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27
de novembro de
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2009 Edição
nº 1125
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Sindicato
Nacional das Empresas de Odontologia de Grupo
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| 01> Raras
e negligenciadas |
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| 02> Prática
de automedicação em casos de dor de dente é
comum |
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| 03> Cresce
a procura por aparelhos ortodônticos |
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| 04>
Mais de 60% das crianças de até 5 anos têm
cárie |
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| 01>
Inpao Dental celebra conquistas de 2009 em festa para
corretores |
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| 02> Prodent:
Acordo com rede de supermercado |
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| 01>
Temor sobre Dubai faz Bovespa fechar em baixa de 2,25% nesta
quinta |
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| 02> IGP-M
vai a 0,10% em novembro, mas registra queda de 1,59% em 12 meses |
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| 01>
Em defesa do paciente |
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| 02> Questões
atuais dos planos |
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| 03> Sistema
Único de Saúde |
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DEZEMBRO | 2009 |
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05
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>CROSP
- Conquistando a excelência humana - O cirurgião-dentista
do século XXI
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ASSPREVISITE / CORREIO WEB - Por Paloma Oliveto |
27/11/2009
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Doenças
que, isoladamente, afetam muito poucos pacientes chegam a acometer
até 8% da população mundial. Mesmo assim,
são pouco estudadas e sofrem com o desinteresse de governos
e da indústria farmacêutica
A denominação é "doenças raras".
Levam esse nome porque cada uma delas afeta parcelas muito pequenas
da população, diferentemente de outras patologias,
como o câncer, por exemplo. Juntas, porém, afetam
entre 6 e 8% de todos os habitantes do mundo - o que, no Brasil,
significa pelo menos 10,8 milhões de pessoas. Um número
equivalente a quase cinco vezes a população do
Distrito Federal. Pouco estudados, subnotificados e mal diagnosticados,
esses males preocupam geneticistas e familiares de pacientes,
que se reuniram nesta semana no I Congresso Brasileiro de Doenças
Raras.
No evento, organizado pela Fundação Geiser (Grupo
de Enlace, Investigação e Suporte para Doenças
Raras, sigla em espanhol), uma organização não
governamental formada em 2001 por profissionais de saúde,
doentes e familiares, foram debatidos temas como a visibilidade
das enfermidades e o suporte aos pacientes. Os participantes
querem brigar para que a Portaria nº 81/09 do Ministério
da Saúde, que inclui a genética no Sistema Único
de Saúde, saia do papel, quase um ano depois de publicada.
Se, para as pessoas
em geral, nomes como doença de Gaucher, síndrome
de Aarskog-Scott, yersiniose, entre tantas outras, nada significam,
para as vítimas são sinônimos de uma vida
marcada por privações, peregrinações
por consultórios, diagnósticos errados e batalhas
- muitas vezes perdidas - pela sobrevivência. Predominantemente
genéticos, os males considerados raros são, na
maioria, incapacitantes, atacam diversos órgãos
e provocam estragos progressivos no organismo, como surdez,
cegueira, insuficiência cardíaca e paralisia, entre
outros.
Os desafios listados por geneticistas e familiares no congresso
são enormes. Começam com a formação
dos médicos, que muitas vezes passam os cinco anos básicos
de faculdade sem nem ouvir falar das doenças. Passa pela
falta de interesse da indústria farmacêutica em
produzir medicamentos que, em tese, seriam consumidos por poucas
pessoas, e culmina na falta de políticas públicas
eficazes que garantam o fomento à pesquisa, a prevenção
e o tratamento. Embora incuráveis, as doenças
raras podem ter os sintomas amenizados mas, geralmente, são
remédios caros e nenhum deles faz parte da lista de medicamentos
excepcionais do SUS.
Impotência
"O médico se sente muitas vezes impotente em relação
às doenças raras e temos de caminhar para a modificação
drástica desse cenário. Isso passa pela educação
médica", afirma o pediatra geneticista Salmo Raskin,
da Sociedade Brasileira de Genética Médica. "Um
dos maiores desafios para nós, médicos, é
a fragilidade do ensino de medicina. Muitas vezes, as doenças
raras não são nem citadas nos cursos", diz.
A geneticista Cecília Micheletti, da Fundação
Geiser, defende que informações sobre esses males
sejam repassadas
aos profissionais não apenas durante a faculdade. "Deveria
constar nos currículos de pós-graduação
e nos dos cursos de reciclagem", diz.
Sem o diagnóstico nas mãos, familiares correm
de um lado para o outro na esperança de descobrir o que
os pacientes têm, gastando dinheiro e, o mais precioso
para os portadores de doenças, tempo. Regina Próspero,
presidente da Associação Paulista de Mucopolissacaridose,
tem uma história semelhante à de outras mães
e pais que chegam a perder seus filhos sem saber o motivo. Depois
de lutar durante seis anos para ter um diagnóstico do
primogênito, Nilton, ela só conseguiu obter a informação
seis meses antes de a criança morrer: era a mucopolissacaridose
(doença metabólica hereditária causada
por erros inatos do metabolismo, que determinam a diminuição
da atividade de determinadas enzimas). O segundo filho - quando
descobriu a doença de Nilton, estava grávida de
Eduardo - também nasceu com a doença, mas demorou
dois anos e meio para os sintomas começarem a aparecer.
Regina conta que um médico chegou a sugerir que ela abortasse.
"Falei que não ia fazer isso de jeito nenhum."
Sempre com pneumonia e problemas cardíacos, Eduardo quase
morreu. Quando tinha 13 anos, o organismo do menino estava tão
comprometido que a mãe acredita que ele não iria
resistir. Foi quando Eduardo, hoje com 19, começou a
participar de uma pesquisa clínica e a receber infusões
semanais de uma enzima que combate os efeitos da doença
metabólica. "Ele estava surdo, quase cego, tinha
hipertensão pulmonar e comprometimento cardíaco",
relata Regina. Com o medicamento, o jovem preservou o que restava
da visão, recuperou a audição e não
teve mais problemas pulmonares nem vasculares.
O problema é que o custo disso são R$ 40 mil mensais,
algo impensável mesmo para a classe média-alta.
"Nossa briga hoje é para que as crianças
recebam, o quanto antes, o medicamento. Alguns danos da doença
não têm reversão,
mas poderiam ser menos comprometedores. Outros podiam ser evitados",
diz a presidente da APMPS. Como o tratamento não é
coberto pelo SUS, as vítimas precisam acionar a Justiça
- é o que tem permitido a Eduardo ser tratado. Um dos
pacientes assistidos pela associação morreu sem
a decisão judicial. Ela chegou depois do óbito
- o juiz indeferiu o pedido por achar que o tratamento era desnecessário.
Sem chances
Quando conseguem o tratamento pela via da Justiça, os
pacientes sofrem com outro problema: a falha na reposição
dos medicamentos. "O governo compra o remédio para
seis meses. Depois que acaba, temos que entrar na Justiça
de novo e, nesse meio tempo, a pessoa fica sem tratamento. Tem
um paciente que está internado porque, há dois
meses, não recebe medicação", conta
Regina. Por ver a luta dos familiares, Eduardo superou as dificuldades
inerentes à doença e hoje está no segundo
ano da faculdade de direito. Segundo a mãe, ele quer
ajudar pessoas que, como ele, dependem da assinatura de um juiz
para sobreviver.
Presidente da Fundação Geiser, a médica
Virgínia Llera lembra que, sem incentivos, dificilmente
a indústria vai buscar novos produtos para portadores
de doenças raras. Ela conta que, em países como
os Estados Unidos, o Japão, a Austrália e na União
Europeia, legislações específicas conseguiram
fazer com que as pesquisas sobre medicamentos aumentassem substancialmente.
A médica também defende a prevenção,
por meio de aconselhamento genético. "Como a maior
parte das doenças raras tem origem genética e
hereditária, quando você acha um membro da família
que é portador, isso pode gerar um projeto familiar de
não repetição do problema. Além
disso, é possível prevenir as complicações.
Quanto mais cedo forem feitas intervenções, mais
cedo elas são evitadas", diz.
Alegando problemas de agenda, o Ministério da Saúde
não enviou representantes ao congresso. Comprometeu-se,
contudo, a receber propostas feitas pelos médicos, pacientes
e seus familiares sobre um plano nacional sobre doenças
raras. "Pelo menos temos uma porta aberta", diz Virgínia
Llera.
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PRÁTICA
DE AUTOMEDICAÇÃO E CASOS DE DOR DE DENTE
É COMUM
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| CAPIXABÃO
/ AGÊNCIA NOTISA |
27/11/2009
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Pesquisa
realizada no Recife (PE) mostra que a maioria dos farmacêuticos
não se preocupa em pedir a prescrição médica,
principalmente aqueles com maior tempo de trabalho na área
e menor qualificação profissional.
A dor exerce um impacto tão grande em uma pessoa, que,
muitas vezes, a leva a se automedicar. Levando em consideração
que a dor de dente é uma das mais prevalentes entre a
população e também uma das mais incômodas,
Flávia Duarte e equipe da Faculdade de Odontologia da
Universidade do Estado de Pernambuco resolveram avaliar os fatores
associados à automedicação relacionados
à dor de dente, de modo a contribuir para a melhoria
da qualidade de vida da população.
Para tanto, os pesquisadores analisaram o nível de conhecimento
dos profissionais de farmácias do Recife (PE) sobre a
automedicação relacionada à dor de dente.
Foram entrevistados 179 profissionais em 120 estabelecimentos
visitados. Os dados foram coletados através de questionário.
De acordo com artigo publicado na edição de abril
de 2008 da revista Ciência & Saúde Coletiva,
em países desenvolvidos, os rígidos controles
estabelecidos pelas agências reguladoras e o crescente
envolvimento dos farmacêuticos com orientação
dos usuários de medicamentos tornam menos problemática
a prática da automedicação. Já no
Brasil, de acordo com a Associação Brasileira
das Indústrias Farmacêuticas (ABIFARMA), cerca
de 80 milhões de pessoas são adeptas da automedicação.
Os resultados mostram que 67,0% dos entrevistados atenderam
pessoas que relataram dor facial nos últimos seis meses,
sendo que 91,6% relataram dor de dente. Os especialistas observaram
ainda que 83,7% dos homens e 73,3% das mulheres indicaram medicamentos
sem prescrição e que os profissionais com 2º
grau indicam mais medicamentos sem prescrição
para pacientes com dor de dente. Ficou evidenciado que
o tempo de atividade no setor e a formação do
profissional são fatores que podem contribuir para o
aumento da automedicação, tendo sido demonstrado
que quanto maior o tempo de trabalho na área e menor
a qualificação profissional, maior o percentual
de indicação de medicamentos sem prescrição,
afirmam no artigo.
Segundo os pesquisadores, o impacto da dor de dente na utilização
de medicamentos reforça a necessidade de informar a população
sobre o uso adequado destes medicamentos. Este trabalho
demonstrou a importância de serem planejadas ações
de promoção de saúde bucal que envolvam
os profissionais da área de dispensação
de medicamentos, pois dado a grande falta de acesso aos serviços
odontológicos da população brasileira,
principalmente entre os 20% mais pobres e que estão na
faixa etária de 20-49 anos, estes profissionais podem
se constituir em importantes agentes promotores da saúde
bucal, ressaltam.
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CRESCE
A PROCURA POR APARELHOS ORTODÔNTICOS
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| PORTAL
DENTAL PRESS |
27/11/2009
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Sendo
a única solução estética de corrigir
a posição dos dentes, e conseguir ter aquele sorriso
dos sonhos, a utilização de um aparelho
ortodôntico tem sido considerado um boom por
ortodontistas em Alagoas, especialmente após a facilitação
no acesso à utilização deste tipo de serviço.
Mesmo cerca de 10 anos depois da abertura dos tratamentos ortodônticos
às diversas camadas sociais, dentistas asseguram que
esta moda continua em alta.
De acordo com o ortodontista George Saldanha, um dos fatores
que levaram o tratamento a se tornar mais acessível foi
a redução no custo dos materiais utilizados. Antes,
todos os materiais eram importados, e isso tornava tudo mais
caro. Hoje há produção de materiais nacionais,
que são bem mais baratos, embora tenham qualidade inferior,
esclarece o dentista. Já o que faz tantas pessoas precisarem
conviver com este utensílio, segundo
o especialista, pode ser explicado por vários fatores:
Este mal posicionamento no dente pode ser ocasionado por,
desde problemas respiratórios, até alguns vícios,
como morder tampa de caneta. Tudo isso prejudica a dentição.
Saldanha conta que a novidade é o número crescente
de clientes adultos. Antes isso era apenas coisa de jovem.
Hoje há uma procura maior por parte dos adultos, que
procuram melhorar sua auto-estima. Vemos que muitos deles têm
vergonha de sorrir, de falar olhando de frente, afirma.
Mas é importante lembrar que aparelho não
é apenas uma questão estética. Há
uma série de particularidades, como a funcionalidade.
A melhoria na posição dos dentes torna-os também
mais saudáveis, assinalou.
População tem tido mais acesso aos aparelhos;
ferramentas já são fabricadas no Brasil
E é justamente pensando em algumas particularidades,
que o ortodontista atenta para alguns cuidados na hora de procurar
um tratamento dentário. Recomendo que conheça
o dentista, ou que seja recomendado por um amigo ou alguém
que já tenha sido tratado por ele, para que sinta segurança
durante todo o processo, alertou. Muitas pessoas
já chegam ao dentista com a idéia certa de que
querem usar aparelho, porque acham bonito e pronto. Vai da ética
de cada profissional fazer com que o paciente desista da idéia,
caso não seja necessário, ou não seja naquele
momento, exemplifica.
Ao anunciar a um paciente de sua necessidade de utilizar aparelhos,
segundo Saldanha, a resposta é quase sempre positiva.
Muitas pessoas, ao me procurarem para um tratamento, pensam
que já irão colocar o aparelho, ficam ansiosos,
e até se frustram, quando veem que ainda terão
que voltar numa próxima data, cita o dentista.
Esta ansiedade é bastante lembrada pela estudante Amanda
Gabriela, que, aos nove anos, descobriu que precisaria utilizar
aparelho de dentes.
Amanda diz ter adorado o início do tratamento; tempos
depois, confessou que o que mais queria era terminá-lo
Quando comecei a fazer o tratamento, o aparelho ainda
não era usado por muita gente. Era tudo novidade para
mim. Eu fiquei
super empolgada quando soube que teria que usar e, sempre que
chegava ao dentista e tinha que fazer alguma outra coisa que
não fosse colocar o aparelho, a expectativa era ainda
maior, relatou. No entanto, toda essa ansiedade não
durou muito tempo. Logo quando comecei a usar, vi que
não tinha nada de legal e, um mês depois, tudo
o que eu queria era tirar.
Entre todas as dificuldades enfrentadas pela estudante, que
exibiu um sorriso metálico por quase cinco anos, a maior
delas foi o momento pós-manutenção.
Eu tinha que ir ao dentista de 15 em 15 dias, e sempre
voltava com muita dor de dente, não conseguia mastigar
direito e me machucava muito, recordou. Uma das
coisas legais era a troca de borrachinhas coloridas. Disso sim,
eu gostava, afirmou.
Sarmento explica que problemas respiratórios e até
vícios como morder caneta levam pessoas a necessitar
do tratamento
Essa reversão de ansiedades, segundo George, é
comum entre os pacientes, o que acaba por gerar um outro problema:
tratamentos abandonados pela metade. Muitas pessoas não
conseguem ver um resultado rápido e acabam desistindo.
Outras vêem os dentes já bem posicionados, acreditam
que está tudo bem e querem tirar o aparelho. Isso tudo
é muito comum, revelou. É um desafio
que as pessoas estejam conscientes de que precisam levar o tratamento
até o fim para ter um resultado realmente positivo,
orientou.
E foi isso o que, aos trancos e barrancos, Amanda conseguiu.
Foi um alívio. Hoje sinto que o sorriso sai mais
leve e até natural. Com certeza, melhora bastante a auto-estima,
garante. Já o ortodontista George Saldanha aconselha
a todos os sorrisos metálicos de plantão
que tenham seriedade e determinação para concluir
todo o período necessário de tratamento. Sempre
quando concluído o tratamento com o aparelho fixo, é
importante que se utilize o aparelho de contenção
para evitar que os dentes voltem a se posicionar de forma errada.
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MAIS DE 60% DAS CRIANÇAS DE ATÉ 5 ANOS
TÊM CÁRIE
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| PORTAL
DENTAL PRESS |
27/11/2009
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Balas,
chocolates, salgadinhos... Apesar de frequentes na alimentação
da maioria das crianças, é sabido que esses alimentos
ricos em sacarose podem provocar as temidas cáries dentárias.
O que muitos não sabem, porém, é que a
cárie é uma doença infecciosa que pode
ser transmitida pelo contato da saliva, seja através
do beijo, da tosse, por comer no mesmo talher ou até
mesmo no ato da mãe soprar a papinha do bebê
As mães têm papel importantíssimo na prevenção
das cáries em crianças de até cinco anos
de idade. Logo na sexta semana de vida intrauterina já
se inicia a formação dos dentes decíduos
(de leite) e a dieta da mãe nesse período influenciará
na formação dentária. Após o nascimento
do bebê, esse cuidado ainda permanece.
Além dos benefícios imunológicos já
conhecidos do leite materno, a amamentação também
contribui para a proteção dos dentes que devem
começar a surgir na boca por volta dos seis meses de
vida do bebê. "A força e os movimentos realizados
pela criança durante o ato de sugar o leite da mãe
são um excelente exercício para o desenvolvimento
ósseo e muscular da face. Estudos apontam que a prevalência
da cárie dentária é menor quando há
maior duração do período de amamentação,
principalmente por conta das chamadas cáries de mamadeira",
explica a diretora da Medial Odonto, Cássia Gil.
A partir do sexto mês de vida, são introduzidos
outros alimentos na dieta do bebê e os pais devem se atentar
em relação
à higiene bucal e qualidade da alimentação
dos filhos, pois dados do Ministério da Saúde
apontam que 27% das crianças de 18 a 36 meses têm
cárie. "Se a criança mostra interesse, mas
não apresenta coordenação motora suficiente
para fazer a escovação sozinha, deixe que ela
comece e você finaliza", ensina Cássia Gil.
A especialista alerta: A cárie pode ser prevenida com
uma dieta balanceada, tanto na qualidade como na freqüência
dos alimentos ingeridos, e com uma adequada higiene bucal. O
consumo exagerado de açúcar pode afetar não
só a saúde bucal, mas também a saúde
integral, acarretando problemas como diabetes, obesidade, aumento
da pressão arterial, labirintite e agravamento das doenças
crônicas, entre outros problemas.
A Dra. Cássia Gil dá dicas para escovação
e prevenção da cárie em crianças:
Como escovar
· Ao contrário do que muita gente pensa, a melhor
posição não é na frente da criança
e sim atrás dela, com a cabeça apoiada no corpo
do adulto.
· Afaste os lábios e as bochechas com uma mão
e escove os dentes com a outra.
· A tendência é sempre escovar somente a
parte que se usa para mastigar, mas lembre-se das partes voltadas
para a língua e as voltadas para a bochecha.
· A escovação deve ser feita após
as principais refeições e a ingestão de
doces, sendo a noturna a principal delas.
Outras dicas para prevenir
· Evite dieta rica em açúcar (principalmente
na refeição noturna).
· Não adicione açúcar ou achocolatado
nas mamadeiras e realize a higiene bucal na criança após
a última mamadeira antes de dormir.
· Supervisione a escovação; principalmente
nas crianças que ainda não têm coordenação
motora para fazer a higiene bucal adequadamente.
· Supervisione a dieta alimentar da criança e
opte por lanches mais saudáveis, ricos em nutrientes
e fibras, como: frutas, queijos, pipoca, amendoim e balas ou
chicletes adoçados com substâncias que substituam
o açúcar.
· Incentive a criança a freqüentar o dentista
periodicamente.
· Use dentifrícios fluoretados de acordo com a
recomendação do dentista. |
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INPAO DENTAL CELEBRA CONQUISTAS DE 2009 EM FESTA
PARA CORRETORES
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Hoje (26.11) o INPAO Dental, uma das principais operadoras de
planos odontológicos corporativos do País, realiza
uma festa para corretores de saúde no espaço Planet
Party, em São Paulo.
O objetivo do evento é comemorar os resultados alcançados
pela empresa neste ano. Segundo dados da Agência Nacional
de Saúde Suplementar (ANS) de setembro de 2009, o INPAO
Dental superou a marca de 200 mil vidas atendidas, um crescimento
de mais de 30% em relação a 2008.
Este ano também marcou a obtenção da graduação
máxima pela operadora no Índice de Desempenho
da Saúde Suplementar, definido pela ANS com base em critérios
como qualidade da infra-estrutura e satisfação
dos beneficiários. O INPAO Dental foi a única
operadora de grande porte, aquelas que atendem mais de 100 mil
vidas, a receber tal avaliação.
Sobre o INPAO Dental
O INPAO Dental é uma das maiores e mais tradicionais
operadoras de planos odontológicos corporativos do Brasil.
Fundado em 1964, tem matriz em São Paulo e sede em Salvador,
Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Vitória e Recife, esta
última criada em 2008.
A adoção de um elevado padrão de qualidade
trouxe ao INPAO Dental a nota máxima no Índice
de Desempenho da Saúde Suplementar (IDSS), criado pela
Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). O
índice, implementado em 2004, estabelece parâmetros
para avaliação da qualidade dos serviços,
e adota critérios como qualidade da infra-estrutura oferecida
e nível de satisfação dos clientes.
O INPAO Dental é um dos cinco finalistas da 12ª
edição do prêmio Top of Mind de RH na categoria
Convênio Assistência Odontológica. O prêmio,
promovido pela Fênix Editora, é um dos principais
no setor de RH.
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PRODENT:
ACORDO COM REDE DE SUPERMERCADO
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| ASSPREVISITE
/ JORNAL DO COMMERCIO |
27/11/2009
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Acordo
fechado com Rede de Supermercados Comper vai possibilitar à
Prodent vender planos odontológicos para os clientes
do cartão Compcard. O supermercadista possui 34 lojas
distribuídas pelos estados de Mato Grosso, Mato Grosso
do Sul, Goiás e Santa Catarina, além do Distrito
Federal. Seu gerente nacional de cartões, Antonio Puga
Lopes, disse que a comercialização do plano ultrapassa
a questão puramente comercial, pois envolve um aspecto
mais amplo e primordial, que é a saúde das pessoas.
Segundo ele, a parceria vai permitir que os clientes do supermercado
tenham acesso a tratamentos odontológicos de qualidade,
com custos acessíveis.
A utilização do plano é simples, pois não
existe pré-aprovação para realização
de tratamentos dentários, limite de utilização
ou custos adicionais nos eventos cobertos. São mais de
15 mil opções de atendimento disponibilizadas
pela operadora no País. Devido à forma de cobrança,
que virá no extrato do cartão, o plano, que traz
mais de 250 itens de coberturas, custará apenas R$ 17,90
por pessoa e é dirigido às classes C, D e E.
META. A expectativa comercial das duas empresas é de
cobrir cerca de 60 mil vidas em um ano. A meta da Prodent é
alcançar, em 2012, a marca de um milhão de associados.
A empresa diz que parceria como a selada com a Comper contribui
para um crescimento sustentável acima da média
de mercado. |
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TEMOR SOBRE DUBAI FAZ BOVESPA FECHAR EM BAIXA DE 2,25%
NESTA QUINTA
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A
Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) acompanhou a
preocupação dos mercados internacionais com a
dívida de Dubai e registrou queda nesta quinta-feira,
ao contrário do dólar comercial. O índice
Ibovespa recuou 2,25%, para os 66.391 pontos e giro financeiro
de R$ 3,869 bilhões. Por sua vez, a moeda norte-americana
ganhou 1,39% e encerrou comercializada a R$ 1,75.
Nesta quinta, os investidores repercutiram a crise de Dubai.
Ao pedir a renegociação de uma dívida de
bilhões de dólares, o país árabe
levou pânico aos mercados, que temem a inadimplência.
No cenário externo, as Bolsas asiáticas tiveram
um dia negativo, a exemplo de Tóquio, que recuou 0,62%.
Na Europa, os mercados também registraram desaceleração
no pregão de hoje. Já nos Estados Unidos, por
conta do feriado do Dia de Ação de Graças,
as Bolsas de Valores estão fechadas.
Entre as principais notícias do cenário interno,
o IBGE informou que o IPCA-15 (Índice de Preços
ao Consumidor Amplo-15), prévia da inflação
oficial do País, mais que dobrou em novembro. O índice
avançou para 0,44%, contra 0,18% no mês anterior.
O Instituto divulgou também que o desemprego no País
desacelerou pelo segundo mês consecutivo em outubro. O
índice caiu para 7,5%, contra 7,7% no mês anterior.
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IGP-M VAI A 0,10% EM NOVEMBRO, MAS REGISTRA QUEDA DE
1,59% EM 12 MESES
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SÃO
PAULO - O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M)
subiu 0,10% em novembro, o dobro da taxa apurada um mês
antes, de 0,05%. Os preços no atacado tiveram alta mais
marcada, com encarecimento dos produtos agropecuários.
Os dados são da Fundação Getulio Vargas
(FGV).
Os agentes consultados pelo Banco Central (BC) no último
Boletim Focus aguardavam elevação de 0,15% para
o IGP-M deste mês. No ano, contudo, o indicador registrou
baixa de 1,46%. Em 12 meses, houve declínio de 1,59%.
Respondendo por 60% do índice geral, o Índice
de Preços por Atacado (IPA) subiu 0,08%, seguindo acréscimo
de 0,04% em outubro. Os produtos agropecuários aumentaram
0,74%, invertendo a tendência apurada no antepenúltimo
do mês de 2009, quando caíram 0,92%. Os produtos
industriais mostraram comportamento inverso - saíram
de um acréscimo de 0,35% para uma redução
de 0,14%.
Dentro do IPA, os Bens Finais ampliaram-se 0,39% e as Matérias-Primas
Brutas apresentaram expansão de 0,05%. Em sentido contrário,
os Bens Intermediários marcaram deflação
de 0,18% em novembro.
A FGV apontou ainda que o Índice de Preços ao
Consumidor (IPC), que responde por 30% do IGP-M, teve incremento
de 0,14% neste mês, depois de alta de 0,03%. O grupo Alimentação
registrou um abrandamento no ritmo de queda (-1,08% para -0,11%)
devido ao impacto dos preços das hortaliças e
legumes e das frutas.
O Índice Nacional de Custo da Construção
(INCC), representativo de 10% do indicador geral, foi de 0,13%
em outubro para 0,18% um mês depois. Materiais, equipamentos
e serviços subiram 0,16% e Mão de obra apresentou
elevação de 0,21%.
Vale notar que o IGP-M, usado na correção de tarifas
de energia e de boa parte dos aluguéis, é calculado
com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês
anterior e 20 do mês de referência. |
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| ASSPREVISITE
/ O DIA ONLINE - Por Marília Casseb |
27/11/2009
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A
Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) realizou
consulta pública para apresentação de críticas
e sugestões sobre a minuta da Resolução
Normativa sobre a atualização dos Procedimentos
e Eventos em Saúde. Trata-se da referência básica
para cobertura assistencial mínima nos planos privados
contratados a partir de 1º de janeiro de 1999.
Na minuta, fica evidenciado que não está garantido
o acesso à quimioterapia oral domiciliar aos pacientes
de câncer. A redação do artigo 16 permite
a exclusão assistencial do fornecimento de medicamentos
para tratamento domiciliar: aqueles prescritos pelo médico
assistente para administração em ambiente externo
ao de unidade de saúde.
A Associação Brasileira do Câncer (ABCâncer)
encomendou pesquisa qualitativa com objetivo de entender, junto
a pacientes usuários de quimioterapia oral, a avaliação
que fazem do tratamento. É importante destacar que é
reservada ao médico a indicação do procedimento
adequado.
A pesquisa revelou que a quimioterapia oral se mostra mais positiva
que a intravenosa. O tratamento é em casa, o paciente
não precisa ter dinheiro para ir até o local,
nem ter alguém para acompanhá-lo.
Clientes de planos de saúde pagam as mensalidades na
expectativa de terem acesso ao tratamento adequado. Facultar
às operadoras o acesso a esses medicamentos é
um obstáculo na batalha contra a doença. Defendemos
que a pesquisa é elemento legítimo de convencimento
da ANS para melhor compreensão das necessidades dos pacientes.
Para vencer a doença, é necessário o tratamento
adequado. A ABCâncer apoia os pacientes e a resposta que
temos quando eles vencem a batalha é o que nos estimula
a continuar lutando nesta causa.
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QUESTÕES
ATUAIS DOS PLANOS
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| ASSPREVISITE
/ FOLHA DE S. PAULO - Por Maria Cristina Frias |
27/11/2009
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Uma
coletânea sobre jurisprudência que discute questões
atuais dos planos de saúde em vigor no Tribunal de Justiça
de SP será lançada no dia 8 pelo escritório
Vilhena Silva Sociedade de Advogados, especializado na área.
O trabalho reúne decisões e interpretações
relativas a tratamentos médicos e abusos dos planos de
saúde.
| ASSPREVISITE
/ CORREIO LAGEANO |
27/11/2009
|
O
Sistema Único de Saúde, implantado no Brasil em
1988, como imposição da Constituição
que considerou a saúde como obrigação do
Estado e direito de todo o cidadão brasileiro, é
certamente um dos maiores planos de saúde pública
do mundo.
O grande avanço social significou a fim da indigência
e da discriminação que negava assistência
médica ao desempregado e ao inadimplente nas suas contribuições
com a previdência. Qualquer brasileiro tem direito a toda
e qualquer forma de tratamento médico gratuito.
Visto por este ângulo, sem dúvida, foi uma grande
e memorável conquista da cidadania brasileira.
Claro que a intenção sempre foi das melhores,
mas os primeiros tempos foram catastróficos porque não
se consegue implantar da noite para o dia uma estrutura de suporte
para estas demandas, ambulatoriais ou hospitalares.
Com o bolo grande demais, certamente houve muito desperdício
e fraude, mas a municipalização das verbas, restringindo
a área de administração dos recursos financeiros,
trouxe mais eficiência e impôs um controle mais
efetivo contra a possibilidade de corrupção do
sistema.
Com um modelo de gestão mais efetivo o SUS avançou,
na busca de um patamar de estabilidade e qualificação
onde mais pessoas se sintam melhor atendidas. Infelizmente esta
meta tende à frustração na medida em que,
ano após ano o número de beneficiários
cresce desenfreadamente, num ritmo que o orçamento da
saúde não consegue acompanhar.
Como marchamos juntos com a mudança, podemos ter alguma
dificuldade de perceber, mas você lembra que em 1970 éramos
noventa milhões em ação, prá
frente Brasil!!? Pois é, trinta e cinco anos depois,
chegamos aos cento e oitenta milhões e em 2012 seremos
duzentos milhões!
Qualquer gerente de boteco percebe que é impossível
administrar um país que aumenta um Uruguay por ano e
uma Argentina a cada 12 anos!
Como prover trabalho, habitação, saúde
e educação para toda esta gente que vai nascer,
se hoje precisamos recorrer à esmola governamental para
alimentar precariamente aos pobres já nascidos?
Não bastasse o tamanho do problema, a explosão
demográfica atinge mais cruelmente a população
carente, que sem recursos culturais e econômicos para
uma planificação familiar, prolifera indiscriminadamente,
gerando excluídos a granel.
E que destino terá o brasileiro pobre, que dormiu gemendo
de fome na infância e cresceu sem as proteínas
que permitiriam que seu cérebro pudesse torná-lo
competitivo no futuro?
Neste modelo vigente em que o abastado tem no máximo
dois herdeiros, porque descobriu o quanto custa educá-los,
e o miserável tem 10 filhotes que não soube ou
não conseguiu evitar, o SUS é terrivelmente sacrificado
porque de cada dez brasileiros nascidos no século novo,
pelo menos 8 deles dependerão exclusivamente da saúde
estatal.
Como este governo se revelou tão covarde quanto os que
o antecederam na adoção de uma política
séria de controle da natalidade, restaria ao SUS facilitar
aos interessados o acesso aos modernos métodos de contracepção.
Infelizmente os entraves burocráticos são tantos
e o processo tão lento, que muitos pobres depois de meses
de espera infrutífera desistem, ou engravidam!
Aos que sistematicamente consideram este tipo de proposta como
expressão de nazo-fascismo, uma recomendação
simples e prática: percorram uma vila pobre da periferia,
conversem com estas mães, que desgastadas pelo sofrimento
parecem 20 anos mais velhas, e perguntem como elas se sentiram
quando rodeadas de pirralhos magros e ranhentos, e com um bebê
esquálido espremido contra o seio mirrado, tiveram que
contar ao marido humilhado pela pobreza, que estavam, outra
vez, grávidas.
Ajudá-las neste exercício de cidadania, previsto
na Constituição, é um ato de profunda solidariedade
e compaixão.
Só consigo pensar nos opositores como alienados. Ou hipócritas! |
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DEZEMBRO| 2009 |
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05
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CROSP
- "CONQUISTANDO A EXCELÊNCIA HUMANA - O CIRURGIÃO
DENTISTA DO SÉCULO XXI" |
Dr.
Adriano Ferraz Cese
O Cirurgião Dentista do século XXI será
o profissional que possui primazia não somente técnico-científica,
mas alguém que tem consciência que seu sucesso
está intimamente ligado ao seu pleno desenvolvimento
pessoal. Será um profissional que procura novas oportunidades,
sabe se comunicar e se relacionar adequadamente com as pessoas,
sendo um líder e modelo inspirador, influenciando as
pessoas no meio onde vive.
O treinamento "Conquistando a Excelência Humana"
é um programa com base científica que possibilita
as pessoas através de um modelo de excelência humana,
traçar metas e objetivos precisos com tecnologia, criar
e planejar seu próprio futuro, fazendo dele uma verdadeira
obra de arte.
PROGRAMAÇÃO
. A qualidade de suas decisões e seus relacionamentos
transforma o dentista em um
ativo em crescimento.
. Como eleger hábitos que melhor nos conduzam para onde
queremos chegar.
. Como ampliar modelos mentais e gerar atitudes positivas em
sua vida pessoal
e profissional.
. O maior segredo da automotivação baseado na
evolução do cérebro humano.
. O poder do significado. Fortalecendo seu patrimônio
emocional para gerar proatividade em suas decisões.
. Modelo de sucesso baseado em seu passado - presente - futuro.
. Projeto de vida. Como definir e conquistar metas e objetivos
precisos.
. Como planejar e organizar o seu futuro.
. O poder do foco para consecução de resultados.
PALESTRANTE:
DR. ADRIANO FERRAZ CESE - CIRURGIÃO DENTISTA
Data: 05/12/2009 - Sábado
Horário: das 8:30 às 12:30 hs
Local: CROSP Pacaembú
Endereço: Av. Pacaembú, 732
Manobristas no Local
Inscrições Limitadas
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ou CLIQUE
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