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Novo rol não deve influenciar reajuste em 2010
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Legislação
e Regulação
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A saúde bucal também conta pontos para
o seu marketing pessoal
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Odontologia e Saúde
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Abramge:
MBA de Gestão na Área da Saúde
- Inscrições até 30/01
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| 01> Maus
hábitos alimentares, causas e consequências |
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| 02> A
saúde bucal também conta pontos para o seu marketing
pessoal |
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| 03> Terapia
fotodinâmica poderá ser usada em Odontologia |
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| 04>
Miniimplantes e tomografias: melhores perspectivas... |
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| 01>
HapVida
atinge a marca de 800 mil usuários
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| 01>
IGP-M sobe 0,51% na segunda medição de janeiro
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| 02> IPC-Fipe
salta 0,85% na 2ª prévia do mês com reajuste... |
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| 03> Após
dois pregões em baixa, Bovespa tem recuperação
nesta 2ª |
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| 01>
Novo rol não deve influenciar reajuste em 2010 |
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| 02> Mais
cobertura com mesmo orçamento = dificuldade |
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| 03> Mudanças
nos planos excluem 10,4 milhões |
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| 04> Consulta
a especialista fica mais difícil |
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| 05>
Plano barra benefício a pioneiro do segmento |
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| 06>
Negar remédio gera indenização por danos
morais |
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| 07>
Revalidação para diplomas de médicos estrangeiros
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| 08>
Em tempo: Lei 6149/09 |
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| 01> Na
política, Saúde teve ano negativo, avalia presidente
da FPS |
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JANEIRO | 2010 |
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29
|
>Abramge:
Atualização Jurídica em Saúde Suplementar
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30
a 03
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>28ºCIOSP:
Congresso Internacional de Odontologia de SP |
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30
|
>Universidade
Corporativa: MBA de Gestão na Área da Saúde |
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| :::
FEVEREIRO | 2010 |
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5
|
>Saúde
Suplementar em 2010: Mudanças e Perspectivas |
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26
|
>Abramge:
Gestão de Autorização de OPME |
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| :::
ABRIL | 2010 |
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23
|
>Unidas:
MBA em Gestão de Plano de Saúde |
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MAUS
HÁBITOS ALIMENTARES, CAUSAS E CONSEQUÊNCIAS
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Atualmente,
a maioria das doenças que enfrentamos como inevitáveis
à nossa
saúde, tem duas causas: a deficiência alimentar
e o excesso de alimento. Enquanto a fome é um problema
mundialmente reconhecido, um outro contingente de habitantes
sofrem as conseqüências de sua indisciplina alimentar,
exatamente pela forma incorreta de ingerir os alimentos. Esta
pesquisa teve como objetivo, conhecer e identificar as principais
causas e conseqüências de maus hábitos alimentares
que interferem na saúde da população. A
metodologia aplicada procedeu-se através de criterioso
levantamento bibliográfico(livros, revistas, periódicos
e consultas via internet), sobre o assunto abordado.Entre as
inúmeras causas que nos fazem adquirir maus hábitos
alimentares destacaram-se: A correria do mundo atual associada
a falta de tempo para comer ocasionando a preferência
por fast food ao invés de uma alimentação
balanceada; a freqüente utilização de produtos
industrializados; esta preferência tem como conseqüência
um apetite desordenado; a má mastigação
e horários irregulares proporcionando má digestão
e conseqüentemente problemas no sistema digestivo; a freqüente
utilização de produtos industrializados, e produtos
com elevada quantidade de sal que contribui para o desenvolvimento
da hipertensão arterial e aditivos químicos que
quando utilizados, freqüentemente podem desencadear tumores
malignos e a indisciplina alimentar que contribui para aumento
do consumo exagerado de alimentos com excesso de gordura, especialmente
saturada ocasionando aumento do colesterol no sangue. A maioria
da população faz mau uso dos alimentos no seu
dia-a-dia. Em situações que o organismo manifesta
alguma irregularidade, verifica-se de imediato, uma preocupação
em selecionar melhor os alimentos. Desta forma, vale a pena
informar a população que uma das formas de garantir
uma boa saúde é através de freqüentes
e bons hábitos alimentares.
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A
SAÚDE BUCAL TAMBÉM CONTA PONTOS PARA O
SEU MARKETING PESSOAL
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A
expressão mais usada nos bastidores dos departamentos
de Recursos Humanos e diretorias é marketing pessoal.
Além do comportamento e do linguajar dos funcionários,
a aparência tem também grande importância
na hora de conquistar u ma vaga ou mesmo, garantir uma vida
profissional promissora dentro da empresa. Os funcionários
representam a imagem da companhia e, consequentemente, os clientes
podem confundir a aparência mal cuidada com a qualidade
dos produtos e serviços do empreendimento. É por
esta razão que os departamentos de RH avaliam criticamente
cada candidato e observam atentamente os seus funcionários.
É essencial demonstrar cuidado com a higiene pessoal.
Obesidade, aspecto de sujeira, excesso de acnes e espinhas e
mau hálito podem ser fatores determinantes para a perda
da grande chance de ascensão profissional. O mau hálito
pode retrair o convívio social com os colegas de trabalho
e clientes, além de causar um aspecto de má assepsia
bucal. A origem pode ser um reflexo de patologias bucais, como
cáries, gengivite (gengiva inflamada) e outras. Os
cuidados com a saúde bucal devem ser hábito natural
e prioridade para todos. Mas, a sua necessidade também
ultrapassa os limites para os aspectos sociais e profissionais,
explica o Diretor-Executivo da Dentalpar e Cirurgião-Dentista,
Dr. Armando Rodrigues Filho.
Saúde bucal e sucesso profissional O mercado é
competitivo e voraz. Para se destacar e crescer em uma empresa,
os funcionários precisam mostrar competência, desenvolver
habilidades múltiplas, assumir responsabilidades e aprimorar
seu marketing pessoal.
Dessa forma, é por meio da aparência somada a outros
aspectos que surgem melhores oportunidades e competências.
O sorriso funciona como cartão de visitas pessoal
e pode ser uma ferramenta para fechar novos negócios,
atrair uma rede de network, conquistar novos cargos e até
garantir oportunidades de emprego, afirma o Dr. Armando.
O empregador seleciona funcionários com sorrisos
que transpareçam saúde e limpeza, pois além
da estética, o sorriso é também um sinal
de sociabilidade e simpatia. Funcionários que trabalham
com o sorriso no rosto são interpretados como indivíduos
motivados e contentes com a sua função e com o
seu ambiente de trabalho. Para isso, nada mais agradável
que um sorriso limpo, uniforme e bem cuidado, analisa Dr. Armando.
Não podemos negar que um sorriso mal cuidado pode limitar
as possibilidades de cargos e atividades, principalmente aquelas
que englobam contato com o público.
Benefício dentro da empresa Conscientes de que
os funcionários são o portfólio que representam
a sua marca para o mercado, muitas empresas já trazem
planos odontológicos na sua cartilha de benefícios.
Este diferencial muitas vezes engloba não só ao
funcionário, mas sim toda a sua família. Isso
se traduz em empregado motivado fator determinante para
maior produtividade e menor absenteísmo além
de ser um incentivo fiscal para os gestores e empresários.
Além do fato da própria empresa ganhar créditos
e ser conhecida como uma ótima companhia para se trabalhar,
com serviços de qualidades e preocupada com o consumidor
e seus colaboradores.
É assustador a porcentagem de brasileiros que nunca
passaram por consultas odontológicas. O Brasil ocupa
uma péssima posição no ranking dos países
que menos freqüentam o dentista. Os planos jurídicos
são excelentes para os empresários devido à
isenção de impostos com plano de saúde;
as variadas opções de planos disponíveis;
o formato de contratação flexível, com
preços e carência reduzidos; entre outros,
afirma Dr.
Armando Rodrigues Filho.
O profissional finaliza dizendo que os gestores RHs estão
percebendo o valor de um plano odontológico não
só como benefício à aparência de
seus funcionários, mas para a saúde e produtividade
dos seus colaboradores.
Fonte: Dr. Armando Rodrigues Filho é Cirurgião
Dentista e Diretor Executivo da Dentalpar; graduado em Odontologia
pela Universidade de Santo Amaro (UNISA); especializado em Ortodontia
e Pós-graduado em Administração de Empresas
pela Fundação Armando Álvares Penteado
(FAAP).
Perfil: A Dentalpar é
uma operadora de planos odontológicos com atuação
de mais de 12 anos no mercado. Possui ampla rede de dentistas
credenciados e profissionais qualificados em clínicas
e pronto-socorros, em todo o Brasil. A Dentalpar é associada
à SINOG (Sindicato Nacional das empresas de Odontologia
de Grupo), registrada no CRO/SP (Conselho Regional de Odontologia/SP)
e possui autorização de funcionamento da ANS (Agência
Nacional de Saúde Suplementar). A empresa possui programas
empresariais que visam prevenção odontológica
de funcionários, além de planos individuais. |
www.dentalpar.com.br
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TERAPIA
FOTODINÂMICA PODERÁ SER USADA EM ODONTOLOGIA
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| JORNAL
DO SITE ODONTO |
19/01/2010
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A
terapia fotodinâmica, normalmente usada para o tratamento
de alguns tipos de câncer superficiais, também
pode ser usada para combater fungos e bactérias, tornando-se
aliada no tratamento dentário. Na Faculdade de Odontologia
de Bauru (FOB-USP), um estudo inédito pretende usar a
terapia fotodinâmica para controlar a desmineralização
dentária por meio do combate a micro-organismos como
o Streptococcus mutans, causador cárie.
A terapia fotodinâmica também chamada de
PDT (na sigla em inglês para Photodynamic Therapy)
consiste em usar uma substância química capaz de
deixar a bactéria sensível à luz, o fotossensibilizador,
interage com o micro-organismo para que a luz entre em ação,
matando-o. O autor do trabalho, o odontopediatra Thiago Cruvinel
da Silva, pesquisador da FOB, utiliza como fonte de luz um LED
(Diodo
Emissor de Luz, em português) que produz a cor vermelha.
Cruvinel conta que os primeiros testes demonstraram que o equipamento
foi eficaz no controle de Streptococcus mutans e Enterococcus
faecalis, bactérias previamente crescidas sobre superfícies
de dentes bovinos. Sobre o modo como a bactéria morre,
o pesquisador explica que depois que a luz é aplicada,
o fotossensibilizador estimula a produção de radicais
livres no local. Eles são responsáveis
por gerar estresse na bactéria, até a sua morte,
afirma.
O próximo passo da pesquisa é transferir os estudos
para um modelo chamado Rob´s Model, composto por uma placa
de aço onde são inseridos 24 dentes bovinos em
peças fixadas à placa. Com isso é possível
ter em laboratório condições similares
às da boca humana. Pretendemos estudar a terapia
fotodinâmica também em microcosmos bacterianos,
que simula todas as bactérias que estão presentes
na saliva das pessoas, conta.
O equipamento usado para emitir o LED foi especialmente desenvolvido
para esta pesquisa pelo professor Vanderlei Bagnato, do Instituto
de Física de São Carlos (IFSC) da USP, e recebeu
o nome de Biotable, que já está sendo utilizado
em outros centros no Brasil.
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MINIIMPLANTES
E TOMOGRAFIAS: MELHORES PERSPECTIVAS PARA OS PACIENTES
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| MAXPRESS
/ JAC |
19/01/2010
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Especialidade
odontológica que corrige dentes desalinhados e problemas
de mordida em pessoas de todas as idades, a ortodontia está
recebendo novas técnicas que possibilitam resolver casos
clínicos de forma mais rápida, eficaz e segura
do que os métodos usados até aqui: são
os miniimplantes ou microparafusos para apoio do aparelho ortodôntico
e a tomografia computadorizada.
Os miniimplantes são parafusos de titânio de pequeno
porte para instalação na cavidade bucal e contribuem
para movimentação mais eficaz dos dentes e da
arcada dentária, contribuindo assim para o pleno êxito
do tratamento, sendo ligados ao aparelho por fios de molas e
elásticos.
Segundo o ortodontista, ortopedista facial e periodontista Prof.
Dr. Cícero Lascala, mestre e doutor em Diagnóstico
Bucal pela USP, "a nova técnica produz melhores
resultados do que
as usadas até aqui, que utilizam dentes como apoio e
que podem causar movimentações indesejáveis".
E prossegue: "Também o uso de elásticos ou
aplicações extrabucais, por dependerem bastante
do paciente e serem pouco estéticos, podem ter sua utilização
rejeitada".
Os miniimplantes contribuem de forma apreciável, produzindo
um ponto de ancoragem estável na boca do paciente e trazendo
melhores perspectivas para os ortodontistas e seus pacientes
pela sua aplicação mais simples, fácil
remoção e baixo custo e principalmente pela considerável
diminuição do tempo de tratamento.
A tomografia diminui acentuadamente
o "falso negativo"
Já a utilização da técnica de tomografia
computadorizada traz grandes avanços no diagnóstico
por imagem, fator básico para o início do tratamento
ortodôntico, pois trata-se de método mais preciso
por oferecer imagens bastante próximas da realidade bucal
do paciente, com maior definição.
Para o Dr. Cícero Lascala, "a técnica da
tomografia computadorizada permite elaborar um planejamento
clínico mais seguro e sob medida para o paciente, já
que traz menor possibilidade de apresentar o chamado 'falso
negativo', o que pode ocorrer com radiografias".
Consultoria: Prof. Dr. Cícero Lascala - mestre e doutor
em Diagnóstico Bucal pela USP, especialista em ortodontia,
periodontia, ortopedia facial ou ortopedia funcional dos maxilares.
E-mail: celascala@ajato.com.br |
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HAPVIDA ATINGE A MARCA DE 800 MIL USUÁRIOS
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| ASSPREVISITE
/ DIÁRIO DO NORDESTE |
19/01/2010
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HapVida ocupa, atualmente,
a terceira colocação entre as operadoras de plano
de saúde no País
O Hapvida começa 2010 com crescimento de 20%, ficando
em 3º lugar entre as operadoras de plano de saúde
do País, totalizando 800 mil usuários. "Neste
ano, o Hapvida vai investir na parceria com médicos renomados
em cada praça, fortalecer os treinamentos em atendimento
humanizado e inaugurar hospitais e unidades de imagem em Recife
(PE) e Salvador (BA)", afirma Simone Varella, diretora
de Marketing da operadora. A meta é alcançar a
marca de um milhão de clientes. Além do incremento
da rede de atendimento - que inclui novos médicos especialistas,
hospitais e clínicas de diagnóstico - Simone Varella
destaca que o Hapvida ampliará o raio de atuação
das ações de responsabilidade social para Pernambuco,
a partir da Fundação Ana Lima.
"Vamos inaugurar o Projeto Ilhas, com ações
sócio-educativas para crianças em situação
de risco, oferecer café da manhã e sopa para moradores
de rua e apoiar casas de abrigo existentes na cidade",
ressalta. Hoje, a Fundação atua em Fortaleza,
Maracanaú e Natal (RN).
Campanha
Com a maior rede preferencial do Norte e Nordeste, - formada
por 16 hospitais, 37 Hapclínicas, 35 Vida & Imagem,
10 laboratórios e inúmeros postos de coletas de
exames - a empresa aposta numa campanha publicitária
que tem como foco a saúde. "Nesses últimos
anos, o Hapvida investiu em infraestrutura de atendimento e
isso se refletiu nas campanhas publicitárias. Agora,
chegou o momento de vender saúde. Reforçando a
cultura da prevenção, qualidade de vida e bem
estar. Pensou em saúde, pensou em Hapvida", argumenta.
A campanha, cujo VT é uma realização do
Hapvida com a agência Advance Comunicação,
teve estreia na televisão no dia 16 último. Ganhou
reforço de cross mídia em jornal, revista, rádio,
internet e outdoor nos 11 estados de atuação da
operadora no Norte e Nordeste do País.
Simone Varella anuncia que, acompanhando o espírito da
campanha, a empresa fortalecerá as ações
de medicina preventiva ao longo de 2010. A ideia é transmitir
às pessoas que o importante é promover saúde
e não apenas tratar doenças. |
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IGP-M SOBE 0,51% NA SEGUNDA MEDIÇÃO DE
JANEIRO
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SÃO
PAULO - O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M)
avançou 0,51% na segunda prévia de janeiro, de
acordo com as informações da Fundação
Getulio Vargas (FGV). Em igual período de dezembro, contudo,
o indicador teve deflação de 0,18%. Os preços
no atacado passaram a subir e a inflação ao consumidor
se acentuou.
Após cair 0,38% em igual medição de dezembro,
o Índice de Preços por Atacado (IPA), que responde
por 60% do índice total, aumentou 0,44%. Os produtos
agropecuários subiram 0,16% e os industriais, 0,53%.
Na segunda leitura de novembro, ambos ficaram negativos, em
1% e 0,18%, respectivamente.
Nesse confronto, os três estágios do IPA passaram
da deflação para variação positiva.
Bens Finais (-0,60% para +0,72%) e Matérias-Primas (-0,27%
para +0,15%) foram puxados pelo aumento de alimentos, in natura
e processados. Nos Bens Intermediários (-0,26% para +0,36%),
a maior pressão saiu dos materiais e componentes para
a manufatura.
A variação do Índice de Preços ao
Consumidor (IPC), que compõe 30% do IGP-M, passou de
0,19% para 0,74% entre a segunda prévia de dezembro e
a de janeiro. O expressivo avanço se deve, principalmente,
à aceleração de preços de alimentos
(-0,03% para 1,19%) e Transportes (0,31% para 1,53%). Os maiores
vilões foram o reajuste de tarifas de ônibus urbanos
e o aumento dos combustíveis e de alimentos in natura,
como frutas e hortaliças. Influenciada pelas despesas
de matrícula e material escolar, a variação
do grupo Educação também cresceu entre
as duas medições, de 0,34% para 0,85%.
O Índice Nacional de Custo da Construção
(INCC), que completa os 10% restantes do IGP -M, subiu para
0,40% na segunda medição de janeiro, depois de
registrar 0,22% na pesquisa de um mês antes. Materiais,
equipamentos e serviços aumentaram 0,36% e o custo da
Mão de Obra cresceu 0,44%.
O segundo decêndio do IGP-M compreende o intervalo entre
os dias 21 do mês anterior e 10 do mês de referência.
No acumulado de 12 meses, o IGP-M ainda está negativo
e aponta deflação de 0,79%.
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IPC-FIPE SALTA 0,85% NA 2ª PRÉVIA DO MÊS
COM REAJUSTE DE ÔNIBUS
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SÃO
PAULO - A inflação medida pelo Índice de
Preços ao Consumidor (IPC) no município de São
Paulo avançou ainda mais na segunda medição
de janeiro, sob influência do reajuste da tarifa de ônibus
urbano e do aumento de produtos alimentícios. O indicador
da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas
(Fipe), que já havia subido 0,48% na primeira quadrissemana,
teve alta de 0,85% na segunda.
O grupo Transporte foi o que mais pesou sobre a inflação
da segunda quadrissemana (43,5% do índice cheio) e passou
de elevação de 1,19% na primeira para 2,32% na
segunda prévia do mês. A prefeitura paulistana
reajustou as tarifas de ônibus em 17,4% no começo
do ano.
A segunda maior pressão sobre o IPC veio do grupo Alimentação,
que registrou avanço de 0,44% no início do mês
e de 1,26% na segunda leitura do período. Educação
também teve forte alta, de 2,07%, provocada por aumentos
de matrículas e material escolar. Na primeira quadrissemana
de janeiro, essa classe de despesas teve alta de 0,79%.
O grupo Saúde saiu de um acréscimo de 0,31% para
0,29% e Habitação foi de 0,18% para 0,15% entre
a primeira e a segunda medições do mês.
Despesas Pessoais partiram de 0,52% para 0,57%.
A única classe a registrar deflação foi
Vestuário, que abriu o mês com aumento de 0,66%,
mas recuou 0,42% na segunda prévia, em função
do começo de liquidações pós-festas
de fim de ano.
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APÓS
DOIS PREGÕES EM BAIXA, BOVESPA TEM RECUPERAÇÃO
NESTA 2ª
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Após
registrar queda por dois pregões seguidos, a Bovespa
(Bolsa de Valores de São Paulo) terminou com ligeira
alta nesta segunda-feira, ao contrário do dólar
comercial. Com valorização dos papéis da
Vale e da Petrobras, o índice Ibovespa subiu 0,61%, aos
69.400 pontos e giro financeiro de R$ 9,8 bilhões. Por
sua vez, a moeda americana recuou 0,28% e encerrou comercializada
a R$ 1,767.
No mercado externo, as Bolsas asiáticas terminaram o
dia em baixa, a exemplo de Tóquio, que perdeu 1,16%.
Já os mercados europeus fecharam em terreno positivo.
Em dia de agenda vazia no cenário internacional, as atenções
se voltam para os indicadores nacionais. A FGV (Fundação
Getulio Vargas) informou que a inflação semanal
medida pelo IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor
- Amplo) avançou para 0,78% na segunda semana de janeiro,
contra 0,51% no início do mês.
O boletim Focus, divulgado hoje pelo Banco Central, revelou
que os analistas do mercado financeiro elevaram a projeção
para a taxa básica de juros do País no final deste
ano pela segunda semana consecutiva. Segundo o documento, a
Selic deve fechar 2010 em 11,25%, contra 11% na pesquisa anterior. |
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NOVO
ROL NÃO DEVE INFLUENCIAR REAJUSTE EM 2010
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| ASSPREVISITE
/ INFOMONEY - Por Flávia Furlan Nunes |
19/01/2010
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Os
segurados não vão pagar mais caro neste ano pelos
planos de saúde, devido à revisão que foi
realizada no rol de procedimentos, segundo afirmou nesta terça-feira
(12) o presidente em exercício da ANS (Agência
Nacional de Saúde Suplementar), Alfredo Cardoso.
Uma resolução normativa divulgada no DOU (Diário
Oficial da União) pela agência reguladora do setor
adicionou ao rol 70 procedimentos médico-hospitalares
e odontológicos, que devem passar a valer apenas em 7
de junho deste ano, enquanto o reajuste dos planos de saúde
deve acontecer entre abril e maio.
No cálculo de reajuste de 2011, por sua vez, a ANS vai
analisar os dados e avaliar se houve algum tipo de impacto do
novo rol nos custos das operadoras, o que influencia no reajuste
realizado aos beneficiários. Em 2008, quando houve a
última revisão do rol, o reajuste foi de 6,76%,
sendo que 1% foi atribuído às novas coberturas.
Análise
De acordo com a advogada da Pro Teste - Associação
de Consumidores, Polyanna Carlos, não é somente
porque ocorre a revisão que deve acontecer um reajuste
maior nos planos de saúde, o que passa por análise
detalhada da ANS.
A Pro Teste fez parte do grupo técnico de discussão
do novo rol e foi analisado o custo- benefício das mudanças,
afirmou. A ANS formou um grupo técnico com representantes
da CSS (Câmara de Saúde Suplementar), de diversos
setores da ANS e de entidades convidadas, antes de realizar
a revisão.
Além disso, a agência ainda realizou consulta pública
entre 8 de setembro e 30 de outubro, quando recebeu 8 mil contribuições,
sendo metade delas dos consumidores, 28% de prestadores de serviço
e 13%, de operadoras.
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MAIS
COBERTURA COM MESMO ORÇAMENTO = DIFICULDADE
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| ASSPREVISITE
/ SAÚDE BUSINESS WEB - Por Pedro Fázio |
19/01/2010
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O
consultor Pedro Fazio relata em artigo a dificuldade de operadoras
de médio e pequeno porte em atender a legislação
Depois de um longo processo de consulta pública, a Agência
Nacional de Saúde Suplementar (ANS) publicou a atualização
da lista mínima de procedimentos e serviços que
devem ser garantidos pelas operadoras de planos de saúde.
É fenomenal a inteligência adotada na estratégia
de condução do caso, em que, após meses
de 2009 com discussões sobre a atualização
do rol, entramos em 2010 com o anúncio da nova lista
que vai vigorar a partir de junho, ou seja, meses antes de ser
aplicada.
O objeto de repercussão é incrível. Talvez
por ser ano eleitoral a agência reguladora fez questão
de adotar estratégia que não afeta o bolso do
consumidor em 2010, fixando a vigência a partir de junho,
posterior à publicação do índice
máximo de reajuste, que será aplicado entre maio/2010
e abril de 2011. Mas qual é a mágica? Novos custos
por 12 meses sem qualquer contrapartida certamente irá
impactar o desempenho de todas as empresas, ainda que em grau
diferente.
Alguns procedimentos de alta complexidade estão disponíveis
somente em importantes centros urbanos, o que significa agravamento
do risco para as operadoras regionais
que atuam principalmente no interior, sem possibilidade de atender
o mínimo com os recursos disponíveis. Assim, ficarão
com baixo poder de negociação e à mercê
da boa vontade dos grandes centros, sujeitando-se aos preços
de uma realidade totalmente diferente da experiência e
premissas que até então operam, sem contar com
magistrados de plantão concedendo liminares equivocadas.
Muitas operadoras de médio e pequeno porte, pelo número
de beneficiários, já convivem com dificuldade
em atender a legislação, notadamente nos quesitos
financeiros, fato responsável pelo constante enxugamento
do número de empresas. Desta forma, tais operadoras terão
as dificuldades aumentadas e o processo de enxugamento será
ainda mais acelerado.
Pergunto-me: esta "proteção do consumidor"
quanto ao reajuste de preço junto com o gigantismo de
poucas operadoras não terá efeito contrário?
Ou seja, reduzir as opções para o consumidor e
ainda possibilitar a adoção de preços maiores,
pela redução da concorrência? Para onde
este consumidor irá correr quando instituições
filantrópicas ou sem fins lucrativos desistirem de ofertar
produtos nas pequenas cidades, com valores que cabem no bolso
do consumidor local?
A questão não pode ser simplificada na questão
do direito ao consumidor, uma vez que este é refém
de um sistema público que naturalmente não o comporta
como deveria, e de um sistema privado que precisa estar saudável
para atendê-lo sim, com seu direitos, mas dentro da realidade
operacional que o mercado como um todo permite.
Resta uma esperança: até junho, depois de alcançado
o efeito publicitário, o texto da resolução
pode ser alterado, tendo a nova redação resultado
em alcance semelhante ao da tão aclamada "Portabilidade",
e o mercado ter ainda algum suspiro.
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MUDANÇAS
NOS PLANOS EXCLUEM 10,4 MILHÕES
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| ASSPREVISITE
/ CLICPB |
19/01/2010
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A
nova regulamentação da ANS (Agência Nacional
de Saúde) - que entra em vigor em 7 de junho e inclui
70 novos exames médicos e odontológicos, além
de ampliar o número de consultas com psicólogos,
nutricionistas, fonoaudiólogos e terapeutas ocupacionais
- vai deixar 10,4 milhões de pessoas fora do pacote.
O número corresponde à quantidade de beneficiários
de planos de saúde cujos contratos foram feitos antes
de 2 de janeiro de 1999, quando houve a regulamentação
do setor de saúde complementar no Brasil.
A ANS informou à reportagem do R7 que não tem
alcance jurídico para interferir nos acordos fechados
antes desta data. Os órgãos de defesa do consumidor
afirmam que não podem comprar a briga porque há
uma legislação por trás dos contratos -
e as próprias operadoras de saúde já ofereceram
opções de migração dos planos antigos
para os novos.
A advogada da Pro
Teste (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor),
Polyanna Carlos da Silva, confirma que vale o que está
no contrato para planos firmados antes de 1999. Isso significa
que o acordo pode contemplar os mesmos exames incluídos
pela ANS ou até mais. Entretanto, pode ocorrer
o contrário, ou seja, o plano de saúde do usuário
não cobrir alguns dos 70 novos exames da ANS.
- Para os contratos antigos [anteriores a janeiro de 1999],
não se aplica o rol de procedimentos da ANS. No entanto,
qualquer contrato, independentemente se é de plano de
saúde, pode se apoiar na justiça. Os contratos
antigos são regidos pela legislação, enquanto
os novos ou adaptados [que migraram] são regulamentados
pela ANS.
A advogada do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor),
Daniela Trettel, faz a mesma leitura da situação.
Ela recomenda que o paciente não contemplado pelo novo
pacote de procedimentos médicos casos dos contratos
anteriores a 1999 procure a justiça com base no
Código de Defesa do Consumidor.
De acordo com Trettel, um meio de agir com mais agilidade em
casos emergenciais é entrar com uma medida liminar contra
as operadoras.
O diretor da AMB (Associação Médica Brasileira),
Amílcar Martins Giron, concorda com a advogada da Pro
Teste, mas observa que quem tem plano antigo pode ganhar
o pacote da operadora.
- Os planos antigos seguem o contrato, [que informa que o cliente]
tem direito a tantos dias de UTI e consultas por ano. Já
houve sugestões de adaptação [migração]
para planos novos e algumas pessoas aceitaram. Entretanto, eventualmente,
as operadoras poderão estender benefícios para
esse público também [embora não sejam obrigadas].
A reportagem do R7 entrou em contato com quatro operadoras de
plano de saúde Marítima, Medial Saúde,
Unimed e Bradesco Seguros. As assessorias de comunicação
de todas as operadoras informaram que as empresas não
comentariam o assunto no momento.
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CONSULTA
A ESPECIALISTA FICA MAIS DIFÍCIL
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| ASSPREVISITE
/ AGORA S. PAULO - Por Gisele Lobato |
19/01/2010
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A
partir de 7 de junho, os clientes dos planos de saúde
que hoje costumam utilizar os serviços de psicólogos
e terapeutas ocupacionais podem perder o direito à cobertura
dessas sessões.
A ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) publicou,
na semana passada, uma resolução que dita novas
regras para a cobertura mínima obrigatória que
deverá ser oferecida pelos convênios médicos
e odontológicos.
Apesar de o número mínimo obrigatório de
sessões com psicólogos e terapeutas ocupacionais
ter aumentado, na prática, só quem se enquadra
em um dos diagnósticos previstos pela ANS poderá
ter acesso ao serviço.
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PLANO
BARRA BENEFÍCIO A PIONEIRO DO SEGMENTO
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| ASSPREVISITE
/ FOLHA DE S. PAULO - Por Estevão Bertoni |
19/01/2010
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Juljan
Czapski, 84, morreu em decorrência de tumor no cérebro
sem conseguir home care
Bradesco Saúde diz que prestou a cobertura prevista no
contrato; médico fundou, nos anos 1950, a 1ª empresa
de medicina de grupo do país
Ele foi pioneiro dos planos de saúde no Brasil, ao fundar
nos anos 1950 a primeira empresa de medicina de grupo do país.
Polonês, médico pela USP e com mais de meio século
dedicado à área, Juljan Czapski morreu na semana
passada, aos 84 anos, em desavença com o plano que o
atendia.
Médicos, familiares e até amigos tentaram convencer
a Bradesco Saúde, seu plano, a conceder-lhe o home care,
atendimento personalizado em casa, que não estava em
contrato. O benefício não saiu, e a família
alega nunca ter recebido sequer uma resposta formal.
A seguradora diz que prestou a cobertura prevista contratualmente.
Czapski, que morreu na última terça em decorrência
de um tumor no cérebro diagnosticado no meio do ano passado,
tinha o plano pago pelo Sindhosp (sindicato dos hospitais paulistas),
do qual era diretor.
Em novembro, ele foi internado no hospital Nove de Julho. No
início de dezembro, o médico responsável
pelo seu tratamento solicitou ao plano que o paciente tivesse
o home care -foi um dos vários pedidos feitos pela equipe
médica.
O benefício não foi dado.
A partir de então, a família diz ter contatado
diversas vezes a Bradesco Saúde, para pedir o serviço.
Segundo a filha Silvia, os funcionários da empresa evitaram
responder por escrito. As conversas eram por telefone.
Até um amigo da família, o economista André
Médici, consultor nos EUA do Banco Mundial na área
de saúde, chegou a telefonar e enviar e-mails ao Bradesco,
antes do Natal, na esperança de que concedessem o benefício.
Não teve resposta.
Czapski não conseguia mais andar, tinha dificuldades
para movimentar os braços e para falar. A família,
então, custeou e montou em casa "um esquema tosco
de home care", como descreve o filho Cláudio, que
também é consultor de saúde.
"A curto prazo, eventualmente se economiza um trabalho
de home care, mas o fato de ele ser negado acaba agravando a
condição de vida do paciente e ele retorna ao
sistema numa
situação mais grave, que gera custos muito maiores",
diz.
Segundo a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar),
que controla os planos, não há a obrigatoriedade
de que o home care esteja em contratos, mas, por livre negociação
com os clientes, eles podem oferecê-lo.
Bradesco Saúde diz que prestou assistência prevista
Em nota, a Bradesco Saúde afirma que prestou "toda
a cobertura médica e hospitalar prevista contratualmente"
durante o período em que o médico Juljan Czapski
esteve doente e em tratamento.
"Todas as informações sobre o seguro de saúde
do senhor Juljan Czapski foram prestadas ao seu médico
assistente e à sua família, na pessoa da sua filha,
Silvia Czapski, em reiterados contatos mantidos com a Bradesco
Saúde", diz a nota.
A seguradora informa que uma internação foi solicitada
no dia 6 de novembro de 2009, no hospital Nove de Julho, com
duração até o dia 7 de dezembro, quando
o paciente recebeu alta do médico assistente.
Já no dia 12 de janeiro, continua a nota, "o senhor
Juljan voltou a internar-se, no Hospital Nove de Julho, condição
esta que prevaleceu até o óbito, na mesma data".
A Folha teve acesso a um pedido, feito em 7 de dezembro, por
um dos médicos responsáveis pelo tratamento, em
que se reforça a necessidade do home care. A avaliação
médica dizia: "Trata-se de um paciente que se encontra
afásico [enfraquecido] e incapacitado para a marcha [caminhar]
e totalmente dependente de cuidados e enfermagens médicas".
A Bradesco Saúde não comentou sobre o pedido negado
do home care e, questionada se já concedeu o serviço
mesmo em casos não previstos em contrato, nada respondeu.
MÉDICO TAMBÉM PARTICIPOU DA FUNDAÇÃO
E DA DIREÇÃO DO MAM, EM SP
Médico que, em 1956, criou a Policlínica Central,
primeira empresa do país de medicina de grupo a oferecer
serviços a empresas, Juljan Czapski também foi
ligado às artes. Quando ainda estudava, foi assistente
de fotografia da mulher, a artista plástica e fotógrafa
Alice Brill, 89. Czapski participou da fundação
do MAM-SP (Museu de Arte Moderna), do qual foi diretor. Era
ainda ligado a questões ambientais, tendo fundado uma
associação de proteção ambiental
em Itu (SP).
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NEGAR
REMÉDIO GERA INDENIZAÇÃO POR DANOS
MORAIS
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ASSPREVISITE / ÂMBITO JURÍDICO |
19/01/2010
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A
1ª Câmara de Direito Civil do Tribunal de Justiça,
em sua primeira sessão de 2010, reformou parcialmente
sentença da Comarca da Capital e condenou a Unimed de
Florianópolis Cooperativa de Trabalho Médico Ltda
ao pagamento de R$ 15 mil de indenização por danos
morais em favor de Iracema Antunes Batista.
O motivo: o não fornecimento por parte da empresa de
um medicamento auxiliar no tratamento quimioterápico.
De acordo com os autos, tempo depois de firmar contrato de prestação
de serviços médico-hospitalares com a Unimed,
no ano de 2001, Iracema necessitou do remédio Granulokine,
que ameniza os efeitos agressivos da quimioterapia, durante
o tratamento de câncer no ovário.
No entanto, a empresa negou o pedido, sob argumento de que o
plano não cobria esse tipo de serviço. Diante
da enfermidade e da conduta da ré, a autora entrou na
Justiça. Em primeiro grau, conseguiu ter acesso ao fármaco.
Todavia, não obteve sucesso no pedido de indenização
por danos morais. Já na apelação que interpôs
junto ao TJ foi mais feliz. Como se vê, cuida-se
de lesão que não decorre de simples inadimplemento
contratual, mas da própria situação de
abalo psicológico em que se encontra a autora doente
ao ter negada injustamente a cobertura do plano de saúde
que contratou. E no momento em que mais necessita dos serviços
objeto do pacto, já adoecida e sem forças para
travar longos embates administrativos com a cooperativa contratada,
vê-se impedida de servir-se do tratamento médico
apto a afastar a enfermidade e o risco de vida, anotou
o relator da apelação, desembargador substituto
Carlos Adilson Silva, ao conceder indenização
no valor de R$ 15 mil em benefício de Iracema.
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REVALIDAÇÃO
PARA DIPLOMAS DE MÉDICOS ESTRANGEIROS
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| ASSPREVISITE
/ AGÊNCIA BRASIL |
19/01/2010
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Até
12 de fevereiro, estão abertas as inscrições
para o processo de reconhecimento em 25 universidades no País
A partir de ontem médicos formados em instituições
de ensino estrangeiras podem participar do novo processo para
ter seus diplomas reconhecidos no Brasil. Até 12 de fevereiro,
as inscrições para o processo de revalidação
estão abertas em 25 universidades públicas do
país.
A previsão é de que o tempo de espera para revalidar
o diploma seja reduzido em até seis vezes. Antes de 2010,
o interessado deveria procurar uma universidade pública
e aguardar uma tramitação que poderia levar até
seis anos. Cada instituição tinha procedimentos
e normas distintas para analisar os documentos. Com o novo formato,
espera-se que o processo de revalidação seja concluído
no mesmo ano em que o interessado deu entrada na documentação.
Para participar, o diploma do candidato precisa ser de um curso
de graduação reconhecido pelo órgão
competente em seu respectivo país, com carga horária
mínima de 7,2 mil horas, período de internalização
do curso em seis anos e estágio prático correspondente
a um mínimo de 35% da carga total do curso.
Com as novas regras, o profissional deve se inscrever no processo
de avaliar, apresentar a documentação exigida
e em seguida passará por exames teóricos e práticos.
As provas serão aplicadas pelo Instituto Nacional de
Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), autarquia do Ministério
da Educação responsável por avaliações
como o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e a Prova
Brasil. Até 23 de março será divulgada
a lista dos candidatos que tiveram a inscrição
homologada.
| POLÍTICA
& PODER |
19/01/2010
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Tramita
na Câmara o Projeto de Lei 6149/09, do deputado Fernando
Coruja (PPS-SC), que obriga a direção nacional
do Sistema Único de Saúde (SUS) a assegurar a
correção anual da tabela de serviços médicos
executados pela iniciativa privada por meio de convênios
ou contratos. O texto determina que o SUS deverá fundamentar,
em demonstrativo econômico e financeiro, o ato que corrigir
os valores da tabela. A remuneração e os reajustes
anuais devem ainda garantir a qualidade dos serviços
contratados. A proposta altera a Lei 8.080/90, que regulamentou
o SUS. Ela estabelece que a remuneração da tabela
e o valor da correção serão pactuados pelos
integrantes da comissão intergestores tripartite, levando
em consideração os preços do setor de saúde
praticados nos 12 meses anteriores. As despesas com a tabela
deverão constar na lei orçamentária. Formada
por representantes dos estados, municípios e da União,
a comissão é o foro que define as diretrizes,
estratégias, programas e alocação de recursos
do SUS. O deputado Fernando Coruja explica que o projeto tem
como objetivo atualizar a tabela do SUS e fixar um padrão
de reajuste. Atualmente, segundo ele, a política de reajustes
tem sido feita de modo pontual, o que faz com que o preço
pago para alguns procedimentos esteja defasado, prejudicando
a rede conveniada. O projeto tramita em caráter conclusivo
nas comissões de Seguridade Social e Família;
de Finanças e Tributação; e de Constituição
e Justiça e de Cidadania. A notícia é da
Agência Câmara. |
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NA
POLÍTICA, SAÚDE TEVE ANO NEGATIVO, AVALIA
PRESIDENTE DA FPS
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| POLÍTICA
& PODER - Por Lenir Camimura |
19/01/2010
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Do
ponto de vista político, o ano de 2009 foi considerado
negativo. Segundo o presidente da Frente Parlamentar de Saúde
(FPS), deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS), em 2010 a
expectativa não é de melhora deste quadro. O parlamentar
disse, ainda, que o orámento aprovado para a pasta melhorou
um pouco o montante de recursos, mas ainda não será
suficiente para resolver os problemas. Em ano de eleição,
Perondi acredita que a Saúde será um dos tópicos
que irão direcionar os debates e os candidatos terão
de mostrar interesse pelos assuntos relacionados ao setor.
P&P Como o Sr. avalia o
ano de 2009, do ponto de vista político?
Dep. Darcísio Perondi - O balanço de
2009 foi negativo. Infelizmente. Perdemos a batalha na Emenda
Constitucional 29, que não conseguimos trazer de volta
à votação. A dureza, a frieza e a desinteligência
palaciana foram responsáveis pelo pouco desenvolvimento
político para a saúde. O governo foi contaminado
pela doença contagiosa que está impregnada em
Brasília: as inúmeras obras e construções.
Tem dinheiro para comprar tijolo, mas não tem para a
Saúde e a Educação. E esta é uma
doença para a qual não se tem vacina. E isto é
muito triste.
P&P O orçamento previsto
para a Saúde em 2010 será suficiente?
Dep. Darcísio Perondi Não. O
orçamento aprovado é insuficiente. Fizemos uma
mobilização, contando com o apoio dos hospitais
universitários e outras entidades ligadas à Saúde
e conseguimos reduzir o buraco do orçamento da Média
e Alta Complexidade (MAC). O montante ainda é insuficiente,
mas diminuímos o buraco. O orçamento proposto
pelo governo só aumentava os recursos para esta área
em R$ 800 mil, vergonhosamente. Com a mobilização
e negociação com os parlamentares, conseguimos
acrescentar mais R$ 2,2 bilhões para a MAC. Mas para
cobrir completamente o déficit do setor,
seria necessária uma injeção de R$ 3 bilhões.
Com o que temos previsto para 2010, o Ministério da Saúde
cobre as contas, mas não tem como adotar novos serviços
ou permitir um reajuste nas tabelas, por exemplo.
P&P Mas o setor ficou satisfeito
com este aumento?
Dep. Darcísio Perondi Melhor isso do
que nada. Melhor ter algum aumento nos recursos do que continuar
com o orçamento minguado, como estava. Este aumento dá
musculatura para que o Ministério da Saúde consiga
enfrentar o segundo semestre e trabalhar o Planejamento para
um novo reajuste. O ministro Temporão tem a visão
da vacina e da cirurgia cardíaca. Ele é bom, mas
precisa de dinheiro para conseguir pôr em prática
o que a Saúde precisa. É preciso diminuir o dinheiro
dado para a Petrobras e para as obras e investir mais na Saúde.
P&P O Sr. acredita que,
com o ano eleitoral, em 2010, a Saúde será um
fator de pressão sobre os candidatos à presidência?
Dep. Darcísio Perondi Com certeza.
Acredito que a Saúde será a grande discussão
das próximas eleições. E o [José]
Serra vai poder dizer que ele encaminhou a solução
da Saúde, quando aprovou a EC 29, mas que o governo Lula
não conseguiu regulamentar a medida.
P&P E as outras questões
de Saúde que ficaram pendentes em 2009?
Dep. Darcísio Perondi Nada caminhou
muito este ano. O projeto que regulamenta a profissão
dos médicos, conhecida como Ato Médico, por exemplo,
voltou para o Senado e deve voltar o imbróglio. Outra
coisa que aconteceu, no final do ano, foi a resolução
nº 3 da Câmara de Medicamentos (CMED), da ANVISA
(que proíbe os hospitais de cobrarem especificamente
por medicamentos e produtos ministrados aos pacientes), que
interferiu
na relação do prestador com a indústria
farmacêutica, mas não sei a quem beneficiou. Também
enfrentamos derrota na aprovação do projeto que
criava as Fundações Estatais e nem que aprovar
a adoção da CBHPM em âmbito nacional. Ano
passado não conseguimos mobilizar o Palácio pelos
interesses do SUS. Foi um ano muito duro.
P&P O que o Sr. achou da
escolha dos novos diretores da ANS, que vieram do mercado de
planos de saúde e, por isso, enfrentaram alguma resistência?
Dep. Darcísio Perondi Eles são
técnicos, pelos menos. De repente o equilíbrio
pode ser saudável para o mercado.
P&P Qual a expectativa para
2010?
Dep. Darcísio Perondi Vamos retomar
a luta pela aprovação da EC 29, primordialmente.
O presidente Lula vai ter de dizer não e
explicar o porquê. Temos um consenso encaminhado entre
os lideres e os movimentos da Saúde de votar a medida
sem a CSS (Contribuição Social para a Saúde)
e deixar o Senado decidir. A estratégia tem o apoio de
quase todos os partidos. O PT está atrasado e atrasando
o processo. Não querem votar. Não se mobilizam
porque estão a serviço do Palácio e não
do SUS. O PT foi uma grande decepção em 2009.
Grande parte do partido queria votar, mas a cúpula partidária
impediu. Este foi o grande escândalo político.
As nossas expectativas para 2010 não são boas.
Com um orçamento como o que temos, como podem ser boas?
Alem disso, estamos com o prazo espremido. Temos quatro meses
apenas para analisar os projetos que ficaram pendentes. Este
será um ano conflituado e curto, o que dificulta o trabalho.
Mas, como dizia o poeta, tudo vale a pena se a alma não
é pequena. E a alma da Saúde não
é pequena. Temos muita angustia e decepção
no movimento. Mas não podemos perder a capacidade de
nos indignarmos e lutarmos. O Brasil inteiro espera de nós.
Este é um ano eleitoral. E os dados mostram uma queda
na pobreza nos últimos anos. Mas os índices de
pobreza medem renda. Tem que medir a qualidade de vida. E aí,
entram a Saúde e a Educação. É importante
que a população saiba escolher seus próximos
políticos e mudar este quadro. |
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JANEIRO| 2010 |
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29
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ABRAMGE:
ATUALIZAÇÃO JURÍDICA EM SAÚDE SUPLEMENTAR |
Atualização
Jurídica em Saúde Suplementar
Data e Horário: 29/01/2010 das 9h às 17h
Local: Av. Paulista, 171 - 11º andar - São Paulo
/ SP
"Como ocorre a todo principio de um novo ano e com a finalidade
de atualizar os conhecimentos legais daqueles que militam na
área da saúde suplementar, a ABRAMGE-SP promove
mais um Seminário, com duração de sete
horas, contendo palestras de profissionais, com larga experiência
na área jurídica do setor saúde, versando
sobre diversos temas, gerais e específicos, de interesse
do referido segmento .
Público-Alvo:
Dirigentes, sócios, acionistas ou cooperados, advogados,
administradores, contadores, auditores contábeis, de
empresas provedoras de serviços de saúde e operadoras
de planos e seguros de saúde.
Objetivo:
Realizar uma atualização dos principais problemas
jurídicos que afetam as empresas que atuam na área
de saúde suplementar, orientando-as como enfrentá-los.
Programação:
09h00 Abertura
09h15 Avaliação Estratégica do setor
de Saúde Suplementar
* Nova realidade do cenário mercadológico e perspectivas
futuras de regulação da provisão de serviços
de saúde e da operação dos planos e seguros
de saúde
* Novas regras legais para o setor filantrópico
Dr. Dagoberto José Steinmeyer
110h00 Situação atual dos processos jurídicos
de cobrança do ressarcimento ao SUS. Sistema eletrônico
implantado pela ANS para obter o ressarcimento
Dr. Márcio Charcon Dainesi
10h30 Coffee Break
10h45 Novas normas da ANS para reclassificação
e registro de produtos de saúde
· Adaptação dos contratos
de planos e seguros de saúde para a RN nº 195/2009
Dra. Simone Parré
11h15 Normas regulatórias da ANS para ativos garantidores
e planos de recuperação das operadoras de planos
e seguros de saúde
Dr. Wagner Barbosa de Castro
12h00 Almoço
13h30 Normas oficiais de auditoria externa independente
para entidades filantrópicas e operadoras de planos e
seguros de saúde
Dr. Inácio Pereira Lima
14h15 Principais projetos de lei em tramitação
no Congresso Nacional de interesse do setor de saúde
suplementar.
Tendências das negociações coletivas
de trabalho no segmento saúde
Dr. Ricardo Ramires Filho
15h00 A solidariedade passiva obrigacional dos hospitais
e das operadoras de planos e seguros de saúde com a reparação
dos danos decorrentes da má prática profissional
Dra. Aureane Rodrigues da Silva Pinese
15h30 Questões tributárias da saúde
suplementar:
· Imposto sobre serviços de qualquer natureza
(ISS). Base de cálculo reduzida do PIS/COFINS .
· Dedutibilidade de despesas
para fins de apuração da contribuição
social sobre Lucro Líquido e Imposto de Renda
· Pessoa Jurídica
· Imunidade e Isenções Fiscais de Entidades
Filantrópicas
Dr. Guilherme Pinese Filho
16h30 Perguntas e debates
17h00 Encerramento
Coordenador e Palestrante:
Dr. Dagoberto José Steinmeyer Lima: Advogado especialista
em direito empresarial, titular da ADVOCACIA DAGOBERTO J. S.
LIMA, chefe da Assessoria Jurídica da ABRAMGE/SINAMGE/SINOG,
da FBH e AHESP, prestando assessoria jurídica para Hospitais,
Santas Casas e demais estabelecimentos de serviços de
saúde e operadoras de Planos e Seguros Privados de Assistência
à Saúde e diretor da SOMATORIA S/A CONSULTORIA
EM SAÚDE.
Palestrantes:
Dra. Aureane Rodrigues da Silva : Graduação em
direito pelas Faculdades Metropolitanas Unidas - FMU - São
Paulo, Pós Graduada Latu Sensu, em Direito Processual
Civil e em Direito Empresarial, também, pelas FMU
SP, com atuação em projetos e atuação
consultiva e contenciosa
nas áreas civil, trabalhista, comercial, com ênfase
nas empresas ligadas à saúde, como, hospitais,
clínicas, laboratórios e operadoras de planos
privados de assistência à saúde. Advogada
associada à Advocacia Dagoberto J. S. Lima.
Dr. Márcio Charcon Dainesi : Pós-graduado em Direito
Empresarial pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Graduado
em Direito pela Universidade Cidade de São Paulo. Com
formação técnica em Contabilidade. Coordenador
do departamento de Ressarcimento ao SUS da Advocacia Dagoberto
J. S. Lima, com atuação efetiva na área
de Direito da Saúde no âmbito preventivo, consultivo
e contencioso.
Dr. Guilherme Pinese Filho : Possui graduação
em direito pela Universidade Paulista UNIP - São
Paulo, Pós Graduado Lato Sensu, Especialista em
Direito Empresarial, pela Universidade Presbiteriana Mackenzie
SP, área de atuação: Direito Empresarial,
Direito Tributário, Direito Político, Institucional
e Sindical. Advogado associado à Advocacia Dagoberto
J. S. Lima.
Dr. Inácio Pereira de Lima : Bacharel em Administração
de empresas pelo IMES Instituto de Ensino Superior de
São Caetano do Sul e, em Ciências Contábeis
pelo IESA Instituto de Ensino de Santo André,
MBA Controller pela FIPECAFI/USP Fundação
Instituto de Pesquisas Econômicas, Contábeis, Atuariaise
Financeiras, Sócio-diretor da Brasil Auditores, empresa
especializada em auditoria independente do segmento de operadoras
de planos de saúde. Membro do IBRACON Instituto
dos Auditores Independentes do Brasil, registro de auditoria
independente na CVM, CNAI e CRC.
Dr. Ricardo Ramires Filho : Advogado especializado em direito
empresarial na área da Saúde, com pós-graduação
na matéria pela FGV-SP, sócio da Advocacia Dagoberto
J. S. Lima, consultor jurídico de Sindicatos Patronais
e de Planos de Saúde e demais estabelecimentos de Serviços
de Saúde.
Dra. Simone Parré : Advogada pela Universidade Cidade
de São Paulo, Pós-Graduada em Direito Processual
Civil pela Pontifícia Universidade Católica de
São Paulo - PUC-SP, Pós-Graduada
em Direito Contratual pela Escola Paulista de Direito, advogada
associada do escritório de advocacia Dagoberto J. S.
Lima e consultora jurídica da área de saúde
e regulação da empresa Somatória S/A -
Consultoria em Saúde.
Dr. Wagner Barbosa de Castro: Economista, contador, com curso
de pós-graduação em marketing e propaganda,
membro do Colégio Brasileiro de Administradores de Saúde;
Diretor do Sindicato Nacional das Empresas de Medicina de Grupo
- SINAMGE, Diretor Procurador do Sindicato Nacional das Empresas
de Odontologia de Grupo - SINOG; Coordenador da Comissão
Econômica da Associação Brasileira de Medicina
de Grupo - ABRAMGE e da Comissão de Relações
do Trabalho do SINAMGE e do SINOG; Membro do Conselho Diretor
do Conselho Nacional de Auto Regulamentação das
Empresas de Medicina de Grupo - CONAMGE.
Como Participar
Taxa de Inscrição (individual) - Vagas Limitadas
. R$ 350,00 (Trezentos e cinqüenta reais) para associados
da ABRAMGE.
. R$ 440,00 (Quatrocentos e quarenta reais) para não
associados.
Incluso Material de Apoio, Certificado, Coffee-breaks e Almoço
Depósito no Banco Itaú - Agência 0646 -
C/C 15126-6 em nome da Abramge -SP - CNPJ: 48.785.703/0001-07.
Enviar comprovante de depósito juntamente com a ficha
de inscrição para o fax: 11-3289.7175.
Somente serão aceitas substituições se
utilizadas no mesmo evento.
O não comparecimento do participante, inscrito no evento,
não dará direito à devolução
do valor pago.
Mais informações:
Fone: (11) 3289 - 7511 com Fabiana.
Obs.: Vagas Limitadas.
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30
a 03
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28ºCIOSP:
CONGRESSO INTERNACIONAL DE ODONTOLOGIA DE SÃO PAULO |
INOVAR
PARA TRANSFORMAR!
Vivemos uma fase de transformações constantes.
Em um mundo competitivo é preciso dedicação
e atenção no sentido de mudança de paradigmas.
Provavelmente essa seja uma das principais razões que
possibilitaram que o CIOSP, ao longo de 50 anos, se transformasse
num evento sólido, voltado essencialmente ao engrandecimento
da Odontologia em todos os seus segmentos.
Inovar e criar de forma consciente sempre foi a tônica
das Comissões que organizam esse evento e tornam possível
que, a cada ano, milhares de profissionais ampliem o conhecimento,
seja através dos cursos, seja através da tecnologia
disponível na FIOSP, nossa Exposição Comercial.
Não é por outra razão que o tema principal
do 28º CIOSP- INOVAR PARA TRANSFORMAR vem ao encontro
desse propósito: de tornar sempre evidente que a busca
incessante do conhecimento amplia horizontes e permite o sucesso
de qualquer empreendimento a partir de novas idéias e
inúmeras possibilidades de aplicações.
Esperamos e contamos com sua presença aqui em SÃO
PAULO de 30 de janeiro a 03 de
fevereiro de 2010.
José Ranali
Presidente
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30
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UNIVERSIDADE
CORPORATIVA: MBA DE GESTÃO NA ÁREA DA SAÚDE |
13ª
Turma-MBA Inscrições abertas Local Sede da Abramge
em São Paulo -SP - Gestão de Planos de Saúde
Objetivo: Capacita e prepara
o profissional para atuar em posições-chave na
gestão de planos de saúde.
Conteúdo:
Inscrições Abertas
O MBA em Gestão de Planos de Saúde, curso de pós-graduação
lato sensu capacita e prepara profissionais para atuar em posições-chave
na gestão de planos de saúde. Além disso,
qualifica executivos da área de atendimento hospitalar
e domiciliário para negociações de alto
nível com empresas de planos de saúde.
Pioneiro no país, o curso conta com aprovação
do MEC e é realizado pela Universidade Corporativa ABRAMGE
em parceria com o Centro Universitário São Camilo.
Aliando a formação em bases de gestão como
sistema de informação, gestão de projetos,
marketing e finanças às mais modernas técnicas
de gestão em empresas de saúde suplementar, capacitando
profissionais para lidar com soluções adequadas
para melhoria da produtividade, do ambiente empresarial e das
ferramentas de gestão.
Entre as disciplinas
presentes na grade curricular estão:
- Fundamentos do Processo Administrativo
- Fundamentos da Contabilidade Básica
- Fundamentos de Economia
- Matemática Financeira
- Atuária de Estatística Básica
- Metodologia de Pesquisa Científica
- Sistema de Saúde e Regulamentação da
Saúde Suplementar
- Gestão Financeira e Orçamentária na área
da Saúde
- Aspectos Econômicos Influenciadores da Saúde
Suplementar
- Contabilidade Gerencial e Custos Aplicados à Operadoras
de Planos de Saúde.
- Marketing e Análise de Mercado da Saúde
- Tecnologia da Informação em Saúde Suplementar
- Introdução ao Direito para Gestores da Saúde
Suplementar
- Operação de Empresas de Saúde Suplementar
- Gestão Estratégica e Produtividade em Saúde
Suplmentar
- Gerenciamento de Projetos e Processos Assistenciais
- Técnicas de Negociação
- Epidemiologia como Instrumento de Prevenção
e Gestão de Doenças
- Gestão de Pessoas
- Bioética
Local de Realização do
curso:
Sede da Universidade Corporativa ABRAMGE
Pré-requisitos:
Currículo profissional, diploma de curso superior, proficiência
na língua inglesa e aprovação
no Processo Seletivo.
O Processo de seleção ocorre por meio da análise
do currículo e do resultado da entrevista com o candidato.
Investimento:
- Para associados da ABRAMGE e profissionais de Instituições
Camilianas, 22 parcelas de R$ 690,00 (seiscentos e noventa reais),
sendo a primeira no ato da matrícula.
- Para não-associados, 22 parcelas de R$ 830,00 (oitocentos
e trinta reais), sendo a primeira no ato da matrícula.
Informações:
Universidade Corporativa ABRAMGE
Avenida Paulista, 171 11º andar Cerqueira
César 01311-000- São Paulo SP
Fone: 11 3289.7511 Fax: (11) 3289.7175 com Fabiana
www.mba.gestaosaude.org.br
emails mba.gestao@abramge.com.br
Coordenação:
Dr. Alexandre F. M. Lourenço
Nancy Yamauchi
Duração: Início 12/03/2010 Término
17/12/2011
Carga Horária: 540 horas
Inscrições: De 01/12/2009 à 30/01/2010
Seleção: De 05/02/2010 à 10/02/2010
Matrícula: De 10/02/2010 à 05/03/2010
clique aqui para preencher a ficha de inscrição.
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FEVEREIRO| 2010 |
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SAÚDE
SUPLEMENTAR EM 2010: MUDANÇAS E PERSPECTIVAS |
Espaço
AssPreviSite 2010: Dia 05 de Fevereiro
Tema: Mudanças e
o Cenário para 2010: Perspectivas para a Saúde
Suplementar
São Paulo - SP
As Resoluções Normativas e a implantação
de novos programas da ANS interferem cada vez mais no ambiente
de atuação das empresas de planos de saúde,
prestadores de serviços e profissionais responsáveis
pela gestão dos planos impondo desafios cada vez maiores
para a sua gestão.
O cenário 2010 tem como pano de fundo o novo rol de procedimentos
obrigatórios a ser implantado em junho, mudanças
nas novas regras dos ativos garantidores e reservas técnicas,
além de exigências específicas da ANS quanto
ao cumprimento de determinados programas pelas operadoras.
Acrescente-se a estes aspectos as mudanças constantes
envolvendo as relações contratuais dos planos,
a busca de programas de promoção da saúde
e prevenção de riscos, do aumento da burocracia,
da concorrência, da postura do judiciário e do
aumento da sinistralidade no setor.
Objetivo:
Expor as perspectivas do novo cenário e as tendências
para o ano de 2010.
Apresentar as mudanças para o setor, responsabilidades
implícitas e as prováveis ações
necessárias frente ao novo cenário do sistema.
Debater a amplitude das recentes resoluções e
os principais aspectos que se apresentam como custos
para a gestão dos planos de saúde.
Promover um debate sobre os aspectos desta temática,
sob a ótica operacional, financeira e jurídica
e orientar os participantes sobre os aspectos acima.
Informações Gerais:
Data: 05 de fevereiro de 2010
Horário: 9:00 às 13:00 horas
Local: São Paulo-SP
Taxa de adesão: R$ 200,00 (Duzentos Reais)
Pré-reservas pelo e-mail assprevisite2@terra.com.br
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ABRAMGE:
GESTÃO DE AUTORIZAÇÃO DE OPME |
Gestão
de Autorização de OPME Órteses,
Próteses e Materiais Especiais
Data e Horário: 26/02/2010 das 9h às 17h
Local: Av. Paulista, 171 - 11º andar - São Paulo
/ SP
Cada vez mais, as Órteses, Próteses e Materiais
Especiais OPMEs - assumem maior importância
econômica nas contas hospitalares. As compras desestruturadas
e sem a homologação adequada de especialistas
para os procedimentos prescritos geram um aumento de custo em
sinistros sem o alcance da qualidade necessária para
o melhor tratamento do paciente. Além disso, novos produtos
chegam com freqüência ao mercado demandando um conhecimento
ampliado tanto em custos como em eficácia.
Organizar o fluxo de compras, otimizar a relação
custo-benefício nas compras de OPMEs, ampliar a
garantia da qualidade da assistência ao beneficiário
e reduzir custos em sinistros da saúde, são desafios
que convivem com os gestores de saúde .
Público-Alvo:
Este curso é destinado a médicos, enfermeiros
e administradores interessados na redução de custo
e qualidade dos produtos OPME , atuantes em operadoras de plano
de saúde.
Objetivo:
Discutir, de forma prática e objetiva, com imediata aplicabilidade
ao dia a dia das operadoras de planos e seguros-saúde,
os principais aspectos a serem considerados na Gestão
de OPME Órteses, Próteses e Matérias
Especiais.
Programação:
09h00 - Abertura
09h05 - Introdução:
· Aspectos Essenciais da Regulação em Sistemas
de Saúde
· Legislação
· OPME: Evolução tecnológica
10h30 - Coffee-Break
10h45 - Solicitação de Materiais
· Central de Regulação de OPME´s
· Regras de Cobertura
· Autorização Prévia
12h00 - Intervalo para Almoço
13h30 - Liberação
· Ferramentas de Gestão
· Controle para Liberação
- Compras de OPME
· Modelos de Compras
· Preocupações na Gestão de Compras
15h30 - Coffee-Break
15h45 - Controles de Uso de OPME´s
- Desafios para Gestão de OPME´s
16h30 - Perguntas e Debates
17h00 - Encerramento
Palestrante
Dr. Frederico Magalhães de Almeida
Graduado em Medicina pela FESP;
- Bacharel em Ciências
Biológicas pela UFPe;
- Especialista em Administração Hospitalar e Sistema
de Saúde pela FGV;
- Pós-Graduado em Inovação e Gestão
Organizacional em Serviços de Saúde pela UFPe
e em Medicina do Trabalho pela Universidade de Medicina de Itajubá;
- MBA de Gestão e Organização nas Empresas
UPE e Especialista em Auditoria de Sistema de Saúde
pela Universidade Estácio de Sá;
- Professor da FBV;
- Médico Auditor.
Como Participar
Taxa de Inscrição (individual) - Vagas Limitadas
. R$ 350,00 (Trezentos e cinqüenta reais) para associados
da ABRAMGE.
. R$ 440,00 (Quatrocentos e quarenta reais) para não
associados.
Incluso Material de Apoio, Certificado, Coffee-breaks e Almoço
Depósito no Banco Itaú - Agência 0646 -
C/C 15126-6 em nome da Abramge -SP - CNPJ: 48.785.703/0001-07.
Enviar comprovante de depósito juntamente com a ficha
de inscrição para o fax: 11-3289.7175.
Somente serão aceitas substituições se
utilizadas no mesmo evento.
O não comparecimento do participante, inscrito no evento,
não dará direito à devolução
do valor pago.
Mais informações:
Fone: (11) 3289 - 7511 com Fabiana.
Obs.: Vagas Limitadas.
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ABRIL| 2010 |
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UNIDAS:
MBA EM GESTÃO DE PLANO DE SAÚDE |
Já
estão abertas as inscrições para a quarta
turma do curso de MBA em Gestão de Plano de Saúde,
na Rede de Ensino Luiz Flávio Gomes (LFG), em parceria
com a Universidade Corporativa UNIDAS pelo Saber, Santos &
Diniz Consultores Associados e Anhanguera Educacional. As aulas
terão início em abril de 2010.
O curso é de alto desempenho reconhecido pelo
Ministério da Educação (MEC) -, tem a duração
de 14 meses e destina-se a profissionais graduados que buscam
aperfeiçoamento e a executivos que atuam ou pretendem
atuar em posições de tomada de decisão,
como na gerência ou direção de planos de
saúde, além de hospitais e ambulatórios,
especialmente nas áreas administrativas e de gestão.
As aulas são telepresenciais, ao vivo, para todas as
capitais brasileiras e outras 450 cidades. A Rede LFG é
especialista em ministrar cursos preparatórios e de pós-graduação
em ambiente virtual, com aulas transmitidas via satélite,
ao vivo, com interatividade entre professor e aluno, a partir
de seus estúdios em São Paulo.
A instituição promotora concederá aos profissionais
das filiadas a UNIDAS, bem como aos seus cônjuges e filhos,
desconto especial de 10% no valor do curso.
As inscrições para a nova turma do curso de MBA
em Gestão de Plano de Saúde devem ser feitas até
o dia 23 de abril de 2010 pelo site www.lfg.com.br/pos.
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| INCLUSÃO
DE E-MAILS PARA RECEBIMENTO DO CLIPPING DE NOTÍCIAS SINOG |
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As
empresas associadas ao SINOG têm livre acesso ao conteúdo
deste Clipping de Notícias, podendo estender o alcance
dos destinatários a todos os seus colaboradores. Basta
solicitar a inclusão utilizando o formulário abaixo.
O envio automático será feito com o auxílio
do programa instalado no seu computador (Outlook ou similares).
Caso tenha dificuldades em enviar este formulário, relate
AQUI.
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CLIPPING
ELETRÔNICO DISPONÍVEL PARA ASSOCIADOS
TAMBÉM
NO SITE DO SINOG
www.sinog.com.br
Elaboração:
SINOG - Sindicato Nacional das Empresas de Odontologia de
Grupo
Comunicação & Marketing
Av. Paulista, 171 - 11º
andar - 01311-904 - São Paulo - SP
Fone: (11) 3289-7299 - Fax: (11) 3289-7175
marketing@sinog.com.br
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