Lucro das operadoras e repasse aos médicos são alvos de críticas

Reclamações contra planos de saúde sobem 34%


6º SINPLO - Os desafios da Odontologia
para a próxima década



01> Um mapa da saúde brasileira
02> Pesquisadores avaliam comportamento dos pericitos em lesões...
03> Sorrisos saudáveis para mães e filhos
04> A interiorização do cirurgião-dentista
05> Hidrogel à base de biomateriais pode ser alternativa para implantes...
06> Respirar pela boca prejudica qualidade de vida da criança

01> Anfip/Unimed Vitória: Atendimento odontológico
02> Números da Amil Participações no trimestre
03> Amilpar lucra R$ 89 milhões
04> Dasa investe R$ 150 milhões na expansão da rede
05> Intermédica prepara abertura de capital
06> OdontoPrev supera 5 milhões de beneficiários

01> Inflação do IGP-M é de 0,70% na 1ª prévia de maio
02> Inflação para os últimos meses é uma incógnita
03> Ibovespa cai e volta aos 63 mil pontos

01> Comissão da Câmara quer intervir em planos
02> Parlamentares recriminam veto à greve dos médicos
03> CFM discutirá cobrança ''por fora''
04> Sinistralidade chega a 80% e preocupa operadoras
05> Lucro das operadoras e repasse aos médicos são alvos de críticas
06> Reclamações contra planos de saúde sobem 34%
07> Prevenção pode reduzir preços de planos de saúde

01> Dentistas e barbeiros

::: MAIO | 2011
20
>Seminário - Matriz de Custos Atuariais
26 e 27
>6º SINPLO - Simpósio Internacional de Planos Odontológicos
::: JUNHO | 2011
03
>Abramge - Gestão de Riscos nas Operadoras de Planos
10
>Abramge - Mudança das Formas de Remuneração
::: JULHO | 2011
01
>Abramge - Desmistificando a TUSS

01
UM MAPA DA SAÚDE BRASILEIRA
ASSPREVISITE / EXTRA ONLINE
12/05/2011
Um artigo publicado na revista inglesa "The Lancet" analisou a saúde pública brasileira e apontou a dengue como um dos maiores problemas no país. Na última década, foram registrados cerca de 3,5 milhões de casos, com 900 mortes. Para os especialistas, a prioridade, no momento, deve ser o desenvolvimento de uma vacina.
Outro desafio é diminuir a mortalidade por acidentes de trânsito e violência. Os homicídios e as lesões provocadas pelo trânsito representam 60% das mortes por causas externas, diz a pesquisa. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, defendeu um pacto para reduzir as mortes no trânsito. Para tanto, propõe metas para estados e municípios, com prémios para os melhores resultados.
Entre os sucessos, a revista aponta o pro¬grama de distribuição de remédios contra a Aids, a adoção de leis e medidas para inibir o fumo, a queda nas taxas da mortalidade infantil e de desnutrição e o combate à pobreza.
02
PESQUISADORES AVALIAM COMPORTAMENTO DOS PERICITOS EM LESÕES NOS DENTES INCISIVOS
CROSP / ODONTO 1
12/05/2011
Pesquisa é feita por Andrea Mantesso e Paul Sharpe, cientistas também responsáveis pelo estudo das células-tronco epiteliais.
A professora Andrea Mantesso, da Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo (Fousp), desenvolveu um estudo sobre a resposta às lesões nos dentes incisivos pelos pericitos, células que revestem os vasos sanguíneos. O trabalho, feito em conjunto com Paul Sharpe, do King´s College London, e outros pesquisadores, teve o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa (Fapesp), e foi publicado na edição de abril da revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), com o nome de "Dual origin of mesenchymal stem cells contributing to organ growth and repair".
Por meio da análise dos pericitos, a equipe de pesquisadores procurou desvendar a origem das células-tronco mesenquimais. Eles reuniram uma série de informações comuns aos pericitos e às células-tronco, e descobriram, observando os pericitos, que eles não são a única fonte de células mesenquimais. "Durante os experimentos, observamos que os pericitos apresentaram as características de células-tronco ou progenitoras, mas eles respondiam somente por parte da origem dessas células", disse a pesquisadora ao site da Agência Fapesp.
Segundo ela, a outra população celular ainda é desconhecida, porém, acredita-se que esteja relacionada à vascularidade, pois estavam mais presentes em lugares ricos em vasos sanguíneos. A versão resumida do artigo pode ser conferida no site oficial da PNAS.
03
SORRISOS SAUDÁVEIS PARA MÃES E FILHOS
JORNAL DO SITE ODONTO
12/05/2011
O amor materno começa ainda na gestação e merece atenção especial para garantir que os sorrisos mais genuínos.
É durante a gestação que devem ser tomados os primeiros cuidados com a saúde do bebê que ainda está em formação e, por isso mesmo, precisa de muita dedicação e atenção. A saúde bucal da mãe também não pode ser negligenciada. Com a proximidade do Dia das Mães, comemorado este ano no próximo domingo, 8 de maio, a Associação Brasileira de Odontologia (ABO) chama a atenção para como mãe e filho podem começar essa relação com sorrisos saudáveis.
Durante a gravidez, a futura mamãe deve incluir no pré-natal visitas ao odontopediatra, responsável pelas orientações quanto aos cuidados com a saúde da criança, e a um clínico, que vai atender a mãe e o núcleo familiar. Essas ações preventivas ajudam na manutenção da saúde bucal da mãe e da do bebê. Na gravidez, muitas m
ulheres descuidam, por exemplo, da higiene bucal, o que é um grande erro, porque, além de prejudicar a sua própria saúde, os problemas decorrentes disso podem afetar a criança. Uma infecção na boca pode se espalhar e prejudicar o bebê.
Saúde bucal começa na barriga – Sob forte influência dos hábitos da mãe, o bebê ainda em gestação também precisa de acompanhamento odontológico, e não há profissional mais indicado para isso do que o odontopediatra.
Na visita ao consultório, o cirurgião-dentista orienta a mulher quanto à interação dos seus hábitos com a formação do bebê. No quarto mês de gestação, por exemplo, começam a se formar as papilas gustativas da criança, e a alimentação da mãe nesse período terá grande influência na predisposição do filho a determinados tipos de alimento, por isso, deve-se ter cuidado com a ingestão de doces durante a gravidez, entre outras coisas.
Ao nascer, a criança precisa voltar ao cirurgião-dentista – desta vez, para que as condições da formação da boca sejam avaliadas. Se o único alimento do bebê é o leite materno, não há necessidade de higienização bucal. A próxima visita deve acontecer quando o primeiro dente nascer, para que novas orientações sejam dadas.
Cuidados como esses podem garantir sorrisos saudáveis para toda a vida.
04
A INTERIORIZAÇÃO DO CIRURGIÃO-DENTISTA
PORTAL DENTAL PRESS
12/05/2011
Na edição de março do Jornal do Conselho Federal de Odontologia , o destaque foi a reportagem “A interiorização do cirurgião-dentista”, logo abaixo veja na íntegra a matéria publicada :
Imagine as seguintes situações: equipes multiprofissionais de saúde prestando atendimento a populações ribeirinhas em locais de precárias condições no cuidado geral com a saúde e cujo acesso deve-se dar obrigatoriamente por barcos ou lanchas, ou ainda, grupos de profissionais de saúde bucal atuando em comunidades indígenas no coração da selva amazônica e ensinando à população local noções básicas de prevenção a doenças relacionadas à saúde bucal. Situações como estas correspondem à r
ealidade ou são mera ficção?
Por incrível que possa parecer, casos assim pertencem, hoje em dia, mais ao campo da realidade do que aos desejos utópicos de um Brasil menos desigual e injusto. O fato é que, ao longo da última década, assistiu-se a um expressivo movimento migratório de profissionais de Odontologia em direção a áreas mais. A interiorização do cirurgião-dentista interiorana do território brasileiro, fazendo com que situações como as ilustradas anteriormente tornem-se cada vez mais recorrentes, especialmente nas regiões Norte e Nordeste.
Porém, o que exatamente tem impulsionado cirurgiões-dentistas e demais profissionais de Odontologia para o interior do país?
Na opinião de Luis Eduardo Lopes Albuquerque, cirurgião-dentista roraimense e representante do Conselho Federal de Odontologia na comissão do Ministério da Saúde responsável por elaborar a proposta de plano de carreira para profissionais de saúde em áreas de difícil acesso, a atuação do governo federal nos últimos anos tem sido decisiva no contexto de interiorização do cirurgião-dentista.
“Isto se deve principalmente aos programas de saúde implementados pelo Ministério da Saúde com o Programa Brasil Sorridente. Os programas federais são importantes, p
ois são eles que incentivam os demais gestores e profissionais da saúde a incluir ou ampliar os serviços existentes nos municípios”, afirma.
Entretanto, embora seja uma verdade cada vez mais concreta para muitos municípios do interior do país que outrora conheciam de forma incipiente – ou mesmo desconheciam – serviços de atenção profissional especializada em saúde bucal, a presença do cirurgião-dentista nestas localidades ainda está longe de suprir toda a demanda existente.
Isto porque, embora o Brasil tenha um dos maiores efetivos de cirurgiões-dentistas do mundo, a proporção de habitantes por profissional está entre as mais baixas. No país, a distribuição desses profissionais ainda é completamente desigual e as disparidades entre as regiões brasileiras chegam a ser assustadoras.
A Organização Mundial de Saúde recomenda que haja um cirurgião-dentista para cada 1.500 habitantes. Contudo, dados do CFO apontam que há atualmente no Brasil cerca de 230 mil cirurgiões-dentistas, um terço dos quais concentrados somente no estado de São Paulo.
Enquanto São Paulo, Minas gerais e rio de Janeiro reúnem mais da metade dos profissionais brasileiros de Odontologia, no Maranhão, por exemplo, há apenas cerca de 1.200 profissionais para assistir uma população que beira.os seis milhões de habitantes, numa proporção de 1 cirurgião--dentista para 4.480 habitantes.
As estatísticas revelam, portanto, que, apesar do considerável avanço observado nos últimos dez anos, o poder público ainda encontra dificuldades em incentivar a fixação desses profission
ais no interior do país. A imensa maioria dos cerca de 11.200 profissionais de Odontologia graduados a cada ano no Brasil ainda fica retida nos grandes centros urbanos, especialmente nas regiões Sul e Sudeste.
Nesse sentido, Albuquerque ressalta “a necessidade de uma política séria de interiorização do profissional de saúde no Brasil, devendo haver um esforço conjunto entre União, estados e municípios”.
Para ele, “a interiorização do cirurgião-dentista faz-se necessária e urgente e esse processo deve ser acelerado. Temos um grande exército de profissionais de Odontologia prontos para atender ao chamado e levar a essas populações não apenas tratamento curativo, como exodontias e restaurações, mas principalmente educação, promoção e prevenção em saúde bucal”.
Ainda de acordo com o cirurgião-dentista roraimense, esse quadro pode ser revertido a partir de políticas públicas mais direcionadas não apenas para a migração desses profissionais para regiões mais afastadas dos grandes centros como principalmente para a manutenção deles nestas localidades.
“Vejo como um fator complicador a falta de um plano de cargos, carreira e vencimentos que estimule não apenas a ida destes profissionais para municípios distantes ou de difícil acesso, mas também a sua permanência lá, pois observamos um grande rodízio de profissionais nessas regiões”, afirma.
A atuação do cirurgião-dentista no interior do país
Gradualmente, o cirurgião-dentista tem conseguido romper barreiras geográficas e vai adentrando o interior do país, levando a populações extremamente carentes informações importantes sobre como manter a higiene bucal, cuidando, portanto, não apenas de sua saúde bucal como também da saúde geral do corpo.
“Com a presença do profissional de Odontologia, a população terá acesso a um serviço que devolverá sor
risos escondidos depois de perdas de elementos dentários, cáries extensas e dores contínuas. O cirurgião-dentista será um profissional que levará educação em saúde, algo importante para o crescimento e o desenvolvimento de crianças e daqueles que encontram dificuldade no acesso a essas informações”, destaca Albuquerque.
Entretanto, o profissional precisa pautar sua atuação junto a essas populações muito além da prestação de um simples tratamento odontológico de caráter curativo. O representante do CFO na comissão do Ministério da Saúde acredita que o foco do trabalho do cirurgião-dentista deva ser de natureza educativa e preventiva.
Conforme afirma, “o profissional poderá atuar como educador em saúde bucal, orientando quanto aos cuidados necessários com a higiene bucal, com alimentação adequada, e que meios poderão ser utilizados para prevenir doenças como cárie e câncer bucal”.
Além disso, diz Albuquerque, o profissional precisa estar aberto a estabelecer intercâmbio de conhecimentos com a população local. “Em equipes de saúde bucal que trabalham em comunidades indígenas, por exemplo, há relatos impressionantes de troca de conhecimento entre indígenas e membros da equipe quanto à forma de higienização bucal e a utilização de plantas da floresta. Com isso, o cirurgião-dentista acaba aprendendo outras formas de enfrentamento do problema das doenças bucais.”

05
HIDROGEL À BASE DE BIOMATERIAIS PODE SER ALTERNATIVA PARA IMPLANTES ÓSSEOS
PORTAL OPEN
12/05/2011
Quitosana e hidroxiapatita compõem produto desenvolvido no IQ
A solução para o preenchimento de defeito ósseo, especialmente o da região da face, pode estar num hidrogel à base de biomateriais como a quitosana e a hidroxiapatita, que foi desenvolvido no Instituto de Química (IQ). O hidrogel em questão tem como particularidade o fato de apresentar um teor de componente inorgânico (a hidroxiapatita) e um teor de componente orgânico (a quitosana) similares ao encontrados no osso humano, no qual o componente orgânico corresponde a diversas proteínas, majoritariamente colágeno. A pesquisadora da inovação é a química Geovanna Pires.
Ela conta que o produto deve agora ser levado à escala piloto e, em seguida, à escala industrial. Mas o primeiro passo nesta direção já foi dado pela especialista ao entrar com um pedido de depósito de patente junto ao Instituto Nacional da Propriedade Intelectual (Inpi), já concedido em 2010. “As indústrias mais interessadas no produto seriam as de biomateriais e as especializadas em preenchimento ósseo na área odontomédica”, informa. O trabalho contou com a orientação do
s docentes do IQ Inez Valéria Pagotto Yoshida e Celso
Aparecido Bertran, em colaboração com Willian Zambuzzi e Carmen Ferreira, do Instituto de Biologia (IB). Yoshida relata que um dos objetivos da investigação foi o estudo de nucleação e o crescimento de partículas de hidroxiapatita sobre um material que simulasse o colágeno, comparando-se a nucleação e o crescimento das partículas da fase inorgânica na presença e na ausência de siloxanos solúveis (família de substâncias químicas que são derivadas do silício).
A nucleação corresponde a um processo no qual moléculas ou íons dispersos na solução se agregam em aglomerados, em escala nanométrica. Estes aglomerados constituem o núcleo e apenas se tornam estáveis a partir de um certo tamanho crítico, que depende das condições nas quais a nucleação ocorre. É durante este processo que os íons ou moléculas se arranjam de uma forma definida e periódica, determinando a estrutura do cristal.
Segundo a orientadora da tese, existem poucos trabalhos na literatura que se referem ao valor do silício solúvel na nucleação da fase inorgânica do osso, apesar de hoje haver um consenso sobre a importância deste elemento no organismo. “Nós nos propusemos a estudar o efeito do silício, sob a forma de siloxano, na nucleação da fase de hidroxiapa
tita, em presença do material orgânico”, afirma.
Bertran comenta que o uso da quitosana como biomaterial é bastante difundido, contudo pouco foi esclarecido acerca do seu emprego na formação da hidroxiapatita in situ. Neste sentido, a linha de pesquisa de Yoshida procurou conjugar o seu conhecimento no assunto relativo ao comportamento dos siloxanos, introduzindo-os nos processos que levam à nucleação e ao crescimento in situ das partículas de hidroxiapatia, por haver fortes indícios de que tal elemento químico, pertencente ao grupo do carbono, é também decisivo neste processo. A intenção de Geovanna Pires foi a de tentar estabelecer os fatos que levam à nucleação de hidroxiapatita e à incorporação de siloxano neste material.
Características
O hidrogel pode ser preparado de diversas maneiras, desde a forma de um gel úmido, com resistência suficiente para ser manipulado e fracionado em um eventual implante ou para a realização de preenchimento de defeito ósseo, sendo que nesse caso ele pode ser preparado como um material esponjoso e rígido. Por ser manipulável, é um forte candidato ao preenchimento. “Temos portanto um material nas duas formas”, descreve Yoshida. Ele também pode ser preparado na forma de um xerogel, ou seja, um gel seco, poroso, com estrutura bem-definida, que poderia ser utilizado como arcabouço para processos de engenharia de tecidos.
Após a obtenção do hidrogel, ele é cortado pelo cirurgião – médico ou dentista – no mesmo
formato da falha óssea, como a de uma fratura, por exemplo, com o objetivo de preenchê-la. A peça então preparada assumiria a forma exata para que pudesse ser devidamente implantada no local.
A professora revela que a aparência do hidrogel lembra a de uma cartilagem, enquanto intumescido em solução de fluido corpóreo ou em solução que pode conter medicamentos importantes no momento do implante, capaz de atuar como matriz temporária para auxiliar na proliferação celular e na deposição da matriz extracelular, para a troca progressiva do biomaterial por uma estrutura regenerada e reconstituída. Quando seco, parece um osso. Mas é diferente dos materiais atuais, que já são encontrados em pedaços sólidos e não moldáveis, os quais, quando usados para o preenchimento de falhas ósseas, precisam completar os seus vazios com uma pasta auxiliar. O gel do estudo desponta como um material único, que elimina totalmente a necessidade dessa pasta.
Geovanna Pires explica que a durabilidade do hidrogel ainda não está esclarecida, o que demandaria testes in vivo. No trabalho, a pesquisadora fez os testes apenas in vitro. Isso porque, enquanto era desenvolvido o produto, salienta Yoshida, ocorreu uma mudança na legislação dos biotérios e, por isso, houve grande dificuldade de acesso a a
nimais para levar adiante esta etapa.
Benefícios
As principais conclusões da tese estudada é que se formou um hidrogel moldável constituído de quitosana e de hidroxiapatita nucleada que cresce in situ. Enquanto intumescido, ou ainda na forma de xerogel (seco), com uma estrutura rígida muito semelhante à encontrada em osso desproteinado (poroso), apresenta uma série de poros interconectados, que vão desde macroporos até microporos semelhantes ao osso, proporcionando a difusão de nutrientes para os tecidos.
Além disso, na presença de silício (não silício elementar, e sim siloxano), a fase de hidroxiapatita nucleia mais rapidamente e em maior quantidade, confirmando assim algumas suspeitas descritas na literatura de que o silício é um componente valiosíssimo na nucleação da fase inorgânica do osso.
Algumas vantagens ainda associadas aos biomateriais aqui avaliados é que sua preparação acaba não gerando resíduos de fabricação e que eles sobressaem entre outros pela facilidade na fase de moldagem. “Isso poderia ser feito in loco no ato cirúrgico”, sugere Bertran.
Geovanna Pires garante que há muitas patentes envolvendo hidroxiapatita e os demais componentes orgânicos. Contudo, a sua tarefa foi um pouco além: “desenvolvemos um processo de obtenção diferente, uma vez que a grande maioria deles relaciona-se a pastas, misturando-se hidroxiapatita em pó, por processo mecânico, a uma fase orgânica, das mais diferentes formas, porém sem o controle da
estrutura”, completa.
Materiais com controle de porosidade, prossegue a pesquisadora, é um dos pré-requisitos para o sucesso da implantação e da regeneração de tecidos ósseos. Deste modo, quanto mais se assemelhar ao osso, mais este material terá a chance de ser bem-sucedido. “A propósito, procuram-se em geral componentes com estrutura que mais se aproxime do colágeno e da hidroxiapatita”, comenta Yoshida. O novo hidrogel conseguiu parecer mais com o osso do que os produtos similares disponíveis no mercado.
Um aspecto bastante curioso da pesquisa na formação da parte inorgânica do hidrogel é que, de certa forma, ele está mimetizando aquilo que certamente acontece na formação do osso. “No organismo, a hidroxiapatita nucleia e cresce em uma matriz orgânica constituída majoritariamente de colágeno, que é mais ou menos o que acontece na formação do hidrogel, no qual a hidroxiapatita nucleia e cresce em uma matriz de quitosana. Essa é a grande diferença de uma ‘pasta mecânica’ composta de um pó de hidroxiapatita e de outra fase orgânica”, esclarece Yoshida.
Uma análise de mercado realizada por meio do projeto de pré-incubação, aprovado em julho de 2009 pela Agência de Inovação Inova Unicamp, envolvendo o presente projeto, mostrou que existem por volta de 400 empresas internacionais que atuam em biomateriais e revelou o seu valor nesta inovação tecnológica e na qualificação de profissionais preparados para levar os materiais ao conhecimento dos especialistas da área odontomédica.
06
RESPIRAR PELA BOCA PREJUDICA QUALIDADE DE VIDA DA CRIANÇA
TODA COMUNICAÇÃO
12/05/2011
Obstruções nasais causadas por doenças como a rinite prejudicam a respiração, gerando anomalias dentofaciais e outros malefícios.
De acordo com dados do International Study of Asthma and Allergies in Childhood (ISAAC), a rinite atinge cerca de 26% das crianças e 30% dos adolescentes no Brasil. A rinite é uma doença caracterizada pela inflamação das mucosas do nariz que causa espirros, coriza, obstrução nasal e coceira no nariz e na garganta. Gerson Köhler, ortodontista e ortopedista-facial da Köhler Ortofacial, explica que uma das implicações da obstrução nasal é a respiração bucal. “Respirar pela boca interfere diretamente no crescimento e desenvolvimento da face infantil”, ressalta.
A obstrução nasal gera deficiências na capacidade de aquecimento, umidificação e filtração do ar pelas narinas, favorecendo que o ar seja inspirado pela boca. Como a respiração compõe as funções vitais do organismo, qualquer desequilíbrio causa inúmeras alterações em diferentes órgãos e sistemas. “Alterações no crescimento do crânio e da região dentofacial, na qualidade do sono, no desempenho escolar, na fala, na alimentação e na postura corporal são algumas das consequências da respiração bucal”, pontua.
O especialista em ortodontia e ortopedia facial Juarez Köhler, que também faz parte da equipe interdisciplinar da Köhler Ortofacial, afirma que a respiração bucal é um dos sintomas mais comuns na infância e seus efeitos são devastadores, trazendo consequências para o resto da vida se não houver o tratamento precoce e adequado. “As alterações interferem na qualidade de vida da criança. Desde o nascimento o organismo está programado para respirar pela via aérea nasal e assim deve ser durante toda a vida, mesmo que haja resistências a passagem de ar pelo nariz”, observa.
A respiração bucal influencia ainda o sono das crianças. Ronco, baba noturna, síndrome da apnéia e hipopnéia obstrutiva do sono são alguns dos problemas que dificultam uma boa n
oite de descanso, ocasionando dificuldades de atenção, concentração e de aprendizagem e hiperatividade. “Dormir com a boca aberta prejudica ainda o equilíbrio interno e externo da boca e dos músculos, inclusive da língua. O desequilíbrio na musculatura facial gera uma deficiência funcional importante e significativa”, evidencia Juarez.
A alteração na musculatura prejudica a mastigação e a deglutição, fazendo com que a criança não se alimente de forma adequada. Ela pode se cansar e não comer o suficiente ou comer em excesso e rápido, resultando em magreza ou obesidade. “Além das alterações posturais dos órgãos fonoarticulatórios, a criança ainda sofre com mal posicionamento da cabeça em relação ao pescoço, influindo nocivamente sobre a coluna, principalmente cervical. Os pais devem ficar atentos a respiração dos seus filhos e procurar o profissional adequado assim que notarem qualquer modificação”, recomenda Nilse Waltrick Köhler, fonoaudióloga e especialista em Distúrbios Miofuncionais e em Motricidade Orofacial da Köhler Ortofacial.
A fonoaudióloga acrescenta que quanto mais cedo o tratamento tiver início, menores serão as consequências e a intensidade das implicações. “É fundamental analisar o grau de obstrução nasal e a realização de exames específicos com médicos otorrinolaringologistas que esclareçam as principais causas da respiração bucal. O tratamento deve agir diretamente na origem do problema para que a solução
seja eficaz, aumentando a qualidade vida dos pacientes”, destaca.
O diagnóstico e tratamento devem ser feitos por uma equipe multidisciplinar, composta por no mínimo um médico, um fonoaudiólogo e um ortodontista, tendo em vista a complexidade do problema. “O médico irá tratar a obstrução nasal, o ortodontista ou ortopedista facial irá corrigir as alterações dentárias e o fonoaudiólogo será responsável pela reeducação e adaptação da respiração através da adequação das funções orais e equilíbrio da musculatura”, finaliza Nilse.
Doutor Gerson Köhler (CRO 3921 – PR)
Especialista em Ortodontia e Ortopedia Facial
Site: http://www.kohlerortofacial.com.br
Blog: http://gersonkohler.wordpress.com
YouTube: http://www.youtube.com/user/GIK46
Twitter: www.twitter.com/gerson_kohler
Clipping: http://
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E-mail: kohler1@uol.com.br
Fone: 41 3224.4883
Endereço: Rua Comendador Araújo, 143, conj. 42, Centro, Curitiba/PR.
Sobre Gerson Köhler
Especialista em Ortopedia Facial e Ortodontia
Especialista em Ortopedia Funcional dos Maxilares
Professor convidado (desde 1988) da UFPR no Curso de Pós-Graduação em Ortodontia e Ortopedia Facial
Atua em contexto multidisciplinar - atualmente denominado também de "interdisciplinar" - com equipe de ortopedia facial e distúrbios funcionais (de funções) do rosto. Este enfoque de tratamento permite tratar as "anomalias dentofaciais" (o resultado das alterações do rosto, principalmente na região da boca e dentes) mais precocemente e mesmo "prevenir" que elas ocorram e que se expressem com maior intensidade no período de adolescência.
Foi Presidente da Associação Paranaense de Ortodontia e Ortopedia Facial (APO) por duas gestões.
Enquanto Presidente da APO participou da fundação da Associação Brasileira de Ortodontia e Ortopedia Facial (ABOR) que é filiada diretamente à WORLD FEDERATION OF ORTHODONTITS (com sede nos EUA).
Participa - em função de seu conhecimento interdisciplinar da face humana - do Grupo de Apoio ao Paciente com Zumbido - GAPZ, junto ao HC_UFPR (Hospital de Clínicas).

01
ANFIP/UNIMED VITÓRIA: ATENDIMENTO ODONTOLÓGICO
ASSPREVISITE / ANFIP
12/05/2011
Os associados da ANFIP que possuem o plano da Unimed Vitória (titular, dependentes e agregados) têm, desde o início de março, direito a atendimento odontológico sem custo adicional. Os usuários do plano de saúde contam com cobertura em consultas, radiografias, próteses unitárias e cirurgias simples.
O convênio também inclui pacote completo para prevenção em saúde bucal, com limpeza, aplicação de flúor, sessão de condicionamento, teste de fluxo salivar e orientação preventiva, além de outros procedimentos. Em caso de dúvidas sobre a utilização deste benefício, ligue para 0800 026 0080 ou acesse www.souodontologico.com.br/sou/cliente. Nesse mesmo endereço os usuários podem acessar os dentistas credenciados da Rede Unimed Vitória Odonto.
O benefício exclusivo na Unimed Vitória faz parte da decisão da ANFIP de sempre ampliar os serviços oferecidos aos associados. Leia aqui todos os benefícios odontológicos – sem custo adicional – do convênio ANFIP/Unimed Vitória.
02
NÚMEROS DA AMIL PARTICIPAÇÕES NO TRIMESTRE
ASSPREVISITE / FENASEG
12/05/2011
A Amil Participações S.A. informou ontem que o número total de beneficiários registrou 5.502,1 mil no primeiro trimestre do ano, 7,6% acima do mesmo período de 2010 e 3,6% acima do quarto trimestre do ano passado. Já a receita operacional ajustada nos três primeiros meses do ano atingiu R$ 2,152,5 bilhões, crescimento de 15,9% comparado ao acumulado de janeiro a março de 2010 e 4,6% superior ao totalizado no quarto trimestre do ano passado. O EBITDA ajustado registrou R$ 227,1 milhões nos três primeiros meses de 2011, acréscimo de 32% em um ano. A margem EBITDA ajustada alcançou 10,6%. Nos três primeiros meses do ano, o índice de sinistralidade foi de 67,9%, 2,9 pontos percentuais abaixo do primeiro trimestre de 2010 e 3,6 ponto percentual inferior em relação ao quarto trimestre de 2010. Enquanto isso, o lucro líquido ajustado alcançou R$ 88,9 milhões, 60,5% superior em relação ao quarto trimestre de 2010 e 10,4% acima do registrado no mesmo período do ano anterior.
03
AMILPAR LUCRA R$ 89 MILHÕES
ASSPREVISITE / MONITOR MERCANTIL
12/05/2011
A Amil Participações registrou lucro líquido de R$ 89 milhões no primeiro trimestre deste ano, crescimento de 10,4% ao obtido no mesmo período do ano passado e de 60,5% ao registrado no quarto trimestre.
A receita operacional ajustada atingiu R$ 2,15 bilhões nos três primeiros meses do ano, um aumento de 16% em relação ao mesmo período de 2010 e de 4,6% quando comparado ao quarto trimestre. Já o Ebitda ajustado atingiu a R$ 227,1 milhões no período analisado, crescimento de 32% em 12 meses, e a margem Ebitda alcançou 10,6%.
O Índice de Sinistralidade da Amilpar no primeiro trimestre deste ano foi de 67,9%, 2,9 pontos percentuais abaixo do primeiro trimestre de 2010 e 3,6 pontos percentuais abaixo do quarto trimestre. Essa variação se deu, de acordo com a Amilpar, à redução dos custos médicos da Medial e à sazonalidade característica do primeiro trimestre do ano na comparação com o quarto trimestre.
Ao final de março de 2011 a Amilpar registrou 5,50 milhões beneficiários (57,3% em planos corporativos, 20,5% em planos individuais e 22,2% em planos dentais), o que representa um incremento de 7,6% em relação ao mesmo período do ano anterior.
04
DASA INVESTE R$ 150 MILHÕES NA EXPANSÃO DA REDE
ASSPREVISITE / VALOR ONLINE - Por Beth Koike
12/05/2011
A Dasa, maior empresa de medicina diagnóstica do país, investirá neste ano R$ 150 milhões para expansão e melhorias de sua rede que, atualmente, conta com 493 unidades laboratoriais. A previsão é que até o fim do ano sejam abertas pelo menos mais sete unidades, o que representa uma inauguração por mês.
Os recursos serão provenientes de geração de caixa e emissão de uma nota promissória no valor de R$ 100 milhões do Credit Suisse. "Fizemos o empréstimo porque a taxa de juros era interessante. Vamos usar esses recursos para custear [investimentos] e eventos adicionais necessários", explicou Marcelo Noll Barboza, presidente da Dasa.
Além disso, a Dasa está finalizando uma captação de até R$ 810 milhões por meio de emissão de debêntures, em que uma parcela também será revertida para investimentos.
A maior parte dessa emissão de debêntures será destinada a pagamento da dívida de US$ 250 milhões captada no mercado internacional em 2008.
No balanço do primeiro trimestre, a Dasa passou a contabilizar os resultados da MD1, rede de laboratórios do empresário Edson Bueno, que se associou à Dasa. Até o momento, a companhia obteve sinergia de R$ 19 milhões, sendo que a meta para o ano é de R$ 27 milhões.
Considerando apenas o crescimento orgânico, a companhia registrou no primeiro trimestre receita bruta de R$ 552,1 milhões, um avanço de 13% sobre o mesmo período de 2010. Incluindo a MD1, o faturamento salta 45%.
O lucro da companhia somou R$ 44,6 milhões, queda de 2,7% por conta do pagamento da dívida internacional. Considerando o desempenho da MD1, o lucro da Dasa teve crescimento de 32% no primeiro trimestre.
Além dos resultados financeiros, a Dasa está incorporando alguns procedimentos do laboratório CDPI, que também pertencia a Edson Bueno. Entre eles, está a contratação de médicos radiologistas para trabalhar nos laboratórios, como faz a CDPI.
"Nos laboratórios da Dasa, um equipamento faz de 20 a 25 exames, por dia. Na CPDI, são de 30 a 35. Isso acontece porque os médicos sabem melhor quantos exames realizam os equipamentos, tempo de duração dos exames. Também adotamos modelos de remuneração em que os médicos ganham conforme o desempenho da unidade", disse Barboza. Até então, os médicos ficavam concentrados em centrais de laudos da Dasa, não dentro dos laboratórios.
05
INTERMÉDICA PREPARA ABERTURA DE CAPITAL
ASSPREVISITE / SEGUROS DIA-A-DIA
12/05/2011
A Intermédica tem novo presidente. Trata-se de Glauco Abdala, que chega para modernizar a operadora cuja atuação principal é voltada para as classes populares.
A missão do executivo é prepará-la para uma provável abertura de capital em 2013.
Os planos são de investir, com recursos próprios, cerca de R$ 240 milhões para a construção e ampliação de três hospitais e quatro centros médicos em São Paulo e no Rio.
O investimento nas áreas das classes A e B também está nos planos, o que será feito via seguro-saúde da Notre Dame.
06
ODONTOPREV SUPERA 5 MILHÕES DE BENEFICIÁRIOS
REVISTA SEGURO TOTAL
12/05/2011
A OdontoPrev, maior operadora de planos odontológicos na América Latina, apresentou hoje os resultados do primeiro trimestre de 2011. A Companhia obteve um crescimento de 20,1% em número de beneficiários, atingindo mais de 5 milhões de brasileiros, um acréscimo de mais de 800 mil novos beneficiários em relação ao mesmo período do ano passado.
A receita líquida atingiu R$ 194,2 milhões no primeiro trimestre do ano, alta de 23,5% na comparação com o mesmo período de 2010.
O Índice de sinistralidade da OdontoPrev foi de 46,0% no período, mesmo nível do 1T10.
Já a geração de caixa, medida pelo critério EBITDA (LAJIDA) ajustado aumentou 37,5% passa
ndo de R$36,9 milhões no primeiro trimestre de 2010 para R$50,7 milhões no primeiro trimestre de 2011. A margem EBITDA passou de 23,4% para 26,1% da receita líquida.
O lucro líquido de R$26,6 milhões no 1T10 cresceu para R$36,1 milhões no 1T11, uma variação de 35,8%.
“Temos uma leitura muito positiva dos resultados do primeiro trimestre: crescemos organicamente, com disciplina de preços e racionalização de despesas, o que propiciou uma geração de caixa 38% superior ao primeiro trimestre de 2010, com importante expansão de margem Ebitda de 23% para 26% da receita líquida. Estamos muito entusiasmados com as perspectivas para este e os próximos anos, na busca contínua por mais eficiência e o controle da sinistralidade. A liquidez das ações tem sido favorecida, tendo atingido R$10 milhões por dia no último mês, também impulsionada pela entrada das ações da OdontoPrev no IBX 100 em maio”, afirmou o diretor de Relações com Investidores José Roberto Pacheco.
A OdontoPrev terminou o primeiro trimestre de 2011 com caixa líquido de R$175,4 milhões, sem nenhum endividamento.
A valorização da ação desde o IPO em 2006 foi de 281,1%, versus 63,6% do Ibovespa. O valor de mercado da empresa atingiu R$4,7 bilhões ao final de março de 2011. A base de investidores da Companhia é global, distribuída em 31 países.

01
INFLAÇÃO DO IGP-M É DE 0,70% NA 1ª PRÉVIA DE MAIO
ASSPREVISITE / AGÊNCIA ESTADO - Por Alessandra Saraiva
12/05/2011
A inflação medida pelo Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) foi de 0,70% na primeira prévia de maio, após ter atingido 0,55% em igual prévia de abril, informou ontem a Fundação Getúlio Vargas (FGV). O resultado ficou perto do teto das estimativas dos analistas do mercado financeiro, que esperavam uma elevação entre 0,12% e 0,72%. A mediana das previsões apontava taxa de 0,37%.
A FGV informou também os resultados dos três indicadores que compõem o IGP-M. O Índice de Preços ao Produtor Amplo - Mercado (IPA-M) teve alta de 0,60% na primeira prévia de maio, em comparação com o avanço de 0,63% da primeira prévia de abril. Por sua vez, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) apresentou alta de 0,87% na prévia anunciada hoje, após subir 0,46% na primeira prévia do mês passado. Já o Índice Nacional do Custo da Construção (INCC) teve alta de 0,94%, após registrar aumento de 0,23%.
O IGP-M é muito usado nos reajustes dos preços do aluguel. Até a primeira prévia de maio, o índice acumula aumento de 3,61% no ano e de 10,06% em 12 meses. O período de coleta de preços para cálculo da primeira prévia do IGP-M de maio foi do dia 21 ao dia 30 de abril.
02
INFLAÇÃO PARA OS ÚLTIMOS MESES É UMA INCÓGNITA
ASSPREVISITE / AGÊCNAI ESTADO - Por Alessandra Saraiva
12/05/2011
Segundo o coordenador da FGV, inflação no curto prazo deve diminuir de ritmo
A inflação no curto prazo deve diminuir de ritmo; mas o cenário inflacionário para os últimos meses deste ano ainda é uma incógnita, na avaliação do coordenador de Análises Econômicas da Fundação Getúlio Vargas (FGV) Salomão Quadros. Ele fez o comentário ao ser questionado sobre a sustentabilidade no movimento de aceleração de preços apurado pela primeira prévia do IGP-M, que saltou de 0,55% para 0,70% de abril para maio.
O especialista observou que os meses de junho, julho e agosto devem mostrar um movimento mais suave da inflação, devido à retirada de pressões de custos que elevaram e estão elevando os indicadores inflacionários em abril e em maio, respectivamente. É o caso das disparadas nos preços de combustíveis como álcool e gasolina, que foram influenciados pelo período de entressafra da cana de açúcar. Isso diminuiu a oferta de derivados da cana, como o álcool, elevando preços; e puxou para cima a inflação da gasolina, que conta com álcool em sua formação.
"Mas agora o período de safra da cana deve começar, e a oferta deve ser regularizada", disse, acrescentando que isso estimulará desacelerações e reduções de preços nos combustíveis. Outras pressões que devem diminuir sua influência no cálculo dos indicadores inflacionários são os preços de medicamentos e de tarifa de energia elétrica residencial, cujos reajustes estão sendo captados já na inflação de maio.
Mas o cenário para o quarto trimestre de 2011 nos indicadores inflacionários ainda é de difícil previsão, na avaliação do especialista. Ele observou que não é possível antecipar qual será o movimento futuro nos preços dos alimentos, que no ano passado subiram de forma intensa no segundo semestre, por conta de uma onda de elevações nos preços das commodities no mercado internacional. Além disso, os preços dos serviços permanecem em trajetória crescente de elevação no varejo. "Não temos como prever qual será o comportamento da inflação após setembro. O cenário ainda é muito incerto", concluiu.
03
IBOVESPA CAI E VOLTA AOS 63 MIL PONTOS
ASSPREVISITE / VALOR - Por Beth Koike
12/05/2011
Se na terça-feira os números da balança comercial chinesa serviram de estímulo para as compras dos investidores nas bolsas mundiais, ontem o país asiático frustrou o mercado com novos indicadores de atividade e inflação. Os preços das commodities mostraram queda expressiva e arrastaram as praças acionárias para baixo.
Apenas nove ações do Ibovespa defenderam valorização e, na outra ponta, o peso negativo partiu principalmente das chamadas “blue chips”.
O Ibovespa recuou 1,70%, para 63.775 pontos, aproximando-se da pontuação mínima do ano, do último dia 5 (63.407). O giro financeiro atingiu R$ 6,257 bilhões.
No mercado americano, as bolsas também fecharam em baixa, depois da valorização dos três últimos pregões. O índice Dow Jones caiu 1,02%, enquanto o Nasdaq recuou 0,93% e o S&P 500 perdeu 1,11%.
Desde o início dos negócios, o tom para os mercados foi negativo. Com a divulgação de uma bateria de indicadores, a China mostrou arrefecimento maior que o previsto da produção industrial e das vendas no varejo em abril, refletindo as medidas restritivas adotadas pelo governo.
A inflação, contudo, não aliviou. Apesar da desaceleração no mês passado, os preços ao produtor e ao consumidor seguiram elevados e, portanto, os receios sobre mais aumento de juros ou do compulsório bancário não foram freados.
“O mercado ficou pesado. Os dados da China preocuparam e tiveram impacto nas commodities. É o massacre da serra elétrica e a Bovespa seguiu o mau humor de fora. Só se sobressai um papel ou outro, influenciando por resultados divulgados”, disse o analista de investimento da SLW Corretora Pedro Roberto Galdi.
O diretor da Ativa Corretora, Álvaro Bandeira, ressaltou que o mercado brasileiro não tinha como escapar do quadro de aversão a risco hoje.
“Vimos três dias de alta do Ibovespa com volume pequeno, o que não dá consistência ao movimento. O volume de investidor estrangeiro vendido em índice futuro é forte e, na próxima segunda-feira, ainda temos vencimento de opções. O quadro bastante adverso de aversão a risco também força a bolsa brasileira para baixo”, comentou.
Bandeira avalia que os dados da China sequer podem ser considerados ruins, mas que, com a desaceleração inflacionária menor que o esperado, a leitura do mercado é de que o país poderá adotar mais medidas para conter o avanço de sua economia.
“Acho que o movimento de baixa da Bovespa está exagerado, até porque o Brasil segue como um dos países que mais vai crescer, ainda tem um quadro favorável e a própria inflação mensal começa a se desacelerar um pouco. São dados positivos, mas o cenário de aversão internacional produz esta queda”, pontuou o diretor.
Empresas
No cenário corporativo doméstico, as ações de maior peso sobre o Ibovespa, ligadas a commodities, exerceram forte pressão. Vale PNA caiu 3,01%, a R$ 43,17, com giro de R$ 635 milhões; Petrobras PN recuou 2,71%, a R$ 24,01, com volume de R$ 531 milhões; e OGX Petróleo ON perdeu 4,35%, a R$ 14,27, com total negociado de R$ 345 milhões.
Ainda figuraram entre as principais quedas do Ibovespa as ações Rossi ON (-4,3%, a R$ 14), Bradespar PN (-3,85%, a R$ 37,69) e Duratex ON (-3,69%, a R$ 13,3). E depois de a companhia aérea divulgar seu balanço, os papéis PN da Gol caíram 4,15%, a R$ 20,99.
Na contramão do mercado, entre as poucas altas do índice, destaque para Sabesp ON (2,24%, a R$ 47,29), Cyrela ON (1,98%, a R$ 15,91) e LLX Logística ON (1,16%, a R$ 4,36).
Fora do Ibovespa, as ações ON da Amil subiram 5,17%, para R$ 19,5, com o mercado de olho em seus números do primeiro trimestre. Os papéis ON da BR Malls Participações ainda tiveram alta de 2,61%, a R$ 17,65.
A administradora de shopping centers poderá levantar até R$ 731 milhões em sua oferta global de ações. Na noite da terça-feira, o preço por papel foi fixado em R$ 17,20, sem deságio em relação ao fechamento de terça-feira.
A companhia pretende utilizar o montante arrecadado na aquisição de mais shoppings. As ações envolvidas na operação estreiam amanhã no Novo Mercado

01
COMISSÃO DA CÂMARA QUER INTERVIR EM PLANOS
ASSPREVISITE / SEGUROS DIA-A-DIA
12/05/2011
Na audiência pública realizada, terça-feira, na Câmara dos Deputados, para debater os problemas do setor de planos de saúde, o presidente da Comissão de Defesa do Consumidor, Roberto Santiago (PV-SP), anunciou que a comissão vai sugerir uma Proposta de Fiscalização e Controle para investigar as operadoras de planos de saúde.
Ele afirmou que as informações dadas pela Fenasaúde, na audiência pública, não estão de acordo com a realidade da prestação de serviço pelos planos de saúde. “Já que não temos informações, vamos buscar respostas dentro das empresas”, disse Santiago.
Na mesma audiência, o diretor do Departamento de Proteção e Defesa Econômica do Ministério da Justiça, Diogo Thomson de Andrade, defendeu as medidas do governo para regular a relação entre médicos, planos de saúde e pacientes. “As medidas da secretaria não são contra a classe médica ou contra os planos, mas a favor dos consumidores brasileiros que precisam de serviços de saúde”, comentou.
Andrade citou a decisão da Secretaria de Defesa Econômica do Ministério da Justiça (SDE) de considerar ilegal a aplicação da Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM) para reajuste do pagamento de honorários médicos. O governo também proibiu as paralisações coletivas de médicos por tempo indeterminado e os movimentos para descredenciamento em massa de planos.
02
PARLAMENTARES RECRIMINAM VETO À GREVE DOS MÉDICOS
ASSPREVISITE / SAÚDE BUSINESS WEB
12/05/2011
Parlamentares enviarão nota ao ministro da Justiça pedindo a revisão da nota técnica apresentada pela Secretaria de Direito Econômico (SDE)
Parlamentares representantes das Comissões de Seguridade Social e Defesa do Consumidor vão enviar, nesta quarta-feira, (11), ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, um documento pedindo a revisão da nota técnica apresentada pela Secretaria de Direito Econômico (SDE) sobre a movimentação de médicos contra as operadoras de plano de saúde. As informações são do Estado de S. Paulo.nota foi apresentada na última segunda-feira, (09), e proíbe que médicos paralisem o atendimento a pacientes e planos para reivindicar reajustes nos honorários. Veta ainda a fixação de valores mínimos por consulta e a cobrança de taxas adicionais ao que os usuários já pagam às operadoras.
A nota técnica produzida pela SDE foi alvo de críticas, na audiência pública realizada na Câmara dos Deputados, na tarde desta terça-feira, (10). Aloísio Tibiriçá, vice-presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), classificou a nota técnica como uma excrescência jurídica. Segundo ele, é uma relação de trabalho e não cabe a uma entidade como a SDE regular isso e, principalmente, penalizar o lado mais fraco, que são os médicos.
Para Florisval Meinão, da Associação Médica Brasileira (AMB), a decisão da SDE é inconstitucional e será questionada na Justiça pelas entidades médicas. Para ele, a prática de cobrar valores "por fora" de clientes de plano de saúde, não faz parte das diretrizes do movimento.
E ressaltou que a entidade não está impondo a nenhum médico um valor mínimo a ser cobrado por consulta. E usou apenas a tabela da AMB como referência para negociar com as operadoras.
Segundo o presidente da Federação Nacional dos Médicos, Cid Carvalhaes, a cobrança "por fora" de honorários é uma prática isolada e não tem aval da federação. De acordo com o presidente, são casos isolados e têm de ser punidos. Mas isso não pode ser usado para denegrir toda uma classe profissional e um movimento por melhores condições de trabalho."
De acordo com o deputado Eleuses Paiva (DEM-SP) a Câmara tem convicção de que o Ministério da Justiça "vai reparar o erro cometido pela secretaria".
No entanto, o diretor do Departamento de Proteção e Defesa Econômica da Justiça, Diogo Thompson de Andrade, afirmou que o assunto já foi remetido para o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), do Ministério da Justiça, a quem caberá a definição.
O advogado Antonio Carlos Roselli, da Comissão de Direito da Saúde e Responsabilidade Médico-Hospitalar da OAB São Paulo, declarou que a decisão da SDE é "drástica" e poderá ser contestada judicialmente. Para Roselli, se as entidades de classe forem impedidas de representar os interesses dos médicos, perderão o sentido de existir.
Já a advogada Rosana Chiavassa, especializada em direito do consumidor, vê com bons olhos a nota técnica da SDE. Para ela, as entidades médicas estão instigando os médicos a fazer greve caso os valores da tabela da AMB não sejam aplicados, o que acabaria prejudicando os beneficiários dos planos. "Entre o direito do médico de fazer greve e o direito do paciente de ser atendido não há nem o que pensar: deve prevalecer o do paciente."
03
CFM DISCUTIRÁ COBRANÇA "POR FORA"
ASSPREVISITE / O ESTADO DE S. PAULO - Por Ligia Formenti
12/05/2011
Conselho também vai debater interferência de entidades médicas na negociação de honorários
Três dias depois de a Secretaria de Direito Econômico (SDE) divulgar uma nota condenando a interferência de entidades médicas na negociação de honorários e a cobrança "por fora", o Conselho Federal de Medicina (CFM) vai analisar o assunto. Está marcada para hoje uma reunião para debater a legitimidade de resoluções preparadas nos últimos meses por entidades regionais sobre o tema.
"Não será um julgamento, mas uma análise crítica", disse o presidente do Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal, Iran Cardoso.
Entre os textos que serão avaliados está o do Distrito Federal. A resolução é citada pela nota técnica da SDE como exemplo de documento que menciona a possibilidade de punição de médicos que participam de movimentações por melhores condições de salário. "Eles não leram ou não entenderam. Não ameaçamos com punição nem autorizamos a cobrança por fora", disse Cardoso.
O presidente do CRM do DF afirmou que a resolução 317 não fixa valores, mas determina que o pagamento de médicos seja feito diretamente pelo plano de saúde e não por hospitais. "Eles atuavam como intermediários. Com essa prática, médicos pagavam duas vezes os impostos, sem ter nenhum poder de negociação sobre seus honorários."
Apesar de Cardoso dizer não haver nenhuma referência direta sobre permissão de cobrança de extras, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) editou uma nota logo depois de a resolução entrar em vigor. No texto, a agência esclarecia que nenhum médico está autorizado a cobrar de pacientes de convênios valores a mais, com a justificativa de que operadoras não pagariam o mínimo necessário.
Além da resolução do DF, a nota técnica da SDE cita normas de Pernambuco e do Espírito Santo - esta última fixa um valor mínimo de consulta de R$ 80. "Na pauta há resoluções de várias partes do País, não só as citadas pela nota." Ele informou que o debate sobre o tema estava previsto antes da divulgação da nota.
04
SINISTRALIDADE CHEGA A 80% E PREOCUPA OPERADORAS
ASSPREVISITE / SAÚDE BUSINESS WEB - Por Cínthya Dávila
12/05/2011
"Diante dessa situação, é preciso pensar em práticas e estratégias de promoção e gestão de saúde para o futuro", diz consultor
Um dos problemas que vem preocupando as operadoras de planos de saúde é a margem de sinistralidade, que em média está em 80% e mostra que os beneficiários estão utilizando cada vez mais os serviços. Segundo o consultor de planos de saúde e rede médica, Carmo D´Andrea Neto, o cenário é preocupante. Sendo assim, é preciso pensar em práticas e estratégias de promoção e gestão de saúde para o futuro, pois esse número não é positivo para as empresas.
Outro tópico importante mostrou a grande diferença entre a porcentagem das pessoas que possuem planos de saúde levando-se em consideração a classe social. Os dados mostram que 4% das pessoas das classes D e E possuem planos de saúde; já na classe C, a porcentagem é de 14%; enquanto nas classes A e B o número chega a 86%.
De acordo com o consultor, perante esse cenário e tomando como base o crescimento econômico que tem possibilitado que as classes C e D sejam consideradas consumidoras em potencial, é preciso investir para que esse nicho passe a aderir aos planos de saúde.
Outro dado positivo refere-se a uma pesquisa realizada pelo Datafolha e Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS) que mostrou que 80% dos usuários estão satisfeitos com os serviços dos planos de saúde.
Estratégias de fidelização
Levando em consideração o contentamento das pessoas com as operadoras de planos de saúde, baseado na pesquisa do IESS. Neto ressaltou que é preciso elaborar estratégias de fidelização dos clientes, devido a alta competitividade de mercado.
Dentre as táticas apresentadas pelo palestrante, pode-se destacar o incentivo às praticas de promoção e gestão de saúde, proporcionar benefícios aos clientes, oferecer serviços que vão além da legislação e que sejam desejados pelos clientes, juntamente com a promoção de encontros médicos
Além disso, é preciso que os colaboradores estejam satisfeitos com o tipo de trabalho que desenvolvem. "Se você trabalha em um hospital e, quando fica doente, prourar assistência médica em outro local, é preciso mudar o tipo de trabalho desenvolvido neste ambiente," falou.
05
LUCRO DAS OPERADORAS E REPASSE AOS MÉDICOS SÃO ALVOS DE CRÍTICAS
REVISTA APÓLICE - Por Jamille Nieri
12/05/2011
Representantes de operadoras de saúde, da classe médica e dos consumidores se reuniram na última terça-feira, 10 de maio, na Câmara dos Deputados para discutir os valores cobrados pelos planos de saúde e o repasse aos médicos. A audiência foi solicitada por 11 deputados e teve a participação das comissões de Defesa do Consumidor; de Seguridade Social e Família; e de Trabalho, Administração e Serviço Público. Os internautas participaram do debate através de perguntas enviadas por e-mail.
Na ocasião, os deputados criticaram o valor dos honorários médicos pagos pelos planos de saúde e os altos lucros das operadoras. Eles contestaram os dados apresentados pela FenaSaúde, que informou que no ano passado as 15 operadoras filiadas tiveram receita de R$ 73 bilhões e despesa de R$ 58 bilhões. Ainda segundo a entidade, os planos de saúde vinculados à entidade atendem 20 milhões de pessoas (30% do mercado brasileiro). "Quem tem 5% de lucro líquido já é um ótimo negócio em qualquer país capitalista. Vocês tiveram no mínimo 20%", disse o deputado Sílvio Costa (PTB-PE), presidente da Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público.
Para o deputado Dimas Ramalho (PPS-SP), um dos autores do requerimento, os números apresentados pela entidade surpreendem. ?Se há R$ 15 bilhões de lucro, não é possível deixar de pagar melhor os médicos e toda a rede de assistência, como fisioterapeutas e psicólogos?, contestou.
Segundo o diretor-executivo da FenaSaúde, José Cechin, e as empresas buscaram reajustar os valores das consultas. "Está havendo esforço para recomposição dos honorários. Não acredito que a diferença entre receitas e despesas seja um lucro exorbitante", disse. Ele acrescentou que o setor tem de compor reservas e garantias financeiras por exigência legal.
Ele informou que entre os anos de 2002 e 2010, o índice de reajuste dos honorários variou de 83,33% a 116,30%. Segundo o IBGE, a variação do IPCA no mesmo período f
oi de 76,31%. Cechin também disse que os custos com procedimentos médicos no Brasil representam 80% gastos das operadoras, ante 75% no restante do mundo.
Na opinião do diretor-presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Mauricio Ceschin, a defasagem nos honorários é "clara e nítida". Ele se mostrou preocupado em não repassar os reajustes aos consumidores. "Temos a responsabilidade de não criar uma nova indexação no setor de saúde."
A ANS não tem como atuar diretamente na regulação dos valores pagos aos médicos, afirmou Ceschin. Ele falou que o órgão tem buscado discutir os valores com representantes dos médicos, dos hospitais e das operadoras, em um grupo de trabalho criado há um ano.
O presidente da Comissão de Defesa do Consumidor, deputado Roberto Santiago (PV-SP), informou que o colegiado vai sugerir uma Proposta de Fiscalização e Controle (PFC) para investigar os planos de saúde. Ele afirmou que as informações dadas pela FenaSaúde não estão de acordo com a realidade da prestação de serviço pelas operadoras. "Já que não temos informações, vamos buscar respostas dentro das empresas."
Para a supervisora institucional da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste), Polyanna Carlos da Silva, uma solução é a criação de pisos salariais para pagamento de médicos, com valores definidos por especialidade e por região do País. "A má remuneração dos prestadores afeta o consumidor. A situação, como está, não é boa para o consumidor nem para os médicos."
Ceschin garantiu que, com aumentos estabelecidos em contratos entre associações de médicos e operadoras de planos de saúde, é possível ter "reajustes dignos". "Temos a responsabilidade de não criar uma nova indexação no setor de saúde", concluiu.

06
RECLAMAÇÕES CONTRA PLANOS DE SAÚDE SOBEM 34%
REVISTA COBERTURA - Por Carolina Dall'Olio e Saulo Luz
12/05/2011
Os dados mais recentes coletados pelo Procon-SP mostram que o número de reclamações de consumidores contra planos de saúde cresceu 34% no segundo semestre de 2010 ante o mesmo período de 2009, passando de 5.440 para 7.304 queixas. E não faltam motivos para que a insatisfação dos clientes das operadoras aumente de agora em diante.
A rede credenciada está cada vez mais enxuta. Em 2008, havia 6.104 clínicas e 27.391 consultórios credenciados aos planos de saúde no Estado de São Paulo.
De lá para cá, as empresas ganharam 1,3 milhão de novos usuários, mas existem apenas 3.753 clínicas e 22.092 consultórios no Estado, informa a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
E, para piorar, a atual rede credenciada tem deixado os clientes das operadoras em segundo plano, privilegiando abertamente os pacientes particulares, que pagam mais por consultas e procedimentos médicos.
Esse comportamento, que já era notado em casos isolados, tem se tornado procedimento padrão entre os médicos, que seguem orientação de suas entidades de classe.
No dia 7 de abril, os médicos
fizeram uma paralisação dos serviços a clientes de planos de saúde, batizada de Dia de Alerta. O movimento contou com a adesão de aproximadamente 80% dos cerca de 160 mil profissionais que atendem usuários de planos de saúde e afetou mais de 88% dos Estados, segundo o relatório da Secretaria de Direito Econômico (SDE), do Ministério da Justiça.
Mas as paralizações não se restringiram ao Dia de Alerta. De acordo com o relatório da SDE, em Indaiatuba, no interior de São Paulo, por exemplo, houve em outras datas suspensão de atendimento a clientes de diversos convênios. A reivindicação dos médicos é o aumento dos valores pagos pelas operadoras.
As entidades que representam a classe médica querem que as empresas adotem os preços mínimos definidos na tabela da Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM). O valor de uma consulta, por exemplo, variaria de R$ 60 a R$ 85. E, de acordo, com a SDE, há orientação para que os médicos que recebem menos que o estipulado pela tabela cobrem do cliente a diferença, para não fi
carem no prejuízo.
Em meio à disputa entre médicos e operadoras e ao enxugamento da rede credenciada, quem paga a conta é o consumidor. Hoje é fácil encontrar casos em que o cliente se vê obrigado a aguardar meses até conseguir agendar uma simples consulta.
A aposentada Nancy Ieiri, de 70 anos, que o diga. No dia 18 de abril, ela ligou para o convênio para tentar marcar o retorno de uma consulta, apenas para mostrar alguns exames que o médico havia lhe pedido anteriormente. Porém, foi informada que data disponível mais próxima era 28 de junho. “Não sei porque uma data tão distante se eu vou lá e vejo o médico tranquilo. Não tem fila, não tem ninguém”, reclama Nancy. “Se a minha vida dependesse dessa consulta, eu já estaria morta.”
O biomédico Fernando Henrique das Mercês Ribeiro, de 33 anos, vive situação semelhante. Quando liga para o consultório do oftalmologista e diz que é cliente de um convênio médico, é informado que as consultas só podem ser agendadas em 15 dias ou mais. Quando tentou agendar como consulta particular, porém, conseguiu marcar horário para dali a dois dias.
“Ao pagar um convênio médico, entendo que tenho direito a um atendimento equivalente a qualquer cliente particular. Afinal, como profissional da área, sei que a maior parte do movimento financeiro em medicina é mediado por planos de saúde”, analisa Ribeiro. “Mas o que vejo hoje é que os planos de saúde estão se tornando uma versão maquiada do SUS”, finaliza.
07
PREVENÇÃO PODE REDUZIR PREÇOS DE PLANOS DE SAÚDE
REVISTA COBERTURA / BBC BRASIL
12/05/2011
Planos de saúde poderão conceder até 30% de desconto na mensalidade e bonificações para clientes que aderirem a programas de envelhecimento saudável e prevenção de doenças. Esses incentivos serão discutidos na consulta pública que a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) abre de 16 de maio a 14 de junho.
De acordo com a gerente-geral de regulação assistencial, Marta Oliveira, nos últimos cinco anos a agência vinha cobrando dos planos programas de prevenção de doenças. “Os planos achavam que não eram responsáveis pelo cuidado com o beneficiário. Mas a gente vem dizendo que é o plano quem sabe que aquela pessoa chegou aos 40 e não fez determinado exame".
Ela explica que a agência quer evitar o “mau uso” desses incentivos. O desconto tem de ser linear para o produto oferecido - não pode haver diferenças entre faixas etárias. A operadora não pode atrelar o benefício a resultados, como redução de peso. “O incentivo é para aquele que aderir ao programa. Não se pode exigir que a pessoa tenha determinado resultado de saúde, porque outros fatores interferem, como a genética”, explica.
Cada operadora deve montar seu programa. O desconto valerá para aqueles que fizerem parte do programa de acompanhamento do envelhecimento.

01
DENTISTAS E BARBEIROS
PORTAL OPNE - Por Plínio Tomaz
12/05/2011
Na semana passada, enquanto estava no barbeiro e cortava o pouco cabelo que me resta, fiquei pensando sobre algumas coisas as quais quero compartilhar com você. O que cirurgiões-dentistas e estes profissionais têm em comum?
Entre outras coisas, ambos precisam vender seus serviços e ambos trabalham com a estética e o bem-estar das pessoas.
Mas vender o que? Não nos disseram que era feio para um dentista falar em vendas? Outra pergunta que deriva desta: será que os clientes que procuram consultórios odontológicos querem os mesmos tipos de serviços que queriam a 20, 10 ou mesmo 5 anos atrás?
Deixe-me apenas lembrá-lo de que como cirurgiões-dentistas somos donos de empresas (consultórios) e estas precisam dar resultados, isto é, lucro. Para que isso ocorra é necessário vender serviços. Não há nada de errado nisto, muito pelo contrário, nossa sobrevivência através de nosso trabalho é absolutamente ética, licita e desejável. Mais do que isso: é condição para o bom exercício da profissão e do crescimento da própria Odontologia.
Embora eu pudesse fazer uso de todo um arsenal de bons motivos e argumentos para aprofundar consideravelmente este assunto, vou apenas me ater a conversar hoje sobre o processo de compra e as preferências de nossos clientes! O resto, você decidirá o que fazer ou não. Vamos lá.
Não existe venda perfeita sem que ocorra a interseção de três elementos: necessidade, desejo e capacidade de compra.
A primeira coisa que precisa acontecer a um candidato a cliente é tomar consciência da necessidade de fazer um determinado tratamento odontológico ou observar um determinado aspecto que o incomoda, como, por exemplo, um dente "encavalado", com coloração amarelada, etc., e de sentir a necessidade de buscar a solução de tal problema. Em marketing, chamamos a esse impulso inicial de compra de "tensão". A pessoa precisa sentir a necessidade de tratar, e tratar agora! A necessidade é a tensão em ação.
Uma vez q
ue essa primeira barreira esteja vencida, vem a segunda, a do desejo. O cliente deverá transformar essa necessidade em um desejo real de solução que esteja ligado a você, tanto à sua pessoa quanto ao local, tipo de serviço prestado, atendimento e atenção dada pela equipe, enfim, a todos os valores agregados que compões aquilo que se vende.
Desejos, por sua vez, sofrem influência de experiências passadas que já tiveram na utilização (compra) deste tipo de serviço e das histórias que ouviram de amigos e parentes. Muitas destas são histórias terríveis! Desejos sofrem também influência dos costumes e da cultura a que estamos submetidos. A opinião e aceitação dos grupos a que pertencem também são fundamentais nas decisões.
Tenho comprovado, através da simples observação e de pesquisas que já fiz, que o cliente hoje deseja três coisas essenciais: auto-estima (ser aceito e admirado por sua "tribo"), status e estética. Assim funciona a moda, assim funciona o comportamento da massa: aceitação no grupo.
E o que o grupo quer? Estética! Cumplicidade! Ser igual e diferente ao mesmo tempo. Mas o que isso tem a ver com a Odontologia? Tudo!!!
Faça uma análise daquilo que tem oferecido e verifique se está ou não de acordo não apenas com as necessidades clínicas do paciente, mas também com as emocionais. "Leia" seus desejos e o ajude neste processo de escolha, sempre dentro da ética.
Mas o processo de compra não acaba aqui. Se ele venceu esta barreira e desejou ser atendido por você para saciar aquela necessidade (tensão), resta agora a terceira fase que é a capacidade de compra. "Tenho dinheiro para pagar o tratamento X com
o Dr. Y?", é o que ele pensa.
De nada adianta eu ter necessidade de locomoção, desejar uma Ferrari, se só tenho dinheiro para comprar um Gol. Não irei comprar o Ferrari.
Proponho então outra auto-análise: verifique também se não há uma dicotomia entre os serviços que oferece e seu público, ou então entre os serviços que eles desejam, sua capacidade de compra e os preços que oferece.
Não apenas seus serviços, mas o ambiente do consultório, a equipe de trabalho e tudo que está à vista de seus clientes devem apontar para conforto, comodidade, beleza, tecnologia, etc.
Quer se dar bem na profissão? Olhe para o futuro, para as novas técnicas, equipamentos e materiais que aliviam a dor, o sofrimento e o estresse do atendimento odontológico. Olhe para aquilo que é desejável, para o belo. Procure apresentar serviços que melhor traduzam estes três aspectos que mencionei: auto-estima, status e estética. Veja o futuro e pratique-o agora.
Veja o futuro e pratique-o agora!

::: MAIO| 2011
20
SEMINÁRIO - MATRIZ DE CUSTOS ATUARIAIS E SUA INTER-RELAÇÃO COM A CONTABILIDADE
Data e Horário: 20/05/2011 – das 9h às17h
Local: Av. Paulista, 171 – 11° andar – São Paulo/SP
A sobrevivência das operadoras de planos privados de assistência à saúde depende cada vez mais de sua capacidade de entender seu ambiente de negócios, antecipando ações estratégicas de mercado.
Para tanto, instrumentos retrospectivos e prospectivos de gestão têm que possuir suficiente discernimento para atender esse tipo de demanda, gerando pela necessidade da governança corporativa profissional.
Este seminário trará à luz do conhecimento esta e outras questões de fundamental importância sobre o assunto. É um evento que toda operadora de planos privados de assistência à saúde deve participar!
Objetivos:
Apresentar aos participantes as inter-relações estratégicas, envolvendo os segmentos atuarial e contábil de uma operadora de planos privados de assistência à saúde e, como derivar dessa inter-relação, padrões de contabilidade gerencial, para proporcionar
governança corporativa profissional.
Público Alvo:
Profissionais envolvidos com a concepção e elaboração de relatórios avançados de gestão em operadoras de planos privados de assistência à saúde.
Programação:
09h00 - Abertura
09h05 - Dinâmica de grupo
09h30 - Contabilidade fiscal e contabilidade gerencial
. O que são ou como deveriam ser?
. Foco no passado, no presente ou no futuro?
- Matriz atuarial – Concepção, implantação e implementação. Foco no passado, no presente ou no futuro?
- Data warehouse e data mart – Visão estratégica e a questão da confiabilidade
10h30 - Coffee break
10h45 - Dissecação da atividade de uma operadora clássica de planos de saúde, pelo ângulo estratégico
. Foco no passado, no presente ou no futuro?
- Um modelo conceitual de lançamento contábil e sua inter-relação com o segmento atuarial, calcado nas conclusões do item anterior
- Formação de preço
. Exercício econômico ou atuarial?
12h00 - Almoço
13h30 - Continuação do tema anterior
15h00 - Pausa para reflexão
. Os participantes neste espaço de tempo serão distribuídos em grupos, com principal encarg
o de resumir suas linhas de ações voltadas para a criação de um instrumento de gestão
15h30 - Coffee break
15h45 - Discussão dos materiais preparados por cada grupo
16h40 - Perguntas e Debates
17h00 - Encerramento
Palestrante:
Antonio Westenberger
. Bacharel em Ciências Estatísticas pela Escola Nacional de Ciências Estatísticas;
. Professor autônomo da FIPECAFI;
. Professor autônomo no MBA Gestão de Planos de Saúde (ABRAMGE/São Camilo);
. Diretor da Ícone Consultoria.
Como Participar
Taxa de Inscrição (individual) - Vagas Limitadas
. R$ 370,00 (Trezentos e setenta reais) para associados da ABRAMGE.
. R$ 480,00 (Quatrocentos e oitenta reais) para não associados.
Incluso Material de Apoio, Certificado, Coffee breaks e Almoço
Depósito no Banc
o Itaú - Agência 0646 - C/C 15126-6 em nome da Abramge-SP - CNPJ: 48.785.703/0001-07.
Enviar comprovante de depósito juntamente com a ficha de inscrição para o fax: 11-3289.7175.
Somente serão aceitas substituições se utilizadas no mesmo evento.
O não comparecimento do participante, inscrito no evento, não dará direito à devolução do valor pago.
Para mais informações e inscrições, acesse: www.abramge.com.br,
ou ligue para: (11) 3289-7511 (com Fabiana)
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Ficha de Inscrição
“MATRIZ DE CUSTOS ATUARIAIS E SUA INTER-RELAÇÃO COM A CONTABILIDADE”
Data: 20/05/2011
Nome do Participante:
CPF:
Nome da Instituição:
CNPJ:
Função:
Endereço:
Bairro:
CEP: Cidade: UF:
Fone: Fax:
Home Page:
E-mail:
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26 e 27
6º SINPLO - SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE PLANOS ODONTOLÓGICOS
6º SINPLO - Os Desafios da Odontologia para a Próxima Década
26 e 27 de maio de 2011 - das 8h30 às 18h00
Hospitalar / São Paulo - SP
O mercado de planos odontológicos cresceu a um ritmo médio anual de 19% nos últimos dez anos. O número de beneficiários saltou de 3,2 milhões para mais de 13,8 milhões nesse período, passando a ocupar 24% na participação do total de planos de saúde. Embora, o crescimento tenha ocorrido de forma exponencial, muitos desafios se impõem a cada um dos players que compõem o atual modelo de assistência privada à saúde, no segmento dos planos odontológicos.
O ano de 2011 marca o início de uma nova década e, no decorrer dela, certamente, muitas transformações estarão acontecendo. Novas tecnologias, processos e métodos, o aperfeiçoamento dos mecanismos de regulação do mercado, a aplicação de modelos de gestão diferenciados, tendências que indiquem a evolução do relacionamento entre operadoras, prestadores de serviços e consumidores, entre outras novidades e abordagens que formarão o novo cenário daqui pra frente.
Em um país de dimensões continentais e diferenças monumentais na prestação dos serviços da saúde pública e privada, há muitas regiões e nichos de mercado a serem explorados. A melhoria das relações entre as operadoras, suas redes credenciadas e seus respectivos beneficiários é um ponto de fundamental importância nas discussões em torno da melhoria da qualidade dos serviços.
O 6º Simpósio Internacional dos Planos Odontológicos abordará estas questões, além de uma série de assuntos que farão parte da rotina dos planos odontológicos e dos consultórios dos cirurgiões-dentistas nos próximos anos. A vivência e a experiência de empresas estrangeiras na prestação de serviços odontológicos em países latino-americanos e no Canadá também poderão ser conhecidas no painel de apresentações internacionais.
O SINPLO é uma ótima oportunidade para que os profissionais que atuam com planos odontológicos, tanto por parte das operadoras, como dos cirurgiões-dentistas credenciados, possam debater temas pertinentes que formarão os desafios a serem superados nesta próxima década.
- O que esperar da ANS para as operadoras odontológicas?
- Adoção ou não de novas técnicas no rol de procedimentos?
- Como lidar com o novo perfil de consumidor cada vez mais exigente?
- Quais as tendências de inclusão de novos equipamentos na prática diária do cirurgião-dentista?
- Como as operadoras vão lidar com o abismo relacional que ainda existe entre elas e a rede credenciada?
- O marketing de relacionamento realmente funciona para as operadoras?
- Qual a influência e o poder das redes sociais e das novas mídias nos negócios da odontologia?
6º SINPLO
Quando: 26 e 27 de maio de 2011, das 8h30 às 18h00
Onde: Expo Center Norte - Feira Hospitalar
INVESTIMENTO

Módulo Operadoras: R$ 270,00 (Associados do Sistema Abramge/Sinamge/Sinog e entidades parceiras)
R$ 370,00 (Não associados)
Módulo Redes Credenciadas: Gratuito para dentistas das redes credenciadas de associados Sinog
Incluso material de apoio, certificado, coffee-breaks, kit de higiene bucal, ecobag e acesso à feira Hospitalar.
POLÍTICA DE DESCONTOS
Até 31 de março: R$ 220,00 (Associados) e R$ 320,00 (Não associados)
Até 29 de abril: R$ 250,00 (Associados) e R$ 350,00 (Não associados)
Além de 5% para 3ª e 4ª inscrições do mesmo CNPJ e 10% para a 5ª inscrição em diante do mesmo CNPJ.
Obs.: Os descontos são cumulativos
AS DEMAIS INFORMAÇÕES ESTARÃO DISPONÍVEIS NO SITE www.sinog.com.br/6sinplo
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::: JUNHO| 2011
03
ABRAMGE - GESTÃO DE RISCO NAS OPERADORAS DE PLANOS DE SAÚDE
Data e Horário: 03/06/2011 – das 9h às 17h
Local: Av. Paulista, 171 – 11° andar – São Paulo/SP

A que riscos estão expostas as operadoras de planos privados de assistência à saúde? São todos eles gerenciáveis? Como abordar os riscos dentro e fora do controle da operadora? A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) tem mostrado sensibilidade para a questão? Essas e outras indagações compõem o contexto deste seminário, que procurará vislumbrar saídas para essas intrigantes e desafiadoras indagações.
Objetivos:
Capacitar os participantes a identificar os principais riscos a que estão expostas as operadoras de planos privados de assistência à saúde, apresentando as principais abordagens empregadas no enfrentamento dos referidos riscos, como descrito na bibliografia especializada.
Público Alvo:
Profissionais envolvidos com o planejamento estratégico da operadora, áreas financeir
a, contábil e atuarial.
Programação:
09h00 - Abertura
09h05 – A matriz clássica de riscos de uma operadora de saúde e sua inter-relação com sua longevidade
10h30 - Coffee break
10h45 - Riscos gerenciáveis
- Descrição
- Abordagem prudencial
12h00 – Almoço
13h30 - Riscos não gerenciáveis
- Descrição
- Abordagem prudencial
14h30 - Técnicas de gerenciamento de riscos
15h30 - Coffee break
15h45 - Possibilidades de aplicação de técnicas de gerenciamento de risco em operadoras de saúde:
. Riscos de subscrição
. Programas de prevenção
. Programa
s de atendimento de beneficiários portadores de doenças crônicas
. Programas de tratamento de doentes terminais
. Riscos de mercado
. Riscos de crédito
. Riscos operacionais
. Riscos legais
. Outros riscos
- Perspectivas sobre a matéria – o que anda pelo mundo afora
16h40 - Perguntas e Debates
17h00 - Encerramento
Palestrantes:
Antonio Westenberger
• Bacharel em Ciências Estatísticas pela Escola Nacional de Ciências Estatísticas;
• Professor Autônomo da FIPECAFI;
• Professor Autônomo no MBA Gestão de Planos de Saúde (ABRAMGE/São Camilo);
• Diretor da Ícone Consultoria;
• Diretor da Data Risk Núcleo Atuarial.
Como Participar
Taxa de Inscrição (individual) - Vagas Limitadas
. R$ 370,00 (Trezentos e setenta reais) para associados da ABRAMGE.
. R$ 480,00 (Quatrocentos e oitenta reais) para não associados.
Incluso Material de Apoio, Certificado, Coffee breaks e Almoço
Depósito no Banco Itaú - Agência 9279 - C/C 79292-4 em nome da Universidade Corporativa ABRAMGE - CNPJ: 11.997.751/0001-40.
Enviar comprovante de depósito juntamente com a ficha de inscrição para o fax: 11-3289.7175 ou para o e-mail uca@abramge.com.br.
Somente serão aceitas substituições se utilizadas no mesmo evento.
O não comparecimento do participante, inscrito no evento, não dará direito à devolução do valor pago.
Para mais informações e inscrições, acesse: www.abramge.com.br,
ou ligue para: (11) 3289-7511 (com Fabiana)
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Ficha de Inscrição
GESTÃO DE RISCO NAS OPERADORAS DE PLANOS DE SAÚDE

Data: 03/06/2011
Nome do Participante:
CPF:
Nome da Instituição:
CNPJ:
Função:
Endereço:
Bairro:
CEP: Cidade: UF:
Fone: Fax:
Home Page:
E-mail:
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10
ABRAMGE - MUDANÇA DAS FORMAS DE REMUNERAÇÃO DOS SERVIÇOS DE SAÚDE
“COBRANÇA DE PROCEDIMENTOS POR PACOTE”
Data e Horário: 10/06/2011 – das 9h às 17h
Local: Av. Paulista, 171 – 11° andar – São Paulo/SP

Essa modalidade de cobrança dos procedimentos tem evoluído nesses últimos tempos, sem total conhecimento do produto, tanto pelas empresas tomadoras de serviço quanto pelos prestadores de serviço, visto que desde o início, pensava-se em facilitar a cobrança dos procedimentos, realizando padronizações para s que possuem grande volume de atendimento e, que não tenham significativa variação nos seus atendimentos, facilitando o trabalho de todos.
Para os prestadores de serviço, é importante que conheçam seus custos para saber que tipo de negociação pode ou não ser aceita e, para os tomadores de serviço, é importante que analisem cada empresa com suas características próprias, pois se pode avaliar somente o preço a pagar pelos procedimentos.
Não perca
a oportunidade de discutir estes assuntos que são de fundamental importância na realidade atual. Participe!
Objetivo:
Atualizar os colaboradores tanto das operadoras de planos de saúde quanto dos prestadores de serviços sobre a situação atual da cobrança de procedimentos de forma desestruturada, sem conhecer seus verdadeiros custos, levando a interpretações incorretas.
Público Alvo:
Diretores, gerentes, profissionais envolvidos com negociação e com a confecção desse tipo de cobrança.
Programação:
09h00 – Abertura
09h05 – Evolução da cobrança por pacote desde a sua implantação
- Modelo de confecção pelas operadoras de saúde
- Modelo de confecção por parte dos prestadores de serviço
10h30 – Coffee break
10h45 – Distorções nas negociações por pacote
- Distorções nos protocolos de procedimentos de alto custo para as operadoras de saúde
- Distorções nos protocolos para os prestadores de serviço
11h30 – Principais procedimentos a serem negociados
- Exemplos de procedimentos com suas dificuldades de negociação – tanto em valores quanto à composição
12h00 – Almoço
13h30 – Como preparar os procedimentos por pacote para melhor negociar
- Conhecer
os principais componentes da cobrança
- Envolver todas as equipes envolvidas com protocolo preparado
- Negociar com os fornecedores
14h30 - Discussão de casos atuais e soluções para os impasses encontrados
- Como avaliar o produto e como negociar ou renegociar junto às operadoras
- Como preparar os novos modelos de negociação de procedimentos preparando seus protocolos de cobrança
15h30 – Coffee break
15h45 – Sugestão de negociação e protocolos de cobrança
- Como melhor negociar os procedimentos para que todos tenham resultado
Palestrante:
Dra. Giuseppina Pellegrini
• Médica Administradora Hospitalar;
• MBA em Gestão em Planos de Saúde - Centro Universitário São Camilo e Abramge-SP;
• Consultora em Serviços de Saúde em Operadoras de Planos de Saúde e Hospitais e Clínicas;
• Professora Universitária de Estatística Médica e Planejamento em Saúde e Saúde Pública;
• Professora de Cursos de Pós–Graduação, de Formação e Capacitação na Área de Saúde;
Como Participar
Taxa de Inscrição (individual) - Vagas Limitadas
. R$ 370,00 (Trezen
tos e setenta reais) para associados da ABRAMGE.
. R$ 480,00 (Quatrocentos e oitenta reais) para não associados.
Incluso Material de Apoio, Certificado, Coffee breaks e Almoço
Depósito no Banco Itaú - Agência 9279 - C/C 79292-4 em nome da Universidade Corporativa AB
RAMGE - CNPJ: 11.997.751/0001-40.
Enviar comprovante de depósito juntamente com a ficha de inscrição para o fax: 11-3289.7175 ou para o e-mail uca@abramge.com.br.
Somente serão aceitas substituições se utilizadas no mesmo evento.
O não comparecimento do participante, inscrito no evento, não dará direito à devolução do valor pago.
Para mais informações e inscrições, acesse: www.abramge.com.br,
ou ligue para: (11) 3289-7511 (com Fabiana)
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Ficha de Inscrição
MUDANÇA DAS FORMAS DE REMUNERAÇÃO DOS SERVIÇOS DE SAÚDE
“COBRANÇA DE PROCEDIMENTOS POR PACOTE”
Data: 10/06/2011
Nome do Participante:
CPF:
Nome da Instituição:
CNPJ:
Função:
Endereço:
Bairro:
CEP: Cidade: UF:
Fone: Fax:
Home Page:
E-mail:

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::: JULHO| 2011
01
ABRAMGE - DESMISTIFICANDO A TUSS – COMO REALIZAR NEGOCIAÇÕES ENTRE PRESTADORES E OPERADORAS
Data e Horário: 01/07/2011 – das 9h às 17h
Local: Av. Paulista, 171 – 11° andar – São Paulo/SP

É importante que nesse momento de mudança de estruturação da remuneração dos honorários dos serviços de saúde, os profissionais envolvidos conheçam seus custos e, a composição dos seus serviços, para melhor negociar com os tomadores de serviços. Entretanto, também é de vital importância a preparação da equipe de negociadores do lado do comprador de serviços, pois ocorrem algumas falhas na negociação que levam a interpretações errôneas ocasionando a perda de remuneração por parte dos prestadores.
Este seminário foca dois itens de fundamental importância para a definição do sistema de remuneração dos serviços de saúde contratados:
1. Comparti
lhar com o gestor novas formas de renegociação no intuito de melhorar a performance dos serviços de saúde;
2. Negociar com as equipes, para que conheça adequadamente cada produto de sua empresa a fim de que não ocorram distorções e, consequentemente, glosas desnecessárias.
Objetivos:
• Discutir as implicações da falta de conhecimento adequado da estrutura de cobrança de honorários médicos e formação de preços a serem contratados;
• Mostrar as vantagens e desvantagens das novas formas de remuneração dos serviços de saúde com a implantação da TUSS;
• Encontrar e discutir formas práticas dos novos modelos de remuneração dos serviços avaliando o conteúdo da TUSS;
• Mostrar as distorções que ocorrem com a falha de negociação, levando a divergências de interpretação dos pagamentos de honorários médicos.
Público Alvo:
• Profissionais atuantes na área administrativa, de credenciamento de serviços médico-hospitalares, análise de contas médicas e auditoria;
• Diretores e gerentes administrativo-financeiros;
Programação:
09h00 - Abertura
09h0
0 – Abertura
09h05 – Cenários de negociação com a TUSS na área da saúde e suas distorções
• Avaliar a performance dos serviços
• Entender as novas formas de remuneração com a TUSS
• Avaliar as principais distorções que estão ocorrendo na área de saúde
10h30 – Coffee break
10h45 – As distorções de interpretação da TUSS como fonte geradora de novas formas de remuneração
• Conhecer a estrutura inicial de negociação com as tabelas anteriores de honorários médicos
• Competição acirrada no mercado de saúde
• Diversas tabelas de remuneração de serviços de saúde levando a distorções de interpretação
• Posicionamento dos prestadores e operadoras de planos de saúde
11h20 – Discussão de Casos – atividades em grupo
12h00 – Almoço
13h30 – Avaliando a TUSS nas diversas especialidades e suas interpretações:
• Consultas
• Procedimentos Ambulatoriais e Hospitalares
• Procedimentos Cirúrgicos
• Serviços Auxiliares de Diagnose e Tratamento
15h30 – Coffee break
15h45 – Importância da negociação entre prestadores e operadoras de planos de saúde

• Importância do conhecimento de custos na equipe de negociação
• Atuações da equipe multiprofissional para o sucesso da negociação
• Estruturação das negociações para melhores resultados
16h40 – Perguntas e Debates
17h00 – Encerramento
Palestrante:
Dra. Giuseppina Pellegrini
• Médica Administradora Hospitalar;
• MBA em Gestão em Planos de Saúde - Centro Universitário São Camilo e Abramge-SP;
• Consultora em Serviços de Saúde em Operadoras de Planos de Saúde e Hospitais e Clínicas.
• Professora Universitária de Estatística Médica e Planejamento em Saúde e Saúde Pública;
• Professora de Cursos de Pós–Graduação, de Formação e Capacitação na Área de Saúde;
• Auditora Médica e de Contas Médicas de Convênios e Hospitais.
Como Participar
Taxa de Inscrição (individual) - Vagas Limitadas
. R$ 370,00 (Trezentos e setenta reais) para associados da ABRAMGE.
. R$ 480,00 (Quatrocentos e oitenta reais) para não associados.
Incluso
Material de Apoio, Certificado, Coffee breaks e Almoço
Depósito no Banco Itaú - Agência 9279 - C/C 79292-4 em nome da Universidade Corporativa ABRAMGE - CNPJ: 11.997.751/0001-40.
Enviar comprovante de depósito juntamente com a ficha de inscrição para o fax: 11-3289.7175 ou para o e-mail uca@abramge.com.br.
Somente serão aceitas substituições se utilizadas no mesmo evento.
O não comparecimento do participante, inscrito no evento, não dará direito à devolução do valor pago.
Para mais informações e inscrições, acesse: www.abramge.com.br,
ou ligue para: (11) 3289-7511 (com Fabiana)
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Ficha de Inscrição
DESMISTIFICANDO A TUSS –
COMO REALIZAR NEGOCIAÇÕES ENTRE PRESTADORES E OPERADORAS
Data: 01/07/2011
Nome do Participante:
CPF:
Nome da Instituição:
CNPJ:
Função:
Endereço:
Bairro:
CEP: Cidade: UF:
Fone: Fax:
Home Page:
E-mail:

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QUADRO DE CIRCULARES
Associado,
não deixe de ler as mais recentes circulares do SINOG

- Circular 058/11 - DESPACHOS DO SECRETARIO (SDE-MJ), EM 06/05/2011
- Circular 057/11 - Consulta Pública Nº 42, da ANS, de 06/05/2011
- Circular 056/11 - Resolução Normativa RN Nº 254, da ANS, de 05/05/2011
- Circular 055/11 - Resolução Normativa RN Nº 253, da ANS, de 05/05/2011
- Circular 054/11 - Edital de Convocação de Nova Assembleia Geral Extraordinária para Eleições
- Circular 053/11 - Instrução Normativa IN Nº 30, da ANS (DIPRO), de 28/04/2011
- Circular 052/11 - Resolução Normativa RN Nº 252, da ANS, de 28/04/2011
- Circular 051/11 - REUNIÃO PLENÁRIA 05/05: CONSULTAS PÚBLICAS Nº 40 - ROL DE PROCEDIMENTOS
- Circular 050/11 - Resolução Normativa RN Nº 251, da ANS, de 18/04/2011
- Circular 049/11 - Súmula Normativa Nº 17, da ANS, de 13/04/2011
- Circular 048/11 - Súmula Normativa Nº 16, da ANS, de 12/04/2011
- Circular 047/11 - Súmula Normativa Nº 15, da ANS, de 11/04/2011
O acesso a esta área do site SINOG é restrito a associados. Somente pessoas autorizadas na empresa possuem a senha de acesso. Caso sua empresa ainda não a tenha, entre em contato pelo e-mail marketing@sinog.com.br.

INCLUSÃO DE E-MAILS PARA RECEBIMENTO DO CLIPPING DE NOTÍCIAS SINOG

As empresas associadas ao SINOG têm livre acesso ao conteúdo deste Clipping de Notícias, podendo estender o alcance dos destinatários a todos os seus colaboradores. Basta solicitar a inclusão utilizando o formulário abaixo. O envio automático será feito com o auxílio do programa instalado no seu computador (Outlook ou similares).
Caso tenha dificuldades em enviar este formulário, relate AQUI.

Empresa
Nome Cargo E-mail
Nome Cargo E-mail
Nome Cargo E-mail



CLIPPING ELETRÔNICO DISPONÍVEL PARA ASSOCIADOS
TAMBÉM NO SITE DO SINOG
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Elaboração:
SINOG - Sindicato Nacional das Empresas de Odontologia de Grupo
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Av. Paulista, 171 - 11º andar - 01311-904 - São Paulo - SP
Fone: (11) 3289-7299 - Fax: (11) 3289-7175

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