01 de setembro  de
2009                                                      Edição nº 1066
 
Sindicato Nacional das Empresas de Odontologia de Grupo

QUADRO DE AVISOS
 

01> Blog lança movimento para incentivar a Odontologia na internet
02> Própolis ajuda no tratamento de cáries e doenças bucais
03> Como fazer a limpeza das escovas dentais

01> PrimaVida: Expansão
02> SulAmérica
03> Unimed: Mais um serviço
04> Estratégias vencedoras na área hospitalar
05> HOSPITALAR divulga projeto especial para operadoras em evento da ABRAMGE/SINOG

01> Copom começa hoje reunião para definir nova taxa básica de juros do País
02> Inflação medida pelo IPC-S fecha agosto em 0,20%, diz FGV
03> Bovespa inicia semana com desvalorização, mas sobe 3,15% no mês

01> Planos: Audiência pública sobre tabela de honorários
02> Vínculo entre planos e pediatras do DF está suspenso
03> Atendimento do DF: Orientação da ANS e Procon
04> Planos de saúde mais populares
05> Saúde dá dor de cabeça
06> “Convênio ou particular?”
07> Justiça de Itaqui-RS suspende aumento de plano
08> SP: Saúde não pode ser refém de um novo imposto
09> Nova CPMF perde força no Congresso Nacional
10> Mudança na regulação dos planos coletivos entra na pauta da CSS

::: SETEMBRO | 2009
11
> Abramge - Educação Continuada em "Gestão de Custos para Operadoras de Planos de Saúde" - Módulo I
::: OUTUBRO | 2009
02
>Abramge - Educação Continuada em "Gestão de Custos para Operadoras de Planos de Saúde" - Módulo II
::: NOVEMBRO | 2009
06
>Abramge - Educação Continuada em "Gestão de Custos para Operadoras de Planos de Saúde" - Módulo III

01
BLOG LANÇA MOVIMENTO PARA INCENTIVAR A ODONTOLOGIA NA INTERNET
JORNAL DO SITE ODONTO
01/09/2009
O Blog de Marketing em Odontologia (www.marketingemodontologia.com.br) acaba de lançar um movimento de incentivo aos cirurgiões-dentistas que já atuam ou pretendem marcar maior presença na internet, através de sites, blogs ou simplesmente como internautas.
“O movimento visa a agregar valor e conhecimento aos colegas. Existem diversos termos, macetes e facilidades que algumas vezes por desconhecimento as pessoas não usam”, diz o cirurgião-dentista e autor do blog Marcos Rocha. Ele completa que a intenção é auxiliar os CDs a entender melhor como funciona a internet e como é possível manter um blog ou site sem incorrer em práticas ilegais ou no mínimo anti-éticas.
O movimento também vai premiar os melhores posts (textos escritos em blogs) em Odontologia e áreas afins. O Blog de Marketing em Odontologia receberá a inscrição de posts até o dia 15 de outubro, e o resultado vai ser divulgado em 25 de outubro, Dia do Dentista.
Mais informações: www.marketingemodontologia.com.br

02
PRÓPOLIS AJUDA NO TRATAMENTO DE CÁRIES E DOENÇAS BUCAIS
PORTAL DENTAL PRESS
31/08/2009
O mesmo inseto que produz uma das maiores fontes de cárie guarda o segredo para acabar com ela. O própolis, resina fabricada pelas abelhas para proteger as colméias, também é capaz de eliminar as bactérias que se alojam na boca do ser humano.
Pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) encontraram nessa poderosa resina natural mais uma arma: a prevenção da cárie bucal e o estímulo à fabricação de saliva, que ajuda no tratamento de pessoas com câncer. O estudo é da Faculdade de Odontologia da UFMG e foi apresentado durante a Semana do Conhecimento e da Cultura da UFMG 2008. Se as pessoas a usam para cicatrização e inflamação, por que não testá-la nas doenças bucais? A pergunta foi o ponto de partida para o estudo sobre a própolis. Em 1996, o grupo de pesquisadores formado por alunos de mestrado em odontologia, iniciação científica e do curso de farmácia e física da universidade, recolheu cerca de 14 amostras do extrato da resina comercializados no mercado de Minas Gerais.
O primeiro teste, in vitro, descobriu o poder do produto das abelhas sobre a Cândida albicans, popularmente conhecida como sapinho, comuns na boca, principalmente de bebês, e no peito de mães que estão amamentando, além disso, primeiro sintoma de portadores de HIV. Comparando a eficiência da matéria-prima com outros antibióticos, o resultado foi surpreendente. “O uso do extrato para combater esse fungo foi excelente e teve uma potência maior que os outros medicamentos usuais”, conta o cirurgião dentista, professor e pesquisador da Faculdade de
Odontologia da UFMG, Vagner Rodrigues dos Santos. Com o bom resultado da pesquisa, outro passo foi dado pelos pesquisadores que, depois de análises, levantaram uma suspeita: se a própolis é usada pelas abelhas para proteger as colméias contra invasão de outros corpos, sendo capaz de mumificá-los, a resina mata microorganismo.
Para constatar o que suspeitavam, eles começaram, em 2000, testes com seres humanos. O primeiro foi com pessoas com a Cândida albicans. “Cerca de 20 pacientes fizeram durante 10 dias o tratamento com o extrato, enquanto outros 15 utilizaram antibióticos comuns. Passado o prazo, 90% dos primeiros não tinham mais nada, o que não aconteceu com o outro grupo, que teve de continuar a medicação por mais cinco dias. Constatamos que a resina é até melhor”, conclui. Em outra experiência, eles recolheram 1 miligrama da saliva de 30 pacientes suscetíveis à cárie e fizeram a contagem dos microorganismos na boca dessas pessoas.
O resultado foi um número expressivo: 1 bilhão. “Fizemos com que eles usassem por 15 dias, pela manhã e à noite, um gel e um enxagüante à base de própolis e, mais uma vez, nos surpreendemos. Quando recolhemos novamente a saliva deles, o número de habitantes na boca caiu para 100 mil”, revela Vagner, acrescentando que a resina fabricada pelas abelhas tem um forte controle sobre crescimento de bactéria. “Ela interfere na formação do açúcar, propício para o problema bucal, impedindo que a proteína se fixe no dente e não se forme”, explica.
03
COMO FAZER A LIMPEZA DAS ESCOVAS DENTAIS
PORTAL FATOR BRASIL
01/09/2009
Embora muita gente acredite que apenas passar a escova dental na água seja o suficiente, especialistas advertem para o risco de bactérias e outros micro-organismos poderem causar doenças como cárie, gengivite, gripe e até mesmo problemas mais sérios.
De forma geral, as pessoas e mesmo os profissionais da Odontologia não têm muito conhecimento sobre a necessidade da realização da limpeza da escova e, quando a realizam, geralmente a executam de forma incorreta. Alguns cuidados muito simples devem ser seguidos para evitar a contaminação e a transmissão de doenças
. Antes de se iniciar a higiene oral, as mãos e unhas devem ser muito bem lavadas e esfregadas com água e sabão;
· Um bochecho com água para eliminar resíduos de alimentos deve ser realizado, pois isto diminui a chance da comida ficar presa entre as cerdas e sofrer uma decomposição posterior. Se houver restos de alimento presos entre os dentes, estes também devem ser removidos antes da escovação com o auxílio do fio dental e de escovas interdentais
do tipo Prime de diâmetro adequado;
· Após o término da escovação, preferencialmente com uma escova com mais de cinco mil cerdas e de acordo com a técnica recomendada por seu cirurgião-dentista, todas as superfícies da escova devem ser lavadas, de preferência com água corrente aquecida;
· Deve-se remover o excesso de água com uma pequena batida da escova sobre a palma da mão ou na borda da pia do banheiro;
· É importante a aplicação em gotas de um algum antisséptico bucal, preferencialmente à base de clorexidina 0,12% normalmente utilizado para bochechos. Outra maneira um pouco mais sofisticada é borrifar o mesmo antisséptico acondicionado em um frasco spray sobre as cerdas da escova;
· Coloca-se, então, o protetor de cabeça que deve ter a sua parte interna também embebida pela solução antisséptica;
· Em seguida a escova pode ser guardada dentro do armário fechado do banheiro, evitando encostar uma escova na outra. O antisséptico ficará agindo durante todo o intervalo entre as escovações, promovendo uma desinfecção eficiente;
· Um ponto fundamental é que antes da próxima escovação, a escova deve ser novamente muito bem lavada e enxaguada em água corrente para a remoção dos resíduos do desinfetante utilizado e também para a remoção dos micro-organismos eliminados.
Deve-se dar preferência, afirma o Prof. Dr. Hugo Roberto Lewgoy, às escovas que possuem uma tampa acrílica da cabeça, pois, há uma maior conservação, higienização e proteção das cerdas das escovas. Estes protetores também são muito úteis durante o transporte como, por exemplo, dentro de bolsas, malas, pastas ou até mesmo diretamente dentro do bolso para evitar o contato das cerdas com dinheiro, carteira e outros objetos. O mais correto, diz Lewgoy, é que as escovas dentais sejam substituídas com uma frequência de aproximadamente três meses, desde que a desinfecção diária seja realizada de forma adequada.
Um item importante e que m
erece ser esclarecido é o fato de que as escovas mais higiênicas e que favorecem a desinfecção não são, necessariamente, aquelas que têm um apelo visual mais chamativo ou uma superfície emborracha e colorida. “A escova ideal é aquela que dificulta a contaminação e proliferação de micro-organismos, ou seja, ela deve ter um design clean, limpo, uma forma simples, lisa, sem irregularidades e produzida com materiais não porosos. Além disso, ela deve ser desenvolvida com uma tecnologia que elimine os espaços existentes entre os tufos das cerdas da cabeça, impedindo, desta forma, o acúmulo de sujeira e consequentemente o acúmulo de micro-organismos como, por exemplo, a escova Curaprox de 5460 cerdas que já está disponível no mercado brasileiro”, explica o especialista.
Em alguns países como, por exemplo, a Suíça, o consumo anual de escovas chega a quase doze unidades por habitante, ou seja, uma escova por mês. “No Brasil, infelizmente, este número é bem inferior e inversamente proporcional, isto é, uma grande parte da população utiliza o ano todo apenas uma escova e, em alguns casos, todos os membros da família utilizam a mesma unidade. Em casos especiais como, por exemplo, presença de gripes ou outros processos infecciosos, recomenda-se que as escovas sejam trocadas com maior frequência, normalmente no início e após a cura da doença. A prevenção, de fato, é muito mais barata do que os desconfortáveis tratamentos odontológicos curativos que com certeza serão necessários no caso de utilização de uma escova inadequada”, finaliza o professor.
. Por: Prof. Dr. Hugo Roberto Lewgoy, especialista, mestre e doutor pela FOUSP; professor Titular de Biomateriais da Uniban; membro do GEO - Grupo de Estudos em Odontologia da Uniban e professor do Curso de Especialização em Dentística e Estética da ABO / Associação Brasileira de Odontologia.

01
PRIMAVIDA: EXPANSÃO
ASSPREVISITE / FOLHA DE S. PAULO - Por Guilherme Barros
01/09/2009
A PrimaVida, operadora de plano odontológico empresarial, com sede no Rio, quer ampliar sua atuação para todo o território nacional. A empresa vai credenciar clínicas e consultórios parceiros a partir deste mês.
02
SULAMÉRICA
O ESTADO DE S. PAULO
30/08/2009
A SulAmérica levou com apoio da Odonto Criança e do Projeto Casulo - o programa Saúde Bucal para os bairros do Real Parque e Jardim Panorama.
03
UNIMED: MAIS UM SERVIÇO
ASSPREVISITE / O PIONEIRO
01/09/2009
A Unimed Nordeste amplia sua rede de serviços voltados à área da saúde: inaugura no dia 9 de setembro sua primeira farmácia, localizada na Avenida Júlio de Castilhos, 2.205, no centro de Caxias.
A unidade atuará na venda de medicamentos e produtos de perfumaria.
A Farmácia Unimed atenderá à comunidade em geral, mas seu grande chamariz são os descontos direcionados aos beneficiários dos planos de saúde da cooperativa médica.
Outro diferencial é o horário flexível de atendimento: de segunda a sexta, das 7h às 23h, e aos sábados e domingos, das 8h às 20h.
É uma iniciativa que certamente agregará valor à empresa e aos seus clientes.
04
ESTRATÉGIAS VENCEDORAS NA ÁREA HOSPITALAR
ASSPREVISITE / SAÚDE BUSINESS WEB - Por Thaia Duó
01/09/2009
Representantes de diferentes modelos hospitalares debatem os melhores caminhos para se obter uma boa gestão
Três modelos distintos de hospitais nacionais. Um tem financiamento do Sistema Único de Saúde, sendo parte recebida por meio da Secretaria Estadual de Saúde, representado pelo Hospital de Câncer de Barretos; outro é puramente privado e sustentado pelas operadoras de planos de saúde, representado pela Rede D"Or de hospitais e; por último um modelo filantrópico recentemente profissionalizado e pautado em parte de seu financiamento pelo SUS e a outra parte pelo sistema suplementar, representado pela Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre.
Em uma mesa-redonda, os representantes destes hospitais discutiram as estratégias vencedoras na área hospitalar dentro de cada modelo apresentado. O diretor geral do Hospital de Câncer de Barretos, Henrique Prata, pontuou que hoje 99% dos seus recursos são somente do SUS e, até o final deste ano, deve alcançar 100%. Os projetos da instituição atendem cerca de 1,4 mil municípios e, para isto, o hospital deve arcar com um déficit de R$3, 6 milhões por mês. "Eu fui premiado pelo governador José Serra que me paga 50% desse déficit operacional pela Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo e assim a sociedade consegue repor o restante por meio de doações", afirma Prata. O percentual desse déficit representa apenas 10% da área ambulatorial, sendo 90% por conta de cirurgias, internações e UTI. "Esse déficit é crescente, porque o nosso volume de atendimento é crescente", explica.
Com um faturamento de cerca de R$ 80 milhões pelo SUS em 2008 e custeio de mais de R$ 120 milhões, o Hospital de Câncer de Barretos vai inaugurar sua terceira unidade no início de 2010. O novo espaço de 11 mil metros quadrados está localizado em Jales (SP) e tem o objetivo de diminuir o atendimento diário de 2,5 mil pessoas na unidade de Barretos. "Não temos mais condições de atender esse número. Temos 40% de atendimento de outros estados o que não é comum", argumenta Prata.
Em contrapartida, a Rede D'Or começou no Rio de Janeiro e hoje se estende até Pernambuco e no Paraná. Considerado um modelo de sucesso, a rede tem cerca de 2 mil leitos hospitalares e daqui há 3 anos a meta é ter mais mil leitos. E ainda, de acordo com o presidente da Rede D'Or, Jorge Moll, mais três unidades estão em construção nas cidades de Caxias, Madureira e Niterói. "Fora isso, estamos ampliando vários hospitais. O Rios D'Or está dobrando de tamanho, o Copa D'Or vai receber uma nova unidade com mais 100 leitos e, o Quinta D"or deve inaugurar em janeiro de 2010 mais 100 leitos também", conta Moll.
Para o executivo da Rede, o segredo é ter ideias, ideais e pessoas. Na parte de diagnóstico, Moll considera a qualidade e a iniciativa de reunir todos os exames em um único lugar os principais ingredientes de sucesso. Na área de hospitais, escolher o Rio de Janeiro no momento em que a cidade era a capital da República também é considerado por ele um ganho. "Foi um momento de grande transição com pequenas clínicas e hospitais públicos que foram piorando sua qualidade e isso abriu uma oportunidade de crescimento", relata. Outro segredo citado por Moll é o setor de Emergência, considerado um grande diferencial dos hospitais.
Já o modelo representado pela Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre aponta a gestão profissionalizada como fundamental para mostrar o lado da importância de agregar novos profissionais e fazer com que haja um desenvolvimento contínuo das instituições filantrópicas. Para os próximos cinco anos, o diretor financeiro da Santa Casa, Ricardo Minotto, visa a integração com a sociedade. "É uma visão estratégica que tem mostrado caminhos na área da assistência médica hospitalar. Entendemos que ainda temos um espaço a percorrer na área de referência em promoção à saúde e prevenção das doenças que, em uma perspectiva a longo prazo, é fundamental para a sustentabilidade do sistema de saúde com um todo". Minotto, ressalta a preocupação dos prestadores com a sustentabilidade do sistema com o paciente, com quem paga a conta, com as operadoras de planos de saúde e, até mesmo, com o sistema de saúde estatal. "A prevenção e a promoção são estratégias importantes e a Santa Casa vem trabalhando de forma gradual nesse sentido", explica.
A conclusão é que o Brasil possui um conceito de que a saúde é uma só e, mais do que nunca, consolidada. "E eu não diria só em nível nacional, mas em nível mundial que nós temos que ter a iniciativa privada junto com iniciativa pública e o desenvolvimento e crescimento desse setor tem sido significativo", conclui o presidente da Confederação Nacional de Saúde, José Carlos Abrahão, após mediar a discussão.
"É preciso melhorar mais ainda a gestão. Já temos gestores muito bons de saúde, que trabalham com recursos que não são os ideais, e muitas vezes precisam compelementá-los, seja pela iniciativa privada, ou por meio do próprio sistema suplementar, ou ainda por meio dos gastos diretos. E com esses recursos que são muito menores, quando comparados com os dos países da Europa, que gastam US$ 3 mil per capita, ou comparado até mesmo com os Estados Unidos, que gastam US$ 7 mil per capita e têm uma exclusão de 47 milhões de pessoas, e nós no Brasil com gastos em torno de US$ 400 per capita somos referência em imunizações e no tratamento de aids, além de sermos o segundo maior país do mundo em transplantes", avalia Abrahão. Ainda de acordo com o presidente da CNS, o setor responde hoje por 8% do PIB, emprega 2,8 milhões de trabalhadores diretos e quase 5 milhões indiretos. Além disso, o Brasil tem 204 mil estabelecimentos de serviços de saúde, sendo 6,8 mil hospitais.
Para essa boa gestão, Abrahão comenta a importância da acreditação hospitalar. De acordo com ele, o BNDES já disponibiliza linhas de crédito no valor de R$ 250 mil para a implementação de projetos de acreditação. "A acreditação vai ser uma necessidade não só dos serviços das instituições de saúde, mas dos nossos clientes que vão querer uma instituição acreditada. A acreditação não vai bater só do lado da operadora, mas também do prestador, que com certeza vai poder propiciar uma melhor atenção à saúde da nossa população", finaliza.
05
HOSPITALAR DIVULGA PROJETO ESPECIAL PARA OPERADORAS EM EVENTO DA ABRAMGE/SINOG
HOSPITALAR
28/08/2009
Equipe da HOSPITALAR esteve presente nesta quinta e sexta-feira ( 27 e 28 de agosto) do 14º Congresso Abramge (Associação Brasileira de Medicina de Grupo) e 5º Congresso Sinog (Sindicato Nacional das Empresas de Odontologia de Grupo). O evento reuniu os principais líderes do setor de saúde e do segmento de operadoras de planos de saúde e aconteceu no Maksoud Plaza Hotel, em São Paulo.
Na ocasião, a HOSPITALAR participou com um estande institucional, onde fez uma divulgação de sua edição 2010 e de suas ações, especialmente um projeto voltado para a área de planos de saúde.
José María Lasry, gerente de negócios da HOSPITALAR, explicou que em sua próxima edição, a HOSPITALAR, contará com uma área exclusiva destinada para as operadoras de planos de saúde. A proposta, desenvolvida em parceria com a ACOPLAN - Associação dos Corretores de Planos de Saúde e com participação da ABRAMGE e SINOG, é fazer deste espaço um ponto de encontro entre corretores e operadoras com grandes oportunidades de negócios e relacionamento. “O projeto foi muito bem recebido entre os profissionais do segmento”.
A direção da HOSPITALAR já vem trabalhando, nos últimos anos, junto a estas entidades (ABRAMGE, SINOG e a ACOPLAN) na realização de congressos de atualização profissional. “Entendemos a importância deste segmento dentro do universo da saúde e estamos ampliando o leque de oportunidades na HOSPITALAR”, afirmou Thomas Santos.
Sobre o Congresso
O 14º Congresso Abramge e 5º Congresso Sinog teve como tema central “Gestão na Nova Realidade de Negócios”. A conferência magna sobre esse assunto foi feita pelo ex-ministro da Fazenda e economista Delfim Netto.

01
COPOM COMEÇA HOJE REUNIÃO PARA DEFINIR NOVA TAXA BÁSICA DE JUROS DO PAÍS
DIÁRIO ONLINE
26/01/2009
Começa nesta terça-feira a reunião de dois dias do Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central para definir a nova Selic (taxa básica de juros do País), que irá vigorar nos próximos 45 dias. A aposta dos economistas, segundo o último boletim Focus, é de manutenção no atual patamar, de 8,75% ao ano.
De acordo com o levantamento divulgado ontem, a Selic não deve sofrer reajustes até o final deste ano. Em 2010, o mercado aguarda uma recuperação da economia e, portanto, acredita que a taxa irá subir para 9,25% no último trimestre. No fim do ano passado, quando o BC deu início a uma sequência de cortes por conta da crise econômica mundial, a Selic estava em 13,75% ao ano.
O que é a Selic – O BC utiliza a Selic para controlar a inflação no País. Quando os juros caem muito, a população tem mais acesso ao crédito e, como consequência, o consumo aumenta. Ao elevar os juros, o crédito fica mais caro e a autoridade monetária acaba impedindo o crescimento dos gastos da população, evitando, dessa forma, o aumento dos preços.
Porém, a crise financeira mundial, que se agravou em meados de setembro de 2008, requer corte nas taxas de juros porque já restringiu o crédito no País e porque pode prejudicar ainda mais o crescimento da economia brasileira.
O anúncio da nova taxa básica de juros será feito amanhã, após o fechamento do mercado financeiro.

02
INFLAÇÃO MEDIDA PELO IPC-S FECHA AGOSTO EM 0,20%, DIZ FGV
DIÁRIO ONLINE
01/09/2009
A inflação medida pelo IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor – Semanal) diminuiu para 0,20% no fechamento de agosto, contra 0,21% na pesquisa anterior, segundo dados divulgados nesta terça-feira pela FGV (Fundação Getúlio Vargas). Trata-se da terceira desaceleração consecutiva e da menor taxa desde a quarta leitura de junho, com 0,12%. Em julho, o índice encerrou em 0,34%.
A principal contribuição para o recuo da inflação partiu, mais uma vez, do grupo Habitação, cuja taxa passou de 0,44% para 0,34%. Segundo a FGV, o comportamento do item tarifa de eletricidade residencial (1,73% para 0,48%) justificou a trajetória de queda desta classe de despesa.
Outros grupos que também registraram desaceleração foram: Vestuário (-0,62% para -0,98%), Transportes (0,31% para 0,21%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,10% para 0,03%). As quedas foram influenciadas pelos itens: roupas (-0,90% para -1,38%), álcool combustível (4,46% para 3,02%) e artigos de higiene e cuidado pessoal (-0,23% para -0,36%), nesta ordem.
Na ponta oposta, contribuiu para segurar um decréscimo maior do IPC-S as categorias: Alimentação (0,23% para 0,40%), Despesas Diversas (-0,14% para -0,02%) e Educação, Leitura e Recreação (-0,04% para -0,01%). As influências foram dos itens: hortaliças e legumes (0,55% para 3,35%), mensalidade para TV por assinatura (0,26% para 0,95%) e livros em geral (-0,56% para -0,23%), respectivamente.

03
BOVESPA INICIA SEMANA COM DESVALORIZAÇÃO, MAS SOBE 3,15% NO MÊS
DIÁRIO ONLINE
31/08/2009
Puxada pela queda de 4,5% nos papéis da Petrobras, a Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) encerrou o pregão desta segunda-feira com desvalorização, enquanto o dólar comercial subiu. O índice Ibovespa caiu 2,10%, aos 56.488 pontos e giro financeiro de R$ 5,671 bilhões. No mês, porém, subiu 3,15%. Por sua vez, a moeda americana avançou 0,42% e fechou comercializada a R$ 1,89. Em agosto, câmbio teve alta de 1,34%.
No mercado internacional, as Bolsas da Ásia desabaram neste início de semana, a exemplo de Xangai, que fechou em forte queda de 6,7%. Os mercados europeus também tiveram um dia pessimista.
Em dia de agenda esvaziada no exterior, a atenção dos investidores está voltada para o mercado interno. O projeto com o modelo do marco regulatório de exploração da camada pré-sal foi entregue hoje pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer (PMDB-SP). A proposta precisará ser aprovada no Congresso Nacional antes de entrar em vigor.
O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) informou que a produção das indústrias do País cresceu 2,2% em julho, em relação ao mês anterior. Foi o sétimo mês consecutivo de aceleração.
O boletim Focus, divulgado hoje pelo Banco Central, revelou que os analistas das principais instituições financeiras do País continuam apostando que a taxa básica de juros deve permanecer em 8,75% ao ano pelos próximos seis meses. Segundo o documento, a Selic não será alterada na próxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), que começa amanhã e termina na quarta-feira.

01
PLANOS: AUDIÊNCIA PÚBLICA SOBRE TABELA DE HONORÁRIOS
ASSPREVISITE / CFM
01/09/2009
Projeto que obriga planos de saúde a respeitarem tabela de honorários médicos será tema de audiência pública na Câmara
A Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados aprovou na quarta-feira (26) a realização de audiência pública para continuar o debate sobre o Projeto de Lei 1220/07, do deputado Jovair Arantes (PTB-GO), que obriga as operadoras de planos de saúde a respeitarem as tabelas de honorários médicos e odontológicos elaboradas pelas entidades nacionais representativas de cada profissão e referendadas pelo Conselho Nacional de Saúde. O PL estabelece ainda que o Conselho Nacional de Saúde poderá autorizar a utilização de tabelas regionalizadas, desde que mantido o piso mínimo e ouvido o Conselho Estadual de Saúde.
Jovair Arantes afirma que sua proposta vai garantir qualidade dos serviços prestados pelos planos de saúde. "O projeto oferecerá excelente instrumento para preservar o bom exercício profissional e contribuirá para impedir a queda na qualidade da assistência dos planos de saúde", afirma Jovair Arantes.
O deputado Armando Abílio (PTB-PB), autor do requerimento, argumenta que em virtude de insuficiência de dados apresentados na audiência pública, realizada no último dia 11, é necessário promover uma nova discussão com as empresas citadas para ampliar o debate a fim de dirimir dúvidas e subsidiar o parecer sobre a matéria.
Os convidados serão definidos posteriormente.
02
VÍNCULO ENTRE PLANOS E PEDIATRAS DO DF ESTÁ SUSPENSO
ASSPREVISITE / SAÚDE BUSINESS WEB / AGÊNCIA BRASIL
01/09/2009
Suspensão tem prejudicado a rede pública de saúde do DF
Cerca de 73 convênios médicos estão sem contratos com diversos pediatras do Distrito Federal. O motivo é os valores repassados aos pediatras pelos serviços médicos realizados por meio de convênio. Os planos de saúde pagam de R$ 24 a R$ 48 por consulta e, com os descontos de impostos e de taxas de administração cobrados pelos hospitais, o valor líquido para os médicos fica entre R$ 14 e R$ 28.
De acordo com o presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria do Distrito Federal (SPB-DF), Dennis Burns, do total de pediatras que trabalham na região, a maioria aderiu ao protesto da categoria e parou de atender pelos convênios. A exceção fica por conta de médicos que têm contrato de prestação de serviço com o hospital e não diretamente com o plano de saúde.
A suspensão dos vínculos entre planos de saúde e pediatras tem prejudicado a rede pública de saúde do DF, é o caso do Hospital Regional da Asa Norte (HRAN), por exemplo, que registrou um crescimento na demanda de pacientes, segundo a instituição.
Diante da situação, o Instituto de Defesa do Consumidor do Distrito Federal (Procon-DF) e a Agência Nacional de Saúde Suplementar recomendam que os pacientes com planos de saúde que tiverem que pagar pelo atendimento pediátrico nos hospitais, onde houve a suspensão de convênios médicos, deverão solicitar o ressarcimento do dinheiro gasto na consulta à prestadora do serviço de convênio. Caso a prestadora não cumpra o procedimento, o usuário do serviço deverá fazer a denúncia ao Procon-DF e à ANS.
03
ATENDIMENTO DO DF: ORIENTAÇÃO DA ANS E PROCON
ASSPREVISITE / AGÊNCIA BRASIL
01/09/2009
Procon e ANS orientam pacientes prejudicados com suspensão de convênios a pedirem ressarcimento
Pacientes com planos de saúde que tiverem que pagar pelo atendimento pediátrico nos hospitais do Distrito Federal, onde houve a suspensão de convênios médicos, deverão solicitar o ressarcimento do dinheiro gasto na consulta à prestadora do serviço de convênio.
A recomendação é do Instituto de Defesa do Consumidor do Distrito Federal (Procon-DF) e da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
A maior parte dos pediatras de hospitais particulares do DF está cobrando R$ 90 pela consulta médica desde a última sexta-feira, quando resolveram não renovar os contratos com planos de saúde.
O Procon-DF e a ANS orientam que, ao pagar pelo atendimento, o consumidor retire a nota fiscal do gasto e a encaminhe à empresa responsável pelo plano de saúde, que deverá devolver o dinheiro.
Caso a prestadora não cumpra o procedimento, o usuário do serviço deverá fazer a denúncia ao Procon-DF e à ANS. "Ainda não recebemos nenhuma reclamação até agora, mas estamos recomendando aos consumidores que quiserem recorrer a virem pessoalmente fazer a denúncia", diz o presidente do Procon-DF, Ricardo Pires.
Nesta segunda-feira, 73 convênios médicos estão sem contratos com diversos pediatras do DF. O motivo são os valores repassados aos pediatras pelos serviços médicos realizados por meio de convênio. Os planos de saúde pagam de R$ 24 a R$ 48 por consulta e, com os descontos de impostos e de taxas de administração cobrados pelos hospitais, o valor líquido para os médicos fica entre R$ 14 e R$ 28. Além disso, os planos de saúde demoram cinco meses para pagar as consultas aos pediatras.
De acordo com o presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria do Distrito Federal (SPB-DF), Dennis Burns, do total de pediatras que trabalham na região, a maioria aderiu ao protesto da categoria e parou de atender pelos convênios. A exceção fica por conta de médicos que têm contrato de prestação de serviço com o hospital e não diretamente com o plano de saúde.
"É o caso dos pediatras que trabalham no Hospital Santa Luzia. Por isso, ainda aceitam os pacientes por meio do convênio", relata Burns. Segundo os pediatras do hospital, o contrato com a empresa acaba no dia 20 de agosto.
Enquanto a polêmica não se resolve, pais de crianças com problemas de saúde passam horas a procura de hospitais que ainda estejam atendendo por meio de convênios. Foi o caso, na manhã de hoje, da funcionária pública Luíza Helena Guimarães. Com o filho de 1 anos e meio no colo, ela tentou encontrar atendimento em dois hospitais particulares. "Em nenhum deles consegui atendimento", lamenta.
A suspensão dos vínculos entre planos de saúde e pediatras tem também prejudicado a rede pública de saúde do DF. A pediatria do Hospital Regional da Asa Norte (Hran), por exemplo, registrou um crescimento na demanda de pacientes, segundo o hospital. "Esse fato se misturou com a gripe suína. Tivemos um aumento de pacientes que quase triplicou", conta a chefe da pediatria do Hran, Maria Clara Martins.
04
PLANOS DE SAÚDE MAIS POPULARES
ASSPREVISITE / TRIBUNA DO BRASIL / SEGS
01/09/2009
Procura por atendimento em hospitais privados está em alta.
A população do Distrito Federal e Entorno têm recorrido cada vez mais aos planos de saúde em busca de qualidade e eficiência na hora do atendimento médico. Com o crescimento da população, o aumento do poder aquisitivo dos brasilienses e as carências da rede pública de saúde, os hospitais particulares têm se tornado o destino de muitas pessoas na hora de procurar atendimento médico de qualidade. Tal comportamento vem resultando no inchaço da rede. O atendimento e eficiência se tornam dor de cabeça para os usuários.
Dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) indicam que, em um ano, 19.087 pessoas aderiram aos planos de saúde no Distrito Federal e Entorno. Em março do ano passado, 82.791 pessoas utilizavam o serviço oferecido por seguradoras especializadas e, em março deste ano, o número de usuários subiu para 101.878, provocando um crescimento de 12,3% na demanda por atendimento médico nos hospitais particulares.
Para o vice-presidente da Associação dos Médicos de Hospitais Privados do DF (AMHP/DF), Lázaro Fernandes de Miranda, esse aumento é motivado principalmente pelo crescimento da população do DF e Entorno, e pelo aumento do poder aquisitivo da população, que provocou a migração de usuários da rede de saúde pública para a rede privada de saúde.
Seguramente, houve este crescimento. Se considerarmos o período, entre 2005 e 2009, eu diria que houve um aumento de 50% da demanda por atendimento na rede privada de saúde, tanto na procura por leitos médicos em hospitais privados quanto na busca por consultas em clínicas particulares, disse Miranda, informando que, hoje, 35% da população do DF tem algum vínculo com os planos de saúde.
Considerando que a população do Brasília hoje é de aproximadamente 2,5 milhões de habitantes, o número de usuários dos planos de saúde deve girar em torno de 700 mil pessoas, disse Miranda.
Hospitais tentam se adaptar ao crescimento
Segundo uma das diretoras do hospital Renascer, em Samambaia, Rosilene França Resende Espinoza, o aumento da demanda por atendimento no hospital cresce cada vez mais. Aqui, no hospital, a demanda vem aumentando mês após mês, ano após ano. Precisamos aumentar o quadro de funcionários para acompanhar esse crescimento, disse Espinoza.
O gerente administrativo Alexandre Torres revela que, em 2005, o hospital atendia cerca de 3 mil usuários por mês e hoje atende a aproximadamente 9,5 mil usuários a cada mês. A rede privada de saúde também está inchada e o hospital está em constante expansão. Nós estamos ampliando o nosso atendimento, com a construção de um novo pronto-socorro, que atenderá perfeitamente a nossa demanda, hoje. Estamos aguardando apenas a aprovação da planta pela Administração de Samambaia e pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa/DF), disse Torres.
Ele cita algumas medidas que foram necessárias para a continuação do atendimento de qualidade e revela que hoje a instituição trabalha em parceria com aproximadamente 60 convênios. Hoje, temos entre 50 e 60 convênios funcionando aqui no hospital e, para suportar essa crescente demanda de usuários, nós tivemos que aumentar o quadro de funcionários, modificar a nossa recepção, instalar o sistema de atendimento automático por senha e contratar mais médicos, e isso ajudou bastante a manter o fluxo de atendimento, explica o gerente administrativo.
Hoje, o hospital Renascer oferece preços diferenciados para a população e atende principalmente as seguintes especialidades: clínica médica, pediatria, ginecologia/obstetrícia e ortopedia.
Trabalhamos com ênfase em maternidade e, hoje, 80% dos nossos pacientes são atendidos através de convênio e 20% são atendidos particularmente. Não tínhamos como atender a esse fluxo com o espaço físico que tínhamos, por isso a expansão do hospital tem se tornado uma necessidade constante, disse Torres.
Ele explicou que o rompimento do contrato dos profissionais da área de pediatria com os planos de saúde privados deve prejudicar um pouco a prestação dos serviços no hospital, mas não causará nenhum tipo de dor de cabeça aos usuários.
Ainda temos um prazo de 30 dias para chegar a um consenso sobre o que será feito. Como os profissionais dessa área são autônomos, não podemos fazer nada em relação à decisão da categoria. Estamos aguardando a resposta das redes de convênio e o estabelecimento de um acordo, e, caso não haja entendimento, esses profissionais passarão a atuar com base no valor estabelecido pela Sociedade Brasileira de Pediatria do DF (SBP/DF) para cada consulta, que é de R$ 90, disse.
Aumento a cada ano
Sílvio Viegas, diretor comercial do Hospital Anchieta, em Taguatinga, afirma que houve crescimento no número de internações e atendimentos no pronto-socorro do hospital, que atende, hoje, cerca de 46 convênios.
Durante os últimos anos, temos percebido um aumento de 15% a 18% no número de atendimentos nos pronto-socorros, e a taxa de internação do hospital vem crescendo de 4% a 5% a cada ano, disse.
Provavelmente, esse crescimento estaria ligado ao crescimento da iniciativa privada. Algumas empresas têm oferecido aos funcionários convênios com planos de saúde, como forma de conceder algum benefício, explica Viegas.
Atendimento a 16 mil pacientes Hoje, atendemos cerca de 16 mil pacientes por mês em nossos pronto-socorros e realizamos cerca de mil a 1.100 internações por mês, sendo que 45% delas são oriundas diretamente dos pronto-socorros. Atualmente, utilizamos 30% da capacidade total deste setor, e estamos ampliando a Unidade de Tratamento Intensiva (UTI) Adulta em 50%, até o fim do ano, informa.
Além disso, ampliaremos o número de leitos no hospital de 165 para 250, capacidade que prevemos atingir, em 2012. Já temos a área definida, todo o planejamento, e este setor será ampliado de acordo com a demanda por atendimento no hospital, disse Viegas, informando que poderão ocorrer algumas mudanças no atendimento na área de pediatria do hospital.[2]
Se não houver nenhum acordo entre os pediatras e os planos de saúde, os profissionais desta área deverão cobrar o valor definido pela consulta e orientar os pacientes a buscarem o reembolso junto aos planos de saúde. Esses médicos não são profissionais contratados pelos hospitais, mas continuarão prestando atendimento em situações de emergência, sem qualquer risco para os pacientes, informou.
05
SAÚDE DÁ DOR DE CABEÇA
ASSPREVISITE / TRIBUNA DO BRASIL
01/09/2009
À medida que cresce o número de associados nos planos de saúde, aumenta também o número de reclamações no Instituto de Defesa do Consumidor no DF (Procon/DF). No primeiro semestre do ano, foram registradas 305 queixas contra os planos de saúde regulamentados. No topo da lista de reclamações, aparecem a Golden Cross Assistência Internacional de Saúde, e Grupo Unimed, com 68 reclamações cada. Em seguida está a empresa Amil Assistência Medica Internacional, com 35 reclamações.
“Já autuamos e multamos diversas empresas, como a GEAP, e muitas serão comunicadas em breve sobre as reclamações dos usuários. Todo o processo está sendo analisado pelo judiciário. Após isso, as prestadoras devem ser notificadas”, informa o presidente do Procon/DF, Ricardo Pires.
Segundo relatório elaborado pelo Procon/DF, as principais reclamações dos usuários em relação aos planos de saúde estão relacionadas à abrangência do serviço, cobranças irregulares, dificuldades de aprovação do usuário para utilização do convênio e ressarcimento dos valores pagos por serviços utilizados fora da abrangência dos planos de saúde.
“Em primeiro lugar estão as queixas relacionadas à cobertura dos planos de saúde. Muitos convênios garantem certo tipo de atendimento, mas os usuários não encontram o serviço oferecido. Na maioria dos casos, o médico não está mais credenciado ao plano de saúde, a clínica especializada deixa de existir ou não atende mais na mesma localidade. Em segundo lugar, reclamações relacionadas a cobranças irregulares e às dificuldades para aprovação do usuário no plano de saúde. Queixas relacionadas ao ressarcimento dos valores pagos por consultas em clínicas ou laboratórios onde os planos de saúde não oferecem cobertura também são frequentes”, explica Pires.
As empresas Golden Cross e Unimed aguardam notificação para se pronunciar sobre o assunto. Já a Amil preferiu se manifestar apenas oficialmente, por meio de nota.
Demora no atendimento médico é cada vez mais longa
O servidor público Bruno Mendes de Oliveira, 28 anos, compareceu à emergência do hospital Santa Luzia, na Asa Sul, em busca de atendimento médico para sua esposa. Credenciado no plano de saúde Assefaz há um ano, Bruno conta que já foi dependente da mãe em convênio médico com a Multimed e reclama da demora do atendimento na rede privada de hospitais.
“O tempo de espera por atendimento é muito grande, independentemente do plano de saúde escolhido. A pessoa precisa dedicar a manhã ou a tarde inteira para conseguir atendimento. Além disso, existe muita burocracia. Você espera para ser atendido no consultório, aí te mandam realizar exames e você tem que enfrentar fila novamente. Depois de tudo isso você tem que retornar ao consultório para o médico avaliar os exames. A pessoa acaba gastando boa parte do dia para resolver um problema”, queixa-se.
A reclamação não é apenas de Bruno. A recepcionista Rosângela Filho, 33 anos, é filiada ao convênio da Assefaz há sete anos e paga o valor mensal de R$ 300 para ter direito a atendimento médico na rede privada de saúde. Segundo Rosângela, nos dois últimos anos houve piora na qualidade do atendimento.
“Independentemente do convênio escolhido, o atendimento é péssimo”, disse a recepcionista, após deixar a emergência do hospital Santa Luzia. No entanto, há quem esteja satisfeito com o atendimento por meio de convênio. É o caso do servidor público José Valter, 49 anos, que há 15 anos está credenciado no plano de saúde Planciste.
“Pago R$ 450 por mês, o valor é descontado em contra-cheque e minha mulher, meus três filhos e minha mãe também têm direito a atendimento nos hospitais privados. Nunca tive nenhum problema na hora de ser atendido”, disse Valter, revelando que também aderiu ao plano de saúde da Unimed, utilizado com menos frequência.
06
"CONVÊNIO OU PARTICULAR?"
ASSPREVISITE / A TRIBUNA ONLINE - Por Fernanda Zampoli
01/09/2009
Há quem ainda lembre que o atendimento médico era prestado em casa, e hoje em dia, mesmo diante de tantas deficiências, há quem prefira ser atendido pelo SUS a pagar um plano de saúde particular. A preferência é facilmente entendida, a levar em conta o tempo de espera por uma consulta. Marcela (nome fictício já que a paciente prefere não se identificar) paga rigorosamente em dia seu plano de saúde, e nesta semana fará consulta em uma dermatologista após esperar mais de dois meses. "Agora fui procurar minha ginecologista, já sou paciente e só vou poder ser atendida em outubro. Quando fazemos o contrato eles não dizem que temos que esperar tanto tempo assim", declarou. Assim como Marcela, o tempo de espera é reclamação comum entre milhares de usuários de planos de saúde.
A reportagem de A Tribuna conferiu a situação. Ao telefonar para marcar consultas em diversas especialidades, a indagação de boa parte das secretárias é: "convênio ou particular?". Quando a afirmação é plano, são muitas as respostas, mas a maioria delas, com vagas somente após até cinco meses, outros nem recebem mais pacientes novos. Em duas oportunidades após questionar, no mesmo momento, então pelo particular, havia vagas, inclusive, para a mesma semana. Para uma das especialidades consultadas, no plano a data era apenas para 14 de dezembro, já pelo particular foi possível agendar para 8 de setembro. Para isso, além do plano mensal, teria que desembolsar em média R$ 250 por consulta, dependendo da especialidade. Em outros casos a orientação foi que tentasse, então, com a própria operadora agendar.
Operadora não interfere na agenda
Conforme o presidente da Unimed de Criciúma, Walter Ney Junqueira, a prática não é ilegal, e a operadora não pode interferir. "Eles tem uma agenda que não podemos interferir, não é ilegal. Eles não estão negando atendimento. É um problema que estamos conversando, tentando resolver", afirmou. A orientação, segundo ele, é agendar pelo próprio plano. "É ligar para a Unimed que conseguimos outro profissional", enfatizou.
07
JUSTIÇA DE ITAQUI-RS SUSPENDE AUMENTO DE PLANO
ASSPREVISITE / ZERO HORA
01/09/2009
O Poder Judiciário da comarca de Itaqui decretou suspensão imediata no aumento dos planos da Unimed para pessoas maiores de 56 anos, sob pena de multa, por evento, de R$ 2,5 mil para o não cumprimento da sentença.
O pedido já havia sido acatado pelas comarcas de Alegrete, Vacaria e Lajeado. A Federação Unimed/RS informou que recorrerá das sentenças.
08
SP: SAÚDE NÃO PODE SER REFÉM DE UM NOVO IMPOSTO
ASSPREVISITE / JB ONLINE - Por Januario Montone
01/09/2009
O governo federal vem reduzindo ano a ano sua participação no financiamento da saúde. Em 2008 foram R$ 10 bilhões a menos em relação a 2000. O comando central do governo, que tudo pode e que faz do Congresso seu quintal, também não tem mexido uma palha para apoiar o ministro José Gomes Temporão em sua cruzada pela melhoria dos instrumentos de gestão na saúde.
Refém do atraso populista e do atraso sindical, o governo não apenas mantém como reforça as estruturas mais arcaicas e ineficientes. Mais do que isso, joga nas costas do ministro da saúde a tentativa desastrada de ressuscitar a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF). E como se fosse pouco, tenta buscar no bolso da sociedade os mesmos R$ 10 bilhões que o próprio governo foi retirando aos poucos.
Não há um estudo confiável sobre a real necessidade financeira para a área pública de saúde no Brasil, mas temos bons indicadores da falta de dinheiro. Insuficiência, aliás, que não se limita aos recursos financeiros, estendendo-se aos recursos humanos, principalmente médicos, à capacidade instalada de produção de serviços e à capacidade de gerenciamento. Nos países com predominância do sistema público de saúde, os gastos públicos ficam acima de 6,5% do Produto Interno Bruto (PIB). Nesse patamar mínimo, os gastos públicos em saúde em 2007 deveriam ter atingido R$ 166 bilhões ou 75% acima dos R$ 94,43 bilhões que atingiram.
Não foi a CPMF, mas a Emenda 29, aprovada em 2000 pelo então ministro da saúde José Serra, que permitiu um avanço progressivo no financiamento do setor, a partir da vinculação de recursos federais, estaduais e municipais. Na CPMF houve substituição de fonte na esfera federal. E os estados e municípios nada recebiam e a nada eram obrigados. É por isso que a vinculação de recursos para a área de saúde é um valor. É importante perceber que a ampliação dos gastos públicos em saúde, a partir da Emenda 29, veio dos estados e municípios. A União, como já disse, tem reduzido sua participação no financiamento do setor.
Os gastos nominais da União cresceram 117% entre 2000 e 2007 (R$ 20,35 bilhões para R$ 44,35 bilhões), enquanto o crescimento nos estados foi de 285% (R$ 6,3 bilhões para R$ 24,33 bilhões) e nos municípios de 249% (R$ 7,37 bilhões para R$ 24,75 bilhões). A participação federal nos gastos públicos em saúde caiu de 59,80% em 2000 para 46,97% em 2007. Nada menos que 12,8%! Em valores nominais, o crescimento dos gastos públicos totais chegou a 177%, mas como percentual do PIB cresceu 28%, passando de 2,89% para 3,69%.
Os efeitos da crise mundial no PIB e na arrecadação dos estados e municípios exercerão uma enorme pressão negativa contra o orçamento da saúde em 2010. Esse cenário vai piorar com a não-regulamentação da Emenda 29, abrindo espaço talvez para a criatividade de alguns gestores em ampliar o conceito de “gastos em saúde”.
Infelizmente, a estratégia do governo federal parece ser a mesma que adotou na discussão da CPMF: bradar pela aprovação da Contribuição Social para a Saúde (CSS) como “exigência” para a regulamentação da Emenda 29, mas com consequências ainda mais graves, pois o valor é claramente insuficiente para enfrentar os problemas do setor. A instituição de uma fonte regular e independente de recursos para o setor saúde teria de ser amplamente discutida com a sociedade e superar os defeitos da CPMF original.
O governo federal deveria começar recompondo o orçamento do Ministério da Saúde aos níveis de 2000, o que significaria um incremento de R$ 10 bilhões anuais. Muito pouco perto de tudo que tem sido gasto por aí. Depois, deveria desengavetar a regulamentação da Emenda 29, pois é evidente que tem força política no Congresso para aprová-la. Isso já significaria um incremento estimado em R$ 5 bilhões anuais.
A partir daí, a sociedade poderia rediscutir a proposta de criação da CSS, mas como solução, não como cortina de fumaça. Significa que ela teria de arrecadar o suficiente para o financiamento do setor e ter mecanismos que impedissem a substituição de fonte. Ou seja, ser um acréscimo mesmo.
Também não faz sentido uma contribuição que favoreça exclusivamente o governo federal, se hoje mais de 50% do custeio da saúde vem de estados e municípios. Qualquer nova contribuição deveria ser repartida para as três esferas de gestão do Sistema Único de Saúde (SUS), na proporção de 40% para o Ministério da Saúde, 30% para os estados e 30% para os municípios.
É essencial que, paralelamente, sejam modernizados os instrumentos de gestão do SUS. Isso significaria, no mínimo, aprovação das fundações estatais; reconhecimento institucional das parcerias com o terceiro setor e das organizações sociais; a integração do setor de saúde suplementar; e transparência absoluta na utilização dos recursos. Se o Congresso está em busca de uma agenda positiva “para sair da crise”, deveria aprovar a regulamentação da Emenda 29, sem penduricalhos, e apoiar um amplo debate para enfrentar, de verdade, os desafios do setor.
09
NOVA CPMF PERDE FORÇA NO CONGRESSO NACIONAL
ASSPREVISITE / O DIA ONLINE
01/09/2009
O PMDB manifestou disposição de desenterrar a CSS (Contribuição Social para a Saúde), mas as chances de aprovação no Congresso são pequenas. O PT, por exemplo, fundamental para a vitória na Câmara, é contrário à reedição da CPMF.
"Nós não assumiremos a coordenação e a frente desse movimento para aprovar contribuição específica para a Saúde", advertiu o líder do PT na Câmara, Cândido Vacarezza (SP). Apesar de defender mais investimento para a saúde, o deputado questiona o momento e a viabilidade política para a aprovação da CSS, que geraria R$ 12 bilhões por ano.
"Foi um grande prejuízo para a Saúde a derrota da CPMF há dois anos, mas há resistência clara aqui na Casa", acrescentou Vacarezza, admitindo a dificuldade de se criar novo imposto perto de ano eleitoral.
10
MUDANÇA NA REGULAÇÃO DOS PLANOS COLETIVOS ENTRA NA PAUTA DA CSS
POLÍTICA & PODER - Por Lenir Camimura
01/09/2009
A Resolução Normativa 195 e as modificações propostas pela Resolução 200, da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que tratam da contratação dos planos coletivos empresariais e por adesão devem voltar a ser discutidas na próxima reunião da Câmara de Saúde Suplementar (CSS), nesta quinta-feira (03), em Brasília. O prazo para a adoção da novas normas foi prorrogado para outubro, sob a alegação de que as operadoras estão com dificuldades para se adaptarem.
Segundo a diretora da FenaSaúde, Dra. Solange Beatriz Palheiros Mendes, há uma dificuldade em se rever todos os contratos coletivos e adequá-los às exigências da ANS. Mas os problemas enfrentados pelas operadoras vão além dos prazos. Para o presidente da Abramge, Dr. Arlindo de Almeida, as normas são vistas como “intromissões” da Agência na parte comercial, o que pode acabar prejudicando a liberdade de negociação entre o contratante e a contratada.
O fato é que as resoluções ainda estão sendo objeto de muitas dúvidas por parte do mercado. Antes de a ANS divulgar a RN 200, que modificou a resolução 195, a Abramge já havia entregado um documento pedindo esclarecimento sobre cerca de 30 questões que haviam dado margem para dúvidas.
A FenaSaúde também enviou pedidos à ANS para que fossem revistas alguns itens da norma, como o artigo 26, que diz : “Os contratos de planos privados de assistência à saúde coletivos vigentes que permaneçam incompatíveis com os parâmetros fixados nesta resolução na data de sua entrada em vigor não poderão receber novos beneficiários”. O que se pede é que os planos empresariais fiquem fora dessa norma, uma vez que o contrato é feito com um empregador e os novos usuários fazem parte da carteira da empresa, diferente d
o que acontece nos planos por adesão.
As operadoras também esperam que a Agência reveja a questão da autorização de apenas um único reajuste por ano. Sem o parcelamento do aumento, as operadoras são obrigadas a realizar um cálculo mais apurado para o reajuste, o que pode significar, no fim das contas, uma dificuldade nas negociações com as empresas contratantes, já que o percentual de aumento não tem a possibilidade de ser diluído no decorrer do período de contratação.
Para a Abramge, esta questão mexe com a principal diferença entre os planos coletivos e os individuais, que é o reajuste definido pela ANS. Neste caso, a Agência não estabelece, mas interfere na livre negociação. A FenaSaúde pede, ainda, que o empregado terceirizado seja mantido no contrato empresarial.
Apesar de as operadoras admitirem que as normas são positivas para o mercado, restringindo a ação de falsos planos coletivos, ainda se questiona se não teria sido mais prático que o órgão fiscalizador tivesse tratado apenas do foco do problema, ao invés de mudar as regras para os demais tipos de planos coletivos. As entidades de defesa do consumidor dizem que a mudança era necessária na regulação dos planos coletivos e alegam que a ANS ainda poderia ter mexido mais com tais regras. De qualquer forma, a necessidade, agora, está em rediscutir o que aparece como problema para o mercado e retirar os excessos para que a norma, enfim, seja cumprida com eficiência.
CSS
Além da RN 195, também estão na pauta da CSS a apresentação dos resultados do Programa de Qualificação (2008), o Manual para Contração de Plano e Guia de Leitura Contratual, previstos na RN 200; os resultados dos Programas de Promoção e Prevenção 2009 – IN 01 DIOPE/DIPRO; e os resultados da Câmara Técnica do Rol de Procedimentos. A ANS deve informar, ainda, sobre a realização do II Seminário de Atenção à Saúde e Lançamento das Primeiras Diretrizes Clínicas, Convênio entre ANS X AMB, que acontece nos dias 22 e 23 de outubro.

::: SETEMBRO| 2009
11
ABRAMGE: EDUCAÇÃO CONTINUADA EM "GESTÃO DE CUSTOS PARA OPERADORAS DE PLANOS DE SAÚDE" - MÓDULO I
Módulo I: 11/09/2009
Horário: das 9h00 às 17h00
Local: Av. Paulista, 171 - 11º andar - São Paulo / SP
Face à intensa concorrência e às exigências colocadas pela regulamentação do setor, as Operadoras de Planos de Assistência à Saúde têm diante de si o desafio de serem eficientes e eficazes, de modo a oferecerem produtos com qualidade e preços competitivos.
A constituição de um sistema de custos e a geração de informações confiáveis, úteis e relevantes serão cada vez mais necessárias à gestão profissional das Operadoras.
Para divulgar, ampliar e debater a aplicabilidade dos conceitos e técnicas da contabilidade de custos à realidade do setor, estaremos realizando o Programa de Educação Continuada em Gestão de Custos para Operadoras de Planos de Saúde nos dias 11 de setembro, 2 de outubro e 6 de novembro de 2009.
Público-Alvo:
. Diretores, gestores e demais profissionais atuantes em Operadoras de Planos de Saúde.
Objetivo:

. Apresentar uma visão sistemática e abrangente do processo de gestão de custos, entendendo-o como instrumento para obtenção de maior eficácia na utilização dos recursos.
. Divulgar e debater os conceitos e técnicas envolvidos na apuração dos custos das Operadoras de Planos de Saúde.
. Fornecer ferramentas para análise e avaliação do desempenho econômico das Operadoras de Planos de Saúde, ressaltando a importância das informações sobre custos para as atividades de planejamento e controle e para o processo de tomada de decisões.
Programação (por módulo):
11/09 – FUNDAMENTOS DA GESTÃO DE CUSTOS APLICADA ÀS OPERADORAS - 8h
- Introdução à Gestão de Custos
A importância da gestão de custos para as Operadoras de Planos de Saúde.
Da contabilidade geral para a contabilidade de custos.
Da contabilidade de custos para a gestão de custos das Operadoras .
Conceitos e terminologias básicos.
Considerações sobre a implantação e gestão de um sistema de custos nas Operadoras de Planos de Saúde
- Esquema Básico para Apuração de Custos na Operação de Planos de Saúde
Classificação dos custos através
da Matriz de Custos da Operadora
Metodologia para apuração dos custos na rede própria
Metodologia para apuração dos custos na rede credenciada
– Formação do Custo por Beneficiário
Apuração do custo assistencial por beneficiário
Apuração do custo assistencial por produto e demais segmentações
Considerações sobre a incorporação das despesas de comercialização, administrativas e operacionais nos custos dos produtos
Como Participar
Taxa de Inscrição ( individual ) - Vagas Limitadas
. R$ 350,00 (Trezentos e cinqüenta reais) para associados da ABRAMGE.
. R$ 440,00 (Quatrocentos e quarenta reais) para não associados
Aquisição de 2 módulos = 5% de desconto, e para 4 módulos = 10% de desconto
Incluso Material de Apoio, Certificado, Coffee-breaks e Almoço
Depósito no Banco Itaú - Agência 0646 - C/C 15126-6 em nome da Abramge-SP - CNPJ: 48.785.703/0001-07.
Enviar comprovante de depósito juntamente com a ficha de inscrição para o fax: 11-3289.7175.
Somente serão aceitas substituições se utilizadas no mesmo evento.
O não comparecimento do participante, inscrito no evento, não dará direito a devolução do valor pago.
Mais informações:
Fone: (011) 3289 - 7511 com Fabiana.
Obs.: Vagas Limitadas.
VOLTAR

::: OUTUBRO| 2009
02
ABRAMGE: EDUCAÇÃO CONTINUADA EM "GESTÃO DE CUSTOS PARA OPERADORAS DE PLANOS DE SAÚDE" - MÓDULO II
Módulo II: 02/10/2009
Local: Av. Paulista, 171 - 11º andar - São Paulo / SP
Face à intensa concorrência e às exigências colocadas pela regulamentação do setor, as Operadoras de Planos de Assistência à Saúde têm diante de si o desafio de serem eficientes e eficazes, de modo a oferecerem produtos com qualidade e preços competitivos.
A constituição de um sistema de custos e a geração de informações confiáveis, úteis e relevantes serão cada vez mais necessárias à gestão profissional das Operadoras.
Para divulgar, ampliar e debater a aplicabilidade dos conceitos e técnicas da contabilidade de custos à realidade do setor, estaremos realizando o Programa de Educação Continuada em Gestão de Custos para Operadoras de Planos de Saúde nos dias 11 de setembro, 2 de outubro e 6 de novembro de 2009.
Público-Alvo:
. Diretores, gestores e demais profissionais atuantes em Operadoras de Planos de Saúde.
Objetivo:

. Apresentar uma visão sistemática e abrangente do processo de gestão de custos, entendendo-o como instrumento para obtenção de maior eficácia na utilização dos recursos.
. Divulgar e debater os conceitos e técnicas envolvidos na apuração dos custos das Operadoras de Planos de Saúde.
. Fornecer ferramentas para análise e avaliação do desempenho econômico das Operadoras de Planos de Saúde, ressaltando a importância das informações sobre custos para as atividades de planejamento e controle e para o processo de tomada de decisões.
Programação (por módulo):
02/10 – UTILIZAÇÃO DAS INFORMAÇÕES SOBRE CUSTOS COMO FERRAMENTA DE GESTÃO PARA MELHORIA DOS RESULTADOS - 8h

– Acompanhamento e Controle de custos
Custeio por responsabilidade e organização das informações sobre custos
Acompanhamento e avaliação do custo agregado da consulta
Acompanhamento e avaliação dos custos dos exames e terapias
Acompanhamento e avaliação do custo das internações
– Análise das Relações entre Custo, Volume e Lucro
Comportamento dos custos e despesas em função do volume
Ponto de Equilíbrio entre as receitas e os custos e despesas.
Apuração do ponto de equilíbrio através da margem de contribuição
Margem de segurança e alavancagem operacional
Efeitos das alterações nos custos e nos preços
Estruturas diferenciadas de receitas e despesas e poder de competição
Limitações ao uso do ponto de equilíbrio
14h30 – Controle de custos
Gestão de crônicos

Objetivos
Programas
15h30 – Coffee break

Como Participar
Taxa de Inscrição ( individual ) - Vagas Limitadas
. R$ 350,00 (Trezentos e cinqüenta reais) para associados da ABRAMGE.
. R$ 440,00 (Quatrocentos e quarenta reais) para não associados
Aquisição de 2 módulos = 5% de desconto, e para 4 módulos = 10% de desconto
Incluso Material de Apoio, Certificado, Coffee-breaks e Almoço
Depósito no Banco Itaú - Agência 0646 - C/C 15126-6 em nome da Abramge-SP - CNPJ: 48.785.703/0001-07.
Enviar comprovante de depósito juntamente com a ficha de inscrição para o fax: 11-3289.7175.
Somente serão aceitas substituições se utilizadas no mesmo evento.
O não comparecimento do participante, inscrito no evento, não dará direito a devolução do valor pago.
Mais informações:
Fone: (011) 3289 - 7511 com Fabiana.
Obs.: Vagas Limitadas.
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::: NOVEMBRO| 2009
06
ABRAMGE: EDUCAÇÃO CONTINUADA EM "GESTÃO DE CUSTOS PARA OPERADORAS DE PLANOS DE SAÚDE" - MÓDULO III
Módulo III: 06/11/2009
Local: Av. Paulista, 171 - 11º andar - São Paulo / SP
Face à intensa concorrência e às exigências colocadas pela regulamentação do setor, as Operadoras de Planos de Assistência à Saúde têm diante de si o desafio de serem eficientes e eficazes, de modo a oferecerem produtos com qualidade e preços competitivos.
A constituição de um sistema de custos e a geração de informações confiáveis, úteis e relevantes serão cada vez mais necessárias à gestão profissional das Operadoras.
Para divulgar, ampliar e debater a aplicabilidade dos conceitos e técnicas da contabilidade de custos à realidade do setor, estaremos realizando o Programa de Educação Continuada em Gestão de Custos para Operadoras de Planos de Saúde nos dias 11 de setembro, 2 de outubro e 6 de novembro de 2009.
Público-Alvo:
. Diretores, gestores e demais profissionais atuantes em Operadoras de Planos de Saúde.
Objetivo:

. Apresentar uma visão sistemática e abrangente do processo de gestão de custos, entendendo-o como instrumento para obtenção de maior eficácia na utilização dos recursos.
. Divulgar e debater os conceitos e técnicas envolvidos na apuração dos custos das Operadoras de Planos de Saúde.
. Fornecer ferramentas para análise e avaliação do desempenho econômico das Operadoras de Planos de Saúde, ressaltando a importância das informações sobre custos para as atividades de planejamento e controle e para o processo de tomada de decisões.
Programação (por módulo):

06/11 – CUSTOS PARA TOMADA DE DECISÕES - 8h
– Acompanhamento e Avaliação dos Resultados da Operadora
Instrumentos para análise da lucratividade dos produtos, clientes e demais segmentações
Como projetar e acompanhar a sinistralidade
Decisões sobre recursos próprios ou credenciados
– Formação de Preços em Planos de Saúde
Fundamentos estratégicos e mercadológicos
Determinação do preço de venda
Negociações e ajustes nos preços
Formação de preços com fatores moderadores
Palestrante:
Antonio Scagliusi Neto
Graduado em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas
Professor do MBA de Gestão de Planos de Saúde da ABRAMGE-SP e do Centro Universitário São Camilo
Sócio-Diretor da Equação Contábil e da Officium Consultoria Empresarial
Consultor na área de gestão empresarial para organizações de saúde há 12 anos
Diretor de operadoras de planos de saúde por 17 anos
Como Participar
Taxa de Inscrição ( individual ) - Vagas Limitadas
. R$ 350,00 (Trezentos e cinqüenta reais) para associados da ABRAMGE.
. R$ 440,00 (Quatrocentos e quarenta reais) para não associados
Aquisição de 2 módulos = 5% de desconto, e para 4 módulos = 10% de desconto
Incluso Material de Apoio, Certificado, Coffee-breaks e Almoço
Depósito no Banco Itaú - Agência 0646 - C/C 15126-6 em nome da Abramge-SP - CNPJ: 48.785.703/0001-07.
Enviar comprovante de depósito juntamente com a ficha de inscrição para o fax: 11-3289.7175.
Somente serão aceitas substituições se utilizadas no mesmo evento.
O não comparecimento do participante, inscrito no evento, não dará direito a devolução do valor pago.
Mais informações:
Fone: (011) 3289 - 7511 com Fabiana.
Obs.: Vagas Limitadas.
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QUADRO DE CIRCULARES

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Circular 059/09 - Revista da Operadora - edição outubro/novembro/dezembro 2009
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