimento. Conhecimento que só pode ser adquirido
com a especialização e atualização
constante.
E foi pensando nessa exigência do mercado que a grade
científica do 27º CIOSP foi conceituada e elaborada,
com uma programação voltada essencial-mente para
alcançar rapidamente o conhecimento científico.
Será um ambiente bastante propício para estabelecer
contato com temas atuais e importantes para o dia-a-dia do consultório
e, ainda, para trocar informações e experiências
com outros profissionais e professores renomados do cenário
da Odontologia nacional e internacional.
A partir desta edição, o APCD Jornal inaugura
uma seção especial sobre o 27º CIOSP, com
o objetivo de oferecer uma visão mais detalhada dos temas
que fazem parte da grade científica do evento, com a
parti-cipação dos próprios professores
responsáveis pelos cursos oferecidos durante o "Congressão".
Para co-meçar, o coordenador da Comissão Científica,
José Ranali, falou ao APCD Jornal sobre o temário
geral do congresso e as novidades que o congressista encontrará
na 27ª edição do evento.
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MARÇO| 2009 |
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16
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CETAO:
CURSO DE AUDITORIA EM ODONTOLOGIA |
O
CETAO oferece um curso preparatório para os profissionais
que desejam fazer carreira no setor de saúde suplementar
Em novembro, a Agência Nacional de Saúde Suplementar
(ANS) promoveu no Rio de Janeiro, na sede do Banco Nacional
de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o Primeiro
Encontro sobre Saúde Bucal na Saúde Suplementar.
Com a participação de cerca de 400 representantes
de operadoras e de prestadores de serviços odontológicos
de todo o Brasil, o evento discutiu o panorama econômico-financeiro
do segmento, a promoção, a prevenção
e o padrão de Troca de Informações em Saúde
Suplementar (TISS).
Hoje, no Brasil, cerca de 50 milhões de pessoas têm
plano de saúde. Destas, 10 milhões têm planos
exclusivamente odontológicos. Segundo dados da ANS, a
maior parte dos beneficiários de planos odontológicos
está no Sudeste, com destaque para as regiões
metropolitanas de São Paulo e Rio de Janeiro, que juntas,
representam mais de 30% desse segmento. Outras cidades que se
destacam neste setor são Salvador, Belém e Curitiba.
Com a consolidação do setor de saúde
suplementar e a expansão dos planos odontológicos,
uma nova carreira foi aberta para o cirurgião-dentista,
a do auditor odontológico. Acompanhando as tendências
deste novo mercado, abrimos um Curso de Auditoria em Odontologia
para preparar adequadamente este novo profissional, que prestará
serviços para um plano de saúde odontológico,
destaca o Prof° Dr. Alênio Calil Mathias, membro do
conselho diretivo do CETAO, Instituição de Ensino
Superior Extensão e Pós-Graduação
em Odontologia.
Dentre as atribuições do auditor da área
odontológica estão a análise do plano de
tratamento proposto pelo cirurgião-dentista credenciado,
o acompanhamento e a análise da documentação
odontológica, verificando sua consistência, indicação
e ocasião da realização do tratamento.
Este profissional é capacitado para conferir a
adequação e o cumprimento dos requisitos acadêmicos
dos procedimentos feitos, sem desrespeitar a indicação
do clínico, porém, adequando estes aos autorizados
pelas operadoras, conforme o plano contratado, visando sempre
compatibilizar a preservação da saúde dental
e sistêmica do paciente com o que de melhor o plano oferece.
Caso haja algum questionamento em relação
ao que foi determinado pelo dentista que atende o beneficiário,
o problema é discutido com o auditor odontológico,
explica o Prof. Elias Cecílio Neto, coordenador do Curso
de Auditoria em Odontologia do CETAO.
As habilidades de comunicação e de negociação
deste profissional devem ser aprimoradas, porque na auditoria
odontológica, a interação com pacientes,
com especialistas de ponta e com outros colegas de profissão
é muito maior, diz o Prof. Elias Cecilio Neto,
que é perito auditor pela FUNDECTO. Este profissional
também deve estar inteirado sobre as novidades em procedimentos
e técnicas odontológicas, deve conhecer a
legislação da área, ter conhecimentos básicos
de estatística, informática e gestão empresarial
para fazer o controle e a previsão do mercado e saber
transmitir estes dados à diretoria da empresa.
Para fazer o Curso de Auditoria em Odontologia basta ser
dentista, mas para ser Auditor Odontológico é
necessário ser muito mais do que dentista. Procuramos
transmitir aos alunos do curso a nossa visão e a nossa
experiência prática sobre a profissão. É
preciso um conhecimento mais profundo das diversas especialidades,
atualização constante, ética, compromisso
legal e administrativo para se fazer auditoria odontológica
com qualidade, afirma o Prof. Elias Cecilio Neto.
Informações sobre o curso
O Curso de Auditoria em Odontologia tem início no dia
16 de março e se estenderá até o dia 22
de junho de 2009, sempre às segundas-feiras, quinzenalmente,
entre 19:00 e 22:00 horas. Para obter mais informações
é só entrar em contato pelos telefones (11) 5051
2370/ 5051 6209, ou pelo e-mail: cetao@cetao.com.br.Este
endereço de e-mail está protegido contra spam
bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para
poder visualizar o endereço de email O conteúdo
programático completo do curso está disponível
no site do CETAO: www.cetao.com.br
SERVIÇO:
O CETAO é uma Instituição de Ensino Superior,
reconhecida pelo Ministério da Educação,
que promove cursos de extensão e especialização
em Odontologia. Fundada há 10 anos, está presente
em 07 países, ministrando cursos para dentistas no Brasil
e no exterior.
CETAO - Centro de Estudos Treinamento e Aperfeiçoamento
em Odontologia.
Avenida Indianópolis, 153, Moema. São Paulo.
Tel: (11) 5051 2370/ 5051 6209.
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| QUADRO
DE CIRCULARES |
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Associado,
não deixe de ler as mais recentes circulares do SINOG
-
Circular 003/09 - Contribuição
Sindical Patronal 2009
- Circular 002/09 - Instrução
Normativa - IN Conjunta Nº 1 da ANS, de 30 de Dezembro
de 2008
- Circular 001/09 - Resolução
Normativa - RN Nº 185 da ANS, de 30 de Dezembro de 2008
- Circular 102/08 - Resumo
Prático de Dezembro/2008
- Circular 101/08 - Instruções
Normativas - IN Nºs 17, 18, 23 e 24
- Circular 100/08 - Resoluções
Normativas - RN Nºs 182, 183 e 184, da ANS, de 19/12/1008
- Circular 099/08 - Instrução
Normativa IN Nº 17 da ANS, de 19/12/2008
- Circular 098/08 - Instrução
Normativa IN Nº 16 da ANS, de 12/12/2008
- Circular 097/08 - Prêmio
Sinog de Odontologia - 8ª Edição
O acesso a esta área do site SINOG é restrito
a associados. Somente pessoas autorizadas na empresa possuem
a senha de acesso. Caso sua empresa ainda não a tenha,
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As
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deste Clipping de Notícias, podendo estender o alcance
dos destinatários a todos os seus colaboradores. Basta
solicitar a inclusão utilizando o formulário abaixo.
O envio automático será feito com o auxílio
do programa instalado no seu computador (Outlook ou similares).
Caso tenha dificuldades em enviar este formulário, relate
AQUI.
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CLIPPING
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TAMBÉM
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Elaboração:
SINOG - Sindicato Nacional das Empresas de Odontologia de
Grupo
Comunicação & Marketing
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andar - 01311-904 - São Paulo - SP
Fone: (11) 3289-7299 - Fax: (11) 3289-7175
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