27 de novembro  de
2009                                                      Edição nº 1125
 
Sindicato Nacional das Empresas de Odontologia de Grupo

QUADRO DE AVISOS

01> Raras e negligenciadas
02> Prática de automedicação em casos de dor de dente é comum
03> Cresce a procura por aparelhos ortodônticos
04> Mais de 60% das crianças de até 5 anos têm cárie

01> Inpao Dental celebra conquistas de 2009 em festa para corretores
02> Prodent: Acordo com rede de supermercado

01> Temor sobre Dubai faz Bovespa fechar em baixa de 2,25% nesta quinta
02> IGP-M vai a 0,10% em novembro, mas registra queda de 1,59% em 12 meses

01> Em defesa do paciente
02> Questões atuais dos planos
03> Sistema Único de Saúde

::: DEZEMBRO | 2009
05
>CROSP - Conquistando a excelência humana - O cirurgião-dentista do século XXI

01
RARAS E NEGLIGENCIADAS
ASSPREVISITE / CORREIO WEB - Por Paloma Oliveto
27/11/2009
Doenças que, isoladamente, afetam muito poucos pacientes chegam a acometer até 8% da população mundial. Mesmo assim, são pouco estudadas e sofrem com o desinteresse de governos e da indústria farmacêutica
A denominação é "doenças raras". Levam esse nome porque cada uma delas afeta parcelas muito pequenas da população, diferentemente de outras patologias, como o câncer, por exemplo. Juntas, porém, afetam entre 6 e 8% de todos os habitantes do mundo - o que, no Brasil, significa pelo menos 10,8 milhões de pessoas. Um número equivalente a quase cinco vezes a população do Distrito Federal. Pouco estudados, subnotificados e mal diagnosticados, esses males preocupam geneticistas e familiares de pacientes, que se reuniram nesta semana no I Congresso Brasileiro de Doenças Raras.
No evento, organizado pela Fundação Geiser (Grupo de Enlace, Investigação e Suporte para Doenças Raras, sigla em espanhol), uma organização não governamental formada em 2001 por profissionais de saúde, doentes e familiares, foram debatidos temas como a visibilidade das enfermidades e o suporte aos pacientes. Os participantes querem brigar para que a Portaria nº 81/09 do Ministério da Saúde, que inclui a genética no Sistema Único de Saúde, saia do papel, quase um ano depois de publicada.
Se, para as p
essoas em geral, nomes como doença de Gaucher, síndrome de Aarskog-Scott, yersiniose, entre tantas outras, nada significam, para as vítimas são sinônimos de uma vida marcada por privações, peregrinações por consultórios, diagnósticos errados e batalhas - muitas vezes perdidas - pela sobrevivência. Predominantemente genéticos, os males considerados raros são, na maioria, incapacitantes, atacam diversos órgãos e provocam estragos progressivos no organismo, como surdez, cegueira, insuficiência cardíaca e paralisia, entre outros.
Os desafios listados por geneticistas e familiares no congresso são enormes. Começam com a formação dos médicos, que muitas vezes passam os cinco anos básicos de faculdade sem nem ouvir falar das doenças. Passa pela falta de interesse da indústria farmacêutica em produzir medicamentos que, em tese, seriam consumidos por poucas pessoas, e culmina na falta de políticas públicas eficazes que garantam o fomento à pesquisa, a prevenção e o tratamento. Embora incuráveis, as doenças raras podem ter os sintomas amenizados mas, geralmente, são remédios caros e nenhum deles faz parte da lista de medicamentos excepcionais do SUS.
Impotência
"O médico se sente muitas vezes impotente em relação às doenças raras e temos de caminhar para a modificação drástica desse cenário. Isso passa pela educação médica", afirma o pediatra geneticista Salmo Raskin, da Sociedade Brasileira de Genética Médica. "Um dos maiores desafios para nós, médicos, é a fragilidade do ensino de medicina. Muitas vezes, as doenças raras não são nem citadas nos cursos", diz. A geneticista Cecília Micheletti, da Fundação Geiser, defende que informações sobre esses males sejam repassadas
aos profissionais não apenas durante a faculdade. "Deveria constar nos currículos de pós-graduação e nos dos cursos de reciclagem", diz.
Sem o diagnóstico nas mãos, familiares correm de um lado para o outro na esperança de descobrir o que os pacientes têm, gastando dinheiro e, o mais precioso para os portadores de doenças, tempo. Regina Próspero, presidente da Associação Paulista de Mucopolissacaridose, tem uma história semelhante à de outras mães e pais que chegam a perder seus filhos sem saber o motivo. Depois de lutar durante seis anos para ter um diagnóstico do primogênito, Nilton, ela só conseguiu obter a informação seis meses antes de a criança morrer: era a mucopolissacaridose (doença metabólica hereditária causada por erros inatos do metabolismo, que determinam a diminuição da atividade de determinadas enzimas). O segundo filho - quando descobriu a doença de Nilton, estava grávida de Eduardo - também nasceu com a doença, mas demorou dois anos e meio para os sintomas começarem a aparecer.
Regina conta que um médico chegou a sugerir que ela abortasse. "Falei que não ia fazer isso de jeito nenhum." Sempre com pneumonia e problemas cardíacos, Eduardo quase morreu. Quando tinha 13 anos, o organismo do menino estava tão comprometido que a mãe acredita que ele não iria resistir. Foi quando Eduardo, hoje com 19, começou a participar de uma pesquisa clínica e a receber infusões semanais de uma enzima que combate os efeitos da doença metabólica. "Ele estava surdo, quase cego, tinha hipertensão pulmonar e comprometimento cardíaco", relata Regina. Com o medicamento, o jovem preservou o que restava da visão, recuperou a audição e não teve mais problemas pulmonares nem vasculares.
O problema é que o custo disso são R$ 40 mil mensais, algo impensável mesmo para a classe média-alta. "Nossa briga hoje é para que as crianças recebam, o quanto antes, o medicamento. Alguns danos da doença não têm reversã
o, mas poderiam ser menos comprometedores. Outros podiam ser evitados", diz a presidente da APMPS. Como o tratamento não é coberto pelo SUS, as vítimas precisam acionar a Justiça - é o que tem permitido a Eduardo ser tratado. Um dos pacientes assistidos pela associação morreu sem a decisão judicial. Ela chegou depois do óbito - o juiz indeferiu o pedido por achar que o tratamento era desnecessário.
Sem chances
Quando conseguem o tratamento pela via da Justiça, os pacientes sofrem com outro problema: a falha na reposição dos medicamentos. "O governo compra o remédio para seis meses. Depois que acaba, temos que entrar na Justiça de novo e, nesse meio tempo, a pessoa fica sem tratamento. Tem um paciente que está internado porque, há dois meses, não recebe medicação", conta Regina. Por ver a luta dos familiares, Eduardo superou as dificuldades inerentes à doença e hoje está no segundo ano da faculdade de direito. Segundo a mãe, ele quer ajudar pessoas que, como ele, dependem da assinatura de um juiz para sobreviver.
Presidente da Fundação Geiser, a médica Virgínia Llera lembra que, sem incentivos, dificilmente a indústria vai buscar novos produtos para portadores de doenças raras. Ela conta que, em países como os Estados Unidos, o Japão, a Austrália e na União Europeia, legislações específicas conseguiram fazer com que as pesquisas sobre medicamentos aumentassem substancialmente. A médica também defende a prevenção, por meio de aconselhamento genético. "Como a maior parte das doenças raras tem origem genética e hereditária, quando você acha um membro da família que é portador, isso pode gerar um projeto familiar de não repetição do problema. Além disso, é possível prevenir as complicações. Quanto mais cedo forem feitas intervenções, mais cedo elas são evitadas", diz.
Alegando problemas de agenda, o Ministério da Saúde não enviou representantes ao congresso. Comprometeu-se, contudo, a receber propostas feitas pelos médicos, pacientes e seus familiares sobre um plano nacional sobre doenças raras. "Pelo menos temos uma porta aberta", diz Virgínia Llera.
02
PRÁTICA DE AUTOMEDICAÇÃO E CASOS DE DOR DE DENTE É COMUM
CAPIXABÃO / AGÊNCIA NOTISA
27/11/2009
Pesquisa realizada no Recife (PE) mostra que a maioria dos farmacêuticos não se preocupa em pedir a prescrição médica, principalmente aqueles com maior tempo de trabalho na área e menor qualificação profissional.
A dor exerce um impacto tão grande em uma pessoa, que, muitas vezes, a leva a se automedicar. Levando em consideração que a dor de dente é uma das mais prevalentes entre a população e também uma das mais incômodas, Flávia Duarte e equipe da Faculdade de Odontologia da Universidade do Estado de Pernambuco resolveram avaliar os fatores associados à automedicação relacionados à dor de dente, de modo a contribuir para a melhoria da qualidade de vida da população.
Para tanto, os pesquisadores analisaram o nível de conhecimento dos profissionais de farmácias do Recife (PE) sobre a automedicação relacionada à dor de dente. Foram entrevistados 179 profissionais em 120 estabelecimentos visitados. Os dados foram coletados através de questionário. De acordo com artigo publicado na edição de abril de 2008 da revista Ciência & Saúde Coletiva, “em países desenvolvidos, os rígidos controles estabelecidos pelas agências reguladoras e o crescente envolvimento dos farmacêuticos com orientaçã
o dos usuários de medicamentos tornam menos problemática a prática da automedicação. Já no Brasil, de acordo com a Associação Brasileira das Indústrias Farmacêuticas (ABIFARMA), cerca de 80 milhões de pessoas são adeptas da automedicação”.
Os resultados mostram que 67,0% dos entrevistados atenderam pessoas que relataram dor facial nos últimos seis meses, sendo que 91,6% relataram dor de dente. Os especialistas observaram ainda que 83,7% dos homens e 73,3% das mulheres indicaram medicamentos sem prescrição e que os profissionais com 2º grau indicam mais medicamentos sem prescrição para pacientes com dor de dente. “Ficou evidenciado que o tempo de atividade no setor e a formação do profissional são fatores que podem contribuir para o aumento da automedicação, tendo sido demonstrado que quanto maior o tempo de trabalho na área e menor a qualificação profissional, maior o percentual de indicação de medicamentos sem prescrição”, afirmam no artigo.
Segundo os pesquisadores, o impacto da dor de dente na utilização de medicamentos reforça a necessidade de informar a população sobre o uso adequado destes medicamentos. “Este trabalho demonstrou a importância de serem planejadas ações de promoção de saúde bucal que envolvam os profissionais da área de dispensação de medicamentos, pois dado a grande falta de acesso aos serviços odontológicos da população brasileira, principalmente entre os 20% mais pobres e que estão na faixa etária de 20-49 anos, estes profissionais podem se constituir em importantes agentes promotores da saúde bucal”, ressaltam.
03
CRESCE A PROCURA POR APARELHOS ORTODÔNTICOS
PORTAL DENTAL PRESS
27/11/2009
Sendo a única solução estética de corrigir a posição dos dentes, e conseguir ter aquele sorriso ‘dos sonhos’, a utilização de um aparelho ortodôntico tem sido considerado um ‘boom’ por ortodontistas em Alagoas, especialmente após a facilitação no acesso à utilização deste tipo de serviço. Mesmo cerca de 10 anos depois da abertura dos tratamentos ortodônticos às diversas camadas sociais, dentistas asseguram que esta “moda” continua em alta.
De acordo com o ortodontista George Saldanha, um dos fatores que levaram o tratamento a se tornar mais acessível foi a redução no custo dos materiais utilizados. “Antes, todos os materiais eram importados, e isso tornava tudo mais caro. Hoje há produção de materiais nacionais, que são bem mais baratos, embora tenham qualidade inferior”, esclarece o dentista. Já o que faz tantas pessoas precisarem conviver com este ‘utensílio’, segund
o o especialista, pode ser explicado por vários fatores: “Este mal posicionamento no dente pode ser ocasionado por, desde problemas respiratórios, até alguns vícios, como morder tampa de caneta. Tudo isso prejudica a dentição”.
Saldanha conta que a novidade é o número crescente de clientes adultos. “Antes isso era apenas coisa de jovem. Hoje há uma procura maior por parte dos adultos, que procuram melhorar sua auto-estima. Vemos que muitos deles têm vergonha de sorrir, de falar olhando de frente”, afirma. “Mas é importante lembrar que aparelho não é apenas uma questão estética. Há uma série de particularidades, como a funcionalidade. A melhoria na posição dos dentes torna-os também mais saudáveis”, assinalou.
População tem tido mais acesso aos aparelhos; ferramentas já são fabricadas no Brasil
E é justamente pensando em algumas particularidades, que o ortodontista atenta para alguns cuidados na hora de procurar um tratamento dentário. “Recomendo que conheça o dentista, ou que seja recomendado por um amigo ou alguém que já tenha sido tratado por ele, para que sinta segurança durante todo o processo”, alertou. “Muitas pessoas já chegam ao dentista com a idéia certa de que querem usar aparelho, porque acham bonito e pronto. Vai da ética de cada profissional fazer com que o paciente desista da idéia, caso não seja necessário, ou não seja naquele momento”, exemplifica.
Ao anunciar a um paciente de sua necessidade de utilizar aparelhos, segundo Saldanha, a resposta é quase sempre positiva. ”Muitas pessoas, ao me procurarem para um tratamento, pensam que já irão colocar o aparelho, ficam ansiosos, e até se frustram, quando veem que ainda terão que voltar numa próxima data”, cita o dentista. Esta ansiedade é bastante lembrada pela estudante Amanda Gabriela, que, aos nove anos, descobriu que precisaria utilizar aparelho de dentes.
Amanda diz ter adorado o início do tratamento; tempos depois, confessou que o que mais queria era terminá-lo
“Quando comecei a fazer o tratamento, o aparelho ainda não era usado por muita gente. Era tudo novidade para mim. Eu fiq
uei super empolgada quando soube que teria que usar e, sempre que chegava ao dentista e tinha que fazer alguma outra coisa que não fosse colocar o aparelho, a expectativa era ainda maior”, relatou. No entanto, toda essa ansiedade não durou muito tempo. “Logo quando comecei a usar, vi que não tinha nada de legal e, um mês depois, tudo o que eu queria era tirar”.
Entre todas as dificuldades enfrentadas pela estudante, que exibiu um sorriso metálico por quase cinco anos, a maior delas foi o momento ‘pós-manutenção’. “Eu tinha que ir ao dentista de 15 em 15 dias, e sempre voltava com muita dor de dente, não conseguia mastigar direito e me machucava muito”, recordou. “Uma das coisas legais era a troca de borrachinhas coloridas. Disso sim, eu gostava”, afirmou.
Sarmento explica que problemas respiratórios e até vícios como morder caneta levam pessoas a necessitar do tratamento
Essa reversão de ansiedades, segundo George, é comum entre os pacientes, o que acaba por gerar um outro problema: tratamentos abandonados pela metade. “Muitas pessoas não conseguem ver um resultado rápido e acabam desistindo. Outras vêem os dentes já bem posicionados, acreditam que está tudo bem e querem tirar o aparelho. Isso tudo é muito comum”, revelou. “É um desafio que as pessoas estejam conscientes de que precisam levar o tratamento até o fim para ter um resultado realmente positivo”, orientou.
E foi isso o que, aos trancos e barrancos, Amanda conseguiu. “Foi um alívio. Hoje sinto que o sorriso sai mais leve e até natural. Com certeza, melhora bastante a auto-estima”, garante. Já o ortodontista George Saldanha aconselha a todos os ‘sorrisos metálicos de plantão’ que tenham seriedade e determinação para concluir todo o período necessário de tratamento. “Sempre quando concluído o tratamento com o aparelho fixo, é importante que se utilize o aparelho de contenção para evitar que os dentes voltem a se posicionar de forma errada”.
04
MAIS DE 60% DAS CRIANÇAS DE ATÉ 5 ANOS TÊM CÁRIE
PORTAL DENTAL PRESS
27/11/2009
Balas, chocolates, salgadinhos... Apesar de frequentes na alimentação da maioria das crianças, é sabido que esses alimentos ricos em sacarose podem provocar as temidas cáries dentárias. O que muitos não sabem, porém, é que a cárie é uma doença infecciosa que pode ser transmitida pelo contato da saliva, seja através do beijo, da tosse, por comer no mesmo talher ou até mesmo no ato da mãe soprar a papinha do bebê
As mães têm papel importantíssimo na prevenção das cáries em crianças de até cinco anos de idade. Logo na sexta semana de vida intrauterina já se inicia a formação dos dentes decíduos (de leite) e a dieta da mãe nesse período influenciará na formação dentária. Após o nascimento do bebê, esse cuidado ainda permanece.
Além dos benefícios imunológicos já conhecidos do leite materno, a amamentação também contribui para a proteção dos dentes que devem começar a surgir na boca por volta dos seis meses de vida do bebê. "A força e os movimentos realizados pela criança durante o ato de sugar o leite da mãe são um excelente exercício para o desenvolvimento ósseo e muscular da face. Estudos apontam que a prevalência da cárie dentária é menor quando há maior duração do período de amamentação, principalmente por conta das chamadas cáries de mamadeira", explica a diretora da Medial Odonto, Cássia Gil.
A partir do sexto mês de vida, são introduzidos outros alimentos na dieta do bebê e os pais devem se atentar em relação
à higiene bucal e qualidade da alimentação dos filhos, pois dados do Ministério da Saúde apontam que 27% das crianças de 18 a 36 meses têm cárie. "Se a criança mostra interesse, mas não apresenta coordenação motora suficiente para fazer a escovação sozinha, deixe que ela comece e você finaliza", ensina Cássia Gil.
A especialista alerta: A cárie pode ser prevenida com uma dieta balanceada, tanto na qualidade como na freqüência dos alimentos ingeridos, e com uma adequada higiene bucal. O consumo exagerado de açúcar pode afetar não só a saúde bucal, mas também a saúde integral, acarretando problemas como diabetes, obesidade, aumento da pressão arterial, labirintite e agravamento das doenças crônicas, entre outros problemas.
A Dra. Cássia Gil dá dicas para escovação e prevenção da cárie em crianças:
Como escovar
· Ao contrário do que muita gente pensa, a melhor posição não é na frente da criança e sim atrás dela, com a cabeça apoiada no corpo do adulto.
· Afaste os lábios e as bochechas com uma mão e escove os dentes com a outra.
· A tendência é sempre escovar somente a parte que se usa para mastigar, mas lembre-se das partes voltadas para a língua e as voltadas para a bochecha.
· A escovação deve ser feita após as principais refeições e a ingestão de doces, sendo a noturna a principal delas.
Outras dicas para prevenir
· Evite dieta rica em açúcar (principalmente na refeição noturna).
· Não adicione açúcar ou achocolatado nas mamadeiras e realize a higiene bucal na criança após a última mamadeira antes de dormir.
· Supervisione a escovação; principalmente nas crianças que ainda não têm coordenação motora para fazer a higiene bucal adequadamente.
· Supervisione a dieta alimentar da criança e opte por lanches mais saudáveis, ricos em nutrientes e fibras, como: frutas, queijos, pipoca, amendoim e balas ou chicletes adoçados com substâncias que substituam o açúcar.
· Incentive a criança a freqüentar o dentista periodicamente.
· Use dentifrícios fluoretados de acordo com a recomendação do dentista.

01
INPAO DENTAL CELEBRA CONQUISTAS DE 2009 EM FESTA PARA CORRETORES
TUDO EM PAUTA
27/11/2009
Hoje (26.11) o INPAO Dental, uma das principais operadoras de planos odontológicos corporativos do País, realiza uma festa para corretores de saúde no espaço Planet Party, em São Paulo.
O objetivo do evento é comemorar os resultados alcançados pela empresa neste ano. Segundo dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) de setembro de 2009, o INPAO Dental superou a marca de 200 mil vidas atendidas, um crescimento de mais de 30% em relação a 2008.
Este ano também marcou a obtenção da graduação máxima pela operadora no Índice de Desempenho da Saúde Suplementar, definido pela ANS com base em critérios como qualidade da infra-estrutura e satisfação dos beneficiários. O INPAO Dental foi a única operadora de grande porte, aquelas que atendem mais de 100 mil vidas, a receber tal avaliação.
Sobre o INPAO Dental
O INPAO Dental é uma das maiores e mais tradicionais operadoras de planos odontológicos corporativos do Brasil. Fundado em 1964, tem matriz em São Paulo e sede em Salvador, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Vitória e Recife, esta última criada em 2008.
A adoção de um elevado padrão de qualidade trouxe ao INPAO Dental a nota máxima no Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (IDSS), criado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). O índice, implementado em 2004, estabelece parâmetros para avaliação da qualidade dos serviços, e adota critérios como qualidade da infra-estrutura oferecida e nível de satisfação dos clientes.
O INPAO Dental é um dos cinco finalistas da 12ª edição do prêmio Top of Mind de RH na categoria Convênio Assistência Odontológica. O prêmio, promovido pela Fênix Editora, é um dos principais no setor de RH.

02
PRODENT: ACORDO COM REDE DE SUPERMERCADO
ASSPREVISITE / JORNAL DO COMMERCIO
27/11/2009
Acordo fechado com Rede de Supermercados Comper vai possibilitar à Prodent vender planos odontológicos para os clientes do cartão Compcard. O supermercadista possui 34 lojas distribuídas pelos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Santa Catarina, além do Distrito Federal. Seu gerente nacional de cartões, Antonio Puga Lopes, disse que a comercialização do plano ultrapassa a questão puramente comercial, pois envolve um aspecto mais amplo e primordial, que é a saúde das pessoas. Segundo ele, a parceria vai permitir que os clientes do supermercado tenham acesso a tratamentos odontológicos de qualidade, com custos acessíveis.
A utilização do plano é simples, pois não existe pré-aprovação para realização de tratamentos dentários, limite de utilização ou custos adicionais nos eventos cobertos. São mais de 15 mil opções de atendimento disponibilizadas pela operadora no País. Devido à forma de cobrança, que virá no extrato do cartão, o plano, que traz mais de 250 itens de coberturas, custará apenas R$ 17,90 por pessoa e é dirigido às classes C, D e E.
META. A expectativa comercial das duas empresas é de cobrir cerca de 60 mil vidas em um ano. A meta da Prodent é alcançar, em 2012, a marca de um milhão de associados. A empresa diz que parceria como a selada com a Comper contribui para um crescimento sustentável acima da média de mercado.

01
TEMOR SOBRE DUBAI FAZ BOVESPA FECHAR EM BAIXA DE 2,25% NESTA QUINTA
DIÁRIO ONLINE
26/11/2009
A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) acompanhou a preocupação dos mercados internacionais com a dívida de Dubai e registrou queda nesta quinta-feira, ao contrário do dólar comercial. O índice Ibovespa recuou 2,25%, para os 66.391 pontos e giro financeiro de R$ 3,869 bilhões. Por sua vez, a moeda norte-americana ganhou 1,39% e encerrou comercializada a R$ 1,75.
Nesta quinta, os investidores repercutiram a crise de Dubai. Ao pedir a renegociação de uma dívida de bilhões de dólares, o país árabe levou pânico aos mercados, que temem a inadimplência.
No cenário externo, as Bolsas asiáticas tiveram um dia negativo, a exemplo de Tóquio, que recuou 0,62%. Na Europa, os mercados também registraram desaceleração no pregão de hoje. Já nos Estados Unidos, por conta do feriado do Dia de Ação de Graças, as Bolsas de Valores estão fechadas.
Entre as principais notícias do cenário interno, o IBGE informou que o IPCA-15 (Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15), prévia da inflação oficial do País, mais que dobrou em novembro. O índice avançou para 0,44%, contra 0,18% no mês anterior.
O Instituto divulgou também que o desemprego no País desacelerou pelo segundo mês consecutivo em outubro. O índice caiu para 7,5%, contra 7,7% no mês anterior.
02
IGP-M VAI A 0,10% EM NOVEMBRO, MAS REGISTRA QUEDA DE 1,59% EM 12 MESES
VALOR ONLINE
27/11/2009
SÃO PAULO - O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) subiu 0,10% em novembro, o dobro da taxa apurada um mês antes, de 0,05%. Os preços no atacado tiveram alta mais marcada, com encarecimento dos produtos agropecuários. Os dados são da Fundação Getulio Vargas (FGV).
Os agentes consultados pelo Banco Central (BC) no último Boletim Focus aguardavam elevação de 0,15% para o IGP-M deste mês. No ano, contudo, o indicador registrou baixa de 1,46%. Em 12 meses, houve declínio de 1,59%.
Respondendo por 60% do índice geral, o Índice de Preços por Atacado (IPA) subiu 0,08%, seguindo acréscimo de 0,04% em outubro. Os produtos agropecuários aumentaram 0,74%, invertendo a tendência apurada no a
ntepenúltimo do mês de 2009, quando caíram 0,92%. Os produtos industriais mostraram comportamento inverso - saíram de um acréscimo de 0,35% para uma redução de 0,14%.
Dentro do IPA, os Bens Finais ampliaram-se 0,39% e as Matérias-Primas Brutas apresentaram expansão de 0,05%. Em sentido contrário, os Bens Intermediários marcaram deflação de 0,18% em novembro.
A FGV apontou ainda que o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que responde por 30% do IGP-M, teve incremento de 0,14% neste mês, depois de alta de 0,03%. O grupo Alimentação registrou um abrandamento no ritmo de queda (-1,08% para -0,11%) devido ao impacto dos preços das hortaliças e legumes e das frutas.
O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), representativo de 10% do indicador geral, foi de 0,13% em outubro para 0,18% um mês depois. Materiais, equipamentos e serviços subiram 0,16% e Mão de obra apresentou elevação de 0,21%.
Vale notar que o IGP-M, usado na correção de tarifas de energia e de boa parte dos aluguéis, é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.

01
EM DEFESA DO PACIENTE
ASSPREVISITE / O DIA ONLINE - Por Marília Casseb
27/11/2009
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) realizou consulta pública para apresentação de críticas e sugestões sobre a minuta da Resolução Normativa sobre a atualização dos Procedimentos e Eventos em Saúde. Trata-se da referência básica para cobertura assistencial mínima nos planos privados contratados a partir de 1º de janeiro de 1999.
Na minuta, fica evidenciado que não está garantido o acesso à quimioterapia oral domiciliar aos pacientes de câncer. A redação do artigo 16 permite a exclusão assistencial do fornecimento de medicamentos para tratamento domiciliar: aqueles prescritos pelo médico assistente para administração em ambiente externo ao de unidade de saúde.
A Associação Brasileira do Câncer (ABCâncer) encomendou pesquisa qualitativa com objetivo de entender, junto a pacientes usuários de quimioterapia oral, a avaliação que fazem do tratamento. É importante destacar que é reservada ao médico a indicação do procedimento adequado.
A pesquisa revelou que a quimioterapia oral se mostra mais positiva que a intravenosa. O tratamento é em casa, o paciente não precisa ter dinheiro para ir até o local, nem ter alguém para acompanhá-lo.
Clientes de planos de saúde pagam as mensalidades na expectativa de terem acesso ao tratamento adequado. Facultar às operadoras o acesso a esses medicamentos é um obstáculo na batalha contra a doença. Defendemos que a pesquisa é elemento legítimo de convencimento da ANS para melhor compreensão das necessidades dos pacientes.
Para vencer a doença, é necessário o tratamento adequado. A ABCâncer apoia os pacientes e a resposta que temos quando eles vencem a batalha é o que nos estimula a continuar lutando nesta causa.
02
QUESTÕES ATUAIS DOS PLANOS
ASSPREVISITE / FOLHA DE S. PAULO - Por Maria Cristina Frias
27/11/2009
Uma coletânea sobre jurisprudência que discute questões atuais dos planos de saúde em vigor no Tribunal de Justiça de SP será lançada no dia 8 pelo escritório Vilhena Silva Sociedade de Advogados, especializado na área. O trabalho reúne decisões e interpretações relativas a tratamentos médicos e abusos dos planos de saúde.
03
SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE
ASSPREVISITE / CORREIO LAGEANO
27/11/2009
O Sistema Único de Saúde, implantado no Brasil em 1988, como imposição da Constituição que considerou a saúde como obrigação do Estado e direito de todo o cidadão brasileiro, é certamente um dos maiores planos de saúde pública do mundo.
O grande avanço social significou a fim da indigência e da discriminação que negava assistência médica ao desempregado e ao inadimplente nas suas contribuições com a previdência. Qualquer brasileiro tem direito a toda e qualquer forma de tratamento médico gratuito.
Visto por este ângulo, sem dúvida, foi uma grande e memorável conquista da cidadania brasileira.
Claro que a intenção sempre foi das melhores, mas os primeiros tempos foram catastróficos porque não se consegue implantar da noite para o dia uma estrutura de suporte para estas demandas, ambulatoriais ou hospitalares.
Com o bolo grande demais, certamente houve muito desperdício e fraude, mas a municipalização das verbas, restringindo a área de administração dos recursos financeiros, trouxe mais eficiência e impôs um controle mais efetivo contra a possibilidade de corrupção do sistema.
Com um modelo de gestão mais efetivo o SUS avançou, na busca de um patamar de estabilidade e qualificação onde mais pessoas se sintam melhor atendidas. Infelizmente esta meta tende à frustração na medida em que, ano após ano o número de beneficiários cresce desenfreadamente, num ritmo que o orçamento da saúde não consegue acompanhar.
Como marchamos juntos com a mudança, podemos ter alguma dificuldade de perceber, mas você lembra que em 1970 éramos “noventa milhões em ação, prá frente Brasil”!!? Pois é, trinta e cinco anos depois, chegamos aos cento e oitenta milhões e em 2012 seremos duzentos milhões!
Qualquer gerente de boteco percebe que é imp
ossível administrar um país que aumenta um Uruguay por ano e uma Argentina a cada 12 anos!
Como prover trabalho, habitação, saúde e educação para toda esta gente que vai nascer, se hoje precisamos recorrer à esmola governamental para alimentar precariamente aos pobres já nascidos?
Não bastasse o tamanho do problema, a explosão demográfica atinge mais cruelmente a população carente, que sem recursos culturais e econômicos para uma planificação familiar, prolifera indiscriminadamente, gerando excluídos a granel.
E que destino terá o brasileiro pobre, que dormiu gemendo de fome na infância e cresceu sem as proteínas que permitiriam que seu cérebro pudesse torná-lo competitivo no futuro?
Neste modelo vigente em que o abastado tem no máximo dois herdeiros, porque descobriu o quanto custa educá-los, e o miserável tem 10 filhotes que não soube ou não conseguiu evitar, o SUS é terrivelmente sacrificado porque de cada dez brasileiros nascidos no século novo, pelo menos 8 deles dependerão exclusivamente da saúde estatal.
Como este governo se revelou tão covarde quanto os que o antecederam na adoção de uma política séria de controle da natalidade, restaria ao SUS facilitar aos interessados o acesso aos modernos métodos de contracepção.
Infelizmente os entraves burocráticos são tantos e o processo tão lento, que muitos pobres depois de meses de espera infrutífera desistem, ou engravidam!
Aos que sistematicamente consideram este tipo de proposta como expressão de nazo-fascismo, uma recomendação simples e prática: percorram uma vila pobre da periferia, conversem com estas mães, que desgastadas pelo sofrimento parecem 20 anos mais velhas, e perguntem como elas se sentiram quando rodeadas de pirralhos magros e ranhentos, e com um bebê esquálido espremido contra o seio mirrado, tiveram que contar ao marido humilhado pela pobreza, que estavam, outra vez, grávidas.
Ajudá-las neste exercício de cidadania, previsto na Constituição, é um ato de profunda solidariedade e compaixão.
Só consigo pensar nos opositores como alienados. Ou hipócritas!

::: DEZEMBRO| 2009
05
CROSP - "CONQUISTANDO A EXCELÊNCIA HUMANA - O CIRURGIÃO DENTISTA DO SÉCULO XXI"
Dr. Adriano Ferraz Cese
O Cirurgião Dentista do século XXI será o profissional que possui primazia não somente técnico-científica, mas alguém que tem consciência que seu sucesso está intimamente ligado ao seu pleno desenvolvimento pessoal. Será um profissional que procura novas oportunidades, sabe se comunicar e se relacionar adequadamente com as pessoas, sendo um líder e modelo inspirador, influenciando as pessoas no meio onde vive.
O treinamento "Conquistando a Excelência Humana" é um programa com base científica que possibilita as pessoas através de um modelo de excelência humana, traçar metas e objetivos precisos com tecnologia, criar e planejar seu próprio futuro, fazendo dele uma verdadeira obra de arte.
PROGRAMAÇÃO
. A qualidade de suas decisões e seus relacionamentos transforma o dentista em um
ativo em crescimento.
. Como eleger hábitos que melhor nos conduzam para onde queremos chegar.
. Como ampliar modelos mentais e gerar atitudes positivas em sua vida pessoal
e profissional.
. O maior segredo da automotivação baseado na evolução do cérebro humano.
. O poder do significado. Fortalecendo seu patrimônio emocional para gerar proatividade em suas decisões.
. Modelo de sucesso baseado em seu passado - presente - futuro.
. Projeto de vida. Como definir e conquistar metas e objetivos precisos.
. Como planejar e organizar o seu futuro.
. O poder do foco para consecução de resultados.
PALESTRANTE:
DR. ADRIANO FERRAZ CESE - CIRURGIÃO DENTISTA
Data: 05/12/2009 - Sábado
Horário: das 8:30 às 12:30 hs
Local: CROSP Pacaembú
Endereço: Av. Pacaembú, 732
Manobristas no Local
Inscrições Limitadas
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- Circular 090/09 - Instrução Nornativa IN Nº 38, da ANS (DIDES), de 13/11/2009
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Circular 083/09 - Instrução Normativa IN Nº 21, da ANS (DIPRO), de 08/10/2009
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