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Lucro das operadoras e repasse aos médicos são
alvos de críticas
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Reclamações contra planos de saúde
sobem 34%
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6º SINPLO - Os desafios da Odontologia
para a próxima década
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| 01> Um
mapa da saúde brasileira |
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| 02> Pesquisadores
avaliam comportamento dos pericitos em lesões... |
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| 03> Sorrisos
saudáveis para mães e filhos |
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| 04>
A interiorização do cirurgião-dentista
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| 05> Hidrogel
à base de biomateriais pode ser alternativa para implantes... |
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| 06>
Respirar pela boca prejudica qualidade de vida da criança
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| 01>
Anfip/Unimed Vitória: Atendimento odontológico
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| 02> Números
da Amil Participações no trimestre |
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| 03>
Amilpar lucra R$ 89 milhões |
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| 04>
Dasa investe R$ 150 milhões na expansão da rede
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| 05>
Intermédica prepara abertura de capital |
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| 06>
OdontoPrev supera 5 milhões de beneficiários
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| 01>
Inflação do IGP-M é de 0,70% na 1ª
prévia de maio |
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| 02> Inflação
para os últimos meses é uma incógnita |
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| 03> Ibovespa
cai e volta aos 63 mil pontos |
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| 01>
Comissão da Câmara quer intervir em planos |
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| 02> Parlamentares
recriminam veto à greve dos médicos |
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| 03> CFM
discutirá cobrança ''por fora'' |
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| 04> Sinistralidade
chega a 80% e preocupa operadoras |
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| 05>
Lucro das operadoras e repasse aos médicos são
alvos de críticas |
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| 06>
Reclamações contra planos de saúde sobem
34%
|
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| 07>
Prevenção pode reduzir preços de planos
de saúde |
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| 01> Dentistas
e barbeiros |
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MAIO | 2011 |
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20
|
>Seminário
- Matriz de Custos Atuariais
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26
e 27
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>6º
SINPLO - Simpósio Internacional de Planos Odontológicos |
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JUNHO | 2011 |
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03
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>Abramge
- Gestão de Riscos nas Operadoras de Planos |
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10
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>Abramge
- Mudança das Formas de Remuneração |
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JULHO | 2011 |
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01
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>Abramge
- Desmistificando a TUSS |
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UM
MAPA DA SAÚDE BRASILEIRA
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ASSPREVISITE / EXTRA ONLINE |
12/05/2011 |
Um
artigo publicado na revista inglesa "The Lancet" analisou
a saúde pública brasileira e apontou a dengue
como um dos maiores problemas no país. Na última
década, foram registrados cerca de 3,5 milhões
de casos, com 900 mortes. Para os especialistas, a prioridade,
no momento, deve ser o desenvolvimento de uma vacina.
Outro desafio é diminuir a mortalidade por acidentes
de trânsito e violência. Os homicídios e
as lesões provocadas pelo trânsito representam
60% das mortes por causas externas, diz a pesquisa. O ministro
da Saúde, Alexandre Padilha, defendeu um pacto para reduzir
as mortes no trânsito. Para tanto, propõe metas
para estados e municípios, com prémios para os
melhores resultados.
Entre os sucessos, a revista aponta o pro¬grama de distribuição
de remédios contra a Aids, a adoção de
leis e medidas para inibir o fumo, a queda nas taxas da mortalidade
infantil e de desnutrição e o combate à
pobreza.
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PESQUISADORES
AVALIAM COMPORTAMENTO DOS PERICITOS EM LESÕES
NOS DENTES INCISIVOS
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| CROSP
/ ODONTO 1 |
12/05/2011 |
Pesquisa
é feita por Andrea Mantesso e Paul Sharpe, cientistas
também responsáveis pelo estudo das células-tronco
epiteliais.
A professora Andrea Mantesso, da Faculdade de Odontologia da
Universidade de São Paulo (Fousp), desenvolveu um estudo
sobre a resposta às lesões nos dentes incisivos
pelos pericitos, células que revestem os vasos sanguíneos.
O trabalho, feito em conjunto com Paul Sharpe, do King´s
College London, e outros pesquisadores, teve o apoio da Fundação
de Amparo à Pesquisa (Fapesp), e foi publicado na edição
de abril da revista Proceedings of the National Academy of Sciences
(PNAS), com o nome de "Dual origin of mesenchymal stem
cells contributing to organ growth and repair".
Por meio da análise dos pericitos, a equipe de pesquisadores
procurou desvendar a origem das células-tronco mesenquimais.
Eles reuniram uma série de informações
comuns aos pericitos e às células-tronco, e descobriram,
observando os pericitos, que eles não são a única
fonte de células mesenquimais. "Durante os experimentos,
observamos que os pericitos apresentaram as características
de células-tronco ou progenitoras, mas eles respondiam
somente por parte da origem dessas células", disse
a pesquisadora ao site da Agência Fapesp.
Segundo ela, a outra população celular ainda é
desconhecida, porém, acredita-se que esteja relacionada
à vascularidade, pois estavam mais presentes em lugares
ricos em vasos sanguíneos. A versão resumida do
artigo pode ser conferida no site oficial da PNAS.
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SORRISOS
SAUDÁVEIS PARA MÃES E FILHOS
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| JORNAL
DO SITE ODONTO |
12/05/2011 |
O
amor materno começa ainda na gestação e
merece atenção especial para garantir que os sorrisos
mais genuínos.
É durante a gestação que devem ser tomados
os primeiros cuidados com a saúde do bebê que ainda
está em formação e, por isso mesmo, precisa
de muita dedicação e atenção. A
saúde bucal da mãe também não pode
ser negligenciada. Com a proximidade do Dia das Mães,
comemorado este ano no próximo domingo, 8 de maio, a
Associação Brasileira de Odontologia (ABO) chama
a atenção para como mãe e filho podem começar
essa relação com sorrisos saudáveis.
Durante a gravidez, a futura mamãe deve incluir no pré-natal
visitas ao odontopediatra, responsável pelas orientações
quanto aos cuidados com a saúde da criança, e
a um clínico, que vai atender a mãe e o núcleo
familiar. Essas ações preventivas ajudam na manutenção
da saúde bucal da mãe e da do bebê. Na gravidez,
muitas mulheres
descuidam, por exemplo, da higiene bucal, o que é um
grande erro, porque, além de prejudicar a sua própria
saúde, os problemas decorrentes disso podem afetar a
criança. Uma infecção na boca pode se espalhar
e prejudicar o bebê.
Saúde bucal começa na barriga Sob forte
influência dos hábitos da mãe, o bebê
ainda em gestação também precisa de acompanhamento
odontológico, e não há profissional mais
indicado para isso do que o odontopediatra.
Na visita ao consultório, o cirurgião-dentista
orienta a mulher quanto à interação dos
seus hábitos com a formação do bebê.
No quarto mês de gestação, por exemplo,
começam a se formar as papilas gustativas da criança,
e a alimentação da mãe nesse período
terá grande influência na predisposição
do filho a determinados tipos de alimento, por isso, deve-se
ter cuidado com a ingestão de doces durante a gravidez,
entre outras coisas.
Ao nascer, a criança precisa voltar ao cirurgião-dentista
desta vez, para que as condições da formação
da boca sejam avaliadas. Se o único alimento do bebê
é o leite materno, não há necessidade de
higienização bucal. A próxima visita deve
acontecer quando o primeiro dente nascer, para que novas orientações
sejam dadas.
Cuidados como esses podem garantir sorrisos saudáveis
para toda a vida.
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A INTERIORIZAÇÃO DO CIRURGIÃO-DENTISTA
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| PORTAL
DENTAL PRESS |
12/05/2011 |
Na
edição de março do Jornal do Conselho Federal
de Odontologia , o destaque foi a reportagem A interiorização
do cirurgião-dentista, logo abaixo veja na íntegra
a matéria publicada :
Imagine as seguintes situações: equipes multiprofissionais
de saúde prestando atendimento a populações
ribeirinhas em locais de precárias condições
no cuidado geral com a saúde e cujo acesso deve-se dar
obrigatoriamente por barcos ou lanchas, ou ainda, grupos de
profissionais de saúde bucal atuando em comunidades indígenas
no coração da selva amazônica e ensinando
à população local noções
básicas de prevenção a doenças relacionadas
à saúde bucal. Situações como estas
correspondem à realidade
ou são mera ficção?
Por incrível que possa parecer, casos assim pertencem,
hoje em dia, mais ao campo da realidade do que aos desejos utópicos
de um Brasil menos desigual e injusto. O fato é que,
ao longo da última década, assistiu-se a um expressivo
movimento migratório de profissionais de Odontologia
em direção a áreas mais. A interiorização
do cirurgião-dentista interiorana do território
brasileiro, fazendo com que situações como as
ilustradas anteriormente tornem-se cada vez mais recorrentes,
especialmente nas regiões Norte e Nordeste.
Porém, o que exatamente tem impulsionado cirurgiões-dentistas
e demais profissionais de Odontologia para o interior do país?
Na opinião de Luis Eduardo Lopes Albuquerque, cirurgião-dentista
roraimense e representante do Conselho Federal de Odontologia
na comissão do Ministério da Saúde responsável
por elaborar a proposta de plano de carreira para profissionais
de saúde em áreas de difícil acesso, a
atuação do governo federal nos últimos
anos tem sido decisiva no contexto de interiorização
do cirurgião-dentista.
Isto se deve principalmente aos programas de saúde
implementados pelo Ministério da Saúde com o Programa
Brasil Sorridente. Os programas federais são importantes,
pois
são eles que incentivam os demais gestores e profissionais
da saúde a incluir ou ampliar os serviços existentes
nos municípios, afirma.
Entretanto, embora seja uma verdade cada vez mais concreta para
muitos municípios do interior do país que outrora
conheciam de forma incipiente ou mesmo desconheciam
serviços de atenção profissional especializada
em saúde bucal, a presença do cirurgião-dentista
nestas localidades ainda está longe de suprir toda a
demanda existente.
Isto porque, embora o Brasil tenha um dos maiores efetivos de
cirurgiões-dentistas do mundo, a proporção
de habitantes por profissional está entre as mais baixas.
No país, a distribuição desses profissionais
ainda é completamente desigual e as disparidades entre
as regiões brasileiras chegam a ser assustadoras.
A Organização Mundial de Saúde recomenda
que haja um cirurgião-dentista para cada 1.500 habitantes.
Contudo, dados do CFO apontam que há atualmente no Brasil
cerca de 230 mil cirurgiões-dentistas, um terço
dos quais concentrados somente no estado de São Paulo.
Enquanto São Paulo, Minas gerais e rio de Janeiro reúnem
mais da metade dos profissionais brasileiros de Odontologia,
no Maranhão, por exemplo, há apenas cerca de 1.200
profissionais para assistir uma população que
beira.os seis milhões de habitantes, numa proporção
de 1 cirurgião--dentista para 4.480 habitantes.
As estatísticas revelam, portanto, que, apesar do considerável
avanço observado nos últimos dez anos, o poder
público ainda encontra dificuldades em incentivar a fixação
desses profissionais
no interior do país. A imensa maioria dos cerca de 11.200
profissionais de Odontologia graduados a cada ano no Brasil
ainda fica retida nos grandes centros urbanos, especialmente
nas regiões Sul e Sudeste.
Nesse sentido, Albuquerque ressalta a necessidade de uma
política séria de interiorização
do profissional de saúde no Brasil, devendo haver um
esforço conjunto entre União, estados e municípios.
Para ele, a interiorização do cirurgião-dentista
faz-se necessária e urgente e esse processo deve ser
acelerado. Temos um grande exército de profissionais
de Odontologia prontos para atender ao chamado e levar a essas
populações não apenas tratamento curativo,
como exodontias e restaurações, mas principalmente
educação, promoção e prevenção
em saúde bucal.
Ainda de acordo com o cirurgião-dentista roraimense,
esse quadro pode ser revertido a partir de políticas
públicas mais direcionadas não apenas para a migração
desses profissionais para regiões mais afastadas dos
grandes centros como principalmente para a manutenção
deles nestas localidades.
Vejo como um fator complicador a falta de um plano de
cargos, carreira e vencimentos que estimule não apenas
a ida destes profissionais para municípios distantes
ou de difícil acesso, mas também a sua permanência
lá, pois observamos um grande rodízio de profissionais
nessas regiões, afirma.
A atuação do cirurgião-dentista
no interior do país
Gradualmente, o cirurgião-dentista tem conseguido romper
barreiras geográficas e vai adentrando o interior do
país, levando a populações extremamente
carentes informações importantes sobre como manter
a higiene bucal, cuidando, portanto, não apenas de sua
saúde bucal como também da saúde geral
do corpo.
Com a presença do profissional de Odontologia,
a população terá acesso a um serviço
que devolverá sorrisos
escondidos depois de perdas de elementos dentários, cáries
extensas e dores contínuas. O cirurgião-dentista
será um profissional que levará educação
em saúde, algo importante para o crescimento e o desenvolvimento
de crianças e daqueles que encontram dificuldade no acesso
a essas informações, destaca Albuquerque.
Entretanto, o profissional precisa pautar sua atuação
junto a essas populações muito além da
prestação de um simples tratamento odontológico
de caráter curativo. O representante do CFO na comissão
do Ministério da Saúde acredita que o foco do
trabalho do cirurgião-dentista deva ser de natureza educativa
e preventiva.
Conforme afirma, o profissional poderá atuar como
educador em saúde bucal, orientando quanto aos cuidados
necessários com a higiene bucal, com alimentação
adequada, e que meios poderão ser utilizados para prevenir
doenças como cárie e câncer bucal.
Além disso, diz Albuquerque, o profissional precisa estar
aberto a estabelecer intercâmbio de conhecimentos com
a população local. Em equipes de saúde
bucal que trabalham em comunidades indígenas, por exemplo,
há relatos impressionantes de troca de conhecimento entre
indígenas e membros da equipe quanto à forma de
higienização bucal e a utilização
de plantas da floresta. Com isso, o cirurgião-dentista
acaba aprendendo outras formas de enfrentamento do problema
das doenças bucais.
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HIDROGEL
À BASE DE BIOMATERIAIS PODE SER ALTERNATIVA PARA
IMPLANTES ÓSSEOS
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Quitosana
e hidroxiapatita compõem produto desenvolvido no IQ
A solução para o preenchimento de defeito ósseo,
especialmente o da região da face, pode estar num hidrogel
à base de biomateriais como a quitosana e a hidroxiapatita,
que foi desenvolvido no Instituto de Química (IQ). O
hidrogel em questão tem como particularidade o fato de
apresentar um teor de componente inorgânico (a hidroxiapatita)
e um teor de componente orgânico (a quitosana) similares
ao encontrados no osso humano, no qual o componente orgânico
corresponde a diversas proteínas, majoritariamente colágeno.
A pesquisadora da inovação é a química
Geovanna Pires.
Ela conta que o produto deve agora ser levado à escala
piloto e, em seguida, à escala industrial. Mas o primeiro
passo nesta direção já foi dado pela especialista
ao entrar com um pedido de depósito de patente junto
ao Instituto Nacional da Propriedade Intelectual (Inpi), já
concedido em 2010. As indústrias mais interessadas
no produto seriam as de biomateriais e as especializadas em
preenchimento ósseo na área odontomédica,
informa. O trabalho contou com a orientação dos
docentes do IQ Inez Valéria Pagotto Yoshida e Celso
Aparecido Bertran, em colaboração com Willian
Zambuzzi e Carmen Ferreira, do Instituto de Biologia (IB). Yoshida
relata que um dos objetivos da investigação foi
o estudo de nucleação e o crescimento de partículas
de hidroxiapatita sobre um material que simulasse o colágeno,
comparando-se a nucleação e o crescimento das
partículas da fase inorgânica na presença
e na ausência de siloxanos solúveis (família
de substâncias químicas que são derivadas
do silício).
A nucleação corresponde a um processo no qual
moléculas ou íons dispersos na solução
se agregam em aglomerados, em escala nanométrica. Estes
aglomerados constituem o núcleo e apenas se tornam estáveis
a partir de um certo tamanho crítico, que depende das
condições nas quais a nucleação
ocorre. É durante este processo que os íons ou
moléculas se arranjam de uma forma definida e periódica,
determinando a estrutura do cristal.
Segundo a orientadora da tese, existem poucos trabalhos na literatura
que se referem ao valor do silício solúvel na
nucleação da fase inorgânica do osso, apesar
de hoje haver um consenso sobre a importância deste elemento
no organismo. Nós nos propusemos a estudar o efeito
do silício, sob a forma de siloxano, na nucleação
da fase de hidroxiapatita,
em presença do material orgânico, afirma.
Bertran comenta que o uso da quitosana como biomaterial é
bastante difundido, contudo pouco foi esclarecido acerca do
seu emprego na formação da hidroxiapatita in situ.
Neste sentido, a linha de pesquisa de Yoshida procurou conjugar
o seu conhecimento no assunto relativo ao comportamento dos
siloxanos, introduzindo-os nos processos que levam à
nucleação e ao crescimento in situ das partículas
de hidroxiapatia, por haver fortes indícios de que tal
elemento químico, pertencente ao grupo do carbono, é
também decisivo neste processo. A intenção
de Geovanna Pires foi a de tentar estabelecer os fatos que levam
à nucleação de hidroxiapatita e à
incorporação de siloxano neste material.
Características
O hidrogel pode ser preparado de diversas maneiras, desde a
forma de um gel úmido, com resistência suficiente
para ser manipulado e fracionado em um eventual implante ou
para a realização de preenchimento de defeito
ósseo, sendo que nesse caso ele pode ser preparado como
um material esponjoso e rígido. Por ser manipulável,
é um forte candidato ao preenchimento. Temos portanto
um material nas duas formas, descreve Yoshida. Ele também
pode ser preparado na forma de um xerogel, ou seja, um gel seco,
poroso, com estrutura bem-definida, que poderia ser utilizado
como arcabouço para processos de engenharia de tecidos.
Após a obtenção do hidrogel, ele é
cortado pelo cirurgião médico ou dentista
no mesmo formato
da falha óssea, como a de uma fratura, por exemplo, com
o objetivo de preenchê-la. A peça então
preparada assumiria a forma exata para que pudesse ser devidamente
implantada no local.
A professora revela que a aparência do hidrogel lembra
a de uma cartilagem, enquanto intumescido em solução
de fluido corpóreo ou em solução que pode
conter medicamentos importantes no momento do implante, capaz
de atuar como matriz temporária para auxiliar na proliferação
celular e na deposição da matriz extracelular,
para a troca progressiva do biomaterial por uma estrutura regenerada
e reconstituída. Quando seco, parece um osso. Mas é
diferente dos materiais atuais, que já são encontrados
em pedaços sólidos e não moldáveis,
os quais, quando usados para o preenchimento de falhas ósseas,
precisam completar os seus vazios com uma pasta auxiliar. O
gel do estudo desponta como um material único, que elimina
totalmente a necessidade dessa pasta.
Geovanna Pires explica que a durabilidade do hidrogel ainda
não está esclarecida, o que demandaria testes
in vivo. No trabalho, a pesquisadora fez os testes apenas in
vitro. Isso porque, enquanto era desenvolvido o produto, salienta
Yoshida, ocorreu uma mudança na legislação
dos biotérios e, por isso, houve grande dificuldade de
acesso a animais
para levar adiante esta etapa.
Benefícios
As principais conclusões da tese estudada é que
se formou um hidrogel moldável constituído de
quitosana e de hidroxiapatita nucleada que cresce in situ. Enquanto
intumescido, ou ainda na forma de xerogel (seco), com uma estrutura
rígida muito semelhante à encontrada em osso desproteinado
(poroso), apresenta uma série de poros interconectados,
que vão desde macroporos até microporos semelhantes
ao osso, proporcionando a difusão de nutrientes para
os tecidos.
Além disso, na presença de silício (não
silício elementar, e sim siloxano), a fase de hidroxiapatita
nucleia mais rapidamente e em maior quantidade, confirmando
assim algumas suspeitas descritas na literatura de que o silício
é um componente valiosíssimo na nucleação
da fase inorgânica do osso.
Algumas vantagens ainda associadas aos biomateriais aqui avaliados
é que sua preparação acaba não gerando
resíduos de fabricação e que eles sobressaem
entre outros pela facilidade na fase de moldagem. Isso
poderia ser feito in loco no ato cirúrgico, sugere
Bertran.
Geovanna Pires garante que há muitas patentes envolvendo
hidroxiapatita e os demais componentes orgânicos. Contudo,
a sua tarefa foi um pouco além: desenvolvemos um
processo de obtenção diferente, uma vez que a
grande maioria deles relaciona-se a pastas, misturando-se hidroxiapatita
em pó, por processo mecânico, a uma fase orgânica,
das mais diferentes formas, porém sem o controle da
estrutura, completa.
Materiais com controle de porosidade, prossegue a pesquisadora,
é um dos pré-requisitos para o sucesso da implantação
e da regeneração de tecidos ósseos. Deste
modo, quanto mais se assemelhar ao osso, mais este material
terá a chance de ser bem-sucedido. A propósito,
procuram-se em geral componentes com estrutura que mais se aproxime
do colágeno e da hidroxiapatita, comenta Yoshida.
O novo hidrogel conseguiu parecer mais com o osso do que os
produtos similares disponíveis no mercado.
Um aspecto bastante curioso da pesquisa na formação
da parte inorgânica do hidrogel é que, de certa
forma, ele está mimetizando aquilo que certamente acontece
na formação do osso. No organismo, a hidroxiapatita
nucleia e cresce em uma matriz orgânica constituída
majoritariamente de colágeno, que é mais ou menos
o que acontece na formação do hidrogel, no qual
a hidroxiapatita nucleia e cresce em uma matriz de quitosana.
Essa é a grande diferença de uma pasta mecânica
composta de um pó de hidroxiapatita e de outra fase orgânica,
esclarece Yoshida.
Uma análise de mercado realizada por meio do projeto
de pré-incubação, aprovado em julho de
2009 pela Agência de Inovação Inova Unicamp,
envolvendo o presente projeto, mostrou que existem por volta
de 400 empresas internacionais que atuam em biomateriais e revelou
o seu valor nesta inovação tecnológica
e na qualificação de profissionais preparados
para levar os materiais ao conhecimento dos especialistas da
área odontomédica.
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RESPIRAR
PELA BOCA PREJUDICA QUALIDADE DE VIDA DA CRIANÇA
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|
| TODA
COMUNICAÇÃO |
12/05/2011 |
Obstruções
nasais causadas por doenças como a rinite prejudicam
a respiração, gerando anomalias dentofaciais e
outros malefícios.
De acordo com dados do International Study of Asthma and Allergies
in Childhood (ISAAC), a rinite atinge cerca de 26% das crianças
e 30% dos adolescentes no Brasil. A rinite é uma doença
caracterizada pela inflamação das mucosas do nariz
que causa espirros, coriza, obstrução nasal e
coceira no nariz e na garganta. Gerson Köhler, ortodontista
e ortopedista-facial da Köhler Ortofacial, explica que
uma das implicações da obstrução
nasal é a respiração bucal. Respirar
pela boca interfere diretamente no crescimento e desenvolvimento
da face infantil, ressalta.
A obstrução nasal gera deficiências na capacidade
de aquecimento, umidificação e filtração
do ar pelas narinas, favorecendo que o ar seja inspirado pela
boca. Como a respiração compõe as funções
vitais do organismo, qualquer desequilíbrio causa inúmeras
alterações em diferentes órgãos
e sistemas. Alterações no crescimento do
crânio e da região dentofacial, na qualidade do
sono, no desempenho escolar, na fala, na alimentação
e na postura corporal são algumas das consequências
da respiração bucal, pontua.
O especialista em ortodontia e ortopedia facial Juarez Köhler,
que também faz parte da equipe interdisciplinar da Köhler
Ortofacial, afirma que a respiração bucal é
um dos sintomas mais comuns na infância e seus efeitos
são devastadores, trazendo consequências para o
resto da vida se não houver o tratamento precoce e adequado.
As alterações interferem na qualidade de
vida da criança. Desde o nascimento o organismo está
programado para respirar pela via aérea nasal e assim
deve ser durante toda a vida, mesmo que haja resistências
a passagem de ar pelo nariz, observa.
A respiração bucal influencia ainda o sono das
crianças. Ronco, baba noturna, síndrome da apnéia
e hipopnéia obstrutiva do sono são alguns dos
problemas que dificultam uma boa noite
de descanso, ocasionando dificuldades de atenção,
concentração e de aprendizagem e hiperatividade.
Dormir com a boca aberta prejudica ainda o equilíbrio
interno e externo da boca e dos músculos, inclusive da
língua. O desequilíbrio na musculatura facial
gera uma deficiência funcional importante e significativa,
evidencia Juarez.
A alteração na musculatura prejudica a mastigação
e a deglutição, fazendo com que a criança
não se alimente de forma adequada. Ela pode se cansar
e não comer o suficiente ou comer em excesso e rápido,
resultando em magreza ou obesidade. Além das alterações
posturais dos órgãos fonoarticulatórios,
a criança ainda sofre com mal posicionamento da cabeça
em relação ao pescoço, influindo nocivamente
sobre a coluna, principalmente cervical. Os pais devem ficar
atentos a respiração dos seus filhos e procurar
o profissional adequado assim que notarem qualquer modificação,
recomenda Nilse Waltrick Köhler, fonoaudióloga e
especialista em Distúrbios Miofuncionais e em Motricidade
Orofacial da Köhler Ortofacial.
A fonoaudióloga acrescenta que quanto mais cedo o tratamento
tiver início, menores serão as consequências
e a intensidade das implicações. É
fundamental analisar o grau de obstrução nasal
e a realização de exames específicos com
médicos otorrinolaringologistas que esclareçam
as principais causas da respiração bucal. O tratamento
deve agir diretamente na origem do problema para que a solução
seja eficaz, aumentando a qualidade vida dos pacientes,
destaca.
O diagnóstico e tratamento devem ser feitos por uma equipe
multidisciplinar, composta por no mínimo um médico,
um fonoaudiólogo e um ortodontista, tendo em vista a
complexidade do problema. O médico irá tratar
a obstrução nasal, o ortodontista ou ortopedista
facial irá corrigir as alterações dentárias
e o fonoaudiólogo será responsável pela
reeducação e adaptação da respiração
através da adequação das funções
orais e equilíbrio da musculatura, finaliza Nilse.
Doutor Gerson Köhler (CRO 3921 PR)
Especialista em Ortodontia e Ortopedia Facial
Site: http://www.kohlerortofacial.com.br
Blog: http://gersonkohler.wordpress.com
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E-mail: kohler1@uol.com.br
Fone: 41 3224.4883
Endereço: Rua Comendador Araújo, 143, conj. 42,
Centro, Curitiba/PR.
Sobre Gerson Köhler
Especialista em Ortopedia Facial e Ortodontia
Especialista em Ortopedia Funcional dos Maxilares
Professor convidado (desde 1988) da UFPR no Curso de Pós-Graduação
em Ortodontia e Ortopedia Facial
Atua em contexto multidisciplinar - atualmente denominado também
de "interdisciplinar" - com equipe de ortopedia facial
e distúrbios funcionais (de funções) do
rosto. Este enfoque de tratamento permite tratar as "anomalias
dentofaciais" (o resultado das alterações
do rosto, principalmente na região da boca e dentes)
mais precocemente e mesmo "prevenir" que elas ocorram
e que se expressem com maior intensidade no período de
adolescência.
Foi Presidente da Associação Paranaense de Ortodontia
e Ortopedia Facial (APO) por duas gestões.
Enquanto Presidente da APO participou da fundação
da Associação Brasileira de Ortodontia e Ortopedia
Facial (ABOR) que é filiada diretamente à WORLD
FEDERATION OF ORTHODONTITS (com sede nos EUA).
Participa - em função de seu conhecimento interdisciplinar
da face humana - do Grupo de Apoio ao Paciente com Zumbido -
GAPZ, junto ao HC_UFPR (Hospital de Clínicas). |
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ANFIP/UNIMED VITÓRIA: ATENDIMENTO ODONTOLÓGICO
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| ASSPREVISITE
/ ANFIP |
12/05/2011 |
Os
associados da ANFIP que possuem o plano da Unimed Vitória
(titular, dependentes e agregados) têm, desde o início
de março, direito a atendimento odontológico sem
custo adicional. Os usuários do plano de saúde
contam com cobertura em consultas, radiografias, próteses
unitárias e cirurgias simples.
O convênio também inclui pacote completo para prevenção
em saúde bucal, com limpeza, aplicação
de flúor, sessão de condicionamento, teste de
fluxo salivar e orientação preventiva, além
de outros procedimentos. Em caso de dúvidas sobre a utilização
deste benefício, ligue para 0800 026 0080 ou acesse www.souodontologico.com.br/sou/cliente.
Nesse mesmo endereço os usuários podem acessar
os dentistas credenciados da Rede Unimed Vitória Odonto.
O benefício exclusivo na Unimed Vitória faz parte
da decisão da ANFIP de sempre ampliar os serviços
oferecidos aos associados. Leia aqui todos os benefícios
odontológicos sem custo adicional do convênio
ANFIP/Unimed Vitória.
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NÚMEROS
DA AMIL PARTICIPAÇÕES NO TRIMESTRE
| |
| ASSPREVISITE
/ FENASEG |
12/05/2011 |
A
Amil Participações S.A. informou ontem que o número
total de beneficiários registrou 5.502,1 mil no primeiro
trimestre do ano, 7,6% acima do mesmo período de 2010
e 3,6% acima do quarto trimestre do ano passado. Já a
receita operacional ajustada nos três primeiros meses
do ano atingiu R$ 2,152,5 bilhões, crescimento de 15,9%
comparado ao acumulado de janeiro a março de 2010 e 4,6%
superior ao totalizado no quarto trimestre do ano passado. O
EBITDA ajustado registrou R$ 227,1 milhões nos três
primeiros meses de 2011, acréscimo de 32% em um ano.
A margem EBITDA ajustada alcançou 10,6%. Nos três
primeiros meses do ano, o índice de sinistralidade foi
de 67,9%, 2,9 pontos percentuais abaixo do primeiro trimestre
de 2010 e 3,6 ponto percentual inferior em relação
ao quarto trimestre de 2010. Enquanto isso, o lucro líquido
ajustado alcançou R$ 88,9 milhões, 60,5% superior
em relação ao quarto trimestre de 2010 e 10,4%
acima do registrado no mesmo período do ano anterior.
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AMILPAR
LUCRA R$ 89 MILHÕES
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| ASSPREVISITE
/ MONITOR MERCANTIL |
12/05/2011 |
A
Amil Participações registrou lucro líquido
de R$ 89 milhões no primeiro trimestre deste ano, crescimento
de 10,4% ao obtido no mesmo período do ano passado e
de 60,5% ao registrado no quarto trimestre.
A receita operacional ajustada atingiu R$ 2,15 bilhões
nos três primeiros meses do ano, um aumento de 16% em
relação ao mesmo período de 2010 e de 4,6%
quando comparado ao quarto trimestre. Já o Ebitda ajustado
atingiu a R$ 227,1 milhões no período analisado,
crescimento de 32% em 12 meses, e a margem Ebitda alcançou
10,6%.
O Índice de Sinistralidade da Amilpar no primeiro trimestre
deste ano foi de 67,9%, 2,9 pontos percentuais abaixo do primeiro
trimestre de 2010 e 3,6 pontos percentuais abaixo do quarto
trimestre. Essa variação se deu, de acordo com
a Amilpar, à redução dos custos médicos
da Medial e à sazonalidade característica do primeiro
trimestre do ano na comparação com o quarto trimestre.
Ao final de março de 2011 a Amilpar registrou 5,50 milhões
beneficiários (57,3% em planos corporativos, 20,5% em
planos individuais e 22,2% em planos dentais), o que representa
um incremento de 7,6% em relação ao mesmo período
do ano anterior.
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DASA
INVESTE R$ 150 MILHÕES NA EXPANSÃO DA
REDE
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ASSPREVISITE / VALOR ONLINE - Por Beth Koike |
12/05/2011 |
A
Dasa, maior empresa de medicina diagnóstica do país,
investirá neste ano R$ 150 milhões para expansão
e melhorias de sua rede que, atualmente, conta com 493 unidades
laboratoriais. A previsão é que até o fim
do ano sejam abertas pelo menos mais sete unidades, o que representa
uma inauguração por mês.
Os recursos serão provenientes de geração
de caixa e emissão de uma nota promissória no
valor de R$ 100 milhões do Credit Suisse. "Fizemos
o empréstimo porque a taxa de juros era interessante.
Vamos usar esses recursos para custear [investimentos] e eventos
adicionais necessários", explicou Marcelo Noll Barboza,
presidente da Dasa.
Além disso, a Dasa está finalizando uma captação
de até R$ 810 milhões por meio de emissão
de debêntures, em que uma parcela também será
revertida para investimentos.
A maior parte dessa emissão de debêntures será
destinada a pagamento da dívida de US$ 250 milhões
captada no mercado internacional em 2008.
No balanço do primeiro trimestre, a Dasa passou a contabilizar
os resultados da MD1, rede de laboratórios do empresário
Edson Bueno, que se associou à Dasa. Até o momento,
a companhia obteve sinergia de R$ 19 milhões, sendo que
a meta para o ano é de R$ 27 milhões.
Considerando apenas o crescimento orgânico, a companhia
registrou no primeiro trimestre receita bruta de R$ 552,1 milhões,
um avanço de 13% sobre o mesmo período de 2010.
Incluindo a MD1, o faturamento salta 45%.
O lucro da companhia somou R$ 44,6 milhões, queda de
2,7% por conta do pagamento da dívida internacional.
Considerando o desempenho da MD1, o lucro da Dasa teve crescimento
de 32% no primeiro trimestre.
Além dos resultados financeiros, a Dasa está incorporando
alguns procedimentos do laboratório CDPI, que também
pertencia a Edson Bueno. Entre eles, está a contratação
de médicos radiologistas para trabalhar nos laboratórios,
como faz a CDPI.
"Nos laboratórios da Dasa, um equipamento faz de
20 a 25 exames, por dia. Na CPDI, são de 30 a 35. Isso
acontece porque os médicos sabem melhor quantos exames
realizam os equipamentos, tempo de duração dos
exames. Também adotamos modelos de remuneração
em que os médicos ganham conforme o desempenho da unidade",
disse Barboza. Até então, os médicos ficavam
concentrados em centrais de laudos da Dasa, não dentro
dos laboratórios.
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INTERMÉDICA
PREPARA ABERTURA DE CAPITAL
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| ASSPREVISITE
/ SEGUROS DIA-A-DIA |
12/05/2011 |
A
Intermédica tem novo presidente. Trata-se de Glauco Abdala,
que chega para modernizar a operadora cuja atuação
principal é voltada para as classes populares.
A missão do executivo é prepará-la para
uma provável abertura de capital em 2013.
Os planos são de investir, com recursos próprios,
cerca de R$ 240 milhões para a construção
e ampliação de três hospitais e quatro centros
médicos em São Paulo e no Rio.
O investimento nas áreas das classes A e B também
está nos planos, o que será feito via seguro-saúde
da Notre Dame.
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ODONTOPREV
SUPERA 5 MILHÕES DE BENEFICIÁRIOS
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| REVISTA
SEGURO TOTAL |
12/05/2011 |
A
OdontoPrev, maior operadora de planos odontológicos na
América Latina, apresentou hoje os resultados do primeiro
trimestre de 2011. A Companhia obteve um crescimento de 20,1%
em número de beneficiários, atingindo mais de
5 milhões de brasileiros, um acréscimo de mais
de 800 mil novos beneficiários em relação
ao mesmo período do ano passado.
A receita líquida atingiu R$ 194,2 milhões no
primeiro trimestre do ano, alta de 23,5% na comparação
com o mesmo período de 2010.
O Índice de sinistralidade da OdontoPrev foi de 46,0%
no período, mesmo nível do 1T10.
Já a geração de caixa, medida pelo critério
EBITDA (LAJIDA) ajustado aumentou 37,5% passando
de R$36,9 milhões no primeiro trimestre de 2010 para
R$50,7 milhões no primeiro trimestre de 2011. A margem
EBITDA passou de 23,4% para 26,1% da receita líquida.
O lucro líquido de R$26,6 milhões no 1T10 cresceu
para R$36,1 milhões no 1T11, uma variação
de 35,8%.
Temos uma leitura muito positiva dos resultados do primeiro
trimestre: crescemos organicamente, com disciplina de preços
e racionalização de despesas, o que propiciou
uma geração de caixa 38% superior ao primeiro
trimestre de 2010, com importante expansão de margem
Ebitda de 23% para 26% da receita líquida. Estamos muito
entusiasmados com as perspectivas para este e os próximos
anos, na busca contínua por mais eficiência e o
controle da sinistralidade. A liquidez das ações
tem sido favorecida, tendo atingido R$10 milhões por
dia no último mês, também impulsionada pela
entrada das ações da OdontoPrev no IBX 100 em
maio, afirmou o diretor de Relações com
Investidores José Roberto Pacheco.
A OdontoPrev terminou o primeiro trimestre de 2011 com caixa
líquido de R$175,4 milhões, sem nenhum endividamento.
A valorização da ação desde o IPO
em 2006 foi de 281,1%, versus 63,6% do Ibovespa. O valor de
mercado da empresa atingiu R$4,7 bilhões ao final de
março de 2011. A base de investidores da Companhia é
global, distribuída em 31 países. |
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INFLAÇÃO DO IGP-M É DE 0,70% NA
1ª PRÉVIA DE MAIO
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| ASSPREVISITE
/ AGÊNCIA ESTADO - Por Alessandra Saraiva |
12/05/2011 |
A
inflação medida pelo Índice Geral de Preços
- Mercado (IGP-M) foi de 0,70% na primeira prévia de
maio, após ter atingido 0,55% em igual prévia
de abril, informou ontem a Fundação Getúlio
Vargas (FGV). O resultado ficou perto do teto das estimativas
dos analistas do mercado financeiro, que esperavam uma elevação
entre 0,12% e 0,72%. A mediana das previsões apontava
taxa de 0,37%.
A FGV informou também os resultados dos três indicadores
que compõem o IGP-M. O Índice de Preços
ao Produtor Amplo - Mercado (IPA-M) teve alta de 0,60% na primeira
prévia de maio, em comparação com o avanço
de 0,63% da primeira prévia de abril. Por sua vez, o
Índice de Preços ao Consumidor (IPC) apresentou
alta de 0,87% na prévia anunciada hoje, após subir
0,46% na primeira prévia do mês passado. Já
o Índice Nacional do Custo da Construção
(INCC) teve alta de 0,94%, após registrar aumento de
0,23%.
O IGP-M é muito usado nos reajustes dos preços
do aluguel. Até a primeira prévia de maio, o índice
acumula aumento de 3,61% no ano e de 10,06% em 12 meses. O período
de coleta de preços para cálculo da primeira prévia
do IGP-M de maio foi do dia 21 ao dia 30 de abril.
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INFLAÇÃO PARA OS ÚLTIMOS MESES
É UMA INCÓGNITA
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| ASSPREVISITE
/ AGÊCNAI ESTADO - Por Alessandra Saraiva |
12/05/2011 |
Segundo
o coordenador da FGV, inflação no curto prazo
deve diminuir de ritmo
A inflação no curto prazo deve diminuir de ritmo;
mas o cenário inflacionário para os últimos
meses deste ano ainda é uma incógnita, na avaliação
do coordenador de Análises Econômicas da Fundação
Getúlio Vargas (FGV) Salomão Quadros. Ele fez
o comentário ao ser questionado sobre a sustentabilidade
no movimento de aceleração de preços apurado
pela primeira prévia do IGP-M, que saltou de 0,55% para
0,70% de abril para maio.
O especialista observou que os meses de junho, julho e agosto
devem mostrar um movimento mais suave da inflação,
devido à retirada de pressões de custos que elevaram
e estão elevando os indicadores inflacionários
em abril e em maio, respectivamente. É o caso das disparadas
nos preços de combustíveis como álcool
e gasolina, que foram influenciados pelo período de entressafra
da cana de açúcar. Isso diminuiu a oferta de derivados
da cana, como o álcool, elevando preços; e puxou
para cima a inflação da gasolina, que conta com
álcool em sua formação.
"Mas agora o período de safra da cana deve começar,
e a oferta deve ser regularizada", disse, acrescentando
que isso estimulará desacelerações e reduções
de preços nos combustíveis. Outras pressões
que devem diminuir sua influência no cálculo dos
indicadores inflacionários são os preços
de medicamentos e de tarifa de energia elétrica residencial,
cujos reajustes estão sendo captados já na inflação
de maio.
Mas o cenário para o quarto trimestre de 2011 nos indicadores
inflacionários ainda é de difícil previsão,
na avaliação do especialista. Ele observou que
não é possível antecipar qual será
o movimento futuro nos preços dos alimentos, que no ano
passado subiram de forma intensa no segundo semestre, por conta
de uma onda de elevações nos preços das
commodities no mercado internacional. Além disso, os
preços dos serviços permanecem em trajetória
crescente de elevação no varejo. "Não
temos como prever qual será o comportamento da inflação
após setembro. O cenário ainda é muito
incerto", concluiu.
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IBOVESPA
CAI E VOLTA AOS 63 MIL PONTOS
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| ASSPREVISITE
/ VALOR - Por Beth Koike |
12/05/2011 |
Se
na terça-feira os números da balança comercial
chinesa serviram de estímulo para as compras dos investidores
nas bolsas mundiais, ontem o país asiático frustrou
o mercado com novos indicadores de atividade e inflação.
Os preços das commodities mostraram queda expressiva
e arrastaram as praças acionárias para baixo.
Apenas nove ações do Ibovespa defenderam valorização
e, na outra ponta, o peso negativo partiu principalmente das
chamadas blue chips.
O Ibovespa recuou 1,70%, para 63.775 pontos, aproximando-se
da pontuação mínima do ano, do último
dia 5 (63.407). O giro financeiro atingiu R$ 6,257 bilhões.
No mercado americano, as bolsas também fecharam em baixa,
depois da valorização dos três últimos
pregões. O índice Dow Jones caiu 1,02%, enquanto
o Nasdaq recuou 0,93% e o S&P 500 perdeu 1,11%.
Desde o início dos negócios, o tom para os mercados
foi negativo. Com a divulgação de uma bateria
de indicadores, a China mostrou arrefecimento maior que o previsto
da produção industrial e das vendas no varejo
em abril, refletindo as medidas restritivas adotadas pelo governo.
A inflação, contudo, não aliviou. Apesar
da desaceleração no mês passado, os preços
ao produtor e ao consumidor seguiram elevados e, portanto, os
receios sobre mais aumento de juros ou do compulsório
bancário não foram freados.
O mercado ficou pesado. Os dados da China preocuparam
e tiveram impacto nas commodities. É o massacre da serra
elétrica e a Bovespa seguiu o mau humor de fora. Só
se sobressai um papel ou outro, influenciando por resultados
divulgados, disse o analista de investimento da SLW Corretora
Pedro Roberto Galdi.
O diretor da Ativa Corretora, Álvaro Bandeira, ressaltou
que o mercado brasileiro não tinha como escapar do quadro
de aversão a risco hoje.
Vimos três dias de alta do Ibovespa com volume pequeno,
o que não dá consistência ao movimento.
O volume de investidor estrangeiro vendido em índice
futuro é forte e, na próxima segunda-feira, ainda
temos vencimento de opções. O quadro bastante
adverso de aversão a risco também força
a bolsa brasileira para baixo, comentou.
Bandeira avalia que os dados da China sequer podem ser considerados
ruins, mas que, com a desaceleração inflacionária
menor que o esperado, a leitura do mercado é de que o
país poderá adotar mais medidas para conter o
avanço de sua economia.
Acho que o movimento de baixa da Bovespa está exagerado,
até porque o Brasil segue como um dos países que
mais vai crescer, ainda tem um quadro favorável e a própria
inflação mensal começa a se desacelerar
um pouco. São dados positivos, mas o cenário de
aversão internacional produz esta queda, pontuou
o diretor.
Empresas
No cenário corporativo doméstico, as ações
de maior peso sobre o Ibovespa, ligadas a commodities, exerceram
forte pressão. Vale PNA caiu 3,01%, a R$ 43,17, com giro
de R$ 635 milhões; Petrobras PN recuou 2,71%, a R$ 24,01,
com volume de R$ 531 milhões; e OGX Petróleo ON
perdeu 4,35%, a R$ 14,27, com total negociado de R$ 345 milhões.
Ainda figuraram entre as principais quedas do Ibovespa as ações
Rossi ON (-4,3%, a R$ 14), Bradespar PN (-3,85%, a R$ 37,69)
e Duratex ON (-3,69%, a R$ 13,3). E depois de a companhia aérea
divulgar seu balanço, os papéis PN da Gol caíram
4,15%, a R$ 20,99.
Na contramão do mercado, entre as poucas altas do índice,
destaque para Sabesp ON (2,24%, a R$ 47,29), Cyrela ON (1,98%,
a R$ 15,91) e LLX Logística ON (1,16%, a R$ 4,36).
Fora do Ibovespa, as ações ON da Amil subiram
5,17%, para R$ 19,5, com o mercado de olho em seus números
do primeiro trimestre. Os papéis ON da BR Malls Participações
ainda tiveram alta de 2,61%, a R$ 17,65.
A administradora de shopping centers poderá levantar
até R$ 731 milhões em sua oferta global de ações.
Na noite da terça-feira, o preço por papel foi
fixado em R$ 17,20, sem deságio em relação
ao fechamento de terça-feira.
A companhia pretende utilizar o montante arrecadado na aquisição
de mais shoppings. As ações envolvidas na operação
estreiam amanhã no Novo Mercado |
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COMISSÃO
DA CÂMARA QUER INTERVIR EM PLANOS
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| ASSPREVISITE
/ SEGUROS DIA-A-DIA |
12/05/2011 |
Na
audiência pública realizada, terça-feira,
na Câmara dos Deputados, para debater os problemas do
setor de planos de saúde, o presidente da Comissão
de Defesa do Consumidor, Roberto Santiago (PV-SP), anunciou
que a comissão vai sugerir uma Proposta de Fiscalização
e Controle para investigar as operadoras de planos de saúde.
Ele afirmou que as informações dadas pela Fenasaúde,
na audiência pública, não estão de
acordo com a realidade da prestação de serviço
pelos planos de saúde. Já que não
temos informações, vamos buscar respostas dentro
das empresas, disse Santiago.
Na mesma audiência, o diretor do Departamento de Proteção
e Defesa Econômica do Ministério da Justiça,
Diogo Thomson de Andrade, defendeu as medidas do governo para
regular a relação entre médicos, planos
de saúde e pacientes. As medidas da secretaria
não são contra a classe médica ou contra
os planos, mas a favor dos consumidores brasileiros que precisam
de serviços de saúde, comentou.
Andrade citou a decisão da Secretaria de Defesa Econômica
do Ministério da Justiça (SDE) de considerar ilegal
a aplicação da Classificação Brasileira
Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM) para reajuste
do pagamento de honorários médicos. O governo
também proibiu as paralisações coletivas
de médicos por tempo indeterminado e os movimentos para
descredenciamento em massa de planos.
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PARLAMENTARES
RECRIMINAM VETO À GREVE DOS MÉDICOS
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| ASSPREVISITE
/ SAÚDE BUSINESS WEB |
12/05/2011 |
Parlamentares
enviarão nota ao ministro da Justiça pedindo a
revisão da nota técnica apresentada pela Secretaria
de Direito Econômico (SDE)
Parlamentares representantes das Comissões de Seguridade
Social e Defesa do Consumidor vão enviar, nesta quarta-feira,
(11), ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo,
um documento pedindo a revisão da nota técnica
apresentada pela Secretaria de Direito Econômico (SDE)
sobre a movimentação de médicos contra
as operadoras de plano de saúde. As informações
são do Estado de S. Paulo.nota foi apresentada na última
segunda-feira, (09), e proíbe que médicos paralisem
o atendimento a pacientes e planos para reivindicar reajustes
nos honorários. Veta ainda a fixação de
valores mínimos por consulta e a cobrança de taxas
adicionais ao que os usuários já pagam às
operadoras.
A nota técnica produzida pela SDE foi alvo de críticas,
na audiência pública realizada na Câmara
dos Deputados, na tarde desta terça-feira, (10). Aloísio
Tibiriçá, vice-presidente do Conselho Federal
de Medicina (CFM), classificou a nota técnica como uma
excrescência jurídica. Segundo ele, é uma
relação de trabalho e não cabe a uma entidade
como a SDE regular isso e, principalmente, penalizar o lado
mais fraco, que são os médicos.
Para Florisval Meinão, da Associação Médica
Brasileira (AMB), a decisão da SDE é inconstitucional
e será questionada na Justiça pelas entidades
médicas. Para ele, a prática de cobrar valores
"por fora" de clientes de plano de saúde, não
faz parte das diretrizes do movimento.
E ressaltou que a entidade não está impondo a
nenhum médico um valor mínimo a ser cobrado por
consulta. E usou apenas a tabela da AMB como referência
para negociar com as operadoras.
Segundo o presidente da Federação Nacional dos
Médicos, Cid Carvalhaes, a cobrança "por
fora" de honorários é uma prática
isolada e não tem aval da federação. De
acordo com o presidente, são casos isolados e têm
de ser punidos. Mas isso não pode ser usado para denegrir
toda uma classe profissional e um movimento por melhores condições
de trabalho."
De acordo com o deputado Eleuses Paiva (DEM-SP) a Câmara
tem convicção de que o Ministério da Justiça
"vai reparar o erro cometido pela secretaria".
No entanto, o diretor do Departamento de Proteção
e Defesa Econômica da Justiça, Diogo Thompson de
Andrade, afirmou que o assunto já foi remetido para o
Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), do
Ministério da Justiça, a quem caberá a
definição.
O advogado Antonio Carlos Roselli, da Comissão de Direito
da Saúde e Responsabilidade Médico-Hospitalar
da OAB São Paulo, declarou que a decisão da SDE
é "drástica" e poderá ser contestada
judicialmente. Para Roselli, se as entidades de classe forem
impedidas de representar os interesses dos médicos, perderão
o sentido de existir.
Já a advogada Rosana Chiavassa, especializada em direito
do consumidor, vê com bons olhos a nota técnica
da SDE. Para ela, as entidades médicas estão instigando
os médicos a fazer greve caso os valores da tabela da
AMB não sejam aplicados, o que acabaria prejudicando
os beneficiários dos planos. "Entre o direito do
médico de fazer greve e o direito do paciente de ser
atendido não há nem o que pensar: deve prevalecer
o do paciente."
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CFM
DISCUTIRÁ COBRANÇA "POR FORA"
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| ASSPREVISITE
/ O ESTADO DE S. PAULO - Por Ligia Formenti |
12/05/2011 |
Conselho
também vai debater interferência de entidades médicas
na negociação de honorários
Três dias depois de a Secretaria de Direito Econômico
(SDE) divulgar uma nota condenando a interferência de
entidades médicas na negociação de honorários
e a cobrança "por fora", o Conselho Federal
de Medicina (CFM) vai analisar o assunto. Está marcada
para hoje uma reunião para debater a legitimidade de
resoluções preparadas nos últimos meses
por entidades regionais sobre o tema.
"Não será um julgamento, mas uma análise
crítica", disse o presidente do Conselho Regional
de Medicina do Distrito Federal, Iran Cardoso.
Entre os textos que serão avaliados está o do
Distrito Federal. A resolução é citada
pela nota técnica da SDE como exemplo de documento que
menciona a possibilidade de punição de médicos
que participam de movimentações por melhores condições
de salário. "Eles não leram ou não
entenderam. Não ameaçamos com punição
nem autorizamos a cobrança por fora", disse Cardoso.
O presidente do CRM do DF afirmou que a resolução
317 não fixa valores, mas determina que o pagamento de
médicos seja feito diretamente pelo plano de saúde
e não por hospitais. "Eles atuavam como intermediários.
Com essa prática, médicos pagavam duas vezes os
impostos, sem ter nenhum poder de negociação sobre
seus honorários."
Apesar de Cardoso dizer não haver nenhuma referência
direta sobre permissão de cobrança de extras,
a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) editou
uma nota logo depois de a resolução entrar em
vigor. No texto, a agência esclarecia que nenhum médico
está autorizado a cobrar de pacientes de convênios
valores a mais, com a justificativa de que operadoras não
pagariam o mínimo necessário.
Além da resolução do DF, a nota técnica
da SDE cita normas de Pernambuco e do Espírito Santo
- esta última fixa um valor mínimo de consulta
de R$ 80. "Na pauta há resoluções
de várias partes do País, não só
as citadas pela nota." Ele informou que o debate sobre
o tema estava previsto antes da divulgação da
nota.
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SINISTRALIDADE
CHEGA A 80% E PREOCUPA OPERADORAS
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| ASSPREVISITE
/ SAÚDE BUSINESS WEB - Por Cínthya Dávila |
12/05/2011 |
"Diante
dessa situação, é preciso pensar em práticas
e estratégias de promoção e gestão
de saúde para o futuro", diz consultor
Um dos problemas que vem preocupando as operadoras de planos
de saúde é a margem de sinistralidade, que em
média está em 80% e mostra que os beneficiários
estão utilizando cada vez mais os serviços. Segundo
o consultor de planos de saúde e rede médica,
Carmo D´Andrea Neto, o cenário é preocupante.
Sendo assim, é preciso pensar em práticas e estratégias
de promoção e gestão de saúde para
o futuro, pois esse número não é positivo
para as empresas.
Outro tópico importante mostrou a grande diferença
entre a porcentagem das pessoas que possuem planos de saúde
levando-se em consideração a classe social. Os
dados mostram que 4% das pessoas das classes D e E possuem planos
de saúde; já na classe C, a porcentagem é
de 14%; enquanto nas classes A e B o número chega a 86%.
De acordo com o consultor, perante esse cenário e tomando
como base o crescimento econômico que tem possibilitado
que as classes C e D sejam consideradas consumidoras em potencial,
é preciso investir para que esse nicho passe a aderir
aos planos de saúde.
Outro dado positivo refere-se a uma pesquisa realizada pelo
Datafolha e Instituto de Estudos de Saúde Suplementar
(IESS) que mostrou que 80% dos usuários estão
satisfeitos com os serviços dos planos de saúde.
Estratégias de fidelização
Levando em consideração o contentamento das pessoas
com as operadoras de planos de saúde, baseado na pesquisa
do IESS. Neto ressaltou que é preciso elaborar estratégias
de fidelização dos clientes, devido a alta competitividade
de mercado.
Dentre as táticas apresentadas pelo palestrante, pode-se
destacar o incentivo às praticas de promoção
e gestão de saúde, proporcionar benefícios
aos clientes, oferecer serviços que vão além
da legislação e que sejam desejados pelos clientes,
juntamente com a promoção de encontros médicos
Além disso, é preciso que os colaboradores estejam
satisfeitos com o tipo de trabalho que desenvolvem. "Se
você trabalha em um hospital e, quando fica doente, prourar
assistência médica em outro local, é preciso
mudar o tipo de trabalho desenvolvido neste ambiente,"
falou.
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LUCRO
DAS OPERADORAS E REPASSE AOS MÉDICOS SÃO
ALVOS DE CRÍTICAS
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| REVISTA
APÓLICE - Por Jamille Nieri |
12/05/2011 |
Representantes
de operadoras de saúde, da classe médica e dos
consumidores se reuniram na última terça-feira,
10 de maio, na Câmara dos Deputados para discutir os valores
cobrados pelos planos de saúde e o repasse aos médicos.
A audiência foi solicitada por 11 deputados e teve a participação
das comissões de Defesa do Consumidor; de Seguridade
Social e Família; e de Trabalho, Administração
e Serviço Público. Os internautas participaram
do debate através de perguntas enviadas por e-mail.
Na ocasião, os deputados criticaram o valor dos honorários
médicos pagos pelos planos de saúde e os altos
lucros das operadoras. Eles contestaram os dados apresentados
pela FenaSaúde, que informou que no ano passado as 15
operadoras filiadas tiveram receita de R$ 73 bilhões
e despesa de R$ 58 bilhões. Ainda segundo a entidade,
os planos de saúde vinculados à entidade atendem
20 milhões de pessoas (30% do mercado brasileiro). "Quem
tem 5% de lucro líquido já é um ótimo
negócio em qualquer país capitalista. Vocês
tiveram no mínimo 20%", disse o deputado Sílvio
Costa (PTB-PE), presidente da Comissão de Trabalho, Administração
e Serviço Público.
Para o deputado Dimas Ramalho (PPS-SP), um dos autores do requerimento,
os números apresentados pela entidade surpreendem. ?Se
há R$ 15 bilhões de lucro, não é
possível deixar de pagar melhor os médicos e toda
a rede de assistência, como fisioterapeutas e psicólogos?,
contestou.
Segundo o diretor-executivo da FenaSaúde, José
Cechin, e as empresas buscaram reajustar os valores das consultas.
"Está havendo esforço para recomposição
dos honorários. Não acredito que a diferença
entre receitas e despesas seja um lucro exorbitante", disse.
Ele acrescentou que o setor tem de compor reservas e garantias
financeiras por exigência legal.
Ele informou que entre os anos de 2002 e 2010, o índice
de reajuste dos honorários variou de 83,33% a 116,30%.
Segundo o IBGE, a variação do IPCA no mesmo período
foi
de 76,31%. Cechin também disse que os custos com procedimentos
médicos no Brasil representam 80% gastos das operadoras,
ante 75% no restante do mundo.
Na opinião do diretor-presidente da Agência Nacional
de Saúde Suplementar (ANS), Mauricio Ceschin, a defasagem
nos honorários é "clara e nítida".
Ele se mostrou preocupado em não repassar os reajustes
aos consumidores. "Temos a responsabilidade de não
criar uma nova indexação no setor de saúde."
A ANS não tem como atuar diretamente na regulação
dos valores pagos aos médicos, afirmou Ceschin. Ele falou
que o órgão tem buscado discutir os valores com
representantes dos médicos, dos hospitais e das operadoras,
em um grupo de trabalho criado há um ano.
O presidente da Comissão de Defesa do Consumidor, deputado
Roberto Santiago (PV-SP), informou que o colegiado vai sugerir
uma Proposta de Fiscalização e Controle (PFC)
para investigar os planos de saúde. Ele afirmou que as
informações dadas pela FenaSaúde não
estão de acordo com a realidade da prestação
de serviço pelas operadoras. "Já que não
temos informações, vamos buscar respostas dentro
das empresas."
Para a supervisora institucional da Associação
Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste), Polyanna Carlos
da Silva, uma solução é a criação
de pisos salariais para pagamento de médicos, com valores
definidos por especialidade e por região do País.
"A má remuneração dos prestadores
afeta o consumidor. A situação, como está,
não é boa para o consumidor nem para os médicos."
Ceschin garantiu que, com aumentos estabelecidos em contratos
entre associações de médicos e operadoras
de planos de saúde, é possível ter "reajustes
dignos". "Temos a responsabilidade de não criar
uma nova indexação no setor de saúde",
concluiu.
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RECLAMAÇÕES
CONTRA PLANOS DE SAÚDE SOBEM 34%
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REVISTA COBERTURA - Por Carolina Dall'Olio e Saulo Luz |
12/05/2011 |
Os
dados mais recentes coletados pelo Procon-SP mostram que o número
de reclamações de consumidores contra planos de
saúde cresceu 34% no segundo semestre de 2010 ante o
mesmo período de 2009, passando de 5.440 para 7.304 queixas.
E não faltam motivos para que a insatisfação
dos clientes das operadoras aumente de agora em diante.
A rede credenciada está cada vez mais enxuta. Em 2008,
havia 6.104 clínicas e 27.391 consultórios credenciados
aos planos de saúde no Estado de São Paulo.
De lá para cá, as empresas ganharam 1,3 milhão
de novos usuários, mas existem apenas 3.753 clínicas
e 22.092 consultórios no Estado, informa a Agência
Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
E, para piorar, a atual rede credenciada tem deixado os clientes
das operadoras em segundo plano, privilegiando abertamente os
pacientes particulares, que pagam mais por consultas e procedimentos
médicos.
Esse comportamento, que já era notado em casos isolados,
tem se tornado procedimento padrão entre os médicos,
que seguem orientação de suas entidades de classe.
No dia 7 de abril, os médicos
fizeram uma paralisação dos serviços a
clientes de planos de saúde, batizada de Dia de Alerta.
O movimento contou com a adesão de aproximadamente 80%
dos cerca de 160 mil profissionais que atendem usuários
de planos de saúde e afetou mais de 88% dos Estados,
segundo o relatório da Secretaria de Direito Econômico
(SDE), do Ministério da Justiça.
Mas as paralizações não se restringiram
ao Dia de Alerta. De acordo com o relatório da SDE, em
Indaiatuba, no interior de São Paulo, por exemplo, houve
em outras datas suspensão de atendimento a clientes de
diversos convênios. A reivindicação dos
médicos é o aumento dos valores pagos pelas operadoras.
As entidades que representam a classe médica querem que
as empresas adotem os preços mínimos definidos
na tabela da Classificação Brasileira Hierarquizada
de Procedimentos Médicos (CBHPM). O valor de uma consulta,
por exemplo, variaria de R$ 60 a R$ 85. E, de acordo, com a
SDE, há orientação para que os médicos
que recebem menos que o estipulado pela tabela cobrem do cliente
a diferença, para não ficarem
no prejuízo.
Em meio à disputa entre médicos e operadoras e
ao enxugamento da rede credenciada, quem paga a conta é
o consumidor. Hoje é fácil encontrar casos em
que o cliente se vê obrigado a aguardar meses até
conseguir agendar uma simples consulta.
A aposentada Nancy Ieiri, de 70 anos, que o diga. No dia 18
de abril, ela ligou para o convênio para tentar marcar
o retorno de uma consulta, apenas para mostrar alguns exames
que o médico havia lhe pedido anteriormente. Porém,
foi informada que data disponível mais próxima
era 28 de junho. Não sei porque uma data tão
distante se eu vou lá e vejo o médico tranquilo.
Não tem fila, não tem ninguém, reclama
Nancy. Se a minha vida dependesse dessa consulta, eu já
estaria morta.
O biomédico Fernando Henrique das Mercês Ribeiro,
de 33 anos, vive situação semelhante. Quando liga
para o consultório do oftalmologista e diz que é
cliente de um convênio médico, é informado
que as consultas só podem ser agendadas em 15 dias ou
mais. Quando tentou agendar como consulta particular, porém,
conseguiu marcar horário para dali a dois dias.
Ao pagar um convênio médico, entendo que
tenho direito a um atendimento equivalente a qualquer cliente
particular. Afinal, como profissional da área, sei que
a maior parte do movimento financeiro em medicina é mediado
por planos de saúde, analisa Ribeiro. Mas
o que vejo hoje é que os planos de saúde estão
se tornando uma versão maquiada do SUS, finaliza.
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PREVENÇÃO
PODE REDUZIR PREÇOS DE PLANOS DE SAÚDE
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| REVISTA
COBERTURA / BBC BRASIL |
12/05/2011 |
Planos
de saúde poderão conceder até 30% de desconto
na mensalidade e bonificações para clientes que
aderirem a programas de envelhecimento saudável e prevenção
de doenças. Esses incentivos serão discutidos
na consulta pública que a Agência Nacional de Saúde
Suplementar (ANS) abre de 16 de maio a 14 de junho.
De acordo com a gerente-geral de regulação assistencial,
Marta Oliveira, nos últimos cinco anos a agência
vinha cobrando dos planos programas de prevenção
de doenças. Os planos achavam que não eram
responsáveis pelo cuidado com o beneficiário.
Mas a gente vem dizendo que é o plano quem sabe que aquela
pessoa chegou aos 40 e não fez determinado exame".
Ela explica que a agência quer evitar o mau uso
desses incentivos. O desconto tem de ser linear para o produto
oferecido - não pode haver diferenças entre faixas
etárias. A operadora não pode atrelar o benefício
a resultados, como redução de peso. O incentivo
é para aquele que aderir ao programa. Não se pode
exigir que a pessoa tenha determinado resultado de saúde,
porque outros fatores interferem, como a genética,
explica.
Cada operadora deve montar seu programa. O desconto valerá
para aqueles que fizerem parte do programa de acompanhamento
do envelhecimento. |
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| PORTAL
OPNE - Por Plínio Tomaz |
12/05/2011 |
Na
semana passada, enquanto estava no barbeiro e cortava o pouco
cabelo que me resta, fiquei pensando sobre algumas coisas as
quais quero compartilhar com você. O que cirurgiões-dentistas
e estes profissionais têm em comum?
Entre outras coisas, ambos precisam vender seus serviços
e ambos trabalham com a estética e o bem-estar das pessoas.
Mas vender o que? Não nos disseram que era feio para
um dentista falar em vendas? Outra pergunta que deriva desta:
será que os clientes que procuram consultórios
odontológicos querem os mesmos tipos de serviços
que queriam a 20, 10 ou mesmo 5 anos atrás?
Deixe-me apenas lembrá-lo de que como cirurgiões-dentistas
somos donos de empresas (consultórios) e estas precisam
dar resultados, isto é, lucro. Para que isso ocorra é
necessário vender serviços. Não há
nada de errado nisto, muito pelo contrário, nossa sobrevivência
através de nosso trabalho é absolutamente ética,
licita e desejável. Mais do que isso: é condição
para o bom exercício da profissão e do crescimento
da própria Odontologia.
Embora eu pudesse fazer uso de todo um arsenal de bons motivos
e argumentos para aprofundar consideravelmente este assunto,
vou apenas me ater a conversar hoje sobre o processo de compra
e as preferências de nossos clientes! O resto, você
decidirá o que fazer ou não. Vamos lá.
Não existe venda perfeita sem que ocorra a interseção
de três elementos: necessidade, desejo e capacidade de
compra.
A primeira coisa que precisa acontecer a um candidato a cliente
é tomar consciência da necessidade de fazer um
determinado tratamento odontológico ou observar um determinado
aspecto que o incomoda, como, por exemplo, um dente "encavalado",
com coloração amarelada, etc., e de sentir a necessidade
de buscar a solução de tal problema. Em marketing,
chamamos a esse impulso inicial de compra de "tensão".
A pessoa precisa sentir a necessidade de tratar, e tratar agora!
A necessidade é a tensão em ação.
Uma vez que
essa primeira barreira esteja vencida, vem a segunda, a do desejo.
O cliente deverá transformar essa necessidade em um desejo
real de solução que esteja ligado a você,
tanto à sua pessoa quanto ao local, tipo de serviço
prestado, atendimento e atenção dada pela equipe,
enfim, a todos os valores agregados que compões aquilo
que se vende.
Desejos, por sua vez, sofrem influência de experiências
passadas que já tiveram na utilização (compra)
deste tipo de serviço e das histórias que ouviram
de amigos e parentes. Muitas destas são histórias
terríveis! Desejos sofrem também influência
dos costumes e da cultura a que estamos submetidos. A opinião
e aceitação dos grupos a que pertencem também
são fundamentais nas decisões.
Tenho comprovado, através da simples observação
e de pesquisas que já fiz, que o cliente hoje deseja
três coisas essenciais: auto-estima (ser aceito e admirado
por sua "tribo"), status e estética. Assim
funciona a moda, assim funciona o comportamento da massa: aceitação
no grupo.
E o que o grupo quer? Estética! Cumplicidade! Ser igual
e diferente ao mesmo tempo. Mas o que isso tem a ver com a Odontologia?
Tudo!!!
Faça uma análise daquilo que tem oferecido e verifique
se está ou não de acordo não apenas com
as necessidades clínicas do paciente, mas também
com as emocionais. "Leia" seus desejos e o ajude neste
processo de escolha, sempre dentro da ética.
Mas o processo de compra não acaba aqui. Se ele venceu
esta barreira e desejou ser atendido por você para saciar
aquela necessidade (tensão), resta agora a terceira fase
que é a capacidade de compra. "Tenho dinheiro para
pagar o tratamento X com o
Dr. Y?", é o que ele pensa.
De nada adianta eu ter necessidade de locomoção,
desejar uma Ferrari, se só tenho dinheiro para comprar
um Gol. Não irei comprar o Ferrari.
Proponho então outra auto-análise: verifique também
se não há uma dicotomia entre os serviços
que oferece e seu público, ou então entre os serviços
que eles desejam, sua capacidade de compra e os preços
que oferece.
Não apenas seus serviços, mas o ambiente do consultório,
a equipe de trabalho e tudo que está à vista de
seus clientes devem apontar para conforto, comodidade, beleza,
tecnologia, etc.
Quer se dar bem na profissão? Olhe para o futuro, para
as novas técnicas, equipamentos e materiais que aliviam
a dor, o sofrimento e o estresse do atendimento odontológico.
Olhe para aquilo que é desejável, para o belo.
Procure apresentar serviços que melhor traduzam estes
três aspectos que mencionei: auto-estima, status e estética.
Veja o futuro e pratique-o agora.
Veja o futuro e pratique-o agora! |
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MAIO| 2011 |
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20
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SEMINÁRIO
- MATRIZ DE CUSTOS ATUARIAIS E SUA INTER-RELAÇÃO
COM A CONTABILIDADE |
Data
e Horário: 20/05/2011 das 9h às17h
Local: Av. Paulista, 171 11° andar São
Paulo/SP
A sobrevivência das operadoras de planos privados de assistência
à saúde depende cada vez mais de sua capacidade
de entender seu ambiente de negócios, antecipando ações
estratégicas de mercado.
Para tanto, instrumentos retrospectivos e prospectivos de gestão
têm que possuir suficiente discernimento para atender
esse tipo de demanda, gerando pela necessidade da governança
corporativa profissional.
Este seminário trará à luz do conhecimento
esta e outras questões de fundamental importância
sobre o assunto. É um evento que toda operadora de planos
privados de assistência à saúde deve participar!
Objetivos:
Apresentar aos participantes as inter-relações
estratégicas, envolvendo os segmentos atuarial e contábil
de uma operadora de planos privados de assistência à
saúde e, como derivar dessa inter-relação,
padrões de contabilidade gerencial, para proporcionar
governança corporativa profissional.
Público Alvo:
Profissionais envolvidos com a concepção e elaboração
de relatórios avançados de gestão em operadoras
de planos privados de assistência à saúde.
Programação:
09h00 - Abertura
09h05 - Dinâmica de grupo
09h30 - Contabilidade fiscal e contabilidade gerencial
. O que são ou como deveriam ser?
. Foco no passado, no presente ou no futuro?
- Matriz atuarial Concepção, implantação
e implementação. Foco no passado, no presente
ou no futuro?
- Data warehouse e data mart Visão estratégica
e a questão da confiabilidade
10h30 - Coffee break
10h45 - Dissecação da atividade de uma operadora
clássica de planos de saúde, pelo ângulo
estratégico
. Foco no passado, no presente ou no futuro?
- Um modelo conceitual de lançamento contábil
e sua inter-relação com o segmento atuarial, calcado
nas conclusões do item anterior
- Formação de preço
. Exercício econômico ou atuarial?
12h00 - Almoço
13h30 - Continuação do tema anterior
15h00 - Pausa para reflexão
. Os participantes neste espaço de tempo serão
distribuídos em grupos, com principal encargo
de resumir suas linhas de ações voltadas para
a criação de um instrumento de gestão
15h30 - Coffee break
15h45 - Discussão dos materiais preparados por cada grupo
16h40 - Perguntas e Debates
17h00 - Encerramento
Palestrante:
Antonio Westenberger
. Bacharel em Ciências Estatísticas pela Escola
Nacional de Ciências Estatísticas;
. Professor autônomo da FIPECAFI;
. Professor autônomo no MBA Gestão de Planos de
Saúde (ABRAMGE/São Camilo);
. Diretor da Ícone Consultoria.
Como Participar
Taxa de Inscrição (individual) - Vagas Limitadas
. R$ 370,00 (Trezentos e setenta reais) para associados da ABRAMGE.
. R$ 480,00 (Quatrocentos e oitenta reais) para não associados.
Incluso Material de Apoio, Certificado, Coffee breaks e Almoço
Depósito no Banco
Itaú - Agência 0646 - C/C 15126-6 em nome da Abramge-SP
- CNPJ: 48.785.703/0001-07.
Enviar comprovante de depósito juntamente com a ficha
de inscrição para o fax: 11-3289.7175.
Somente serão aceitas substituições se
utilizadas no mesmo evento.
O não comparecimento do participante, inscrito no evento,
não dará direito à devolução
do valor pago.
Para mais informações e inscrições,
acesse: www.abramge.com.br,
ou ligue para: (11) 3289-7511 (com Fabiana)
------------------------------------------------------------------------------
Ficha de Inscrição
MATRIZ DE CUSTOS ATUARIAIS E SUA INTER-RELAÇÃO
COM A CONTABILIDADE
Data: 20/05/2011
Nome do Participante:
CPF:
Nome da Instituição:
CNPJ:
Função:
Endereço:
Bairro:
CEP: Cidade: UF:
Fone: Fax:
Home Page:
E-mail:
|
|
26
e 27
|
6º
SINPLO - SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE PLANOS ODONTOLÓGICOS |
6º
SINPLO - Os Desafios da Odontologia para a Próxima Década
26 e 27 de maio de 2011 - das 8h30 às 18h00
Hospitalar / São Paulo - SP
O mercado de planos odontológicos cresceu a um ritmo
médio anual de 19% nos últimos dez anos. O número
de beneficiários saltou de 3,2 milhões para mais
de 13,8 milhões nesse período, passando a ocupar
24% na participação do total de planos de saúde.
Embora, o crescimento tenha ocorrido de forma exponencial, muitos
desafios se impõem a cada um dos players que compõem
o atual modelo de assistência privada à saúde,
no segmento dos planos odontológicos.
O ano de 2011 marca o início de uma nova década
e, no decorrer dela, certamente, muitas transformações
estarão acontecendo. Novas tecnologias, processos e métodos,
o aperfeiçoamento dos mecanismos de regulação
do mercado, a aplicação de modelos de gestão
diferenciados, tendências que indiquem a evolução
do relacionamento entre operadoras, prestadores de serviços
e consumidores, entre outras novidades e abordagens que formarão
o novo cenário daqui pra frente.
Em um país de dimensões continentais e diferenças
monumentais na prestação dos serviços da
saúde pública e privada, há muitas regiões
e nichos de mercado a serem explorados. A melhoria das relações
entre as operadoras, suas redes credenciadas e seus respectivos
beneficiários é um ponto de fundamental importância
nas discussões em torno da melhoria da qualidade dos
serviços.
O 6º Simpósio Internacional dos Planos Odontológicos
abordará estas questões, além de uma série
de assuntos que farão parte da rotina dos planos odontológicos
e dos consultórios dos cirurgiões-dentistas nos
próximos anos. A vivência e a experiência
de empresas estrangeiras na prestação de serviços
odontológicos em países latino-americanos e no
Canadá também poderão ser conhecidas no
painel de apresentações internacionais.
O SINPLO é uma ótima oportunidade para que os
profissionais que atuam com planos odontológicos, tanto
por parte das operadoras, como dos cirurgiões-dentistas
credenciados, possam debater temas pertinentes que formarão
os desafios a serem superados nesta próxima década.
- O que esperar da ANS para as operadoras odontológicas?
- Adoção ou não de novas técnicas
no rol de procedimentos?
- Como lidar com o novo perfil de consumidor cada vez mais exigente?
- Quais as tendências de inclusão de novos equipamentos
na prática diária do cirurgião-dentista?
- Como as operadoras vão lidar com o abismo relacional
que ainda existe entre elas e a rede credenciada?
- O marketing de relacionamento realmente funciona para as operadoras?
- Qual a influência e o poder das redes sociais e das
novas mídias nos negócios da odontologia?
6º SINPLO
Quando: 26 e 27 de maio de 2011, das 8h30 às 18h00
Onde: Expo Center Norte - Feira Hospitalar
INVESTIMENTO
Módulo Operadoras: R$ 270,00 (Associados do Sistema Abramge/Sinamge/Sinog
e entidades parceiras)
R$ 370,00 (Não associados)
Módulo Redes Credenciadas: Gratuito para dentistas das
redes credenciadas de associados Sinog
Incluso material de apoio, certificado, coffee-breaks, kit de
higiene bucal, ecobag e acesso à feira Hospitalar.
POLÍTICA
DE DESCONTOS
Até 31 de março: R$ 220,00 (Associados) e R$ 320,00
(Não associados)
Até 29 de abril: R$ 250,00 (Associados) e R$ 350,00 (Não
associados)
Além de 5% para 3ª e 4ª inscrições
do mesmo CNPJ e 10% para a 5ª inscrição em
diante do mesmo CNPJ.
Obs.: Os descontos são cumulativos
AS
DEMAIS INFORMAÇÕES ESTARÃO DISPONÍVEIS
NO SITE www.sinog.com.br/6sinplo
| :::
JUNHO| 2011 |
|
03
|
ABRAMGE
- GESTÃO DE RISCO NAS OPERADORAS DE PLANOS DE SAÚDE |
Data
e Horário: 03/06/2011 das 9h às 17h
Local: Av. Paulista, 171 11° andar São
Paulo/SP
A que riscos estão expostas as operadoras de planos
privados de assistência à saúde? São
todos eles gerenciáveis? Como abordar os riscos
dentro e fora do controle da operadora? A Agência
Nacional de Saúde Suplementar (ANS) tem mostrado
sensibilidade para a questão? Essas e outras indagações
compõem o contexto deste seminário, que
procurará vislumbrar saídas para essas intrigantes
e desafiadoras indagações.
Objetivos:
Capacitar os participantes a identificar os principais
riscos a que estão expostas as operadoras de planos
privados de assistência à saúde, apresentando
as principais abordagens empregadas no enfrentamento dos
referidos riscos, como descrito na bibliografia especializada.
Público Alvo:
Profissionais envolvidos com o planejamento estratégico
da operadora, áreas financeira,
contábil e atuarial.
Programação:
09h00 - Abertura
09h05 A matriz clássica de riscos de uma
operadora de saúde e sua inter-relação
com sua longevidade
10h30 - Coffee break
10h45 - Riscos gerenciáveis
- Descrição
- Abordagem prudencial
12h00 Almoço
13h30 - Riscos não gerenciáveis
- Descrição
- Abordagem prudencial
14h30 - Técnicas de gerenciamento de riscos
15h30 - Coffee break
15h45 - Possibilidades de aplicação de técnicas
de gerenciamento de risco em operadoras de saúde:
. Riscos de subscrição
. Programas de prevenção
. Programas
de atendimento de beneficiários portadores de doenças
crônicas
. Programas de tratamento de doentes terminais
. Riscos de mercado
. Riscos de crédito
. Riscos operacionais
. Riscos legais
. Outros riscos
- Perspectivas sobre a matéria o que anda
pelo mundo afora
16h40 - Perguntas e Debates
17h00 - Encerramento
Palestrantes:
Antonio Westenberger
Bacharel em Ciências Estatísticas
pela Escola Nacional de Ciências Estatísticas;
Professor Autônomo da FIPECAFI;
Professor Autônomo no MBA Gestão de
Planos de Saúde (ABRAMGE/São Camilo);
Diretor da Ícone Consultoria;
Diretor da Data Risk Núcleo Atuarial.
Como Participar
Taxa de Inscrição (individual) - Vagas Limitadas
. R$ 370,00 (Trezentos e setenta reais) para associados
da ABRAMGE.
. R$ 480,00 (Quatrocentos e oitenta reais) para não
associados.
Incluso Material de Apoio, Certificado, Coffee breaks
e Almoço
Depósito no Banco Itaú - Agência 9279
- C/C 79292-4 em nome da Universidade Corporativa ABRAMGE
- CNPJ: 11.997.751/0001-40.
Enviar comprovante de depósito juntamente com a
ficha de inscrição para o fax: 11-3289.7175
ou para o e-mail uca@abramge.com.br.
Somente serão aceitas substituições
se utilizadas no mesmo evento.
O não comparecimento do participante, inscrito
no evento, não dará direito à devolução
do valor pago.
Para mais informações e inscrições,
acesse: www.abramge.com.br,
ou ligue para: (11) 3289-7511 (com Fabiana)
------------------------------------------------------------------------------
Ficha de Inscrição
GESTÃO DE RISCO NAS OPERADORAS DE PLANOS DE SAÚDE
Data: 03/06/2011
Nome do Participante:
CPF:
Nome da Instituição:
CNPJ:
Função:
Endereço:
Bairro:
CEP: Cidade: UF:
Fone: Fax:
Home Page:
E-mail:
|
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10
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ABRAMGE
- MUDANÇA DAS FORMAS DE REMUNERAÇÃO
DOS SERVIÇOS DE SAÚDE
COBRANÇA DE PROCEDIMENTOS POR PACOTE |
Data
e Horário: 10/06/2011 das 9h às 17h
Local: Av. Paulista, 171 11° andar São
Paulo/SP
Essa modalidade de cobrança dos procedimentos tem
evoluído nesses últimos tempos, sem total
conhecimento do produto, tanto pelas empresas tomadoras
de serviço quanto pelos prestadores de serviço,
visto que desde o início, pensava-se em facilitar
a cobrança dos procedimentos, realizando padronizações
para s que possuem grande volume de atendimento e, que
não tenham significativa variação
nos seus atendimentos, facilitando o trabalho de todos.
Para os prestadores de serviço, é importante
que conheçam seus custos para saber que tipo de
negociação pode ou não ser aceita
e, para os tomadores de serviço, é importante
que analisem cada empresa com suas características
próprias, pois se pode avaliar somente o preço
a pagar pelos procedimentos.
Não perca
a oportunidade de discutir estes assuntos que são
de fundamental importância na realidade atual. Participe!
Objetivo:
Atualizar os colaboradores tanto das operadoras de planos
de saúde quanto dos prestadores de serviços
sobre a situação atual da cobrança
de procedimentos de forma desestruturada, sem conhecer
seus verdadeiros custos, levando a interpretações
incorretas.
Público Alvo:
Diretores, gerentes, profissionais envolvidos com negociação
e com a confecção desse tipo de cobrança.
Programação:
09h00 Abertura
09h05 Evolução da cobrança
por pacote desde a sua implantação
- Modelo de confecção pelas operadoras de
saúde
- Modelo de confecção por parte dos prestadores
de serviço
10h30 Coffee break
10h45 Distorções nas negociações
por pacote
- Distorções nos protocolos de procedimentos
de alto custo para as operadoras de saúde
- Distorções nos protocolos para os prestadores
de serviço
11h30 Principais procedimentos a serem negociados
- Exemplos de procedimentos com suas dificuldades de negociação
tanto em valores quanto à composição
12h00 Almoço
13h30 Como preparar os procedimentos por pacote
para melhor negociar
- Conhecer os
principais componentes da cobrança
- Envolver todas as equipes envolvidas com protocolo preparado
- Negociar com os fornecedores
14h30 - Discussão de casos atuais e soluções
para os impasses encontrados
- Como avaliar o produto e como negociar ou renegociar
junto às operadoras
- Como preparar os novos modelos de negociação
de procedimentos preparando seus protocolos de cobrança
15h30 Coffee break
15h45 Sugestão de negociação
e protocolos de cobrança
- Como melhor negociar os procedimentos para que todos
tenham resultado
Palestrante:
Dra. Giuseppina Pellegrini
Médica Administradora Hospitalar;
MBA em Gestão em Planos de Saúde
- Centro Universitário São Camilo e Abramge-SP;
Consultora em Serviços de Saúde em
Operadoras de Planos de Saúde e Hospitais e Clínicas;
Professora Universitária de Estatística
Médica e Planejamento em Saúde e Saúde
Pública;
Professora de Cursos de PósGraduação,
de Formação e Capacitação
na Área de Saúde;
Como Participar
Taxa de Inscrição (individual) - Vagas Limitadas
. R$ 370,00 (Trezentos
e setenta reais) para associados da ABRAMGE.
. R$ 480,00 (Quatrocentos e oitenta reais) para não
associados.
Incluso Material de Apoio, Certificado, Coffee breaks
e Almoço
Depósito no Banco Itaú - Agência 9279
- C/C 79292-4 em nome da Universidade Corporativa ABRAMGE
- CNPJ: 11.997.751/0001-40.
Enviar comprovante de depósito juntamente com a
ficha de inscrição para o fax: 11-3289.7175
ou para o e-mail uca@abramge.com.br.
Somente serão aceitas substituições
se utilizadas no mesmo evento.
O não comparecimento do participante, inscrito
no evento, não dará direito à devolução
do valor pago.
Para mais informações e inscrições,
acesse: www.abramge.com.br,
ou ligue para: (11) 3289-7511 (com Fabiana)
------------------------------------------------------------------------------
Ficha de Inscrição
MUDANÇA DAS FORMAS DE REMUNERAÇÃO
DOS SERVIÇOS DE SAÚDE
COBRANÇA DE PROCEDIMENTOS POR PACOTE
Data: 10/06/2011
Nome do Participante:
CPF:
Nome da Instituição:
CNPJ:
Função:
Endereço:
Bairro:
CEP: Cidade: UF:
Fone: Fax:
Home Page:
E-mail:
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JULHO| 2011 |
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01
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ABRAMGE
- DESMISTIFICANDO A TUSS COMO REALIZAR NEGOCIAÇÕES
ENTRE PRESTADORES E OPERADORAS |
Data
e Horário: 01/07/2011 das 9h às
17h
Local: Av. Paulista, 171 11° andar
São Paulo/SP
É importante que nesse momento de mudança
de estruturação da remuneração
dos honorários dos serviços de saúde,
os profissionais envolvidos conheçam seus
custos e, a composição dos seus serviços,
para melhor negociar com os tomadores de serviços.
Entretanto, também é de vital importância
a preparação da equipe de negociadores
do lado do comprador de serviços, pois ocorrem
algumas falhas na negociação que levam
a interpretações errôneas ocasionando
a perda de remuneração por parte dos
prestadores.
Este seminário foca dois itens de fundamental
importância para a definição
do sistema de remuneração dos serviços
de saúde contratados:
1. Compartilhar
com o gestor novas formas de renegociação
no intuito de melhorar a performance dos serviços
de saúde;
2. Negociar com as equipes, para que conheça
adequadamente cada produto de sua empresa a fim
de que não ocorram distorções
e, consequentemente, glosas desnecessárias.
Objetivos:
Discutir as implicações da
falta de conhecimento adequado da estrutura de cobrança
de honorários médicos e formação
de preços a serem contratados;
Mostrar as vantagens e desvantagens das novas
formas de remuneração dos serviços
de saúde com a implantação
da TUSS;
Encontrar e discutir formas práticas
dos novos modelos de remuneração dos
serviços avaliando o conteúdo da TUSS;
Mostrar as distorções que ocorrem
com a falha de negociação, levando
a divergências de interpretação
dos pagamentos de honorários médicos.
Público Alvo:
Profissionais atuantes na área administrativa,
de credenciamento de serviços médico-hospitalares,
análise de contas médicas e auditoria;
Diretores e gerentes administrativo-financeiros;
Programação:
09h00 - Abertura
09h00
Abertura
09h05 Cenários de negociação
com a TUSS na área da saúde e suas
distorções
Avaliar a performance dos serviços
Entender as novas formas de remuneração
com a TUSS
Avaliar as principais distorções
que estão ocorrendo na área de saúde
10h30 Coffee break
10h45 As distorções de interpretação
da TUSS como fonte geradora de novas formas de remuneração
Conhecer a estrutura inicial de negociação
com as tabelas anteriores de honorários médicos
Competição acirrada no mercado
de saúde
Diversas tabelas de remuneração
de serviços de saúde levando a distorções
de interpretação
Posicionamento dos prestadores e operadoras
de planos de saúde
11h20 Discussão de Casos atividades
em grupo
12h00 Almoço
13h30 Avaliando a TUSS nas diversas especialidades
e suas interpretações:
Consultas
Procedimentos Ambulatoriais e Hospitalares
Procedimentos Cirúrgicos
Serviços Auxiliares de Diagnose e
Tratamento
15h30 Coffee break
15h45 Importância da negociação
entre prestadores e operadoras de planos de saúde
Importância do conhecimento de custos
na equipe de negociação
Atuações da equipe multiprofissional
para o sucesso da negociação
Estruturação das negociações
para melhores resultados
16h40 Perguntas e Debates
17h00 Encerramento
Palestrante:
Dra. Giuseppina Pellegrini
Médica Administradora Hospitalar;
MBA em Gestão em Planos de Saúde
- Centro Universitário São Camilo
e Abramge-SP;
Consultora em Serviços de Saúde
em Operadoras de Planos de Saúde e Hospitais
e Clínicas.
Professora Universitária de Estatística
Médica e Planejamento em Saúde e Saúde
Pública;
Professora de Cursos de PósGraduação,
de Formação e Capacitação
na Área de Saúde;
Auditora Médica e de Contas Médicas
de Convênios e Hospitais.
Como Participar
Taxa de Inscrição (individual) - Vagas
Limitadas
. R$ 370,00 (Trezentos e setenta reais) para associados
da ABRAMGE.
. R$ 480,00 (Quatrocentos e oitenta reais) para
não associados.
Incluso
Material de Apoio, Certificado, Coffee breaks e
Almoço
Depósito no Banco Itaú - Agência
9279 - C/C 79292-4 em nome da Universidade Corporativa
ABRAMGE - CNPJ: 11.997.751/0001-40.
Enviar comprovante de depósito juntamente
com a ficha de inscrição para o fax:
11-3289.7175 ou para o e-mail uca@abramge.com.br.
Somente serão aceitas substituições
se utilizadas no mesmo evento.
O não comparecimento do participante, inscrito
no evento, não dará direito à
devolução do valor pago.
Para mais informações e inscrições,
acesse: www.abramge.com.br,
ou ligue para: (11) 3289-7511 (com Fabiana)
-----------------------------------------------------------------------------
Ficha de Inscrição
DESMISTIFICANDO A TUSS
COMO REALIZAR NEGOCIAÇÕES ENTRE PRESTADORES
E OPERADORAS
Data: 01/07/2011
Nome do Participante:
CPF:
Nome da Instituição:
CNPJ:
Função:
Endereço:
Bairro:
CEP: Cidade: UF:
Fone: Fax:
Home Page:
E-mail:
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| QUADRO
DE CIRCULARES |
Associado,
não deixe de ler as mais recentes circulares do SINOG
- Circular 058/11 - DESPACHOS
DO SECRETARIO (SDE-MJ), EM 06/05/2011
- Circular 057/11 - Consulta
Pública Nº 42, da ANS, de 06/05/2011
- Circular 056/11 - Resolução
Normativa RN Nº 254, da ANS, de 05/05/2011
- Circular 055/11 - Resolução
Normativa RN Nº 253, da ANS, de 05/05/2011
- Circular 054/11 - Edital
de Convocação de Nova Assembleia Geral Extraordinária
para Eleições
- Circular 053/11 - Instrução
Normativa IN Nº 30, da ANS (DIPRO), de 28/04/2011
- Circular 052/11 - Resolução
Normativa RN Nº 252, da ANS, de 28/04/2011
- Circular 051/11 - REUNIÃO
PLENÁRIA 05/05: CONSULTAS PÚBLICAS Nº 40
- ROL DE PROCEDIMENTOS
- Circular 050/11 - Resolução
Normativa RN Nº 251, da ANS, de 18/04/2011
- Circular 049/11 - Súmula
Normativa Nº 17, da ANS, de 13/04/2011
- Circular 048/11 - Súmula
Normativa Nº 16, da ANS, de 12/04/2011
- Circular 047/11 - Súmula
Normativa Nº 15, da ANS, de 11/04/2011
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Elaboração:
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